Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4081444 Português

Leia o texto para responder à questão:



    Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).

    As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.

    Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.



(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)

Considere os trechos a seguir:



•  De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos… (1o parágrafo).


•  Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira. (2oparágrafo)



As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por

Alternativas
Q4081442 Português

Leia o texto para responder à questão:



    Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).

    As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.

    Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.



(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)

Considere os trechos a seguir:



•  … os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). (2oparágrafo)


•  Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”. (3o parágrafo)



Os parênteses e as aspas foram empregados, respectivamente, para isolar

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Q4081441 Português

Leia o texto para responder à questão:



    Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).

    As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.

    Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.



(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)

No trecho do 1º parágrafo “… o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1  milhão e 8,5  milhões de pessoas.”, o emprego da palavra destacada indica que os números relativos ao tamanho da população são
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Q4081440 Português

Leia o texto para responder à questão:



    Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).

    As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.

    Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.



(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)

Em relação às características dos povos que, no século XVI viviam nas chamadas Terras Baixas, o texto apresenta uma oposição entre
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Q4081438 Português

Leia o texto para responder à questão:



O sofrimento alheio



    Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo. São imperceptíveis no correr da vida; só nos damos conta delas ao comparar a condição física atual com aquela do passado. Quando sentimos pena de um senhor trêmulo de andar vacilante, é porque imaginamos as dificuldades da vida nessa situação, e desejamos que o futuro seja mais bondoso conosco. Por mais que nos custe admitir, sabemos que o vigor físico é uma dádiva aleatória atribuída pela natureza e confiscável sem aviso-prévio.    

    É por ter consciência dessa fragilidade da condição humana que ficamos tantas vezes desencorajados de visitar amigos com doenças graves ou de dar mais atenção a doentes que evoluem mal. Ao fechar os olhos diante da perda da integridade física do outro, procuramos afastar de nós o desconforto da lembrança de nossa própria fragilidade.

    Entretanto, ao imaginar nos passos vacilantes do senhor de idade o sofrimento que teríamos em situação idêntica, não levamos em conta que sua condição resulta de longo processo adaptativo. A grande capacidade de adaptação dos seres vivos — sua virtude mais surpreendente, como afirmou Charles Darwin — permite que as pessoas se ajustem às dificuldades e possam viver bem, apesar delas. Assim, um ser humano adaptado a sua condição pode sofrer menos do que imaginamos.

    No exercício da medicina, custou-me compreender que a intensidade do sofrimento alheio pouco tem a ver com a ideia que fazemos dele, pois nossa percepção ignora o poder de adaptação dos seres vivos a situações adversas.



(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)

No contexto em que se encontra, a palavra destacada foi empregada em sentido figurado em:
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Q4081437 Português

Leia o texto para responder à questão:



O sofrimento alheio



    Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo. São imperceptíveis no correr da vida; só nos damos conta delas ao comparar a condição física atual com aquela do passado. Quando sentimos pena de um senhor trêmulo de andar vacilante, é porque imaginamos as dificuldades da vida nessa situação, e desejamos que o futuro seja mais bondoso conosco. Por mais que nos custe admitir, sabemos que o vigor físico é uma dádiva aleatória atribuída pela natureza e confiscável sem aviso-prévio.    

    É por ter consciência dessa fragilidade da condição humana que ficamos tantas vezes desencorajados de visitar amigos com doenças graves ou de dar mais atenção a doentes que evoluem mal. Ao fechar os olhos diante da perda da integridade física do outro, procuramos afastar de nós o desconforto da lembrança de nossa própria fragilidade.

    Entretanto, ao imaginar nos passos vacilantes do senhor de idade o sofrimento que teríamos em situação idêntica, não levamos em conta que sua condição resulta de longo processo adaptativo. A grande capacidade de adaptação dos seres vivos — sua virtude mais surpreendente, como afirmou Charles Darwin — permite que as pessoas se ajustem às dificuldades e possam viver bem, apesar delas. Assim, um ser humano adaptado a sua condição pode sofrer menos do que imaginamos.

    No exercício da medicina, custou-me compreender que a intensidade do sofrimento alheio pouco tem a ver com a ideia que fazemos dele, pois nossa percepção ignora o poder de adaptação dos seres vivos a situações adversas.



(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)

No trecho “Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo.” (1º parágrafo), a palavra destacada tem como antônimo, no contexto em que foi empregada:
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Q4081436 Português

Leia o texto para responder à questão:



O sofrimento alheio



    Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo. São imperceptíveis no correr da vida; só nos damos conta delas ao comparar a condição física atual com aquela do passado. Quando sentimos pena de um senhor trêmulo de andar vacilante, é porque imaginamos as dificuldades da vida nessa situação, e desejamos que o futuro seja mais bondoso conosco. Por mais que nos custe admitir, sabemos que o vigor físico é uma dádiva aleatória atribuída pela natureza e confiscável sem aviso-prévio.    

    É por ter consciência dessa fragilidade da condição humana que ficamos tantas vezes desencorajados de visitar amigos com doenças graves ou de dar mais atenção a doentes que evoluem mal. Ao fechar os olhos diante da perda da integridade física do outro, procuramos afastar de nós o desconforto da lembrança de nossa própria fragilidade.

    Entretanto, ao imaginar nos passos vacilantes do senhor de idade o sofrimento que teríamos em situação idêntica, não levamos em conta que sua condição resulta de longo processo adaptativo. A grande capacidade de adaptação dos seres vivos — sua virtude mais surpreendente, como afirmou Charles Darwin — permite que as pessoas se ajustem às dificuldades e possam viver bem, apesar delas. Assim, um ser humano adaptado a sua condição pode sofrer menos do que imaginamos.

    No exercício da medicina, custou-me compreender que a intensidade do sofrimento alheio pouco tem a ver com a ideia que fazemos dele, pois nossa percepção ignora o poder de adaptação dos seres vivos a situações adversas.



(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto concluir que, quando se ignora a capacidade de adaptação das pessoas a situações difíceis, tende-se a
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Q4081392 Português
De acordo com Paul Griffitis (1998), a respeito do serialismo, assinale a opção correta. 
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Q4081387 Português
De acordo com Paul Griffiths (1998), com relação a Pousseur, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4081381 Português

De acordo com Paul Griffiths (1998), analise as assertivas abaixo.



I - Para lves, a música fora emasculada pela necessidade dos compositores de agradar a seu público.


Il- O interesse de Debussy pelas artes populares de seu país foi mais intenso durante os primeiros anos de exílio voluntário, ou seja, de 1914 a 1920, quando viveu na Suíça.


III - Na Tchecoslováquia, o grande compositor nacionalista do século foi Stravinsk (1854 - 1928), que se deixou influenciar não só pela música folclórica como pelos sons e ritmos da fala em sua Moravia de origem.


IV- A Espanha, fonte frequente de colorido para compositores russos e franceses no século XIX, começou a encontrar seus próprios músicos, sendo o maior deles Manuel de Falla (1876 - 1946).



Assinale a opção correta. 

Alternativas
Q4081355 Português
De acordo com o autor Sylvio Lago Junior (2002), os grandes maestros históricos destacaram-se por alguns aspectos diferentes. Dentre as opções abaixo, qual NÃO corresponde com estes aspectos? 
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Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: SED-SC Prova: FURB - 2026 - SED-SC - Professor - Sociologia |
Q4081193 Português

Leia o texto a seguir:


"Os movimentos sociais podem ser definidos como formas organizadas de ação coletiva que surgem em contextos de tensão social, orientadas por valores compartilhados e voltadas para produzir mudanças na sociedade. Diferentemente de comportamentos coletivos passageiros, implicam a formação de identidades coletivas e articulam a ação dos indivíduos com a dinâmica do sistema social, especialmente quando os mecanismos institucionais se mostram insuficientes para responder a determinadas demandas" (Bobbio et al., 1991).


Considerando a definição apresentada, assinale a alternativa que melhor interpreta sociologicamente o conceito de movimentos sociais:

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: SED-SC Prova: FURB - 2026 - SED-SC - Professor - Sociologia |
Q4081187 Português
"Onde um homem olha uma montanha e calcula quantos milhões de toneladas de cassiterita, bauxita, ouro ali pode ter. Enquanto meu pai, meu avô, meus primos, olham aquela montanha e veem o humor da montanha e veem se ela está triste, feliz ou ameaçadora, e fazem cerimônia para a montanha, cantam para ela, cantam para o rio... mas o cientista olha o rio e calcula quantos megawatts ele vai produzir construindo uma hidrelétrica, uma barragem" (Ailton Krenak, 1992).
A citação contrapõe diferentes formas de interpretar e se relacionar com a natureza, destacando um contraste entre modos de conhecimento baseados na mensuração e exploração de recursos e outros fundamentados em relações simbólicas, espirituais e de reciprocidade com o ambiente. Essa oposição permite analisar distintas racionalidades que organizam a relação entre sociedade e natureza na modernidade. Com base nessa interpretação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: SED-SC Prova: FURB - 2026 - SED-SC - Professor - Sociologia |
Q4081185 Português
"A imaginação sociológica capacita seu possuidor a compreender o cenário histórico mais amplo, em termos de significado para a vida íntima e para a carreira de numerosos indivíduos. Permite-lhe levar em conta como os indivíduos, na agitação de suas experiências diárias, adquirem frequentemente uma consciência falsa de suas posições sociais" (C. Wright Mills, 1975, p. 11).
O excerto apresenta uma concepção de análise sociológica que articula experiência individual, contexto histórico e crítica das percepções imediatas da vida social, sugerindo uma forma de pensamento capaz de ultrapassar explicações restritas em o nível pessoal. Com base no conceito apresentado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: SED-SC Prova: FURB - 2026 - SED-SC - Professor - Sociologia |
Q4081183 Português
"O totalitarismo não é um fato acidental. Não é 'nenhuma ameaça de fora, nenhuma consequência de alguma política exterior agressiva da Alemanha ou da Rússia'. Não é simplesmente o resultado de líderes carismáticos chamados Hitler e Stalin [...] O totalitarismo está enraizado nos 'verdadeiros problemas de nosso tempo'. [...] Os problemas do nosso século — os problemas do atomismo, da falta de moradia, do desenraizamento e da solidão — criam massas de pessoas que acham a anomia da realidade insuportável e anseiam por um mundo ficcional melhor [...]"
(BERKOWITZ, Roger. Solidão total: Hannah Arendt e os fundamentos do totalitarismo. Cadernos Arendt, v. 2, n. 3, p. 113, 2021.)
A partir do texto, assinale a alternativa correta:
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Q4081122 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



ECA Digital em vigor: o que muda e qual o papel da escola na proteção de crianças e jovens



Entrou em vigor a Lei no 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, que estabelece novas regras para a proteção de crianças e adolescentes na internet e amplia a responsabilidade de plataformas digitais no Brasll. A norma inaugura um marco regulatório ao exigir, entre outros pontos, mecanismos de verificação de idade, restrições à publicidade infantil e a remoção mais ágil de conteúdos que envolvam exploração de menores. A entrada em vigor ocorre após meses de pressão pública e institucional por maior controle sobre o ambiente digital, intensificada por denúncias de exposição e exploração de crianças nas redes sociais.

Com a nova legislação, fica proibida a autodeclaração de maioridade. As plataformas digitais serão obrigadas a utilizar mecanismos de validação mais precisos, como biometria, validação dgcumental e estimativa de idade por inteligência artificial, para a criação de novos perfis.

Crianças e adolescentes de até 16 anos só poderão acessar redes sociais cqso tenham contas vinculadas a um responsável. Além disso, empresas que oferecem serviços digitais para esse público devem ter regras e medidas eficazes para evitar a exploração e o abuso sexual, o incentivo à violência física e ao assédio, o cyberbullying, a indução a práticas que levem danos às crianças, a promoção a jogos de azar e produtos tóxicos, a publicidade predatória e a pornografia.

Com a expansão das possibilidades de interação no mundo digital, a escola é cada vez mais chamada a atuar para a conscientização da importância da Educação e do letramento digital e para a reflexão sobre o uso adequado das tecnologias no ambiente escolar.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça essas agendas ao trazer a cultura digital na competência geral número 5. Mais recentemente, em 2024, também estabeleceu normas para o ensino da computação na Educação Básica, detalhadas no documento que ficou conhecido como BNCC Computação. Anteriormente, a Política Nacional de Educação Digital (Pned), de 2023, tambem já apontava diretrizes para a inclusão digital e o uso de tecnologias educacionais. Isso sem contar a Estrategia Nacional de Escolas Conectadas, além de determinações pontuais, como a restrição do uso não pedagogico dos celulares nas escolas.

Nesse contexto, a participação da escola é vital para garantir o acesso a tecnologias, mas também para promover a compreensão sobre os tópicos relacionados à segurança, privacidade, etica e saúde mental, por exemplo. A meta deve ser a de trazer essa conversa sobre temas contemporâneos e transdisciplinares de forma integrada e constante. Para tanto, as escolas devem discutir criticamente sobre as tecnologias, seus usos, potenciais e riscos ao longo de toda a Educação Básica.



Fonte: https://novaescola.org.brlconteudo /2247 5/ adullizacaocriancas-adolescentes-universo-digital (com adaptações).

No encerramento do texto, a locução Para tanto atua como um importante articulador interfrástico. No que concerne à função sintático-semântica e aos mecanismos de coesão desse conectivo no último parágrafo, analise as assertivas a seguir:



I. A expressão Para tanto classifica-se como uma locução adverbial de intensidade, reforçando o grau de importância das tecnologias no ambiente escolar.


II. A substituição de Para tanto por Todavia manteria a coesão do texto, uma vez que o termo introduz uma oposição à ideia de temas transdisciplinares.


III. A expressão Para tanto mantém a coesão do parágrafo ao estabelecer um vínculo de intencionalidade, conectando o plano das ideias (a meta) ao plano da ação (a discussão nas escolas).



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4081121 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



ECA Digital em vigor: o que muda e qual o papel da escola na proteção de crianças e jovens



Entrou em vigor a Lei no 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, que estabelece novas regras para a proteção de crianças e adolescentes na internet e amplia a responsabilidade de plataformas digitais no Brasll. A norma inaugura um marco regulatório ao exigir, entre outros pontos, mecanismos de verificação de idade, restrições à publicidade infantil e a remoção mais ágil de conteúdos que envolvam exploração de menores. A entrada em vigor ocorre após meses de pressão pública e institucional por maior controle sobre o ambiente digital, intensificada por denúncias de exposição e exploração de crianças nas redes sociais.

Com a nova legislação, fica proibida a autodeclaração de maioridade. As plataformas digitais serão obrigadas a utilizar mecanismos de validação mais precisos, como biometria, validação dgcumental e estimativa de idade por inteligência artificial, para a criação de novos perfis.

Crianças e adolescentes de até 16 anos só poderão acessar redes sociais cqso tenham contas vinculadas a um responsável. Além disso, empresas que oferecem serviços digitais para esse público devem ter regras e medidas eficazes para evitar a exploração e o abuso sexual, o incentivo à violência física e ao assédio, o cyberbullying, a indução a práticas que levem danos às crianças, a promoção a jogos de azar e produtos tóxicos, a publicidade predatória e a pornografia.

Com a expansão das possibilidades de interação no mundo digital, a escola é cada vez mais chamada a atuar para a conscientização da importância da Educação e do letramento digital e para a reflexão sobre o uso adequado das tecnologias no ambiente escolar.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça essas agendas ao trazer a cultura digital na competência geral número 5. Mais recentemente, em 2024, também estabeleceu normas para o ensino da computação na Educação Básica, detalhadas no documento que ficou conhecido como BNCC Computação. Anteriormente, a Política Nacional de Educação Digital (Pned), de 2023, tambem já apontava diretrizes para a inclusão digital e o uso de tecnologias educacionais. Isso sem contar a Estrategia Nacional de Escolas Conectadas, além de determinações pontuais, como a restrição do uso não pedagogico dos celulares nas escolas.

Nesse contexto, a participação da escola é vital para garantir o acesso a tecnologias, mas também para promover a compreensão sobre os tópicos relacionados à segurança, privacidade, etica e saúde mental, por exemplo. A meta deve ser a de trazer essa conversa sobre temas contemporâneos e transdisciplinares de forma integrada e constante. Para tanto, as escolas devem discutir criticamente sobre as tecnologias, seus usos, potenciais e riscos ao longo de toda a Educação Básica.



Fonte: https://novaescola.org.brlconteudo /2247 5/ adullizacaocriancas-adolescentes-universo-digital (com adaptações).

Ao analisar a fundamentação legal citada no texto - que inclui o ECA Digital, a BNCC, a Pned e a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas -, depreende-se que a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual:
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Q4081119 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



ECA Digital em vigor: o que muda e qual o papel da escola na proteção de crianças e jovens



Entrou em vigor a Lei no 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, que estabelece novas regras para a proteção de crianças e adolescentes na internet e amplia a responsabilidade de plataformas digitais no Brasll. A norma inaugura um marco regulatório ao exigir, entre outros pontos, mecanismos de verificação de idade, restrições à publicidade infantil e a remoção mais ágil de conteúdos que envolvam exploração de menores. A entrada em vigor ocorre após meses de pressão pública e institucional por maior controle sobre o ambiente digital, intensificada por denúncias de exposição e exploração de crianças nas redes sociais.

Com a nova legislação, fica proibida a autodeclaração de maioridade. As plataformas digitais serão obrigadas a utilizar mecanismos de validação mais precisos, como biometria, validação dgcumental e estimativa de idade por inteligência artificial, para a criação de novos perfis.

Crianças e adolescentes de até 16 anos só poderão acessar redes sociais cqso tenham contas vinculadas a um responsável. Além disso, empresas que oferecem serviços digitais para esse público devem ter regras e medidas eficazes para evitar a exploração e o abuso sexual, o incentivo à violência física e ao assédio, o cyberbullying, a indução a práticas que levem danos às crianças, a promoção a jogos de azar e produtos tóxicos, a publicidade predatória e a pornografia.

Com a expansão das possibilidades de interação no mundo digital, a escola é cada vez mais chamada a atuar para a conscientização da importância da Educação e do letramento digital e para a reflexão sobre o uso adequado das tecnologias no ambiente escolar.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça essas agendas ao trazer a cultura digital na competência geral número 5. Mais recentemente, em 2024, também estabeleceu normas para o ensino da computação na Educação Básica, detalhadas no documento que ficou conhecido como BNCC Computação. Anteriormente, a Política Nacional de Educação Digital (Pned), de 2023, tambem já apontava diretrizes para a inclusão digital e o uso de tecnologias educacionais. Isso sem contar a Estrategia Nacional de Escolas Conectadas, além de determinações pontuais, como a restrição do uso não pedagogico dos celulares nas escolas.

Nesse contexto, a participação da escola é vital para garantir o acesso a tecnologias, mas também para promover a compreensão sobre os tópicos relacionados à segurança, privacidade, etica e saúde mental, por exemplo. A meta deve ser a de trazer essa conversa sobre temas contemporâneos e transdisciplinares de forma integrada e constante. Para tanto, as escolas devem discutir criticamente sobre as tecnologias, seus usos, potenciais e riscos ao longo de toda a Educação Básica.



Fonte: https://novaescola.org.brlconteudo /2247 5/ adullizacaocriancas-adolescentes-universo-digital (com adaptações).

Analise a seguinte afirmação presente no texto: As plataformas digitais serão obrigadas a utilizar mecanismos de validação mais precisos [...] para a criação de novos perfis. No contexto da lei, essa exigência altera o paradigma da "autodeclaração" para.
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Q4081117 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



ECA Digital em vigor: o que muda e qual o papel da escola na proteção de crianças e jovens



Entrou em vigor a Lei no 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, que estabelece novas regras para a proteção de crianças e adolescentes na internet e amplia a responsabilidade de plataformas digitais no Brasll. A norma inaugura um marco regulatório ao exigir, entre outros pontos, mecanismos de verificação de idade, restrições à publicidade infantil e a remoção mais ágil de conteúdos que envolvam exploração de menores. A entrada em vigor ocorre após meses de pressão pública e institucional por maior controle sobre o ambiente digital, intensificada por denúncias de exposição e exploração de crianças nas redes sociais.

Com a nova legislação, fica proibida a autodeclaração de maioridade. As plataformas digitais serão obrigadas a utilizar mecanismos de validação mais precisos, como biometria, validação dgcumental e estimativa de idade por inteligência artificial, para a criação de novos perfis.

Crianças e adolescentes de até 16 anos só poderão acessar redes sociais cqso tenham contas vinculadas a um responsável. Além disso, empresas que oferecem serviços digitais para esse público devem ter regras e medidas eficazes para evitar a exploração e o abuso sexual, o incentivo à violência física e ao assédio, o cyberbullying, a indução a práticas que levem danos às crianças, a promoção a jogos de azar e produtos tóxicos, a publicidade predatória e a pornografia.

Com a expansão das possibilidades de interação no mundo digital, a escola é cada vez mais chamada a atuar para a conscientização da importância da Educação e do letramento digital e para a reflexão sobre o uso adequado das tecnologias no ambiente escolar.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça essas agendas ao trazer a cultura digital na competência geral número 5. Mais recentemente, em 2024, também estabeleceu normas para o ensino da computação na Educação Básica, detalhadas no documento que ficou conhecido como BNCC Computação. Anteriormente, a Política Nacional de Educação Digital (Pned), de 2023, tambem já apontava diretrizes para a inclusão digital e o uso de tecnologias educacionais. Isso sem contar a Estrategia Nacional de Escolas Conectadas, além de determinações pontuais, como a restrição do uso não pedagogico dos celulares nas escolas.

Nesse contexto, a participação da escola é vital para garantir o acesso a tecnologias, mas também para promover a compreensão sobre os tópicos relacionados à segurança, privacidade, etica e saúde mental, por exemplo. A meta deve ser a de trazer essa conversa sobre temas contemporâneos e transdisciplinares de forma integrada e constante. Para tanto, as escolas devem discutir criticamente sobre as tecnologias, seus usos, potenciais e riscos ao longo de toda a Educação Básica.



Fonte: https://novaescola.org.brlconteudo /2247 5/ adullizacaocriancas-adolescentes-universo-digital (com adaptações).

Ao relacionar a Lei nº 15.211/2025 (ECA Digital) à Política Nacional de Educação Digital (Pned) e à BNCC, o texto sustenta que o papel da escola frente à tecnologia deve ser pautado pela:
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Q4081116 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



ECA Digital em vigor: o que muda e qual o papel da escola na proteção de crianças e jovens



Entrou em vigor a Lei no 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, que estabelece novas regras para a proteção de crianças e adolescentes na internet e amplia a responsabilidade de plataformas digitais no Brasll. A norma inaugura um marco regulatório ao exigir, entre outros pontos, mecanismos de verificação de idade, restrições à publicidade infantil e a remoção mais ágil de conteúdos que envolvam exploração de menores. A entrada em vigor ocorre após meses de pressão pública e institucional por maior controle sobre o ambiente digital, intensificada por denúncias de exposição e exploração de crianças nas redes sociais.

Com a nova legislação, fica proibida a autodeclaração de maioridade. As plataformas digitais serão obrigadas a utilizar mecanismos de validação mais precisos, como biometria, validação dgcumental e estimativa de idade por inteligência artificial, para a criação de novos perfis.

Crianças e adolescentes de até 16 anos só poderão acessar redes sociais cqso tenham contas vinculadas a um responsável. Além disso, empresas que oferecem serviços digitais para esse público devem ter regras e medidas eficazes para evitar a exploração e o abuso sexual, o incentivo à violência física e ao assédio, o cyberbullying, a indução a práticas que levem danos às crianças, a promoção a jogos de azar e produtos tóxicos, a publicidade predatória e a pornografia.

Com a expansão das possibilidades de interação no mundo digital, a escola é cada vez mais chamada a atuar para a conscientização da importância da Educação e do letramento digital e para a reflexão sobre o uso adequado das tecnologias no ambiente escolar.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça essas agendas ao trazer a cultura digital na competência geral número 5. Mais recentemente, em 2024, também estabeleceu normas para o ensino da computação na Educação Básica, detalhadas no documento que ficou conhecido como BNCC Computação. Anteriormente, a Política Nacional de Educação Digital (Pned), de 2023, tambem já apontava diretrizes para a inclusão digital e o uso de tecnologias educacionais. Isso sem contar a Estrategia Nacional de Escolas Conectadas, além de determinações pontuais, como a restrição do uso não pedagogico dos celulares nas escolas.

Nesse contexto, a participação da escola é vital para garantir o acesso a tecnologias, mas também para promover a compreensão sobre os tópicos relacionados à segurança, privacidade, etica e saúde mental, por exemplo. A meta deve ser a de trazer essa conversa sobre temas contemporâneos e transdisciplinares de forma integrada e constante. Para tanto, as escolas devem discutir criticamente sobre as tecnologias, seus usos, potenciais e riscos ao longo de toda a Educação Básica.



Fonte: https://novaescola.org.brlconteudo /2247 5/ adullizacaocriancas-adolescentes-universo-digital (com adaptações).

Com base na análise do texto sobre o ECA Digital (Lei n" 15.211/2025) e as diretrizes pedagógicas para a cultura digital, analise as assertivas a seguir:



I. O texto apresenta a entrada em vigor do ECA Digital como resposta ao aumento das denúncias de exposição e exploração de crianças nas redes sociais.


II. O texto estabelece uma relação entre a ampliação das interações no ambiente digital e a necessidade de fortalecimento do letramento digital nas escolas.


III. Segundo o texto, a promoção de debates sobre ética, privacidade e segurança digital no ambiente escolar comprometeria a neutralidade pedagógica.



Está CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Respostas
2001: B
2002: B
2003: D
2004: A
2005: A
2006: D
2007: C
2008: C
2009: C
2010: E
2011: C
2012: A
2013: B
2014: C
2015: B
2016: A
2017: C
2018: D
2019: A
2020: B