Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Rafaela estava ansiosa para visitar o zoológico pela primeira vez. Quando chegou lá, ficou encantada com a diversidade de animais que nunca tinha visto antes, como girafas, leões e elefantes. Ela passou o dia explorando o lugar, aprendendo sobre cada animal. No fim do passeio, ela prometeu que voltaria para conhecer ainda mais sobre a vida selvagem.
Sobre do que fala o texto? Assinale a alternativa CORRETA:
Nega maluca fofinha:
3 ovos 1 xícara (chá) de açúcar 1 xícara (chá) de chocolate em pó 1/2 xícara (chá) de óleo 1 xícara (chá) de água quente 2 xícaras (chá) de farinha de trigo 1 colher (sopa) de fermento em pó
Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 180 graus Celsius (350 graus Fahrenheit).Unte e enfarinhe uma forma redonda de 25 cm de diâmetro. Em uma tigela grande, bata os ovos com o açúcar até obter uma massa homogênea e fofa. Adicione o chocolate em pó, o óleo, a água quente e a farinha de trigo, alternando com o fermento em pó. Despeje a massa na forma preparada e asse por 30 a 40 minutos, ou até que um palito inserido no centro saia limpo. Deixe o bolo esfriar completamente antes de desenformar.
O texto acima é:
O que fazer para suportar essa tal felicidade?
Um dia me fizeram a pergunta: “Você é sempre assim, insuportavelmente feliz?”. Confesso que fiquei sem ação. Naquele momento não consegui encontrar uma resposta, pois na minha cabeça eu precisava ainda definir: O que seria ser feliz? Qual seria o peso do advérbio sempre? Insuportável para quem?
Na hora só consegui pedir desculpas. Sim, me desculpei por parecer feliz e até insuportável. Para minha sorte, a ausência dessa resposta não pesou no resultado da entrevista. Entrevista? Exatamente. Essa dúvida quanto ao meu estado constante de felicidade aconteceu no meio de um processo seleƟvo para uma grande empresa. Apesar de não encontrar a resposta, eu fui contratada. Agora, depois de tantos anos, essa pergunta voltou a ressoar em minha mente e resolvi, então, tentar entender as suas partes.
Sou avessa aos determinismos e reducionismos quando se tratam de fenômenos existenciais humanos. Palavras como “sempre” e “nunca” nos aprisionam a uma condição imutável e de permanência. E nos impedem de transitar pelo “quase” ou pelo “talvez”, que nos permitem a dúvida, a crise, a possibilidade de escolher novos caminhos e provocar a mudança. Definitivamente o “sempre” não me representa. No insuportável, evidencia-se o peso da subjetividade. Assim como a dor, o nível de tolerância acontecerá a partir do conteúdo interno de cada um, bem como o impacto que isso gera. De fato, não podemos nos culpar pelo outro não se senƟti à vontade com a nossa suposta felicidade. [...]
Com alguns anos de atraso, encontrei a resposta. Se a felicidade está na tomada de consciência de que não existe um estado de permanência e as oscilações acontecem e fazem parte irremediável da existência, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é sentir a minha humanidade, me permitir chorar nas adversidades, rir ou chorar de alegria, e sorrir quando dou de cara com um novo desafio, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é ter uma relação familiar e com amigos, onde cuidamos para que uma convivência de respeito seja a prioridade, apesar das diferenças, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é me permitir o silêncio e as pausas necessárias para que eu possa me escutar e organizar as minhas ideias, mesmo que por alguns minutos, sim, eu sou feliz! Se a felicidade está em viver a fé, exercitando a prática do bem, sim, eu sou feliz! Se a felicidade é um projeto de vida que exige escolhas e ação, sim, eu sou feliz!
Portanto, a felicidade não é uma estética. Não está no sorriso. Está no sentir e no sentido que encontramos para viver, mesmo quando as lágrimas se manifestam. Acredito que a felicidade está em encontrarmos espaços que nos comportem, nos ampliem e não mais tentar entrar em lugares que nos reduzam, porque se é para ser, que sejamos inteiros e de verdade.
Fonte: MORAIS, Elizabeth dos Santos. O que fazer para suportar essa tal felicidade? Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 14 jul. 2025. Adaptado.
Tendo em vista, inclusive o segundo parágrafo do texto, a autora afirma que foi contratada pela empresa:
A seguir, são apresentadas estruturas para a redação das cartas, com informações que correspondem corretamente a cada uma delas, EXCETO:
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
A palavra “incólume” (último período do segundo parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de inalterado.
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
No primeiro período do segundo parágrafo, a expressão “a fim de que” inicia oração que expressa a finalidade do que foi afirmado anteriormente no período.
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1.
No trecho “já não é mais a mesma pessoa” (terceiro período do primeiro parágrafo), a omissão da palavra “já” — não é mais a mesma pessoa — ou da palavra “mais” — já não é a mesma pessoa — não prejudicaria a coerência das ideias do texto.
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
Conclui-se do último período do texto que a sensação de medo é inócua em relação à ocorrência de fatos que estão fora do controle do indivíduo.
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
O paradoxo mencionado no parágrafo final do texto está no fato de, por um lado, a marcha da mudança nunca ser contida, e, por outro, ela quase paralisar o paciente da mutação.
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
Infere-se do primeiro parágrafo que atualmente há maior diversidade de estilos e modelos que na década de 1970.
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
De acordo com o texto, uma das transformações político-sociais verificadas na segunda metade da década de 1970 diz respeito aos padrões da moda.
Com base nas ideias do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
Por meio do trecho “mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca” (terceiro parágrafo), o autor demonstra sua discordância parcial em relação à teoria darwinista da evolução.
I. Cheguei na sua casa ontem à noite.
II. Eles não confirmaram-me isso.
III. A rúbrica no canto do contrato confirma que o cliente leu todas as cláusulas.
IV. Ficamos anciosos com a demora da resposta.
Quanto ao vício de linguagem presente nos trechos, identifique a alternativa CORRETA.
( ) Além do uso de itens gramaticais para remissão a referentes textuais, a coesão referencial pode ser obtida por meio da elipse.
( ) A metáfora é uma figura de linguagem que ocorre quando dois elementos (pessoas ou coisas) são unidos por nexo comparativo e são confrontados com o objetivo de lhes destacar as características em comum, as semelhanças, visando a um efeito expressivo.
( ) Denomina-se coerência a forma como os elementos linguísticos se interconectam na superfície textual.
( ) Em língua portuguesa, predomina a ordem direta dos termos da oração, apesar disso, inversões dos termos por motivações estilísticas podem ocorrer sem prejuízo das regras gramaticais.
“Por exemplo, na frase (1) abaixo, sabemos pela terminação do verbo comprar que a ação que ele designa ocorreu no passado, ou seja, antes do momento em que a frase foi dita:
(1) Mario comprou uma vara de pesca. A terminação -ou, que exprime esse passado, é adicionada à raiz verbal compr-, raiz de um verbo regular de primeira conjugação da língua.”.
O excerto apresentado é centrado em qual elemento da comunicação?