Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões
Texto para a questão.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).
Texto para a questão.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).
Texto para a questão.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).
Texto para a questão.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).
Texto para a questão.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Servidor certo no lugar certo: Perfil Profissiográfico é destaque na estratégia do MGI para valorizar competências
Imagina começar em um novo trabalho e já ser direcionado para uma área que tem tudo a ver com o seu perfil, suas experiências e seus interesses. Parece ideal, certo? Pois essa é justamente a proposta do Perfil Profissiográfico, uma nova ferramenta desenvolvida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), que busca proporcionar alocações mais eficientes e humanas no serviço público.
A iniciativa começou com o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), que vai levar milhares de novos servidores para órgãos públicos federais. Com tanta gente entrando ao mesmo tempo — em alguns casos, centenas de pessoas por órgão — surgiu a necessidade de um jeito mais inteligente e justo de fazer as alocações.
"Nosso objetivo era encontrar uma forma de aproveitar melhor o potencial que cada servidor traz, de modo alinhado às necessidades dos órgãos públicos", explica Janice Oliveira Godinho, Coordenadora de Gestão de Informações e Conhecimento em Concursos e Provimentos da SGP/MGI.
O que é, afinal, o Perfil Profissiográfico?
É uma ferramenta digital que cruza os dados do currículo e as respostas a um questionário feito pelo servidor recém-aprovado, com os perfis de vagas informados previamente pelos órgãos. O resultado é um Relatório Individual de Subsídio à Alocação, o chamado RISA, que sugere onde aquele servidor pode ser melhor aproveitado.
Esse relatório mostra quais áreas têm mais a ver com o que o servidor sabe fazer, com suas formações e até com o que ele tem vontade de aprender. Ele também orienta os gestores sobre onde aquele servidor poderia atuar com mais eficácia e até indica quando um treinamento pode ser necessário. "Quando a pessoa atua em uma área com a qual se identifica, seu desempenho tende a ser melhor. Além disso, aumentam as chances de permanência e satisfação no cargo", ressalta Janice.
O desenvolvimento do Perfil Profissiográfico contou com o apoio técnico e científico da Universidade de Brasília (UnB). Pesquisadores da área de Psicologia Social e do Trabalho participaram voluntariamente da construção da metodologia e da validação dos relatórios gerados. "Essa parceria com a UnB foi essencial para dar rigor acadêmico ao processo, garantindo que a ferramenta tivesse base sólida e pudesse, de fato, refletir o potencial de cada servidor de forma justa e criteriosa", explica Janice.
Como funciona na prática?
O servidor ou servidora responde a um questionário profissiográfico no momento da posse, via SOUGOV. As informações são analisadas por um sistema com base em critérios pré-definidos e com uso de inteligência artificial. Esse sistema cruza os dados com os perfis de cargos previamente coletados junto aos 21 órgãos que vão receber os servidores do CPNU.
O relatório final é entregue ao setor de gestão de pessoas do órgão. Lá, o gestor pode visualizar os dados e tomar decisões com mais embasamento e agilidade. Tudo é feito por meio da plataforma Sigepe Oportunidades, de forma segura e digital.
Janice destaca que o sistema é um apoio à decisão, e não um limitador: "Ele não obriga a alocação do servidor em determinada área. Mas oferece ao gestor uma bússola, um mapa com informações que antes eram difíceis de reunir. É uma forma mais inteligente e respeitosa de começar essa jornada", ressalta.
Embora tenha nascido como uma solução para o Concurso Nacional Unificado, o Perfil Profissiográfico poderá ser adotado por qualquer órgão público que deseje melhorar seus processos de alocação e gestão de pessoas. A ferramenta já despertou interesse em outras instituições e está pronta para ser usada em seleções futuras, inclusive no CPNU 2
"É a primeira vez que o governo federal desenvolve um instrumento tão completo e baseado em dados para apoiar a alocação de novos servidores. Isso tem tudo para se consolidar como uma prática estratégica de gestão de pessoas", afirma Janice.
Nova cultura
Mais do que tecnologia, o Perfil Profissiográfico representa uma mudança de olhar. Deixa de lado a lógica de "preencher buracos" e passa a reconhecer o potencial humano em sua totalidade. "Quem não passou por isso ou conhece alguém que entrou num órgão e teve a sensação de estar sendo alocado aleatoriamente, num lugar em que ninguém queria estar? É frustrante. Com o perfil Profissiográfico, a ideia é minimizar essas situações", compartilha Janice
https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/servidor-ce rto-no-lugar-certo-perfil-profissiografico-e-destaque-na-estrategia-do-m gi-para-valorizar-competencias
"Pois essa é justamente a proposta do Perfil Profissiográfico, uma nova ferramenta desenvolvida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), que busca proporcionar alocações mais eficientes e humanas no serviço público."
Assinale a alternativa que NÃO representa um dos objetivos do Perfil Profissiográfico, segundo o texto.
“O inverno” no seguinte excerto. “O inverno deste ano será marcado por frequência e intensidade maiores das massas de ar frio de origem polar em comparação com o outono. A estação também traz o aumento da força e da duração dos ventos sul”
Internet: https://g1.globo.com.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).
I. Depois daquela atitude, ele se tornou meu adversário.
II. Meu filho teve um excelente preceptor no ano passado.
III. Hélio nunca foi muito sensato.
a) professor
b) rival
c) ponderado
Indique a alternativa que estabelece as relações corretamente.


Texto para responder à questão.
A ideia de que as tecnologias digitais são ferramentas imparciais, livres de viés ou ideologia é desmontada à medida que autores demonstram como os fluxos de dados seguem padrões de dominação histórica em que determinadas populações são sistematicamente invisibilizadas, exploradas ou controladas. O colonialismo de dados não apenas captura informações, mas reconfigura subjetividades e impõe novas formas de dependência tecnológica. No contexto da governança algorítmica, os corpos racializados, já historicamente alvos da necropolítica e da vigilância colonial, passam a ser modelados e disciplinados por sistemas automatizados que operam sob uma lógica extrativista e racializada. Há autores que não apenas desconstroem a ilusão da neutralidade tecnológica, mas também evidenciam o papel da tecnologia como um instrumento de poder, operando como um novo mecanismo de dominação algorítmica global, no qual os processos de colonialismo e racismo são automatizados e sofisticados sob o verniz da inovação digital.
ARAÚJO, Júlio; FAUSTINO, Deivison; LIPPOLD, Walter. Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana. Disponível em:

Disponível em: htps://umbrasil.com/charges/%c=charge-03022018. Acesso em: 16 jul 2025
Considerando a charge e o texto anterior, é correto afirmar que entre eles se estabelece uma relação
Texto para responder a questão.
— Um robô é infinitamente mais confiável que uma babá humana. Na verdade, Robbie foi construído com uma única finalidade: ser o companheiro de uma criancinha. Toda a sua “mentalidade” foi construída com esse propósito. Para ele, é impossível não ser fiel, dedicado e gentil. Ele é uma máquina, uma maquina construída assim. É mais do que se pode dizer dos humanos. [...]
— Na época em que compramos Robbie, tivemos uma longa conversa sobre a Primeira Lei da Robótica. Você sabe que, para um robô, é impossível ferir um ser humano; que muito antes que algo possa dar errado a ponto de alterar a Primeira Lei, um robô ficaria completamente inoperante. É uma impossibilidade matemática. [...] A chance de qualquer coisa que seja dar errado com Robbie não é maior do que a chance de você ou eu de repente ficarmos loucos.
ASIMOV, Isaac, Eu, robô [livro eletrônico]. Tradução de Aline Storto Pereira. São Paulo: Aleph, 2015 482 Kb; ePUB, loc. 198
Texto para responder a questão.
— Um robô é infinitamente mais confiável que uma babá humana. Na verdade, Robbie foi construído com uma única finalidade: ser o companheiro de uma criancinha. Toda a sua “mentalidade” foi construída com esse propósito. Para ele, é impossível não ser fiel, dedicado e gentil. Ele é uma máquina, uma maquina construída assim. É mais do que se pode dizer dos humanos. [...]
— Na época em que compramos Robbie, tivemos uma longa conversa sobre a Primeira Lei da Robótica. Você sabe que, para um robô, é impossível ferir um ser humano; que muito antes que algo possa dar errado a ponto de alterar a Primeira Lei, um robô ficaria completamente inoperante. É uma impossibilidade matemática. [...] A chance de qualquer coisa que seja dar errado com Robbie não é maior do que a chance de você ou eu de repente ficarmos loucos.
ASIMOV, Isaac, Eu, robô [livro eletrônico]. Tradução de Aline Storto Pereira. São Paulo: Aleph, 2015 482 Kb; ePUB, loc. 198
( ) O texto tem uma composição argumentativa por defender a ideia de um novo tipo de dependência digital, fato comprovado neste trecho: “As novas tecnologias [...] provocaram a incorporação de uma nova palavra ao léxico especializado: nomofobia [...]”.
( ) Em “Júlia Khoury ensina como identificar crianças e adolescentes viciados no celular: ‘A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição [...]’”, identifica-se uma noção instrutiva do texto, a fim de fornecer orientações ao leitor, persuadindo-o.
( ) O texto assume uma composição expositiva por transmitir informações sobre dependência digital, respaldadas em especialistas e agências, como no trecho: “[...] a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno [...]”.