Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões
Quantas toneladas de plástico vão parar em mares, rios e lagos a cada ano?
Por Redação Galileu

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2025/06/quantas-toneladasde-plastico-vao-parar-em-mares-rios-e-lagos-a-cada-ano.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantas toneladas de plástico vão parar em mares, rios e lagos a cada ano?
Por Redação Galileu

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2025/06/quantas-toneladasde-plastico-vao-parar-em-mares-rios-e-lagos-a-cada-ano.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantas toneladas de plástico vão parar em mares, rios e lagos a cada ano?
Por Redação Galileu

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2025/06/quantas-toneladasde-plastico-vao-parar-em-mares-rios-e-lagos-a-cada-ano.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantas toneladas de plástico vão parar em mares, rios e lagos a cada ano?
Por Redação Galileu

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2025/06/quantas-toneladasde-plastico-vao-parar-em-mares-rios-e-lagos-a-cada-ano.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro
Por Fernanda Zibordi

(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro
Por Fernanda Zibordi

(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Ter um cão ou gato pode ajudar a frear efeitos do envelhecimento no cérebro
Por Fernanda Zibordi

(Disponível em: revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/07/ter-um-cao-ou-gato-pode-ajudar-a-frearefeitos-do-envelhecimento-no-cerebro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Leia o texto a seguir para responder a questão
Bula do egoísmo gripal (1991)
Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.
O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.
Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!
Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!
(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão
Bula do egoísmo gripal (1991)
Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.
O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.
Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!
Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!
(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão
O fenômeno do narcogarimpo
A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.
Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.
O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.
A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.
Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.
(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)
Leia o texto a seguir para responder a questão
O fenômeno do narcogarimpo
A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.
Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.
O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.
A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.
Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.
(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)
Leia a tira a seguir para responder a questão

(Fernando Gonsales. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DJ_c9RROP8Z/?img_index=1. Acesso em 26.05.2025)
“Gus-Gus gosta de tentar pular em cima dele para brincar, e nós dizemos: ‘Não, ele é velho, deixe-o em paz!’ Mas Whitetop é muito carinhoso com todos.”
Nesse caso, as aspas simples foram utilizadas pelo autor do texto com a função de
( ) Temos como gêneros textuais mais comuns em que predomina a injunção: ordens, pedidos, súplica, desejo, manuais e instruções para montagem ou uso de aparelhos e instrumentos, textos com regras de comportamento, textos de orientação, (recomendações de trânsito), receitas, cartões com votos e desejos, (de Natal, aniversário).
( ) A predição tem por características a informação e a probabilidade. O intuito é predizer algo ou levar o interlocutor a crer em alguma coisa que ainda irá ocorrer.
( ) Os gêneros em que mais são encontrados na injunção são: previsões astrológicas, previsões meteorológicas, previsões escatológicas/apocalípticas.
( ) A base para a tipologia textual conversacional (diálogo), é o diálogo entre os interlocutores. Nesse tipo de texto, temos um locutor (quem fala), um assunto, um receptor (quem recebe o texto), ou seja, temos um diálogo entre os interlocutores (locutor e receptor).
( ) Há variações linguísticas entre as formas que a Língua Portuguesa assume nas diferentes regiões em que é falada. Basta pensar nas evidentes diferenças entre o modo de falar de um gaúcho e um cearense. Essas variações regionais constituem os falares e os dialetos.
( ) O Português empregado pelas pessoas que têm acesso à escola e aos meios de instrução difere do Português empregado pelas pessoas privadas de escolaridade. Algumas classes sociais, assim, dominam uma forma de língua que goza de prestígio, enquanto outras são vítimas de preconceito por empregarem formas de língua menos prestigiadas.
( ) O exercício de algumas atividades requer o domínio de certas formas de língua chamadas técnicas. Abundantes em termos específicos, essas variantes têm seu uso praticamente restrito ao intercâmbio técnico de engenheiros, médicos, químicos, linguistas e outros especialistas.
( ) Em diferentes situações comunicativas, um mesmo indivíduo emprega diferentes formas de língua. Basta pensar nas atitudes que assumimos em situações formais, (por exemplo, um discurso numa solenidade de formatura) e em situações informais, (uma conversa descontraída com amigos). A fala e a escrita também implicam profundas diferenças na elaboração de mensagens.