Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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O primeiro parágrafo do texto apresenta uma construção textual pertencente ao tipo __________, no qual predomina a função __________ da linguagem, entre outros aspectos pelo uso de verbos em primeira pessoa. Com ele, um dos propósitos da autora é o de iniciar seu relato com um/uma __________ que fará acerca de conhecido e famoso clássico da literatura infantil, citando, inclusive, seu autor.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:


I – Reafirma-se, nessa reescritura de “A cigarra e a formiga”, ainda que com palavras diferentes, uma reaproximação fiel da obra original do fabulista Esopo.
II – Busca-se dar uma nova forma ao texto original, revivendo e recriando a fábula da tradição oral e fazendo emergir dela um novo olhar e um novo sentido.
III – Percebe-se, desde o título, uma tentativa de atualização do texto-fonte, com um reforço da moral da história clássica, repetindo-se o ensinamento transmitido ao leitor daquela época.
IV – Observa-se o deslocamento da ideia central da fábula, com a inversão de sentido, introduzindo-se uma leitura crítico-reflexiva feita pelo narrador em primeira pessoa.
Está correto apenas o que se afirma em
TEXTO I
O desenho, como atividade expressiva, impulsiona o desenvolvimento mental, trabalha a expressão de sentimentos e pensamentos e contribui para um melhor entendimento da complexidade do mundo interno infantil.
TEXTO II
Disponível em: https://tiroletas.wordpress.com/
Com base nos dois textos, avalie as afirmações sobre os aspectos semânticos e estilísticos analisados.
I – A conotação e o sentido figurado compõem a tessitura do Texto I, que também apresenta palavras no sentido próprio e denotativo.
II – A linguagem mista, que combina a linguagem verbal e a não verbal para transmitir uma mensagem, está representada nos dois textos.
III – O Texto II, do cartunista Jean Galvão, apresenta uma análise jocosa acerca do desenho infantil, expressa pela fisionomia do personagem adulto.
IV – A palavra “desenho”, no Texto I, quer dizer “representação gráfica”, mas, em outros contextos, pode significar “motivo”, “delineamento”, caracterizando um caso de homonímia.
Está correto apenas o que se afirma em
“Os desenhos, assim como os recursos utilizados, devem ser avaliados de acordo com a idade da criança. É importante deixar claro que a interpretação dos desenhos infantis deve ser realizada por profissional qualificado.”
Em relação ao emprego das variedades linguísticas da língua portuguesa nesse trecho, é correto afirmar que
( ) O texto caracteriza-se como um artigo de opinião, em que a autora não apenas apresenta fatos, mas também argumenta reflexivamente sobre por que as representações no papel, como forma de expressão, possuem a capacidade de revelar o estado emocional da criança.
( ) No trecho “A interpretação desses dados, somada à observação clínica, pode nos dizer como essa criança se percebe e como ela lida com seus conflitos, explica Renata Bento.”, identifica-se a intertextualidade, de forma implícita, por meio da alusão a outro texto.
( ) Na passagem “O desenho – uma porta de entrada para a construção de muitas narrativas – facilitará o conhecimento sobre os sentimentos da criança.”, destaca-se a função metalinguística, visto que há ênfase ao código, usado para explicar a importância da representação gráfica. De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Disponível em: https://www.pensador.com/frases_sobre_educacao_infantil/
Confronte o postulado da pedagoga argentina com o título do artigo – “O que os desenhos infantis podem revelar?” – e preencha corretamente as lacunas do texto a seguir.
As representações gráficas infantis, entre outros aspectos, funcionam como _____________, pois constituem uma forma de expressão _____________, que possibilita perceber como os petizes interagem _____________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Copom crava Selic em 15% e juros mais altos
por tempo ‘bastante prolongado’
Mais importante que a decisão em si era o
conteúdo do comunicado desta quarta-feira, que
traria sinais sobre os rumos da política de juros
no Brasil. E as mensagens foram claríssimas.
O Comitê de Política Monetária (Copom)
decidiu nesta quarta-feira (18) elevar a taxa
básica de juros para 15% ao ano, maior patamar
em quase 20 anos.
Havia dúvida no mercado sobre se a diretoria
do Banco Central (BC) manteria a Selic
inalterada ou optaria por uma pequena elevação.
(...)
“O Comitê segue acompanhando com atenção
como os desenvolvimentos da política fiscal
impactam a política monetária e os ativos
financeiros. O cenário segue sendo marcado por
expectativas desancoradas, projeções de inflação
elevadas, resiliência na atividade econômica e
pressões no mercado de trabalho. Para assegurar
a convergência da inflação à meta em ambiente
de expectativas desancoradas, exige-se uma
política monetária em patamar
significativamente contracionista por período
bastante prolongado.”
O BC sempre divulga um balanço de riscos,
que reúne os fatores considerados em suas
decisões sobre a taxa de juros. De acordo com o
comunicado, os riscos para a inflação — tanto de
alta quanto de baixa — continuam "mais
elevados do que o habitual". (...)
"Em se confirmando o cenário esperado, o
Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta
de juros para examinar os impactos acumulados
do ajuste já realizado, ainda por serem
observados, e então avaliar se o nível corrente da
taxa de juros, considerando a sua manutenção por
período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O
Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os
passos futuros da política monetária poderão ser
ajustados e que não hesitará em prosseguir no
ciclo de ajuste caso julgue apropriado."
O principal recado do comunicado está aqui:
o BC pretende interromper a elevação da taxa
básica de juros para observar seus impactos na
economia, considerando que os juros devem
permanecer elevados por um período "bastante
prolongado". (...)
(MARTINS, Raphael. Copom crava Selic em 15% e
juros mais altos por tempo ‘bastante prolongado’. São
Paulo, g1 Economia, 19/06/2025.)
Copom crava Selic em 15% e juros mais altos
por tempo ‘bastante prolongado’
Mais importante que a decisão em si era o
conteúdo do comunicado desta quarta-feira, que
traria sinais sobre os rumos da política de juros
no Brasil. E as mensagens foram claríssimas.
O Comitê de Política Monetária (Copom)
decidiu nesta quarta-feira (18) elevar a taxa
básica de juros para 15% ao ano, maior patamar
em quase 20 anos.
Havia dúvida no mercado sobre se a diretoria
do Banco Central (BC) manteria a Selic
inalterada ou optaria por uma pequena elevação.
(...)
“O Comitê segue acompanhando com atenção
como os desenvolvimentos da política fiscal
impactam a política monetária e os ativos
financeiros. O cenário segue sendo marcado por
expectativas desancoradas, projeções de inflação
elevadas, resiliência na atividade econômica e
pressões no mercado de trabalho. Para assegurar
a convergência da inflação à meta em ambiente
de expectativas desancoradas, exige-se uma
política monetária em patamar
significativamente contracionista por período
bastante prolongado.”
O BC sempre divulga um balanço de riscos,
que reúne os fatores considerados em suas
decisões sobre a taxa de juros. De acordo com o
comunicado, os riscos para a inflação — tanto de
alta quanto de baixa — continuam "mais
elevados do que o habitual". (...)
"Em se confirmando o cenário esperado, o
Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta
de juros para examinar os impactos acumulados
do ajuste já realizado, ainda por serem
observados, e então avaliar se o nível corrente da
taxa de juros, considerando a sua manutenção por
período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O
Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os
passos futuros da política monetária poderão ser
ajustados e que não hesitará em prosseguir no
ciclo de ajuste caso julgue apropriado."
O principal recado do comunicado está aqui:
o BC pretende interromper a elevação da taxa
básica de juros para observar seus impactos na
economia, considerando que os juros devem
permanecer elevados por um período "bastante
prolongado". (...)
(MARTINS, Raphael. Copom crava Selic em 15% e
juros mais altos por tempo ‘bastante prolongado’. São
Paulo, g1 Economia, 19/06/2025.)
Leia os quadrinhos a seguir para responder às próximas duas questões.

RIBEIRO, Estevão. Empurrãozinho. Publishnews. 30 maio 2025.
O humor presente nos quadrinhos acima decorre da interpretação do sentido da palavra “empurrãozinho”, envolvendo a seguinte figura de linguagem:
“O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana”
No trecho acima, as palavras destacadas, na mesma ordem em que se encontram, são sinônimas de:
“O material do poeta é a vida, e só a vida, com tudo o que ela tem de sórdido e sublime. Seu instrumento é a palavra. Sua função é a de ser expressão verbal rítmica ao mundo informe de sensações, sentimentos e pressentimentos dos outros com relação a tudo o que existe ou é passível de existência no mundo mágico da imaginação.”
São possíveis sinônimos de “sórdido” e “sublime”, respectivamente, as palavras: