Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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I. “Os resultados gritaram que havia subnotificação.” (metonímia).
II. “A pandemia virou o mundo de cabeça para baixo.” (eufemismo).
III. “O vírus caminhava silencioso pelas fronteiras.” (personificação).
Está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
(__) As listas de atividades auxiliam na organização do trabalho e permitem visualizar pendências com clareza durante o expediente.
(__) O preenchimento da lista deve ocorrer somente ao final do dia, para evitar interrupções durante a execução das tarefas.
(__) A atualização frequente das listas contribui para precisão das informações e melhor distribuição das demandas internas.
(__) A utilização de listas dispensa qualquer forma de conferência, já que o controle ocorre automaticamente.
Assinale a alternativa CORRETA que corresponda à sequência disposta "de cima para baixo".
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima, talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro dela havia divisões simples, também envernizadas, que pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos, chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre que eu nem sabia identificar, mas considerava especial. Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver qualquer problema de pescaria, sobretudo quando manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era, para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao alcance dos meus olhos, anunciando horas de descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio. Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel, dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também construiria uma caixa igual para guardar minha própria vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Era uma caixa de madeira
Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima, talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro dela havia divisões simples, também envernizadas, que pareciam esconder pequenas aventuras.
Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos, chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre que eu nem sabia identificar, mas considerava especial. Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver qualquer problema de pescaria, sobretudo quando manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era, para mim, um universo inteiro.
Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao alcance dos meus olhos, anunciando horas de descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio. Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel, dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o mesmo cheiro de mato que o acompanhava.
O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também construiria uma caixa igual para guardar minha própria vida.
Texto Adaptado
ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, é CORRETO afirmar que
De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.