Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3837415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
O texto discute a difusão de experiências culturais baseadas em tecnologias imersivas que recriam eventos históricos marcados por tragédias. Ao longo da exposição do tema, são apresentados tanto os elementos que explicam o fascínio do público quanto as críticas relacionadas a aspectos éticos, comerciais e culturais envolvidos nesse tipo de iniciativa.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837399 Português
A formação histórica do município de Itá resultou de processos articulados de ocupação do espaço, organização comunitária e construção de identidades coletivas. A consolidação da vida municipal envolveu a oferta de serviços públicos, a estruturação de atividades econômicas e a preservação de práticas culturais herdadas da colonização europeia. Elementos como religiosidade, festas comunitárias e cooperação social contribuíram para a integração entre população urbana e rural, reforçando vínculos sociais duradouros. Considerando esse contexto, analisam-se as assertivas a seguir acerca da base cultural e social do município.

I.A presença de matrizes culturais de origem europeia influenciou costumes, formas de sociabilidade e manifestações culturais locais.
II.As festas e celebrações comunitárias atuaram como instrumentos de integração social entre diferentes grupos da população.
III.A organização social do município manteve vínculos entre cultura, religiosidade e práticas coletivas de cooperação.
IV.O desenvolvimento municipal ocorreu com a completa substituição das tradições locais por padrões culturais externos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3837392 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3837321 Português
O "Discurso Indireto Livre" (Free Indirect Speech) é uma técnica literária avançada. Assinale a alternativa que descreve corretamente suas características em contraste com o Discurso Indireto padrão.
Alternativas
Q3837301 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3837300 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837252 Português

Coesão e coerência textual são dois princípios fundamentais para a construção de textos eficazes e compreensíveis. Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).



(__) A coerência refere-se aos mecanismos linguísticos que estabelecem ligações entre palavras, frases e parágrafos, garantindo continuidade e articulação das ideias por meio de conectivos, pronomes, advérbios e outros recursos de retomada.


(__) A coesão está relacionada à lógica interna e ao sentido global do texto, assegurando que as informações apresentadas não sejam contraditórias e sigam uma progressão temática adequada.


(__) Enquanto a coesão opera no nível formal da linguagem, unindo elementos superficiais, a coerência atua no campo semântico, sustentando a relevância e a compreensão das ideias.



A sequência correta é: 

Alternativas
Q3837247 Português
Em pareceres e laudos veterinários, a linguagem deve eliminar subjetividades. Nesse sentido, identifique a alternativa que apresenta exclusivamente um sentido denotativo:
Alternativas
Q3837195 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837193 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3837140 Português
“Uma das tarefas essenciais da escola, como centro de produção _______ de conhecimento, é trabalhar _______ a inteligibilidade das coisas e dos fatos e a sua comunicabilidade. É imprescindível portanto que a escola instigue constantemente a _______ do educando em vez de ‘amaciá-la’ ou ‘domesticá-la’.” (FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia)
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente, na mesma ordem, as lacunas do trecho acima, de acordo com o pensamento de Paulo Freire.
Alternativas
Q3837137 Português

Imagem associada para resolução da questão

GAZO. ONU e as metas. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-onu-e-asmetas/ > .


Uma interpretação mais completa possível da charge acima exige, além da compreensão dos signos verbais, uma leitura:

Alternativas
Q3837134 Português
“_______, a qualquer momento de sua história, está irremediavelmente sujeita à _______ e à _______. (...) a velha tese da uniformidade do português brasileiro é em grande parte uma _______.” (Ilari e Basso, O português da gente, 2006, p. 194)
Em relação ao tema da variação linguística, assinale a alternativa cujas palavras completam corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q3837133 Português

Imagem associada para resolução da questão


(Augusto de Campos)


Em relação ao texto acima, é correto afirmar que ele:

Alternativas
Q3837129 Português
Formação do educador

        Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

        Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

        Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

        Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

        Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.
(...)

         Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a v

        Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem”. Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola. (...)

ALVES, Rubem. Formação do educador. Disponível em
<https://revistaeducacao.com.br/2023/08/31/formacao-educador-rubem-alves/> .
“Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.”
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a figura de linguagem que envolve a palavra destacada no trecho acima, bem como a sua descrição.
Alternativas
Q3837128 Português
Formação do educador

        Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

        Primeiro, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

        Segundo, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

        Terceiro, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar de noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

        Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.
(...)

         Imagine que você quer ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a v

        Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem”. Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola. (...)

ALVES, Rubem. Formação do educador. Disponível em
<https://revistaeducacao.com.br/2023/08/31/formacao-educador-rubem-alves/> .
Assinale a alternativa cuja afirmação é condizente com as ideias apresentadas no texto “Formação do educador”.
Alternativas
Q3837020 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
“o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas”
Na mesma ordem em que se encontram, as palavras destacadas no trecho acima são sinônimas de:
Alternativas
Q3837019 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
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LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação em que o autor utiliza um tom jocoso, irônico.
Alternativas
Q3837018 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
Assinale a alternativa que apresenta uma informação que corresponde ao conteúdo desenvolvido no texto “A Terra é verde”.
Alternativas
Respostas
8821: A
8822: A
8823: D
8824: B
8825: B
8826: C
8827: B
8828: E
8829: D
8830: E
8831: C
8832: E
8833: A
8834: B
8835: A
8836: D
8837: A
8838: D
8839: C
8840: E