Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3836529 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836523 Português
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) organiza a área de Linguagens, no Ensino Fundamental, em quatro práticas de linguagem. Considerando os objetivos atribuídos a essas práticas, assinale a alternativa que correlaciona CORRETAMENTE a prática de linguagem à finalidade de desenvolver a capacidade de compreender, interpretar e analisar textos orais e escritos:

Alternativas
Q3836439 Português

Texto 1


Leia com atenção o texto abaixo:


Conservante pode prejudicar a fertilidade


E o efeito persiste por três gerações, mostra experiência em ratos.



Cientistas chineses demonstraram que o propilparabeno, conservante muito usado em xampus, cremes, remédios e alimentos industrializados, tem um efeito nocivo sobre a fertilidade. Pelo menos em ratas. Eles expuseram cobaias grávidas à mesma quantidade dessa substância (em mg de propilparabeno por grama de peso corporal) que os humanos costumam receber no dia a dia. Resultado: as três gerações seguintes de ratas apresentaram dificuldades reprodutivas.


O propilparabeno reduziu a reserva ovariana das cobaias (número de óvulos viáveis que as ratas produziram ao longo da vida). Ele foi injetado na corrente sanguínea, ou seja, há uma diferença em relação à exposição humana, que geralmente ocorre via pele ou sistema digestivo.


Se a substância tiver o mesmo efeito em pessoas, pode ser uma das responsáveis pela queda nos índices de natalidade no mundo. Será necessário fazer mais estudos para comprovar isso. Mas a Europa já proibiu o propilparabeno em alimentos; a Califórnia, nos EUA, também em cosméticos.



Fonte: https://super.abril.com.br/saude/ conservante-pode-reduzir-a-fertilidade/

Segundo o Texto 1, qual relação pode ser estabelecida entre os efeitos do propilparabeno observados nos ratos e o potencial impacto dessa substância na fertilidade humana?
Alternativas
Q3836401 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.
Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3836398 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3836377 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?

 

Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.

 

Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.

 

Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.

 

Texto Adaptado

 

GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-mei o-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1. 867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.

O texto apresenta uma reflexão sobre os impactos do consumo no setor da moda e propõe alternativas para um comportamento mais responsável. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3836376 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?

 

Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.

 

Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.

 

Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.

 

Texto Adaptado

 

GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-mei o-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1. 867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.

Os diferentes tipos textuais exercem funções comunicativas específicas, sendo veiculados por registros linguísticos adequados a cada situação de uso. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3836336 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836335 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3836312 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

PERGUNTAS

 

Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

 

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:

 

RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.

 

Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

 

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas?

 

E o mestre respondeu:

 

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?

 

PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026.

No texto, o mestre cobra para responder perguntas. Leia e marque a resposta CERTA.
Alternativas
Q3836310 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

PERGUNTAS

 

Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

 

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:

 

RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.

 

Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

 

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas?

 

E o mestre respondeu:

 

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?

 

PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026.

No trecho " − Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?", a exclamação mostra: 
Alternativas
Q3836309 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

PERGUNTAS

 

Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

 

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:

 

RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.

 

Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

 

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas?

 

E o mestre respondeu:

 

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?

 

PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026.

No trecho "Mas não adiantava nada.", o termo "mas" tem uma função importante no texto.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3836271 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

 O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836207 Português
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado. 
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e "prolonga" a saciedade.
Considerando o sentido da palavra destacada no contexto da frase, assinale a alternativa que apresenta sinônimo adequado:
Alternativas
Q3836166 Português
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836164 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3836071 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e "prolonga" a saciedade.

Considerando o sentido da palavra destacada no contexto da frase, assinale a alternativa que apresenta sinônimo adequado:
Alternativas
Q3836069 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
A reflexão apresentada no texto-base aborda o uso de medicamentos no controle da obesidade, destacando tanto os efeitos obtidos durante o tratamento quanto os desafios relacionados à sua interrupção, evidenciando que as experiências individuais podem variar.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3836028 Português
Quem inventou o caça-palavra?

A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no estado de Oklahoma.

    A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968, Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores, seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
   O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.
    O nome do jogo em alguns países de língua espanhola é “sopa de letras”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3835990 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O mito da força de vontade — e por que algumas pessoas têm mais dificuldade para perder peso


A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de força de vontade é amplamente difundida no debate público, inclusive entre profissionais de saúde. Comentários como "basta comer menos" ou "é uma questão de responsabilidade pessoal" revelam uma visão simplificada de um fenômeno complexo. Um estudo internacional publicado na revista The Lancet mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por escolhas individuais de estilo de vida.

Especialistas contestam essa interpretação. A nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha pacientes altamente motivados que, apesar do esforço contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando injusta a ideia de que todos competem em condições iguais.

Pesquisas indicam que a genética desempenha papel central na obesidade. Genes influenciam os circuitos cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a mesma quantidade de alimento que outras. O gene MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa da população mundial e está associado à alimentação excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes para perda de peso atuam justamente nesses mecanismos biológicos.

Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse ponto, o organismo reage, aumentando a fome e reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam desse processo, mas seu funcionamento pode ser comprometido em ambientes alimentares ricos em ultraprocessados.

O aumento da obesidade também está ligado a fatores ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o marketing agressivo, o aumento das porções e a dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm dificuldade para manter um peso saudável. Medidas governamentais, como restrições à publicidade de alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como necessárias, embora consideradas insuficientes por outros.

Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas não é constante nem suficiente por si só. Estratégias flexíveis, apoio psicológico, informação científica e mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que exige compreensão e políticas baseadas em evidências, e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
O texto analisa a crítica à ideia de que a obesidade decorre exclusivamente de escolhas individuais, enfatizando a interação entre fatores biológicos, genéticos e ambientais na dificuldade de perder peso.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
8861: A
8862: B
8863: E
8864: A
8865: E
8866: A
8867: D
8868: E
8869: C
8870: A
8871: C
8872: D
8873: D
8874: C
8875: A
8876: D
8877: A
8878: C
8879: B
8880: E