Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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CAZO. Avanço da inteligência artificial na escrita de livros.
Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-
avanco-da-inteligencia-artificial-na-escrita-de-livros/>.
Nos quadrinhos acima, os “livros orgânicos” são comparados a:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O último relógio
Em uma pequena vila cercada por montanhas, existia uma torre com um relógio único, que não marcava horas, mas momentos importantes da vida de cada habitante. Ninguém sabia como ele funcionava, mas todos o respeitavam. Quando alguém nascia, uma engrenagem nova surgia. Quando morria, a engrenagem parava.
Certo dia, o ponteiro principal do relógio parou subitamente. A vila ficou em alvoroço. Nenhum momento parecia mais ser registrado. Maria, uma jovem curiosa, subiu até a torre para investigar. Lá dentro, encontrou um velho homem, o Guardião do Relógio, sentado entre engrenagens brilhantes.
– Por que o relógio parou? – perguntou Maria.
O Guardião sorriu, mas parecia cansado.
– Porque o mundo lá fora parou de viver momentos que importam. As pessoas se esqueceram de sentir, de sonhar.
Maria ficou em silêncio, mas algo nela despertou. Saiu da torre determinada. Começou a reunir as pessoas da vila para contar histórias, plantar flores, dançar na praça e rir juntas. Aos poucos, o relógio recomeçou a girar.
No dia em que Maria subiu novamente à torre, encontrou apenas uma nota deixada pelo Guardião: “Continue girando o mundo com o que importa.”
REIS, Guilherme. O último relógio. Gazeta Itapirense. Disponível em <https://www.gazetaitapirense.com.br/cronica-o-ultimo-relogio-por-guilherme-reis/>.
“Certo dia, o ponteiro principal do relógio parou subitamente.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O último relógio
Em uma pequena vila cercada por montanhas, existia uma torre com um relógio único, que não marcava horas, mas momentos importantes da vida de cada habitante. Ninguém sabia como ele funcionava, mas todos o respeitavam. Quando alguém nascia, uma engrenagem nova surgia. Quando morria, a engrenagem parava.
Certo dia, o ponteiro principal do relógio parou subitamente. A vila ficou em alvoroço. Nenhum momento parecia mais ser registrado. Maria, uma jovem curiosa, subiu até a torre para investigar. Lá dentro, encontrou um velho homem, o Guardião do Relógio, sentado entre engrenagens brilhantes.
– Por que o relógio parou? – perguntou Maria.
O Guardião sorriu, mas parecia cansado.
– Porque o mundo lá fora parou de viver momentos que importam. As pessoas se esqueceram de sentir, de sonhar.
Maria ficou em silêncio, mas algo nela despertou. Saiu da torre determinada. Começou a reunir as pessoas da vila para contar histórias, plantar flores, dançar na praça e rir juntas. Aos poucos, o relógio recomeçou a girar.
No dia em que Maria subiu novamente à torre, encontrou apenas uma nota deixada pelo Guardião: “Continue girando o mundo com o que importa.”
REIS, Guilherme. O último relógio. Gazeta Itapirense. Disponível em <https://www.gazetaitapirense.com.br/cronica-o-ultimo-relogio-por-guilherme-reis/>.

CAZO. Balanço do ano. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-balanco-do-ano/>.
O humor presente na charge acima se deve, entre outros aspectos, ao:
(i) Tudo que envolve literatura é sempre uma viagem pessoal.
(ii) Tudo que envolve literatura é uma viagem pessoal sempre.
(iii) Tudo que sempre envolve literatura é uma viagem pessoal.
Em qual(is) forma(s) reescrita(s) o significado básico original da sentença foi alterado?
“uma garota sem dotes de beleza, um tanto desleixada”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
No trecho acima, predominam construções em sentido:

CAZO. Desejos. Disponível em .Desejos. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-desejos/>.
A charge acima apresenta uma crítica direta à(ao):
A expressão destacada no pensamento acima apresenta a seguinte figura de linguagem:
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
No pensamento acima, ao associar a “aparência” à ação de dizer e a “poesia” à ação de mostrar, vigora aí a seguinte figura de linguagem:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizades definitivas
Amizade vai além do momento.
É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.
Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.
Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.
Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.
Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.
Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos. Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.
Amigo mesmo é (...) aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.
Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão.
CARPINEJAR, Fabrício. Amizades definitivas. 4 crônicas
sobre amizade. Disponível em
<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-sobreamizade-fabricio-carpinejar>.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amizades definitivas
Amizade vai além do momento.
É comum ser amigo de contextos idênticos e se distanciar com os hábitos diferentes.
Quando você está solteiro, o normal é fazer cumplicidade com quem frequenta festas e não se apega a uma relação. Quando está casado, o normal é criar laços com outros casais e privilegiar jantares e viagens. Quando está com filhos, o normal é sair com quem também está conhecendo as manhas e as longas manhãs dos bebês.
Amizade verdadeira ultrapassa a normalidade e o oportunismo do convívio.
Estas nem são amizades verdadeiras, mas afinidades circunstanciais. São colegas de uma época, de uma fase, de um estilo. Acabam unidos provisoriamente por um gosto, circunscritos a uma vizinhança etária. Desaparecem diante de nossa primeira mudança, de nossa primeira transformação de personalidade.
Permanecem quando há um interesse imediato, um arranjo benéfico do cotidiano, e somem quando não existe mais uma desculpa para se ver e se ouvir. Dependem de um pretexto para se manter próximos.
Os conhecidos da academia ficarão no passado dos halteres assim que cansarmos dos treinos. Os conhecidos da faculdade ficarão na lembrança do quadro negro assim que nos formarmos. Os conhecidos dos cursos de idiomas ficarão nos livros de exercícios assim que dominarmos uma nova língua.
Amigo mesmo é (...) aquele que se separou e não amaldiçoa nossa paixão recente. É aquele que não tem emprego fixo e não inveja o nosso sucesso. É aquele que não tem nenhum problema grave e escuta com paciência e atenção as nossas lamúrias.
Não é o de empatia fácil, feita de experiências semelhantes: só porque atravessa a fossa entende a nossa fossa, só porque transborda de alegria festeja a nossa alegria. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando nossa mão.
CARPINEJAR, Fabrício. Amizades definitivas. 4 crônicas
sobre amizade. Disponível em
<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-sobreamizade-fabricio-carpinejar>.
“Professores são antes de tudo trabalhadores. Pessoas que possuem rotinas, direitos, contas a pagar, seres que sonham em conquistar reconhecimento, respeito e, claro, transformar o mundo, mas sem esperar que isso seja um fardo ou um sonho heroico de cinema. O professor se torna um agente transformador quando reconhece seus limites e os dos outros – é aí que ele opera grandes transformações, por vezes silenciosas e de longa duração.”
Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br (adaptado)
O coesivo “quando” em “O professor se torna um agente transformador quando reconhece seus limites e os dos outros...” poderia ser substituído, sem alteração do sentido original do texto, por:
“Buscar um melhor ordenamento do ambiente urbano primando pela qualidade de vida da população é trabalhar por uma cidade sustentável. Melhorar a mobilidade urbana, a poluição sonora e atmosférica, o descarte de resíduos sólidos, eficiência energética, economia de água, entre outros aspectos, contribuem para tornar uma cidade sustentável.”
Disponível em: https://antigo.mma.gov.br
A última oração do texto acima expressa valor semântico de:
“No mundo da emoção as palavras-chaves são ‘treinamento’ e ‘educação’. Você precisa treinar sua emoção para ser feliz. Você precisa educá-la para superar perdas e as frustrações. Caso contrário, sua emoção nunca será estável e nem capaz de contemplar o belo nos pequenos eventos da rotina diária.”
Augusto Cury
O recurso coesivo “caso contrário” pode ser substituído, sem perda do sentido expresso no texto, por:
“Engraçado é que nós, humanos, não sabemos ao certo nem quem somos de fato, mas temos a petulância de afirmar coisas que ultrapassam o limite da imaginação. Aliás, adoro me basear na lógica...”.
Diego Góes
No texto, acima, a palavra “petulância” equivale semanticamente à:
Rios sem discurso
“Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
em poços de água, em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária:
isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estanque, estancada;
e mais: porque assim estancada, muda,
e muda porque com nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
o fio de água por que ele discorria.”
João Cabral de Melo Neto
Na estrofe acima, além da função poética da linguagem, o poeta através do título, evidencia a relação entre o discurso e a água. Essa função da linguagem é denominada: