Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Na frase em questão, encontra-se uma figura de linguagem denominada
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Com base na leitura do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora
Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.
Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.
Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.
Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.
Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.
Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO possa substituir a expressão sublinhada
“Mesmo assim” no trecho a seguir: “Mesmo assim, eu faço, porque algumas tarefas fazem ___ diferença, mesmo sem serem emocionantes”.

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que indica a palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “emocionantes” sem causar alterações significativas no contexto em que ocorre:
“porque algumas tarefas fazem ___ diferença, mesmo sem serem emocionantes” (l. 12-13).


Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Para o autor, a leitura é um hábito que pode ser incômodo, mas que tem importância para ele.
II. O autor identifica com o rótulo “amo fazer” o grupo de atividades que fazem diferença no cotidiano, mesmo que não sejam as mais agradáveis.
III. Pode-se perceber um tom crítico ao hábito de fantasiar que todas as ações de nosso cotidiano são fora do comum.
Quais estão corretas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão primordial
A comunicação fundamenta as relações humanas, transmite sentimentos, experiências e conhecimentos, permitindo ao indivíduo compreender a si mesmo e ao mundo. Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar central na construção das ideias, como demonstram os métodos filosóficos baseados na palavra, na escuta e na reflexão coletiva.
Na educação, o pensamento de Paulo Freire reafirma o diálogo como prática transformadora, capaz de construir sentidos e promover consciência crítica. No entanto, em uma sociedade marcada pela superexposição e pela comunicação mediada por tecnologias, a linguagem tende a se esvaziar, tornando as interações mais rápidas, superficiais e individualizadas.
O diálogo exige presença, referências físicas e envolvimento emocional, pois olhar, escutar e sentir são dimensões essenciais da experiência humana. Valorizar a conversa, as vivências compartilhadas e as relações comunitárias significa reconhecer o diálogo como ato ético, estético e transformador, capaz de fortalecer vínculos, promover a fraternidade e projetar um futuro mais humano e solidário.
Texto Adaptado
GEDEON, Leo. A conexão primordial. A Folha Torres, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://afolhatorres.com.br/colunas/a-conexao-primordial/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão primordial
A comunicação fundamenta as relações humanas, transmite sentimentos, experiências e conhecimentos, permitindo ao indivíduo compreender a si mesmo e ao mundo. Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar central na construção das ideias, como demonstram os métodos filosóficos baseados na palavra, na escuta e na reflexão coletiva.
Na educação, o pensamento de Paulo Freire reafirma o diálogo como prática transformadora, capaz de construir sentidos e promover consciência crítica. No entanto, em uma sociedade marcada pela superexposição e pela comunicação mediada por tecnologias, a linguagem tende a se esvaziar, tornando as interações mais rápidas, superficiais e individualizadas.
O diálogo exige presença, referências físicas e envolvimento emocional, pois olhar, escutar e sentir são dimensões essenciais da experiência humana. Valorizar a conversa, as vivências compartilhadas e as relações comunitárias significa reconhecer o diálogo como ato ético, estético e transformador, capaz de fortalecer vínculos, promover a fraternidade e projetar um futuro mais humano e solidário.
Texto Adaptado
GEDEON, Leo. A conexão primordial. A Folha Torres, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://afolhatorres.com.br/colunas/a-conexao-primordial/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Nesse contexto, a inauguração do museu representa
Assinale a alternativa CORRETA quanto à interpretação global do texto.
Assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão primordial
A comunicação fundamenta as relações humanas, transmite sentimentos, experiências e conhecimentos, permitindo ao indivíduo compreender a si mesmo e ao mundo. Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar central na construção das ideias, como demonstram os métodos filosóficos baseados na palavra, na escuta e na reflexão coletiva.
Na educação, o pensamento de Paulo Freire reafirma o diálogo como prática transformadora, capaz de construir sentidos e promover consciência crítica. No entanto, em uma sociedade marcada pela superexposição e pela comunicação mediada por tecnologias, a linguagem tende a se esvaziar, tornando as interações mais rápidas, superficiais e individualizadas.
O diálogo exige presença, referências físicas e envolvimento emocional, pois olhar, escutar e sentir são dimensões essenciais da experiência humana. Valorizar a conversa, as vivências compartilhadas e as relações comunitárias significa reconhecer o diálogo como ato ético, estético e transformador, capaz de fortalecer vínculos, promover a fraternidade e projetar um futuro mais humano e solidário.
Texto Adaptado
GEDEON, Leo. A conexão primordial. A Folha Torres, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://afolhatorres.com.br/colunas/a-conexao-primordial/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão primordial
A comunicação fundamenta as relações humanas, transmite sentimentos, experiências e conhecimentos, permitindo ao indivíduo compreender a si mesmo e ao mundo. Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar central na construção das ideias, como demonstram os métodos filosóficos baseados na palavra, na escuta e na reflexão coletiva.
Na educação, o pensamento de Paulo Freire reafirma o diálogo como prática transformadora, capaz de construir sentidos e promover consciência crítica. No entanto, em uma sociedade marcada pela superexposição e pela comunicação mediada por tecnologias, a linguagem tende a se esvaziar, tornando as interações mais rápidas, superficiais e individualizadas.
O diálogo exige presença, referências físicas e envolvimento emocional, pois olhar, escutar e sentir são dimensões essenciais da experiência humana. Valorizar a conversa, as vivências compartilhadas e as relações comunitárias significa reconhecer o diálogo como ato ético, estético e transformador, capaz de fortalecer vínculos, promover a fraternidade e projetar um futuro mais humano e solidário.
Texto Adaptado
GEDEON, Leo. A conexão primordial. A Folha Torres, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://afolhatorres.com.br/colunas/a-conexao-primordial/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
Assédio moral no trabalho
O assédio moral no trabalho é uma violência psicológica sistemática e repetitiva que expõe um trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras e degradantes, visando minar sua autoestima, dignidade e integridade afetando gravemente sua saúde mental e profissional, e pode se manifestar através de gestos, palavras ou atitudes, exigências indevidas, isolamento, críticas excessivas ou metas inatingíveis, configurando uma conduta abusiva que desestabiliza emocionalmente a vítima e prejudica o ambiente de trabalho, exigindo denúncia e apoio para ser combatido.
Como se caracteriza?
- Reiteração e sistematicidade: não são episódios isolados, mas um padrão de comportamento que se repete ao longo do tempo.
- Intenção: visa desestabilizar emocionalmente a vítima, minando seu psicológico.
- Abrangência: pode ocorrer em qualquer ambiente de trabalho, público ou privado, e ser praticado por superiores, colegas ou subordinados.
Assédio moral no trabalho
O assédio moral no trabalho é uma violência psicológica sistemática e repetitiva que expõe um trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras e degradantes, visando minar sua autoestima, dignidade e integridade afetando gravemente sua saúde mental e profissional, e pode se manifestar através de gestos, palavras ou atitudes, exigências indevidas, isolamento, críticas excessivas ou metas inatingíveis, configurando uma conduta abusiva que desestabiliza emocionalmente a vítima e prejudica o ambiente de trabalho, exigindo denúncia e apoio para ser combatido.
Como se caracteriza?
- Reiteração e sistematicidade: não são episódios isolados, mas um padrão de comportamento que se repete ao longo do tempo.
- Intenção: visa desestabilizar emocionalmente a vítima, minando seu psicológico.
- Abrangência: pode ocorrer em qualquer ambiente de trabalho, público ou privado, e ser praticado por superiores, colegas ou subordinados.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à interpretação global do texto.
Assinale a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa CORRETA.