Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Coluna 1
1. Intensidade.
2. Modo.
3. Negação.
4. Tempo.
Coluna 2
( ) “Você já abriu uma rede social sem estar com fome [...]”.
( ) “No entanto, nem sempre essas tendências têm respaldo científico [...]”.
( ) “Para criar uma relação mais saudável entre redes sociais e alimentação [...]”.
( ) “Ao analisar os conteúdos com os quais o usuário interage, as redes sociais passam a exibir automaticamente vídeos, receitas e propagandas semelhantes [...]”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

“Quando esse tipo de conteúdo aparece repetidamente no feed, ele pode despertar desejo, curiosidade e até compras impulsivas”.



Texto para a questão.

Carlos Vogt. Vacinas e vacinações. Com Ciência, n. 162, Campinas,
out. 2014. Internet: <https://comciencia.scielo.br>
Texto para a questão.

Carlos Vogt. Vacinas e vacinações. Com Ciência, n. 162, Campinas,
out. 2014. Internet: <https://comciencia.scielo.br>
Texto para a questão.

Carlos Vogt. Vacinas e vacinações. Com Ciência, n. 162, Campinas,
out. 2014. Internet: <https://comciencia.scielo.br>
Texto para a questão.

Carlos Vogt. Vacinas e vacinações. Com Ciência, n. 162, Campinas,
out. 2014. Internet: <https://comciencia.scielo.br>
Leia o período abaixo:
“A escola desenvolveu um projeto de leitura envolvendo diferentes turmas. A iniciativa despertou o interesse dos estudantes e também aproximou as famílias das atividades realizadas pela instituição.”
No segundo período, a expressão “A iniciativa” retoma uma informação anteriormente apresentada e contribui para evitar a repetição desnecessária de palavras. Considerando os mecanismos de coesão textual, assinale a alternativa em que a substituição dessa expressão mantém adequadamente o sentido e a relação entre as ideias
Leia atentamente o texto a seguir:
O valor do tempo
Em uma sociedade marcada pela velocidade, esperar tornou-se quase sinônimo de perder tempo. As pessoas respondem mensagens enquanto caminham, acompanham reuniões enquanto verificam notificações e, muitas vezes, realizam várias tarefas simultaneamente. A impressão é de que aproveitar cada minuto significa preenchê-lo com alguma atividade.
Entretanto, nem todo tempo aparentemente improdutivo é desperdiçado. Uma conversa sem pressa, uma pausa para organizar as ideias ou simplesmente alguns minutos de silêncio podem contribuir para decisões mais conscientes e relações mais significativas. Talvez o verdadeiro desafio contemporâneo não seja encontrar mais tempo, mas aprender a utilizá-lo com propósito.
Considerando a organização das ideias e os sentidos produzidos pelo texto, assinale a alternativa correta.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
No período final do texto, o autor afirma:
"Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas."
Sob o ponto de vista da organização argumentativa e da progressão textual, a palavra "Afinal" estabelece uma relação específica entre esse período e os argumentos anteriormente desenvolvidos. Assinale a alternativa que identifica corretamente essa relação discursiva.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.