Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4125146 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?

Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.

Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.

Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?

A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.

Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.

O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones, do University College de Londres. 

"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial da BBC.

Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.

"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.

A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.

Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.

Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.

Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.

O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres. Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.

"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas." 

Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering

Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.

"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.

Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.

"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.

A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.

"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o 
"Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons."
Algumas palavras da língua portuguesa podem apresentar relações de semelhança formal ou sonora. Um exemplo disso é o vocábulo 'por', como preposição, e 'pôr', como verbo. A partir disso, complete as lacunas com outras palavras homônimas ou parônimas, conforme o contexto.
1.O contrato foi___ após a revisão.
2.Na___ de congelados do mercado, é possível encontrar frutas vermelhas.
3.A corrida em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas me fez___muito.
4.Havia___ de gato espalhado pelo tapete da sala.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4125138 Português
A genealogia do discurso publicitário estabelece que a persuasão não é um elemento acessório, mas o que estrutura a comunicação mercadológica. Analisando esse conceito das peças publicitárias, conclui-se que a linguagem persuasiva possui capacidade de:
Alternativas
Q4125133 Português
Suponha que uma entidade solicitou um financiamento bancário para a construção de um novo pavilhão de exposições. Durante a análise do pedido, o comitê de crédito do banco manifestou certa preocupação com a atual retração econômica do país. O parecer destacou que a alta inflação e a redução do consumo poderiam diminuir a realização de feiras setoriais, comprometendo o faturamento futuro da Entidade.
À luz dos conceitos de análise subjetiva conhecidos como os "Cinco C's do Crédito", a avaliação bancária focada na vulnerabilidade do empreendimento de eventos frente ao cenário macroeconômico refere-se:
Alternativas
Q4125123 Português
O livro didático é criado e elaborado para a formação de alunos de determinado tempo e lugar. Com o tempo ele perde sua função de uso original e pode se transformar em fonte por meio de trabalho do historiador. Essa operação historiográfica resulta da compreensão de que o manual didático é um(a): 
Alternativas
Q4125121 Português
“A partir da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, a sociedade brasileira firmou um novo compromisso político com a forma de pensar as infâncias, o qual deve ser vivenciado nos espaços sociais onde esses meninos e meninas circulam. O Ensino de História se relaciona diretamente com essa questão”.

Miranda, H. S. (2018). Aulas de História e os Direitos das Crianças e dos Adolescentes: entre possibilidades e desafios. Revista História Hoje, 7(13), 160–178.

A reflexão histórica define conceitualmente a infância como um(a): 
Alternativas
Q4125116 Português
Os jornais operários fundados em diferentes cidades brasileiras no início do século XX, produzidos de modo artesanal pelos próprios operários e, por vezes, com periodicidade incerta, não atraíram, no momento em que circularam o interesse de grandes bibliotecas e arquivos.
A ausência dos periódicos referidos nas instituições de guarda teve como objetivo: 
Alternativas
Q4125112 Português
A historiadora Beatriz Nascimento mudou algumas das diretrizes dos estudos sobre o Brasil colonial ao afirmar:
“Podemos presumir que a fuga é motivada por uma necessidade de resistência, e não para a acomodação. O quilombo, portanto, não pode ser reduzido à fuga.”

NASCIMENTO, Maria Beatriz. Org. Alex Ratts. Uma história feita por mãos negras: relações raciais, quilombos e movimentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 130. (adaptado)

A historiadora propõe compreender o referido espaço como tendo sido:
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Q4125099 Português
O trabalho de Butler e Hamnett (2015) analisa como as instituições escolares e as dinâmicas urbanas se articulam para perpetuar as desigualdades sociais. Ao cruzarem os dados do Banco de Dados Nacional dos alunos e do Censo Escolar Anual com as geoinformações demográficas das escolas na Inglaterra, os pesquisadores conseguiram vincular o desempenho escolar ao código postal dos estudantes. Essa espacialização revelou que os preços dos imóveis em áreas com escolas de alto desempenho aumentam significativamente, criando uma barreira econômica que limita o acesso de famílias mais pobres a essas instituições. Desse modo, o sistema de matrícula baseado na distância residencial acaba resultando em uma severa desigualdade de acesso à oferta de vagas, permitindo que as famílias de classe média utilizem o espaço urbano de forma estratégica como um mecanismo de reprodução social. O estudo demonstra que o problema do rendimento escolar nos rankings não é meramente pedagógico, mas sim socioespacial, favorecendo os agentes de maior capital econômico e cultural.

BUTLER, Tim; HAMNETT, Chris. The Geography of Education: Introduction. Urban Studies, v. 44, n. 7, p. 1161-1174, jun. 2007. DOI: https://doi.org/10.1080/00420980701321. 

Com base na análise de Butler e Hamnett (2015) sobre as desigualdades socioespaciais e o papel da cartografia crítica na revelação dessas dinâmicas, assinale a alternativa correta. 
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Q4125051 Português
      Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava na América Latina, naquela época, como uma comunidade cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco relacionados entre si.
     Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris, cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia e começava a ler os seus próprios escritores. Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana ‒ uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional.
    O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos, levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por todos os seus países e a viver os seus problemas e suas lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos que ainda me restam.


(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
No trecho do 3º parágrafo “... uma literatura nova, rica, pujante e inventiva...”, os termos destacados são, respectivamente, sinônimos de
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Q4125050 Português
      Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava na América Latina, naquela época, como uma comunidade cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco relacionados entre si.
     Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris, cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia e começava a ler os seus próprios escritores. Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana ‒ uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional.
    O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos, levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por todos os seus países e a viver os seus problemas e suas lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos que ainda me restam.


(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
O intenso contato do autor com aspectos culturais e históricos da América Latina levou-o a
Alternativas
Q4125049 Português
      Descobri a América Latina em Paris, nos anos sessenta. Até então, eu era um jovem peruano que, além de ler os escritores do meu próprio país, lia quase exclusivamente escritores norte-americanos e europeus. Com exceção de algumas celebridades, como Pablo Neruda, não conhecia nenhum outro escritor hispano-americano e jamais pensava na América Latina, naquela época, como uma comunidade cultural, e sim como um arquipélago de países muito pouco relacionados entre si.
     Que ela era algo muito diferente disso, aprendi em Paris, cidade que, nos anos sessenta, transformou-se na capital da literatura latino-americana. Com efeito, a maioria dos escritores mais importantes dessa região do mundo tinha vivido em Paris, ou passado por essa cidade, e os que não o faziam, de todo modo acabavam sendo descobertos, traduzidos e divulgados na França, graças ao que a América Latina reconhecia e começava a ler os seus próprios escritores. Os anos sessenta foram exultantes. A América Latina passou a estar no centro da atualidade graças à Revolução Cubana, às guerrilhas e aos mitos e ficções que estas puseram em circulação. Ao mesmo tempo, descobriu-se a existência da literatura latino-americana ‒ uma literatura nova, rica, pujante e inventiva, que experimentava novas maneiras de contar histórias e almejava libertar a linguagem narrativa tradicional.
    O meu descobrimento da América Latina, naqueles anos, levou-me a ler seus poetas, historiadores e romancistas, a me interessar pelo seu passado e seu presente, a viajar por todos os seus países e a viver os seus problemas e suas lutas políticas como se fossem meus. Desde então, comecei a me sentir, acima de tudo, um latino-americano. Continuei a sê-lo no decurso de todos esses anos e assim será nos anos que ainda me restam.


(Mario Vargas Llosa. Saberes e utopias, 2009. Adaptado)
Segundo o texto, em Paris o autor pôde
Alternativas
Q4125046 Português
   A felicidade invadiu de tal modo nosso imaginário cultural que se tornou uma presença excessiva em nosso cotidiano ‒ atualmente é raro passarmos um dia inteiro sem ouvir ou ler alguma coisa sobre ela. Uma simples busca na internet resulta em centenas de milhares de ocorrências do termo “felicidade”. O mesmo vale para o número de postagens que as pessoas compartilham todos os dias nas redes sociais. Esse cenário revela que a felicidade vem desempenhando um papel fundamental na compreensão corriqueira que temos de nós mesmos e do mundo. É uma noção que nos parece e soa tão familiar que já nem pensamos nela ‒ seria estranho ousar questioná-la.
    Não apenas a frequência e a onipresença das ocorrências da palavra “felicidade” aumentaram radicalmente nas últimas décadas: o modo como entendemos a felicidade também passou por uma transformação drástica. Já não a relacionamos ao destino ou a circunstâncias particulares ‒ ausência de problemas, corolário de uma vida plena, ou então mero prêmio de consolação para os pobres de espírito. Hoje ela costuma ser vista como algo passível de ser engendrado pela força de vontade; resultado do treino de nossa força interior e nosso eu autêntico; única meta que faz a vida valer a pena; o padrão pelo qual devemos medir o valor de nossa biografia, o tamanho de nossos sucessos e fracassos; e a dimensão de nosso desenvolvimento psíquico e emocional.
     A felicidade passou a ser a encarnação da imagem ideal contemporânea do bom cidadão.


(Edgar Cabanas e Eva Illouz. Happycracia – fabricando cidadãos felizes, 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa na qual se empregou palavra em sentido figurado.
Alternativas
Q4125045 Português
   A felicidade invadiu de tal modo nosso imaginário cultural que se tornou uma presença excessiva em nosso cotidiano ‒ atualmente é raro passarmos um dia inteiro sem ouvir ou ler alguma coisa sobre ela. Uma simples busca na internet resulta em centenas de milhares de ocorrências do termo “felicidade”. O mesmo vale para o número de postagens que as pessoas compartilham todos os dias nas redes sociais. Esse cenário revela que a felicidade vem desempenhando um papel fundamental na compreensão corriqueira que temos de nós mesmos e do mundo. É uma noção que nos parece e soa tão familiar que já nem pensamos nela ‒ seria estranho ousar questioná-la.
    Não apenas a frequência e a onipresença das ocorrências da palavra “felicidade” aumentaram radicalmente nas últimas décadas: o modo como entendemos a felicidade também passou por uma transformação drástica. Já não a relacionamos ao destino ou a circunstâncias particulares ‒ ausência de problemas, corolário de uma vida plena, ou então mero prêmio de consolação para os pobres de espírito. Hoje ela costuma ser vista como algo passível de ser engendrado pela força de vontade; resultado do treino de nossa força interior e nosso eu autêntico; única meta que faz a vida valer a pena; o padrão pelo qual devemos medir o valor de nossa biografia, o tamanho de nossos sucessos e fracassos; e a dimensão de nosso desenvolvimento psíquico e emocional.
     A felicidade passou a ser a encarnação da imagem ideal contemporânea do bom cidadão.


(Edgar Cabanas e Eva Illouz. Happycracia – fabricando cidadãos felizes, 2022. Adaptado)
De acordo com o texto, atualmente a felicidade é considerada
Alternativas
Q4124981 Português
O avanço das tecnologias digitais e a ampliação do acesso à internet têm intensificado a circulação de informações em múltiplos formatos e canais, alterando a forma como os indivíduos interagem com conteúdos informacionais. Nesse contexto, o excesso de informações, aliado à presença de conteúdos de baixa qualidade ou enganosos, pode gerar impactos cognitivos e emocionais. Considerando as implicações desse cenário para o comportamento informacional e a saúde mental, qual alternativa apresenta uma interpretação do fenômeno descrito?
Alternativas
Q4124975 Português
As transformações tecnológicas das últimas décadas modificaram práticas de comunicação, formas de acesso à informação e dinâmicas relacionadas ao trabalho e à vida social. Ao mesmo tempo, esses processos passaram a estimular debates sobre circulação de dados, adaptação profissional e desigualdades associadas ao acesso às tecnologias digitais. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4124960 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

"Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México."


No trecho acima, a palavra "eloquente" pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

Alternativas
Q4124957 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

Em resposta à pergunta sobre sua genialidade, David apresenta uma visão pessoal sobre o conceito que diverge da definição técnica adotada pela OMS. Com base no texto, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4124881 Português
A questão se refere ao Estatuto Social da FENAC S/A.
Analise o texto a seguir, acerca de auditoria interna:
A auditoria interna será atribuição da unidade de controle interno do estado do Río Grande do Sul, com auxílio de pessoa indicada pelo Conselho de Administração, que prestará serviço auxiliar de auditoria interna, nos termos de legislação estadual específica.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Alternativas
Q4124862 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Setor de eventos mantém recordes de emprego e consumo no início de 2026

        O setor de eventos de cultura e entretenimento segue em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série historica iniciada em janeiro de 2019.

        Na comparação anual, o resultado reforça a expansão contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em patamar superior ao observado no período pré-pandemia. A estimativa de consumo considera o peso mensal do item Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mensal.

        Além do avanço do consumo, o desempenho do mercado de trabalho formal segue como um dos principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados no Radar Econômico, mostram que o estoque de empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de trabalho) no core business do setor de eventos atingiu 205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.

        Em 2019, período pré-pandemia usado como referência para avaliação do desempenho do segmento, o setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no período. Todos os segmentos que compõem o core business do setor operam hoje em nível superior ao observado antes da crise sanitária. 

        Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no segmento de organização de eventos, que apresentou expansão de 149,1% no número de vínculos formais em relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental (64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%), produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e recreação e lazer (21,9%,).
        
        No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda que em ritmo mais moderado na comparação com o forte crescimento observado ao longo de 2025, movimento que reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão pos-pandemia.

        O impacto do setor de eventos tambern se reflete no chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem, alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos, segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45 milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026, um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a um crescimento de 23,8%.

        Entre os destaques do hub setorial estão os segmentos de Publicidade e Propaga nda, com crescimento de 95,9% no estoque de empregos em relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que avançou 84,3% no mesmo intervalo.

        Na comparação com outros grandes setores da economia, o setor de eventos mantém o maior crescimento proporcional do estoque de empregos. Enquanto o core business de eventos registra expansão de 84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços 25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.

        "Os números mostram que o setor de eventos não apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar estrutural. Esse desempenho reforça a importância de políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.

Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.




O texto articula dados quantitativos e recursos de coesão para sustentar sua tese central. A partir de uma leitura crítica do gênero textual, da organização das ideias e dos mecanismos de sentido empregados, analise as partes que seguem:
(1ª parte): O texto apresenta uma estrutura esportiva narrativa, iniciando com dados estatísticos de consumo e progredindo para a análise do mercado de trabalho fornal. 
(2ª parte): A frase o setor de eventos não apenas se recuperou, no último parágrafo, pressupõe que houve um momento de queda ou crise anterior (a pandemia). 
(3ª parte): A expressão Além do avanço do consumo, no terceiro parágrafo, introduz uma relação de adição, conectando o desempenho financeiro ao desempenho do mercado de trabalho.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4124861 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Setor de eventos mantém recordes de emprego e consumo no início de 2026

        O setor de eventos de cultura e entretenimento segue em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série historica iniciada em janeiro de 2019.

        Na comparação anual, o resultado reforça a expansão contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em patamar superior ao observado no período pré-pandemia. A estimativa de consumo considera o peso mensal do item Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) mensal.

        Além do avanço do consumo, o desempenho do mercado de trabalho formal segue como um dos principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados no Radar Econômico, mostram que o estoque de empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de trabalho) no core business do setor de eventos atingiu 205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.

        Em 2019, período pré-pandemia usado como referência para avaliação do desempenho do segmento, o setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no período. Todos os segmentos que compõem o core business do setor operam hoje em nível superior ao observado antes da crise sanitária. 

        Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no segmento de organização de eventos, que apresentou expansão de 149,1% no número de vínculos formais em relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental (64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%), produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e recreação e lazer (21,9%,).
        
        No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda que em ritmo mais moderado na comparação com o forte crescimento observado ao longo de 2025, movimento que reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão pos-pandemia.

        O impacto do setor de eventos tambern se reflete no chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem, alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos, segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45 milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026, um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a um crescimento de 23,8%.

        Entre os destaques do hub setorial estão os segmentos de Publicidade e Propaga nda, com crescimento de 95,9% no estoque de empregos em relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que avançou 84,3% no mesmo intervalo.

        Na comparação com outros grandes setores da economia, o setor de eventos mantém o maior crescimento proporcional do estoque de empregos. Enquanto o core business de eventos registra expansão de 84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços 25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.

        "Os números mostram que o setor de eventos não apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar estrutural. Esse desempenho reforça a importância de políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.

Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.




No trecho o resultado reforça a expansão contínua da demanda por atividades Iigadas à cultura, no segundo parágrafo, o verbo reforça estabelece uma relação de confirmação entre os dados apresentados e a tendência observada. Sabendo disso, assinale a alternativa que, ao substituir o termo original, preserva essa carga de validação e estabilidade do fenômeno.
Alternativas
Respostas
741: C
742: B
743: E
744: D
745: A
746: B
747: B
748: D
749: E
750: C
751: D
752: A
753: D
754: A
755: C
756: C
757: B
758: D
759: C
760: B