Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4396747 Português

Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia



Por Rafael Cardoso



(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as características do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o gênero textual e o tipo textual predominantes.
Alternativas
Q4396746 Português

Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia



Por Rafael Cardoso



(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as características linguísticas e comunicativas do trecho retirado do texto “Hoje o mundo gasta uns 2 trilhões de dólares com descarbonização. Só que a gente precisa aumentar esse patamar para 5 trilhões ou até um pouco mais. Não tem como fugir disso”, evidencia-se:
Alternativas
Q4396745 Português

Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia



Por Rafael Cardoso



(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as ideias apresentadas no texto e os recursos argumentativos utilizados para sua construção, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O texto estabelece uma relação de consequência entre o agravamento do aquecimento global e diferentes problemas que podem afetar a sociedade.
II. A argumentação desenvolvida no texto permite inferir que as medidas de adaptação devem ser priorizadas em relação às iniciativas voltadas à redução das emissões.
III. A utilização de diferentes vozes ao longo do texto contribui para sustentar as ideias apresentadas pelo autor acerca do aquecimento global.
Alternativas
Q4396744 Português

Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia



Por Rafael Cardoso



(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, é correto afirmar que a sua principal intencionalidade discursiva é: 
Alternativas
Q4396679 Português
Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas


O receio com riscos à privacidade e à proteção de dados pessoais está entre os desafios apontados por 39% das escolas públicas brasileiras que ainda não utilizam programas, sistemas ou plataformas nas atividades de gestão escolar.

O dado é da pesquisa Privacidade e Proteção de Dados Pessoais 2025, divulgada nesta segunda-feira (31) pelo Cetic.br, que produz as estatísticas de referência sobre internet no Brasil. Mas esse receio não se restringe apenas às escolas que ainda não adotaram ferramentas digitais.

Entre as escolas que já adotaram esses sistemas informatizados, a preocupação é ainda maior: 52% citam a privacidade entre os desafios enfrentados. O tema só perde para qualidade dos computadores e do acesso à internet (65%), falta de habilidades dos educadores e de outros funcionários (63%) e falta de integração entre os diferentes sistemas (53%).

A desconfiança, porém, não impediu que os sistemas chegassem. Sistemas de gestão criados pelo governo estão em 92% das escolas públicas, e 79% delas usam plataformas de ensino e aprendizagem. A discussão, portanto, não trava um processo que ainda vai começar, mas convive com um que já está em curso.


MARIN, Jorge. Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas. CNN Brasil, [S. l.], 31 ago. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/privacidade-e-barreira-ao-uso-d e-plataformas-digitais-em-escolas/. Acesso em: 18 set. 2026
"A discussão, portanto, não trava um processo que ainda vai começar, mas convive com um que já está em curso".
Considerando as relações de sentido estabelecidas no trecho, assinale a alternativa em que a reescrita preserva o sentido original e a correção gramatical.
Alternativas
Q4396658 Português
Algumas marcas linguísticas são características de certos gêneros textuais.

Com base nessa afirmação, faça a correspondência das colunas 1 e 2.

Coluna 1 Exemplos

1. “Na minha visão…”
2. “Na manhã de hoje…”
3. “Primeiro, conecte o cabo ao dispositivo e depois à tomada…”
4. “Prezado(a) Senhor(a)…”
5. “Certa vez…”

Coluna 2 Descrição

( ) Típico de textos instrucionais, cuja finalidade é instruir para uma ação.
( ) A marcação do tempo de um acontecimento é essencial em textos noticiosos.
( ) Pontua o início de uma narrativa, situando o leitor em um tempo indefinido ou passado.
( ) É característico de texto de caráter opinativo, destacando a posição do autor.
( ) Marca de vocativo típico de correspondências.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4396656 Português

Texto 3



Como dois e dois são quatro


sei que a vida vale a pena


embora o pão seja caro


e a liberdade pequena



Ferreira Goulart

Com base no texto 3, os elementos coesivos embora e e (sublinhados) introduzem no texto ideias que expressam, respectivamente: 
Alternativas
Q4396650 Português
Texto 1

Componente Curricular de Língua Portuguesa


“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua”


GERALDI, 1993, p. 135.


A escolha da epígrafe acima para abrir este texto tem como primeiro objetivo anunciar um dos principais pressupostos que assumimos neste documento: o ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, como língua materna, tem o TEXTO como objeto central, que se materializa através das ações de ouvir, falar, ler e escrever. Alinhado a isso, também assumimos a perspectiva enunciativo-dialógica da linguagem anunciada na Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017, p. 65), o que implica entendê-la como forma de interação, ou seja, lugar no qual os sujeitos se constituem como tal.

O segundo objetivo desta escolha é o de esclarecer que ao defendermos a centralidade do texto na sala aula, também defendemos o rompimento com o modelo tradicional de ensino, focado no estudo descontextualizado da gramática e de seus conceitos. Para isso, propomos um trabalho com a linguagem que favoreça o USO/ REFLEXÃO/USO (BRASIL, 1998), por meio das práticas de linguagem/eixo: leitura/escuta, oralidade, produção de textos e análise linguística/semiótica, incorporando ao cotidiano escolar as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs) e todas as suas possibilidades de comunicação. Adiante esclarecemos o sentido atribuído a cada uma dessas práticas.

Nada do que anunciamos e defendemos nos parágrafos acima é novo, porque são discussões e escolhas que fazem parte do cenário educacional brasileiro desde meados dos anos de 1980, tanto em documentos oficiais, quanto nos Parâmetros Curriculares Nacionais, como em cursos de formação inicial e continuada para professores de Língua Portuguesa. No entanto, o desafio de transformarmos as aulas em espaços de usos concretos e reais das mais diferentes manifestações linguísticas é sempre atual e urgente.

Assim, não pretendemos trazer à tona concepções e pressupostos já amplamente discutidos há décadas, mas iremos mobilizá-los à medida que formos avançando na exposição desta proposta para o componente de Língua Portuguesa no ensino fundamental - anos iniciais e finais. A organização curricular traz como ponto de partida o que a BNCC normatiza em sua versão final.

O componente de Língua Portuguesa está organizado segundo a BNCC, em cinco campos de atuação: O campo da vida cotidiana, Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa, Campo de atuação na vida pública e Campo jornalístico/midiático). Esses campos de atuação definem os gêneros textuais que se originam nas práticas de linguagem/ eixos: leitura/escuta, oralidade, produção de textos e análise linguística/semiótica.

Diante disto, organizamos o quadro de referência da seguinte forma: Objetivos que versam sobre as principais habilidades de uso/reflexão/uso, relacionando-os aos Objetos de Conhecimentos, que por sua vez, descrevem o quê ensinar e como ensinar. E ainda, os Critérios de avaliação sinalizam aspectos que irão orientar a apreciação dos resultados do processo de ensino-aprendizagem.

Atribuímos os sentidos explicitados acerca das práticas de linguagens/eixos, a seguir,

Oralidade: prática de linguagem que ocorre em situações orais, com ou sem contato face a face (BNCC, 2017);

Leitura/escuta: prática de linguagem que decorre da interação ativa entre leitor/ouvinte/espectador com textos orais, escritos ou multissemióticos e de sua interpretação (BNCC, 2017);

Produção de textos: prática de linguagem relacionada à interação e à autoria de textos orais, escritos ou multissemióticos, com diferentes finalidades e projetos enunciativos (BNCC, 2017);

Análise linguística/semiótica: envolve procedimentos e estratégias (meta) cognitivas de análise e avaliação consciente durante os processos de leitura e produção de textos (BNCC, 2017).

Por conseguinte, essas práticas em sala aula que acontecem de modo articulado e não necessariamente sempre na mesma ordem, promovem ações da linguagem que permitem usá-la ao falarmos ou escrevermos. Por exemplo: ações sobre a linguagem, que ocorrem quando refletimos sobre ela e buscamos entender os aspectos relacionados à forma da língua, esclarecendo dúvidas para melhor empregá-la, garantindo assim, práticas de uso/reflexão/uso.


Disponível em: https://tinyurl.com/CurriculoFundamentalChapeco. Acesso em: 01 ago. 2026, p. 49-50.
Com base no Texto 1, é correto afirmar em relação às expressões sublinhadas que:
Alternativas
Q4396456 Português

Leia o texto II e responda à questão.



TEXTO II




Disponível em: https://www.chno.co.uk/backups-storage-series-part-3-homeusers/1951hard_drive_crash10980_5708058/#prettyPhoto[postimages]/0/. Acesso em: 19 fev. 2026.



Descrição da imagem: O texto é uma tirinha dividida em dois quadros. No primeiro, um homem de roupa social está sentado diante de um computador enquanto fala ao telefone. No segundo, o homem, ainda falando ao telefone, aparece em pé, afastado do computador, com a cadeira caída no chão e encostado à parede. Ele mantém o telefone na mão e apresenta expressão facial de surpresa. 


Uma tira cômica (tirinha) é uma pequena narrativa verbo-visual organizada em poucos quadros. Na tirinha acima, o humor ocorre
Alternativas
Q4396439 Português

Leia o texto I e responda à questão.



TEXTO I



Arte prescrita: médicos passam a recomendar atividades culturais para lidar com depressão e solidão



Imagine sair de uma consulta médica com a prescrição de, assim que possível, visitar um museu, ir ao teatro, ao cinema ou a um show — tudo isso sendo seriamente considerado como uma ferramenta de tratamento. Parece insólito, é verdade, mas a prática começa a ganhar força no Brasil e no mundo e tem até nome. São as “prescrições sociais” que miram na necessidade de conexão com o outro e, portanto, na capacidade da arte (e outras atividades coletivas) de aproximar pessoas, contar histórias, partilhar contextos, entre outros aspectos.


Projetos realizados na Bélgica e na Suíça, por exemplo, permitiam que médicos dessem indicações de visitas a museus para quem passa por desafios de ordem psicológica, da depressão ao burnout, como uma forma de promover o bem-estar.


No Brasil, a conversa sobre atividades artísticas também ocupa as consultas e fazem parte da anamnese (a conversa entre médico e paciente que coleta informações para diagnóstico e tratamento) de diversos psiquiatras.


— A prescrição de atividades culturais entra como uma ferramenta terapêutica adjuvante, ela não substitui medicação — explica Priscila Rocco, psiquiatra e psicoterapeuta do Hospital Sírio-Libanês. — Ela pode colaborar com o alívio do sofrimento psíquico. E, nesse caso, a gente não precisa de um diagnóstico psiquiátrico para oferecer. O nosso foco pode ser aliviar o estresse, por exemplo.


Priscilla explica que um dos ganhos desse tipo de atividade é, basicamente, a manifestação “não verbal” de alguns dos sentimentos. Ou seja, vai além de só incentivar o paciente a sair de casa e dar uma volta, tem a ver com o contato com novas narrativas e interpretações do mundo, da sociedade.



ALIADA NA PREVENÇÃO



Luiz Gustavo Zoldan, psiquiatra e gerente médico da unidade de saúde mental do Einstein, diz ainda que esse tipo de prescrição pode ir além e não só “remediar” diagnósticos de saúde já conhecidos, mas trabalhar na promoção da boa saúde, ou seja, na área da prevenção de problemas psíquicos. 


— São atividades que ajudam a reduzir estresse, desacelerar o ritmo mental, ampliar a percepção de si, do mundo, gerar emoções positivas, que ajudam a contrabalancear emoções negativas — diz. — Isso contribui para o bem-estar emocional de forma concreta, e tem impacto na promoção de saúde e no cuidado de transtornos como depressão e ansiedade.


A prescrição, dizem os especialistas, não pode ser feita de maneira generalista, mas deve levar em consideração experiências anteriores e os gostos do paciente. Ou seja, se a pessoa costumava ir a exposições e em algum momento deixou de ir, é uma ótima ideia voltar ao hábito de visitar museus. Mostras temáticas sobre assuntos como futebol, música e história — quando se conectam com algo que já despertava uma vontade anterior — também são mais do que válidas. Além disso, o vínculo entre médico e paciente também pesa na hora de aderir, ou não, à indicação.


No Reino Unido as chamadas “prescrições sociais” miram ainda em pessoas que estão sozinhas ou se sentem isoladas, além de questões mentais diversas. O serviço abrange atividades culturais como grupos de coral, aulas de dança, visitas a galerias, sessões musicais e ainda abre espaço para atividades como grupos esportivos e práticas onde há contato com a natureza.


Uma das maiores especialistas no tema em todo o mundo, a pesquisadora e professora Jill Sonke, ligada à Universidade da Flórida, conta que ao menos 40 países adotam algum tipo de prescrição social, e a maior parte dessas localidades conta com prescrições de atividades artísticas. O Canadá e o Reino Unido, ela explica, têm avançado rapidamente nesse tipo de prática.


Uma publicação recente da professora Sonke junto a outros pesquisadores, porém, chama atenção ao demonstrar que as atividades culturais têm impactos positivos que vão além dos desafios de ordem mental. Eles podem ser benéficos também para reduzir doenças não transmissíveis, como diabetes e obesidade, que figuram como grandes desafios em termos de saúde global. O estudo — que fez uma revisão de 95 artigos com análises de programas artísticos em 27 países — foi publicado em outubro de 2025 na revista Nature.



REVOLUÇÃO A CAMINHO



Embora ainda exista uma resistência em incluir atividades artísticas como verdadeiras promotoras de saúde, a professora acredita que viveremos uma verdadeira “revolução”, na qual esse tipo de participação se tornará cada vez mais relevante para a saúde individual e coletiva.



ROSÁRIO, Mariana. Arte prescrita: médicos passam a recomendar atividades culturais para lidar com depressão e solidão. O Globo, São Paulo,4 jan.2026. Caderno Saúde

A ideia central do texto é: 
Alternativas
Q4396400 Português
Ansiedade na infância
Especialistas explicam que fobias na infância podem
evoluir para crises de pânico na adolescência e
destacam o papel da genética


A ansiedade na infância merece atenção de pais e cuidadores. Segundo especialistas, muitos transtornos de ansiedade têm início nos primeiros anos de vida e podem evoluir para quadros mais complexos ao longo do desenvolvimento.

De acordo com o psiquiatra Márcio Bernik, chefe do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas da USP, os transtornos de ansiedade frequentemente surgem na infância sob a forma de fobias.

"Geralmente começam com fobias na infância. Depois isso evolui para quadros do tipo crise de pânico, geralmente na adolescência", explicou. Segundo ele, em idades mais avançadas, as preocupações excessivas tendem a aparecer como manifestação predominante do transtorno.

Bernik destacou, porém, que muitas fobias da infância são transitórias e melhoram com o tempo. Para ele, certo grau de ansiedade faz parte dos mecanismos de sobrevivência, sendo necessário para que a criança perceba e evite situações de perigo.

O psiquiatra também ressaltou o forte componente genético do transtorno de pânico. Segundo Bernik, cerca de 70% da variância relacionada à chance de ocorrência da doença tem origem genética.

A neuropsicóloga Maria Alice Fontes explicou ainda que pessoas com ansiedade tendem a concentrar sua atenção no pior evento possível, desenvolvendo o chamado pensamento "tudo ou nada". Esse padrão pode gerar sintomas físicos intensos, como taquicardia e sudorese, além de comprometer significativamente a qualidade de vida.

Assim, em vez de conduzir a rotina normalmente, a pessoa passa a dedicar energia a identificar tudo que pode dar errado. 


Texto resumido e adaptado de:
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ansiedade-na-infancia-especialista
s-explicam-ao-dr-kalil-indicios/
A partir das informações apresentadas no texto "Ansiedade na infância", é correto afirmar que os especialistas: 
Alternativas
Q4396396 Português
"Então tornou-se o Capitão aquém do rio, e logo acudiram muitos à beira dele. Ali veríeis galantes, pintados de preto e vermelho, e quartejados, assim nos corpos, como nas pernas, que, certo, pareciam bem assim. Também andavam, entre eles, quatro ou cinco mulheres moças, nuas como eles, que não pareciam mal. Entre elas andava uma com uma coxa, do joelho até o quadril, e a nádega, toda tinta daquela tintura preta; e o resto, tudo da sua própria cor. Outra trazia ambos os joelhos, com as curvas assim tintas, e também os colos dos pés; e suas vergonhas tão nuas e com tanta inocência descobertas, que nisso não havia nenhuma vergonha. Também andava aí outra mulher moça com um menino ou menina ao colo, atado com um pano (não sei de quê) aos peitos, de modo que apenas as perninhas lhe apareciam. Mas as pernas da mãe e o resto não traziam pano algum."


https://www.sohistoria.com.br/curiosidades/carta/p4.php
No trecho, Pero Vaz de Caminha descreve as mulheres indígenas a partir de elementos como suas pinturas corporais, a nudez e a presença de uma criança junto a uma delas. Ao afirmar, sobre a nudez, que "nisso não havia nenhuma vergonha", o narrador permite ao leitor inferir que: 
Alternativas
Q4396394 Português
"Então tornou-se o Capitão aquém do rio, e logo acudiram muitos à beira dele. Ali veríeis galantes, pintados de preto e vermelho, e quartejados, assim nos corpos, como nas pernas, que, certo, pareciam bem assim. Também andavam, entre eles, quatro ou cinco mulheres moças, nuas como eles, que não pareciam mal. Entre elas andava uma com uma coxa, do joelho até o quadril, e a nádega, toda tinta daquela tintura preta; e o resto, tudo da sua própria cor. Outra trazia ambos os joelhos, com as curvas assim tintas, e também os colos dos pés; e suas vergonhas tão nuas e com tanta inocência descobertas, que nisso não havia nenhuma vergonha. Também andava aí outra mulher moça com um menino ou menina ao colo, atado com um pano (não sei de quê) aos peitos, de modo que apenas as perninhas lhe apareciam. Mas as pernas da mãe e o resto não traziam pano algum."


https://www.sohistoria.com.br/curiosidades/carta/p4.php
Leia o trecho: "Ali veríeis galantes, pintados de preto e vermelho, e quartejados, assim nos corpos, como nas pernas, que, certo, pareciam bem assim."
Considerando a forma como o narrador apresenta as pessoas observadas, é correto inferir que o trecho:
Alternativas
Q4396202 Português
    A regulamentação das reservas indígenas busca garantir às comunidades o direito à terra e à preservação de seus modos de vida.

     Embora existam normas para proteger essas áreas, ainda há desafios relacionados à fiscalização e à ocupação irregular. É necessário que o poder público haja de forma articulada, para que os direitos previstos na legislação sejam respeitados.

    Além disso, há debates sobre mecanismos de demarcação, proteção territorial e participação das comunidades.

     Assim, a regulamentação deve conciliar a proteção dos territórios tradicionais com o cumprimento das normas constitucionais.
Indique a alternativa com discrepâncias sobre os valores semânticos de termos ou expressões do texto: 
Alternativas
Q4396149 Português
Assinale a alternativa que apresenta um oxímoro:
Alternativas
Q4396148 Português

O jogador que leu Tolstói


(Ramires Linhares)



    Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.


    Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.


    Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.


    Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.


    Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.


    Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.


    Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.


    Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.


    Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834

Leia o fragmento:



“Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana.”



A respeito do termo em destaque, afirma-se o seguinte:



I. Trata-se de um neologismo.


II. Além de “bonito” ou “desejável”, carrega também a conotação de “interessante ou chamativo o suficiente para gerar uma boa foto pública”.


III. Não deve ser grafada com acento.



Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q4396144 Português

O jogador que leu Tolstói


(Ramires Linhares)



    Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.


    Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.


    Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.


    Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.


    Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.


    Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.


    Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.


    Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.


    Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834

Ainda de acordo com o texto, é correto inferir que:
Alternativas
Q4396143 Português

O jogador que leu Tolstói


(Ramires Linhares)



    Lev Nikoláievitch Tolstói (1828/1910) foi um escritor russo, reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos, escreveu “A Morte de Ivan Ilitch” em 1886, uma história curta sobre um homem que passou a vida fazendo tudo aquilo que a sociedade considerava certo. Estudou, construiu carreira, casou-se, comprou uma casa bonita, buscou prestígio e manteve uma aparência respeitável. Até que adoeceu.


    Foi quando percebeu uma coisa incômoda: talvez tivesse passado a vida inteira preocupado em parecer feliz, correto e bem-sucedido, sem nunca ter parado para perguntar se, de fato, era feliz.


    Li o livro mais de uma vez (como deve ser), cheguei a achar meio “água com açúcar” ou que tinha sido escrito de trás pra frente. A ideia de que é um livro sobre a morte fica para trás depois do meio. É um livro sobre a vida. A vida que levamos enquanto achamos que ainda temos muito tempo.


    Recentemente, aqui no Brasil, um episódio chamou a atenção para o livro de Tolstói, inclusive com semelhanças de enredo. O jogador de futebol Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, contou que leu “A Morte de Ivan Ilitch” e recomendou o livro.


    Pronto! Foi o suficiente para causar surpresa. Não pelo Tolstói. Pelo Scarpa.


    Como assim, um jogador de futebol lendo literatura russa do século XIX? A reação diz muito sobre nós. Parece que ainda distribuímos as pessoas em gavetas: jogador joga bola, médico cuida de doente, advogado fala difícil, jornalista escreve e professor lê. Se o sujeito sair da gaveta, dá um bug no sistema.


    Mas Scarpa pode jogar futebol e ler Tolstói. Pode discutir escalação, salário e campeonato e, no intervalo disso tudo, pensar sobre a brevidade da vida. Essa é a graça. Porque Tolstói escreveu sobre um homem que passou a vida inteira tentando cumprir o papel que esperavam dele. E nós continuamos fazendo isso, só que agora com celular, cartão de crédito, grupo de WhatsApp e uma necessidade permanente de parecer bem nas redes sociais, inflando incondicionalmente o nosso ego.


    Ivan Ilitch queria parecer bem-sucedido. As pessoas reais de hoje também. E, se possível, felizes, produtivas, jovens, interessantes e num lugar instagramável no fim de semana. A diferença é que Ivan descobriu tudo isso tarde demais. Nós ainda estamos em campo. As questões filosóficas abordadas por Tolstói, adaptadas aos nossos tempos, deveriam ser bem mais incômodas, mas não são, afinal, a gente acha que ler Tolstói não é pra todos, não é pra gente.


    Ivan Ilitch descobriu como deveria viver só depois de morrer. Morrer, talvez, nem seja o problema. Chegar ao último capítulo e descobrir que passamos a vida escrevendo para agradar os outros, isso sim, pode ser um problema.


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/o-jogador-que-leu-tolstoi-39834

De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4396140 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professor bem preparado para quê?


    Dados sobre o ensino no País animam e preocupam. São uma espécie de resumo das contradições de um país que cresce sem romper sua imensa desigualdade social. Muitos índices de educação dos jovens melhoraram na última década, mas mais de 7 milhões de jovens não concluíram o ensino médio e estão fora das escolas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de alunos cresce, mas milhões deles concluem o ciclo básico com conhecimentos inferiores aos considerados necessários para agir com autonomia, espírito crítico e iniciativa num mundo em rápidas transformações tecnológicas. Superar essa deficiência exige professores adequadamente preparados. É desolador, no entanto, constatar que são escassas as políticas públicas com esse objetivo e, pior, observar que certas ações do poder público enfraquecem o papel do professor, o que pode comprometer o aprendizado e o futuro do aluno.

    Programas para o aperfeiçoamento da docência na rede pública existem. Desde 2007, a Universidade de São Paulo (USP) mantém o programa Encontro USP-Escola, para, como explica, “promover a formação continuada de docentes da educação básica e promover a interlocução entre a universidade e a escola”.

    Surgido de uma iniciativa do Instituto de Física da USP, o encontro vinha sendo bastante procurado por professores da rede pública. Em 2023, foram 1.607 inscritos; em 2024, 1.170; em 2025, 1.219. Em 2026, segundo informações preliminares, foram cerca de 600. O que aconteceu? Desalento dos professores? Não parece uma hipótese descartável, pelo menos no caso dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Está havendo uma rápida substituição de professores efetivos por temporários. Alguns dados mostram a rapidez e a extensão desse processo. Em 2023, pela primeira vez, os temporários (101 mil) superaram os efetivos (90,5 mil), segundo uma pesquisa do Todos pela Educação, uma instituição privada que luta pela melhoria do ensino público.

    Do ponto de vista pedagógico, no entanto, talvez a mudança que mais afetou o trabalho dos professores dessa rede tenha sido a evolução do projeto de adotar materiais didáticos digitais (basicamente slides) obrigatórios em sala de aula. Instituições que congregam professores da rede pública têm afirmado que esse modelo, chamado de plataformização do ensino, por meio do uso intensivo de material digital nas salas de aula, vem acompanhado de uma espécie de privatização do ensino público (em razão do aumento dos gastos com a compra de equipamentos e material didático fornecidos por empresas privadas).

    No entanto, seu efeito mais preocupante, de acordo com essas instituições, é a drástica redução do papel do professor na sala de aula. O Grupo Escola Pública e Democracia (Gepud) acrescenta que o uso intenso das plataformas tem causado desinteresse e cansaço nos estudantes e contraria a tendência mundial de reduzir a utilização das tecnologias digitais e o tempo de uso de telas por crianças e adolescentes. Mais ainda, “as plataformas retiram dos professores a essência da atividade docente: o planejamento, a organização e a condução de suas aulas”.

    Na essência, então, professor bem preparado para quê? Apenas para orientar os alunos sobre como manejar uma máquina?


(Jorge J. Okubaro. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.06.2026. Adaptado)


De acordo com Angela Kleiman (Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura, 2004), a modalização no texto corresponde a “expressões que indicam o grau de comprometimento do autor com a verdade, ou a justeza da informação, relativizando-a ou para mais, a certeza absoluta, ou para menos, a possibilidade mais remota.” Esta última torna a proposição não categórica, o que se comprova com a passagem:
Alternativas
Q4396139 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professor bem preparado para quê?


    Dados sobre o ensino no País animam e preocupam. São uma espécie de resumo das contradições de um país que cresce sem romper sua imensa desigualdade social. Muitos índices de educação dos jovens melhoraram na última década, mas mais de 7 milhões de jovens não concluíram o ensino médio e estão fora das escolas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de alunos cresce, mas milhões deles concluem o ciclo básico com conhecimentos inferiores aos considerados necessários para agir com autonomia, espírito crítico e iniciativa num mundo em rápidas transformações tecnológicas. Superar essa deficiência exige professores adequadamente preparados. É desolador, no entanto, constatar que são escassas as políticas públicas com esse objetivo e, pior, observar que certas ações do poder público enfraquecem o papel do professor, o que pode comprometer o aprendizado e o futuro do aluno.

    Programas para o aperfeiçoamento da docência na rede pública existem. Desde 2007, a Universidade de São Paulo (USP) mantém o programa Encontro USP-Escola, para, como explica, “promover a formação continuada de docentes da educação básica e promover a interlocução entre a universidade e a escola”.

    Surgido de uma iniciativa do Instituto de Física da USP, o encontro vinha sendo bastante procurado por professores da rede pública. Em 2023, foram 1.607 inscritos; em 2024, 1.170; em 2025, 1.219. Em 2026, segundo informações preliminares, foram cerca de 600. O que aconteceu? Desalento dos professores? Não parece uma hipótese descartável, pelo menos no caso dos professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Está havendo uma rápida substituição de professores efetivos por temporários. Alguns dados mostram a rapidez e a extensão desse processo. Em 2023, pela primeira vez, os temporários (101 mil) superaram os efetivos (90,5 mil), segundo uma pesquisa do Todos pela Educação, uma instituição privada que luta pela melhoria do ensino público.

    Do ponto de vista pedagógico, no entanto, talvez a mudança que mais afetou o trabalho dos professores dessa rede tenha sido a evolução do projeto de adotar materiais didáticos digitais (basicamente slides) obrigatórios em sala de aula. Instituições que congregam professores da rede pública têm afirmado que esse modelo, chamado de plataformização do ensino, por meio do uso intensivo de material digital nas salas de aula, vem acompanhado de uma espécie de privatização do ensino público (em razão do aumento dos gastos com a compra de equipamentos e material didático fornecidos por empresas privadas).

    No entanto, seu efeito mais preocupante, de acordo com essas instituições, é a drástica redução do papel do professor na sala de aula. O Grupo Escola Pública e Democracia (Gepud) acrescenta que o uso intenso das plataformas tem causado desinteresse e cansaço nos estudantes e contraria a tendência mundial de reduzir a utilização das tecnologias digitais e o tempo de uso de telas por crianças e adolescentes. Mais ainda, “as plataformas retiram dos professores a essência da atividade docente: o planejamento, a organização e a condução de suas aulas”.

    Na essência, então, professor bem preparado para quê? Apenas para orientar os alunos sobre como manejar uma máquina?


(Jorge J. Okubaro. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.06.2026. Adaptado)


Como dizem H&H, uma elipse é uma substituição por zero (p. 89), é um mecanismo relativamente bem conhecido (...).

(Sírio Possenti, Discurso, estilo e subjetividade, 2001)

O mecanismo de organização textual citado por Sírio Possenti ocorre na seguinte passagem do texto:
Alternativas
Respostas
741: D
742: D
743: C
744: A
745: D
746: A
747: D
748: E
749: A
750: A
751: A
752: C
753: A
754: C
755: C
756: D
757: B
758: A
759: D
760: A