Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 130.666 questões
A questão refere-se ao texto abaixo.
IBGE aponta que 5,5 milhões de pessoas no RS sofreram impactos causados pelas enchentes
Dados da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul podem ser usados para lidar com novos eventos climáticos extremos
O IBGE divulgou no dia 1º de julho dados da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul (PEERS) e revelou que 88% dos domicílios registraram algum tipo de ocorrência relacionada às enchentes daquele ano. As estimativas indicam que haviam 6.333.727 moradores nas regiões afetadas, com um total de domicílios estimados em 2.328.093. Dentre os domicílios entrevistados entre 15 de setembro de 2025 e 27 de fevereiro de 2026, 68,7% dos informantes relataram impactos em seu bairro ou nas ruas e rodovias próximas, enquanto 55,5% dos entrevistados relataram danos nas estruturas de suas casas. Foram relatadas interrupções em serviços básicos, como água e energia elétrica, em 66,3% das residências.
Augusto José Pereira Filho, professor do Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, explica que as razões para as chuvas de 2024 terem sido tão intensas no Rio Grande do Sul possuem relação com o El Niño, que consiste no aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial e no aumento da precipitação profunda de nuvens, podendo chegar a 20 quilômetros de profundidade na área.
Pereira Filho reitera a importância de investir em tecnologias que permitam uma previsão do tempo mais ___ frente e em infraestrutura para suportar os impactos climáticos. “Os modelos mais avançados têm um horizonte de previsão em até 15 dias, por exemplo. Eles podem dar uma orientação ___ defesa civil, que precisa estar bem informada dessas condições e a partir daí haver um planejamento do governo, tanto federal como estadual, para mitigar o evento. Não dá para reduzir as perdas de vida e materiais ___ zero; em qualquer lugar do mundo, você tem sempre vítimas, mas é possível reduzir os números. Há também ações estruturais, e foram essas que acabaram causando muito problema lá no Rio Grande do Sul. Barragens e sistemas de escoamento da água pelo rio precisam de manutenção, visto que se trata de uma modificação do ambiente pelo homem. Lá no Rio Grande do Sul, nessa época, as estruturas hidráulicas falharam, e isso resultou num aumento das perdas, feito do excesso de águas para o Rio Grande do Sul.”
Wagner Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências Humanas da USP, reforça como as populações mais vulneráveis estão sujeitas aos maiores impactos das mudanças climáticas.
“Os dados do IBGE indicam claramente que o Brasil é um dos países mais afetados pelas mudanças climáticas. A vulnerabilidade social no País é bastante elevada; nós temos, não apenas nas eras urbanas, mas principalmente nelas, populações que vivem em condições vulneráveis, sujeitas aos efeitos de chuvas intensas, como, por exemplo, o escorregamento de vertentes, alagamentos, enchentes e outras questões.”
Ribeiro explica ainda que, mesmo com os eventos climáticos extremos, algumas populações não têm o privilégio de poder se mudar para outros lugares. “É necessário que o Estado tome ações mais diretas de oferecer alternativas mais adequadas para evitar que todo ano a população tenha prejuízos materiais”, conclui.
Texto Adaptado.
Considere as afirmações a seguir, relativas à estrutura, ao gênero e à tipologia textual.
I. A introdução do texto apresenta o assunto central, qual seja, a efetividade dos serviços básicos de água e energia elétrica após as enchentes de 2024.
II. O gênero textual enquadra-se na categoria injuntiva, tendo em vista a presença de um ponto de vista explícito e o predomínio de linguagem conotativa.
III. Todos os parágrafos do texto são constituídos por mais de um período.
IV. O texto foi escrito de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, com predomínio de vocabulário formal e de linguagem denotativa.
Está(ão) correta(s):
A questão refere-se ao texto abaixo.
IBGE aponta que 5,5 milhões de pessoas no RS sofreram impactos causados pelas enchentes
Dados da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul podem ser usados para lidar com novos eventos climáticos extremos
O IBGE divulgou no dia 1º de julho dados da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul (PEERS) e revelou que 88% dos domicílios registraram algum tipo de ocorrência relacionada às enchentes daquele ano. As estimativas indicam que haviam 6.333.727 moradores nas regiões afetadas, com um total de domicílios estimados em 2.328.093. Dentre os domicílios entrevistados entre 15 de setembro de 2025 e 27 de fevereiro de 2026, 68,7% dos informantes relataram impactos em seu bairro ou nas ruas e rodovias próximas, enquanto 55,5% dos entrevistados relataram danos nas estruturas de suas casas. Foram relatadas interrupções em serviços básicos, como água e energia elétrica, em 66,3% das residências.
Augusto José Pereira Filho, professor do Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, explica que as razões para as chuvas de 2024 terem sido tão intensas no Rio Grande do Sul possuem relação com o El Niño, que consiste no aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial e no aumento da precipitação profunda de nuvens, podendo chegar a 20 quilômetros de profundidade na área.
Pereira Filho reitera a importância de investir em tecnologias que permitam uma previsão do tempo mais ___ frente e em infraestrutura para suportar os impactos climáticos. “Os modelos mais avançados têm um horizonte de previsão em até 15 dias, por exemplo. Eles podem dar uma orientação ___ defesa civil, que precisa estar bem informada dessas condições e a partir daí haver um planejamento do governo, tanto federal como estadual, para mitigar o evento. Não dá para reduzir as perdas de vida e materiais ___ zero; em qualquer lugar do mundo, você tem sempre vítimas, mas é possível reduzir os números. Há também ações estruturais, e foram essas que acabaram causando muito problema lá no Rio Grande do Sul. Barragens e sistemas de escoamento da água pelo rio precisam de manutenção, visto que se trata de uma modificação do ambiente pelo homem. Lá no Rio Grande do Sul, nessa época, as estruturas hidráulicas falharam, e isso resultou num aumento das perdas, feito do excesso de águas para o Rio Grande do Sul.”
Wagner Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências Humanas da USP, reforça como as populações mais vulneráveis estão sujeitas aos maiores impactos das mudanças climáticas.
“Os dados do IBGE indicam claramente que o Brasil é um dos países mais afetados pelas mudanças climáticas. A vulnerabilidade social no País é bastante elevada; nós temos, não apenas nas eras urbanas, mas principalmente nelas, populações que vivem em condições vulneráveis, sujeitas aos efeitos de chuvas intensas, como, por exemplo, o escorregamento de vertentes, alagamentos, enchentes e outras questões.”
Ribeiro explica ainda que, mesmo com os eventos climáticos extremos, algumas populações não têm o privilégio de poder se mudar para outros lugares. “É necessário que o Estado tome ações mais diretas de oferecer alternativas mais adequadas para evitar que todo ano a população tenha prejuízos materiais”, conclui.
Texto Adaptado.
A questão refere-se ao texto abaixo.
IBGE aponta que 5,5 milhões de pessoas no RS sofreram impactos causados pelas enchentes
Dados da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul podem ser usados para lidar com novos eventos climáticos extremos
O IBGE divulgou no dia 1º de julho dados da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul (PEERS) e revelou que 88% dos domicílios registraram algum tipo de ocorrência relacionada às enchentes daquele ano. As estimativas indicam que haviam 6.333.727 moradores nas regiões afetadas, com um total de domicílios estimados em 2.328.093. Dentre os domicílios entrevistados entre 15 de setembro de 2025 e 27 de fevereiro de 2026, 68,7% dos informantes relataram impactos em seu bairro ou nas ruas e rodovias próximas, enquanto 55,5% dos entrevistados relataram danos nas estruturas de suas casas. Foram relatadas interrupções em serviços básicos, como água e energia elétrica, em 66,3% das residências.
Augusto José Pereira Filho, professor do Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, explica que as razões para as chuvas de 2024 terem sido tão intensas no Rio Grande do Sul possuem relação com o El Niño, que consiste no aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial e no aumento da precipitação profunda de nuvens, podendo chegar a 20 quilômetros de profundidade na área.
Pereira Filho reitera a importância de investir em tecnologias que permitam uma previsão do tempo mais ___ frente e em infraestrutura para suportar os impactos climáticos. “Os modelos mais avançados têm um horizonte de previsão em até 15 dias, por exemplo. Eles podem dar uma orientação ___ defesa civil, que precisa estar bem informada dessas condições e a partir daí haver um planejamento do governo, tanto federal como estadual, para mitigar o evento. Não dá para reduzir as perdas de vida e materiais ___ zero; em qualquer lugar do mundo, você tem sempre vítimas, mas é possível reduzir os números. Há também ações estruturais, e foram essas que acabaram causando muito problema lá no Rio Grande do Sul. Barragens e sistemas de escoamento da água pelo rio precisam de manutenção, visto que se trata de uma modificação do ambiente pelo homem. Lá no Rio Grande do Sul, nessa época, as estruturas hidráulicas falharam, e isso resultou num aumento das perdas, feito do excesso de águas para o Rio Grande do Sul.”
Wagner Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências Humanas da USP, reforça como as populações mais vulneráveis estão sujeitas aos maiores impactos das mudanças climáticas.
“Os dados do IBGE indicam claramente que o Brasil é um dos países mais afetados pelas mudanças climáticas. A vulnerabilidade social no País é bastante elevada; nós temos, não apenas nas eras urbanas, mas principalmente nelas, populações que vivem em condições vulneráveis, sujeitas aos efeitos de chuvas intensas, como, por exemplo, o escorregamento de vertentes, alagamentos, enchentes e outras questões.”
Ribeiro explica ainda que, mesmo com os eventos climáticos extremos, algumas populações não têm o privilégio de poder se mudar para outros lugares. “É necessário que o Estado tome ações mais diretas de oferecer alternativas mais adequadas para evitar que todo ano a população tenha prejuízos materiais”, conclui.
Texto Adaptado.
Leia as afirmações a seguir, relativas a ideias que podem ser depreendidas a partir da leitura do texto.
I. O El Niño, fenômeno que reflete o aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, é proveniente do Hemisfério Sul.
II. Quase 90% dos domicílios gaúchos registraram algum tipo de ocorrência decorrente da enchente de 2024, segundo o IBGE.
III. O professor Wagner Ribeiro afirma ser necessário o Estado oferecer alternativas mais adequadas para evitar que todo ano a população tenha prejuízos materiais com os impactos das mudanças climáticas.
IV. Segundo Pereira Filho, as estruturas hidráulicas do Rio Grande do Sul são arcaicas e ineficientes, o que deveria ser sanado com a busca de infraestrutura de países avançados.
Quais estão corretas?
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
Com bandeiras e slogans, robôs fazem 'protesto' contra uso descontrolado da IA na Polônia
Marcha foi organizada pelo 'Democratism', iniciativa que discute papel da inteligência artifi cial no mercado de trabalho
Agitando bandeiras, entoando slogans e marchando em círculo, cerca de 30 robôs tomaram as ruas de Varsóvia nesta segunda-feira (7) para exigir que a Polônia regulamente a inteligência artifi cial (IA). A marcha foi organizada pelo "Democratism", uma iniciativa que, segundo seu site, busca lançar um debate sobre "como a IA e a robotização afetam o mercado de trabalho".
"Os robôs aqui presentes devem mostrar que essa tecnologia já é uma realidade", disse à AFP o Agibot A3, um robô humanoide com IA.
Slogans como "Defendam os empregos", "Chegou a hora das regras" e "Não esperem, regulamentem" podiam ser ouvidos nos alto-falantes dos robôs.
"Em particular, queremos destacar o problema da potencial substituição de pessoas por robôs humanoides e inteligência artifi cial em trabalhos cognitivos", disse o organizador da manifestação, Grzegorz Kulis."Se não reagirmos agora, poderemos ter um problema em breve", acrescentou, salientando a necessidade de "regras e regulamentos que sirvam de escudo protetor para os trabalhadores".
O protesto ocorreu em frente ao Ministério de Assuntos Digitais, e seu titular, Krzysztof Gawkowski, aproximou-se e conversou com Kulis.
"Modelos de IA sem controle, implementados em humanoides que continuarão evoluindo com o avanço da robotização, representam um problema grave", disse o ministro.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/09/07/combandeiras-e-slogans-robos-fazem-protesto-contra-uso-descontrolado-da-ia-napolonia.ghtml. Acesso em 07/09/2026.
I. Nesse contexto, a expressão “não verei o sol nascer amanhã” tem sentido denotativo.
II. Analisando apenas o primeiro quadrinho, a expressão “não verei o sol nascer amanhã” poderia ser um eufemismo.
III. A fala “estou muito cansado” apresenta uma metáfora relacionada ao sono.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Pode se dar devido a uma quebra de expectativa em relação ao nível de conexões sociais significativas esperadas por um indivíduo.
( ) É uma questão de fácil resolução, pois é só fazer com que as pessoas se reúnam em um mesmo ambiente.
( ) É um fator de risco apenas para a saúde mental, pois não apresenta quaisquer riscos para outros sistemas do corpo.
"A foto revelada pela pesquisa é a de uma rede que digitalizou primeiro e foi discutir depois. As plataformas já estão em quase todas as escolas públicas, enquanto o debate sobre proteção de dados chegou à metade delas."
Considerando os mecanismos de coesão presentes nos trechos, assinale a alternativa correta.
Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia
Por Rafael Cardoso

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “[...] a informação precisa ser tratada com a devida gravidade e provocar esforços urgentes para mudar o cenário”.
• “O especialista diz que a humanidade pode redesenhar o próprio futuro neste planeta”.
Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia
Por Rafael Cardoso

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Aquecimento além de 1,5 °C ameaça saúde, agricultura e economia
Por Rafael Cardoso

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/aquecimento-alem-de15degc-ameaca-saude-agricultura-e-economia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. “A conclusão é de especialistas diante do anúncio das Nações Unidas de que o planeta deve ultrapassar o limite de 1,5 °C de aquecimento nos próximos anos”.
2. “Fazendo uma conta bem rápida, teríamos três ou quatro anos para limitar o aquecimento, se continuarmos no ritmo atual de emissões”.
3. “Perdas em infraestrutura, agricultura, saúde e energia já representam 2% do PIB global”.
4. “Margulis também destaca que os governos precisarão ampliar os investimentos em adaptação”.
Coluna 2
( ) Acrescentar uma informação ou um argumento.
( ) Estabelecer uma relação de condição.
( ) Indicar a localização temporal de uma situação.
( ) Retomar uma ideia apresentada anteriormente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: