Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.155 questões
I. A autora teve como objetivo principal expor argumentos em defesa da tese, usando estratégias argumentativas da exemplificação.
II. O texto apresenta argumentos que afirmam os benefícios da romã contra AVC e infarto.
III. Predominam no texto as funções de linguagem metalinguística e referencial.
IV. Pode-se inferir que a romã tem um potencial cardiovascular curativo.
Marque a alternativa correta:
Qual é a alternativa correta?
Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança.
In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro.
Internet:
Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança.
In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro.
Internet:
Texto para a questão.

Carl Sagan. Ciência e esperança.
In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro.
Internet:
TRAVERSO, Enzo. A história como campo de batalha. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.
Em "A história como campo de batalha" (2016), Enzo Traverso problematiza o conceito de totalitarismo, destacando que sua formulação e seus usos não podem ser dissociados das disputas políticas, intelectuais e culturais do século XX, particularmente no contexto do pós-guerra e da Guerra Fria.
Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O conceito de totalitarismo deve ser compreendido como construção histórica, marcada por usos políticos e disputas ideológicas.
II. A categoria de totalitarismo possui caráter universal e descritivo, aplicável de forma neutra a diferentes regimes políticos.
III. As disputas em torno do conceito de totalitarismo revelam conflitos de memória e projetos políticos no século XX.
IV. A crítica de Traverso implica a rejeição do conceito de totalitarismo pela historiografia contemporânea.
Está CORRETO o que se afirma em:
CABRAL, Ivan. Blog Sorriso Pensante: humor gráfico e
derivados. Disponível em: https://www.ivancabral.com/.
Acesso em: 05 jan. 2026. Na charge, a linguagem visual expressa o sentido crítico do texto por meio da figura de linguagem:
I. O texto é construído com vários trechos polissêmicos, em sentido figurado, deslocando palavras do contexto religioso para o contexto biológico. Tal peculiaridade fica evidente nos versos da primeira estrofe do cordel.
II. Há um efeito de sentido muito significativo, quando são construídas algumas equiparações de elementos, tais como: “cigarras” (v.8) e “formigas” (v.9), “cobras” e “tigres” (v.13).
III. A palavra “corguinhos” (v.4) pode ser considerada um sinônimo de “pássaros” e “rolinhas” (v.7).
IV. A última estrofe do cordel (v.35 - 38), traz uma imagem ambígua, negativa e muito pesada a respeito dos antepassados da autora.
São verdadeiros:
Pois não é que a boiada arrancou! Nada de bonito como eu pensava. Chega fiquei me tremendo de medo! Com o coração em tempo de saltar pela boca. O gado vinha dividido não sei em quantas malocas. Mas pareceu que era assim como se uma combina. Que eles vinham de língua passada. A maloca da frente arrancou. As demais arrancaram também a um só tempo. Meteram os peitos na lagoa, que foi uma coisa doida! Parecia que a terra ia virando pelo avesso e a água toda se derramando nos ares. Atravessaram a lagoa e se atufaram na caatinga, lá no outro lado. Nunca vi zoada tão grande! Uma quebradeira de paus, um trovão estremecendo a terra! Tive mesmo a impressão que o mundo ia se acabar daquela vez.
IBIAPINA, Fontes. Trinta e dois e tangerinos. Teresina: Corisco, 2002.
Os recursos linguísticos mobilizados no fragmento de Tangerinos, de Fontes Ibiapina, evidenciam uma linguagem predominantemente caracterizada por:
I. O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.
II. O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.
III. O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.
É correto o que se afirma em:
I. O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.
II. O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.
III. O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.
É correto o que se afirma em: