Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões
O termo em destaque foi utilizado para retomar e se referir à:
Com base no texto sobre relações humanas no ambiente hospitalar, analise as afirmações:
I. A comunicação e o respeito entre os profissionais favorecem o trabalho em equipe.
II. Conflitos constantes melhoram o desempenho das equipes hospitalares.
III. A cooperação contribui para um ambiente mais organizado e seguro.
IV. O convívio profissional não interfere nos resultados do serviço de saúde.
V. As relações humanas influenciam diretamente o clima de trabalho e a qualidade do atendimento.
Assinale as afirmações verdadeiras:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
"Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos relativamente baixos durante o período glacial."
"Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual."
Analise os trechos acima, considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados, e marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas.
(__) A expressão 'esse isolamento' retoma o mecanismo de aquecimento oculto, estabelecendo uma relação de coesão referencial por meio de sinonímia.
(__) A oração 'em um processo que reescreve a cronologia climática' estabelece coesão temática ao explicitar o efeito do reservatório de carbono.
(__) O pronome relativo 'que', em 'um processo que reescreve a cronologia climática', estabelece coesão referencial ao retomar explicitamente 'o CO?'.
(__) A conjunção 'embora' pode ser substituída 'ainda que', mantendo o sentido essencial da oração.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.
Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.
O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.
Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.
Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".
Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.
O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.
Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.
O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.
Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.
Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.
https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
I. O medo de envelhecer da Geração Z substituiu a obsessão pela magreza dos millennials , mas gerou outro tipo de comportamento compulsivo.
II. Antes da Geração Z, era socialmente aceitável fazer comentários sobre o corpo das pessoas, especialmente sobre o peso.
III. A indústria cosmética cria demanda a partir de medos artificiais sobre envelhecimento precoce, fazendo com que jovens e adultos acreditem que devem usar produtos antes de precisarem.
IV. Existe uma nova forma de pressão estética sobre crianças e adolescentes, semelhante à pressão que antes afetava apenas adultos.
V. A obsessão por uma pele perfeita entre adolescentes pode aumentar a ansiedade e a insatisfação corporal, mesmo sem relação direta com transtornos alimentares.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no trecho, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. O conectivo 'embora' introduz uma relação de concessão, estabelecendo contraste entre o benefício dos produtos para adultos e os possíveis efeitos nocivos quando utilizados por pessoas jovens, podendo ser substituído por 'porquanto', sem prejuízo do sentido essencial do enunciado.
II. Em '...quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações' estabelece uma relação de condição e restringe a ocorrência dos efeitos nocivos, contribuindo para a progressão coerente do enunciado.
III. O pronome relativo 'que' retoma exclusivamente 'produtos de renovação celular', sendo responsável por introduzir uma oração explicativa que não interfere na delimitação do referente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
I. O medo de envelhecer da Geração Z substituiu a obsessão pela magreza dos millennials , mas gerou outro tipo de comportamento compulsivo.
II. Antes da Geração Z, era socialmente aceitável fazer comentários sobre o corpo das pessoas, especialmente sobre o peso.
III. A indústria cosmética cria demanda a partir de medos artificiais sobre envelhecimento precoce, fazendo com que jovens e adultos acreditem que devem usar produtos antes de precisarem.
IV. Existe uma nova forma de pressão estética sobre crianças e adolescentes, semelhante à pressão que antes afetava apenas adultos.
V. A obsessão por uma pele perfeita entre adolescentes pode aumentar a ansiedade e a insatisfação corporal, mesmo sem relação direta com transtornos alimentares.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no trecho, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. O conectivo 'embora' introduz uma relação de concessão, estabelecendo contraste entre o benefício dos produtos para adultos e os possíveis efeitos nocivos quando utilizados por pessoas jovens, podendo ser substituído por 'porquanto', sem prejuízo do sentido essencial do enunciado.
II. Em '...quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações' estabelece uma relação de condição e restringe a ocorrência dos efeitos nocivos, contribuindo para a progressão coerente do enunciado.
III. O pronome relativo 'que' retoma exclusivamente 'produtos de renovação celular', sendo responsável por introduzir uma oração explicativa que não interfere na delimitação do referente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
I. O medo de envelhecer da Geração Z substituiu a obsessão pela magreza dos millennials, mas gerou outro tipo de comportamento compulsivo.
II. Antes da Geração Z, era socialmente aceitável fazer comentários sobre o corpo das pessoas, especialmente sobre o peso.
III. A indústria cosmética cria demanda a partir de medos artificiais sobre envelhecimento precoce, fazendo com que jovens e adultos acreditem que devem usar produtos antes de precisarem.
IV. Existe uma nova forma de pressão estética sobre crianças e adolescentes, semelhante à pressão que antes afetava apenas adultos.
V. A obsessão por uma pele perfeita entre adolescentes pode aumentar a ansiedade e a insatisfação corporal, mesmo sem relação direta com transtornos alimentares.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
I. O conectivo 'embora' introduz uma relação de concessão, estabelecendo contraste entre o benefício dos produtos para adultos e os possíveis efeitos nocivos quando utilizados por pessoas jovens, podendo ser substituído por 'porquanto', sem prejuízo do sentido essencial do enunciado.
II. Em '...quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações' estabelece uma relação de condição e restringe a ocorrência dos efeitos nocivos, contribuindo para a progressão coerente do enunciado.
III. O pronome relativo 'que' retoma exclusivamente 'produtos de renovação celular', sendo responsável por introduzir uma oração explicativa que não interfere na delimitação do referente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
I. O medo de envelhecer da Geração Z substituiu a obsessão pela magreza dos millennials , mas gerou outro tipo de comportamento compulsivo.
II. Antes da Geração Z, era socialmente aceitável fazer comentários sobre o corpo das pessoas, especialmente sobre o peso.
III. A indústria cosmética cria demanda a partir de medos artificiais sobre envelhecimento precoce, fazendo com que jovens e adultos acreditem que devem usar produtos antes de precisarem.
IV. Existe uma nova forma de pressão estética sobre crianças e adolescentes, semelhante à pressão que antes afetava apenas adultos.
V. A obsessão por uma pele perfeita entre adolescentes pode aumentar a ansiedade e a insatisfação corporal, mesmo sem relação direta com transtornos alimentares.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no trecho, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. O conectivo 'embora' introduz uma relação de concessão, estabelecendo contraste entre o benefício dos produtos para adultos e os possíveis efeitos nocivos quando utilizados por pessoas jovens, podendo ser substituído por 'porquanto', sem prejuízo do sentido essencial do enunciado.
II. Em '...quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações' estabelece uma relação de condição e restringe a ocorrência dos efeitos nocivos, contribuindo para a progressão coerente do enunciado.
III. O pronome relativo 'que' retoma exclusivamente 'produtos de renovação celular', sendo responsável por introduzir uma oração explicativa que não interfere na delimitação do referente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A disciplina no trabalho é essencial para o desempenho do vigia, pois garante o cumprimento de horários, rotinas de ronda, normas de segurança e registros de ocorrências. Um profissional disciplinado mantém atenção constante, segue orientações da instituição e age com responsabilidade, prevenindo falhas que podem comprometer a segurança das pessoas e do patrimônio público. Essa postura fortalece a confiança no serviço e contribui para um ambiente mais organizado e protegido.
Situação-problema
Durante seu plantão, o vigia deve seguir regras, horários e procedimentos estabelecidos pela instituição.
Leia as afirmações sobre a disciplina no trabalho:
I. Cumprir horários e rotinas de vigilância contribui para a segurança do local.
II. Seguir normas e registrar ocorrências faz parte da conduta disciplinada do vigia.
III. A disciplina não interfere na qualidade do serviço de vigilância.
IV. O vigia pode descumprir regras sem causar prejuízos ao trabalho.
Assinale a alternativa correta:
A prevenção de acidentes é uma responsabilidade importante do vigia, pois contribui para a segurança de funcionários, usuários e visitantes dos prédios públicos. Ao observar riscos como pisos escorregadios, objetos espalhados, iluminação inadequada ou áreas interditadas, o profissional pode sinalizar, comunicar aos responsáveis e evitar quedas, choques e outros incidentes. Essa atuação preventiva preserva vidas, reduz prejuízos e mantém o ambiente organizado e seguro.
Situação-problema:
Durante sua ronda, o vigia identifica situações que podem causar acidentes dentro da unidade. Leia as afirmações sobre prevenção de acidentes:
I. Ignorar pisos molhados e objetos no caminho não traz riscos às pessoas.
II. A prevenção de acidentes não é responsabilidade do vigia.
III. Comunicar situações perigosas aos responsáveis ajuda a evitar acidentes.
IV. Sinalizar áreas de risco contribui para a segurança de todos.
Assinale a alternativa correta:
O controle da entrada e saída de bens é uma atribuição importante do vigia, pois ajuda a proteger o patrimônio público contra furtos, extravios e uso indevido de materiais e equipamentos. Ao conferir autorizações, registrar movimentações e observar o transporte de objetos, o profissional garante que tudo ocorra de forma organizada e dentro das normas. Esse cuidado preserva os recursos públicos e contribui para a segurança e o bom funcionamento da instituição.
No trabalho do vigia, o controle da entrada e saída de bens é importante porque: