Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4205741 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Com base no trecho “A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços [...]” (Fonte: Beleza total - adaptado.), todas as afirmativas apresentam informações corretas, EXCETO:
Alternativas
Q4205739 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Conforme o texto, analisar os itens abaixo:
I. A diferença de produtividade entre os países tem relação com as variações de padrão de vida.
II. A taxa de crescimento da produtividade de um país não tem influência em sua renda média.
III. Melhor nutrição e melhor assistência médica e expectativa de vida mais longa são mais comuns aos cidadãos de países com renda elevada.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4205738 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
A alternativa que substitui as palavras sublinhadas CORRETAMENTE, sem mudar o sentido que o autor emprega no texto, é:
“O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo?” 
Alternativas
Q4205737 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Assinalar a alternativa que substitui a palavra sublinhada, sem modificação no sentido do texto:
“Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo (...)”.
Alternativas
Q4205736 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Conforme a sentença abaixo, assinalar a alternativa CORRETA:
“Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil”.
Alternativas
Q4205677 Português
Ave viaja dos EUA ao Brasil e anilha aponta que animal voou mais de 7 mil quilômetros

        Uma ave marinha viajou 7.451 quilômetros dos Estados Unidos em Massachusetts e foi parar na praia de Regência, em Linhares, no Norte do Espírito Santo.
   
        A ave da espécie Trinta-réis-boreal foi resgatada pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobras.
     
        Quando a ave foi levada para o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM) em Cariacica, na Grande Vitória, a equipe de biólogos e veterinários percebeu que o animal tinha uma anilha na pata.
    
        Ao fazerem a pesquisa, as equipes descobriram que a ave possuía uma anilha estrangeira dos Estados Unidos de uma instituição científica chamada United States Geological Survey.
    
        No sistema constava que a ave foi anilhada quando ainda era um filhote incapaz de voar. Segundo o médico veterinário do IPRAM, Luis Felipe Mayorga, a ave encontrada tem comportamento migratório e pode ser encontrada com frequência no litoral do estado.
    
        "Essas aves se reproduzem no hemisfério norte, e quando se aproxima o inverno lá, se aproximando o verão aqui no hemisfério sul, elas migram para cá. No Espírito Santo, os bandos migratórios podem se aglomerar em bancos de areia na foz do Rio Doce", explicou o veterinário.
    
        O veterinário contou sobre a importância do anilhamento dos animais para pesquisas científicas. Segundo Mayorga, assim é possível saber informações ecológicas e hábitos de vidas dessas aves.

        Mayorga disse ainda que o pesquisador, que estuda essa ave no lá no hemisfério Norte, quando ela migra e vai embora, não consegue acompanhar os bandos.
    
        "Com os anilhamentos, você consegue ter um relatório mostrando as rotas migratórias. Ao longo do caminho vão ficando aves, que ficam fracas e morrem. O anilhamento permite construir o caminho por onde essas aves passam. Quando o sistema é comunicado a instituição original já é comunicada. Ou seja, lá nos Estados Unidos já sabem que a ave foi encontrada, onde foi", explicou o veterinário.
    
        O veterinário também explicou que qualquer pessoa que encontrar uma ave com anilha pode comunicar e colocar as informações em um programa que acompanha os animais.
    
        Mayorga explicou que no Brasil é usado um programa realizado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE) do ICMBio.
    
        "O IPRAM anilha todas as aves marinhas que solta. Qualquer pessoa pode comunicar, se quiser, não precisa ser pesquisador. Aqui mesmo no Brasil, se uma pessoa comum avistou uma ave com anilha e conseguiu o número, ou achou uma carcaça de ave com anilha, ela pode comunicar o CEMAVE. Essas informações são muito valiosas", afirmou o veterinário.

(Fonte: G1 - adaptado.)
O texto é classificado como notícia. Sobre o que está sendo informado ao público?
Alternativas
Q4205676 Português
Ave viaja dos EUA ao Brasil e anilha aponta que animal voou mais de 7 mil quilômetros

        Uma ave marinha viajou 7.451 quilômetros dos Estados Unidos em Massachusetts e foi parar na praia de Regência, em Linhares, no Norte do Espírito Santo.
   
        A ave da espécie Trinta-réis-boreal foi resgatada pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobras.
     
        Quando a ave foi levada para o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM) em Cariacica, na Grande Vitória, a equipe de biólogos e veterinários percebeu que o animal tinha uma anilha na pata.
    
        Ao fazerem a pesquisa, as equipes descobriram que a ave possuía uma anilha estrangeira dos Estados Unidos de uma instituição científica chamada United States Geological Survey.
    
        No sistema constava que a ave foi anilhada quando ainda era um filhote incapaz de voar. Segundo o médico veterinário do IPRAM, Luis Felipe Mayorga, a ave encontrada tem comportamento migratório e pode ser encontrada com frequência no litoral do estado.
    
        "Essas aves se reproduzem no hemisfério norte, e quando se aproxima o inverno lá, se aproximando o verão aqui no hemisfério sul, elas migram para cá. No Espírito Santo, os bandos migratórios podem se aglomerar em bancos de areia na foz do Rio Doce", explicou o veterinário.
    
        O veterinário contou sobre a importância do anilhamento dos animais para pesquisas científicas. Segundo Mayorga, assim é possível saber informações ecológicas e hábitos de vidas dessas aves.

        Mayorga disse ainda que o pesquisador, que estuda essa ave no lá no hemisfério Norte, quando ela migra e vai embora, não consegue acompanhar os bandos.
    
        "Com os anilhamentos, você consegue ter um relatório mostrando as rotas migratórias. Ao longo do caminho vão ficando aves, que ficam fracas e morrem. O anilhamento permite construir o caminho por onde essas aves passam. Quando o sistema é comunicado a instituição original já é comunicada. Ou seja, lá nos Estados Unidos já sabem que a ave foi encontrada, onde foi", explicou o veterinário.
    
        O veterinário também explicou que qualquer pessoa que encontrar uma ave com anilha pode comunicar e colocar as informações em um programa que acompanha os animais.
    
        Mayorga explicou que no Brasil é usado um programa realizado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE) do ICMBio.
    
        "O IPRAM anilha todas as aves marinhas que solta. Qualquer pessoa pode comunicar, se quiser, não precisa ser pesquisador. Aqui mesmo no Brasil, se uma pessoa comum avistou uma ave com anilha e conseguiu o número, ou achou uma carcaça de ave com anilha, ela pode comunicar o CEMAVE. Essas informações são muito valiosas", afirmou o veterinário.

(Fonte: G1 - adaptado.)
Qual a informação principal contida no último parágrafo?
Alternativas
Q4205475 Português
Considerar as seguintes afirmações:

I. Machado de Assis era um competente escritor.
II. Sua produção influenciou muitos autores.
III. Fez parte do movimento modernista.

Essas afirmações integram-se com correção e coerência no seguinte período:
Alternativas
Q4205468 Português
Rayssa Leal é eleita pelo COB a melhor do skate e concorre ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2022


    Rayssa Leal foi eleita pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como a melhor atleta do skate em 2022. A skatista agora está concorrendo ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2022 ao lado de Ana Marcela Cunha (águas abertas) e Rebeca Andrade (ginástica artística). O anúncio das finalistas foi realizado no dia 19 de janeiro. O nome da vencedora será divulgado no dia 2 de fevereiro, em evento na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. 

    Os Melhores Atletas do Ano, no feminino e no masculino, serão definidos por um Colégio Eleitoral formado por jornalistas, dirigentes, Comissão de Atletas do COB, patrocinadores, ex-atletas e personalidades do esporte.

    O COB já havia anunciado Rayssa entre as indicadas ao Prêmio Brasil Olímpico (PBO) 2022 na categoria Atleta da Torcida. A votação fica aberta até momentos antes do final da cerimônia de premiação, que acontece no dia 2 de fevereiro.

    Além de Rayssa, ainda estão na disputa Alison dos Santos (atletismo), Ana Marcela Cunha (águas abertas), Arthur Nory (ginástica artística), Hugo Calderano (tênis de mesa), Marcus D´Almeida (tiro com arco), Rafaela Silva (judô) e Rebeca Andrade (ginástica artística).

    Em 2022, a skatista brasileira conquistou o título do STU Open, de todas as etapas da SLS, incluindo o Super Crown, dos X Games Chiba e de duas etapas do STU National.


(Fonte: Confederação Brasileira de Skateboarding — adaptado.)
A respeito dos verbos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) No trecho “Rayssa Leal foi eleita pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como a melhor atleta do skate em 2022.”, os termos sublinhados podem ser substituídos por “foi nomeada” de maneira a manter o mesmo sentido.
() No trecho “A skatista agora está concorrendo ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2022.”, os termos sublinhados podem ser substituídos por “está competindo” de maneira a manter o mesmo sentido.
( ) No trecho “O nome da vencedora será divulgado no dia 2 de fevereiro, em evento na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.”, os termos sublinhados podem ser substituídos por “será delatado” de maneira a manter o mesmo sentido.
( ) O verbo “haver” em “O COB já havia anunciado Rayssa entre as indicadas [...]” funciona como um verbo de ligação, pois indica um tempo composto.
( ) Em “O anúncio das finalistas foi realizado no dia 19 de janeiro”, o verbo sublinhado é um verbo auxiliar, seguido de um gerúndio para indicar ação passada.
Alternativas
Q4205467 Português
Rayssa Leal é eleita pelo COB a melhor do skate e concorre ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2022


    Rayssa Leal foi eleita pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como a melhor atleta do skate em 2022. A skatista agora está concorrendo ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2022 ao lado de Ana Marcela Cunha (águas abertas) e Rebeca Andrade (ginástica artística). O anúncio das finalistas foi realizado no dia 19 de janeiro. O nome da vencedora será divulgado no dia 2 de fevereiro, em evento na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. 

    Os Melhores Atletas do Ano, no feminino e no masculino, serão definidos por um Colégio Eleitoral formado por jornalistas, dirigentes, Comissão de Atletas do COB, patrocinadores, ex-atletas e personalidades do esporte.

    O COB já havia anunciado Rayssa entre as indicadas ao Prêmio Brasil Olímpico (PBO) 2022 na categoria Atleta da Torcida. A votação fica aberta até momentos antes do final da cerimônia de premiação, que acontece no dia 2 de fevereiro.

    Além de Rayssa, ainda estão na disputa Alison dos Santos (atletismo), Ana Marcela Cunha (águas abertas), Arthur Nory (ginástica artística), Hugo Calderano (tênis de mesa), Marcus D´Almeida (tiro com arco), Rafaela Silva (judô) e Rebeca Andrade (ginástica artística).

    Em 2022, a skatista brasileira conquistou o título do STU Open, de todas as etapas da SLS, incluindo o Super Crown, dos X Games Chiba e de duas etapas do STU National.


(Fonte: Confederação Brasileira de Skateboarding — adaptado.)
Em relação à ideia principal do texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4205085 Português
    A frequência das alergias alimentares aumentou nos últimos 30 anos, principalmente nas sociedades industrializadas.

    O aumento das alergias não se deve simplesmente ao fato de a sociedade estar mais consciente delas e de conseguir diagnosticá-las melhor. Acredita-se que o aumento da sensibilidade aos alimentos esteja relacionado a fatores ambientais e ao estilo de vida ocidental.

    Sabemos que há taxas mais baixas de alergias nos países em desenvolvimento, e que também são mais propensas de ocorrer em áreas urbanas do que rurais.

    Os fatores envolvidos podem incluir poluição, mudanças na dieta e menos exposição a micróbios, que mudam a maneira como nossos sistemas imunológicos reagem.

    Os migrantes parecem apresentar uma __________ maior de asma e alergia alimentar no país em que escolheram viver em relação a seu país de origem, ilustrando ainda mais a importância dos fatores ambientais.

    Não há uma única explicação para um aumento global das alergias a alimentos, mas a ciência tem algumas teorias.

    Uma delas é que a melhoria da higiene pode ser uma das causas, já que as crianças não estão tendo tantas infecções. As infecções parasitárias, em particular, são normalmente combatidas pelos mesmos mecanismos envolvidos no combate às alergias. Com menos parasitas para combater, o sistema imunológico se volta contra elementos que deveriam ser inofensivos.

    Outra hipótese é que a vitamina D pode ajudar nosso sistema imunológico a desenvolver uma resposta _________, nos deixando menos suscetíveis a alergias. Mas a maioria das populações ao redor do mundo não obtém vitamina D suficiente por várias razões, incluindo passar menos tempo ao sol.

    Atualmente, não há cura para a alergia alimentar, e o controle da doença depende de evitar os alimentos que causam a reação e de um plano de tratamento de emergência em caso de exposição.


(Fonte: BBC - adaptado.)
De acordo com o texto, em relação às alergias alimentares, analisar os itens abaixo:

I. Países em desenvolvimento possuem maiores taxas de alergias alimentares.
II. Habitantes de áreas urbanas têm maior propensão de desenvolver alergias do que habitantes de áreas rurais.
III. O aumento de vitamina D no organismo aumenta o índice de alergias.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4205084 Português
    A frequência das alergias alimentares aumentou nos últimos 30 anos, principalmente nas sociedades industrializadas.

    O aumento das alergias não se deve simplesmente ao fato de a sociedade estar mais consciente delas e de conseguir diagnosticá-las melhor. Acredita-se que o aumento da sensibilidade aos alimentos esteja relacionado a fatores ambientais e ao estilo de vida ocidental.

    Sabemos que há taxas mais baixas de alergias nos países em desenvolvimento, e que também são mais propensas de ocorrer em áreas urbanas do que rurais.

    Os fatores envolvidos podem incluir poluição, mudanças na dieta e menos exposição a micróbios, que mudam a maneira como nossos sistemas imunológicos reagem.

    Os migrantes parecem apresentar uma __________ maior de asma e alergia alimentar no país em que escolheram viver em relação a seu país de origem, ilustrando ainda mais a importância dos fatores ambientais.

    Não há uma única explicação para um aumento global das alergias a alimentos, mas a ciência tem algumas teorias.

    Uma delas é que a melhoria da higiene pode ser uma das causas, já que as crianças não estão tendo tantas infecções. As infecções parasitárias, em particular, são normalmente combatidas pelos mesmos mecanismos envolvidos no combate às alergias. Com menos parasitas para combater, o sistema imunológico se volta contra elementos que deveriam ser inofensivos.

    Outra hipótese é que a vitamina D pode ajudar nosso sistema imunológico a desenvolver uma resposta _________, nos deixando menos suscetíveis a alergias. Mas a maioria das populações ao redor do mundo não obtém vitamina D suficiente por várias razões, incluindo passar menos tempo ao sol.

    Atualmente, não há cura para a alergia alimentar, e o controle da doença depende de evitar os alimentos que causam a reação e de um plano de tratamento de emergência em caso de exposição.


(Fonte: BBC - adaptado.)
Considerando-se o sentido global do texto, assinalar a alternativa que substitui a palavra sublinhada abaixo CORRETAMENTE:

E que também são mais propensas de ocorrer em áreas urbanas do que rurais.
Alternativas
Q4205083 Português
    A frequência das alergias alimentares aumentou nos últimos 30 anos, principalmente nas sociedades industrializadas.

    O aumento das alergias não se deve simplesmente ao fato de a sociedade estar mais consciente delas e de conseguir diagnosticá-las melhor. Acredita-se que o aumento da sensibilidade aos alimentos esteja relacionado a fatores ambientais e ao estilo de vida ocidental.

    Sabemos que há taxas mais baixas de alergias nos países em desenvolvimento, e que também são mais propensas de ocorrer em áreas urbanas do que rurais.

    Os fatores envolvidos podem incluir poluição, mudanças na dieta e menos exposição a micróbios, que mudam a maneira como nossos sistemas imunológicos reagem.

    Os migrantes parecem apresentar uma __________ maior de asma e alergia alimentar no país em que escolheram viver em relação a seu país de origem, ilustrando ainda mais a importância dos fatores ambientais.

    Não há uma única explicação para um aumento global das alergias a alimentos, mas a ciência tem algumas teorias.

    Uma delas é que a melhoria da higiene pode ser uma das causas, já que as crianças não estão tendo tantas infecções. As infecções parasitárias, em particular, são normalmente combatidas pelos mesmos mecanismos envolvidos no combate às alergias. Com menos parasitas para combater, o sistema imunológico se volta contra elementos que deveriam ser inofensivos.

    Outra hipótese é que a vitamina D pode ajudar nosso sistema imunológico a desenvolver uma resposta _________, nos deixando menos suscetíveis a alergias. Mas a maioria das populações ao redor do mundo não obtém vitamina D suficiente por várias razões, incluindo passar menos tempo ao sol.

    Atualmente, não há cura para a alergia alimentar, e o controle da doença depende de evitar os alimentos que causam a reação e de um plano de tratamento de emergência em caso de exposição.


(Fonte: BBC - adaptado.)
Nos últimos 30 anos, as alergias alimentares cresceram significativamente, um fenômeno que ainda não tem um consenso científico. Nesse sentido, considerando-se texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4205082 Português
    A frequência das alergias alimentares aumentou nos últimos 30 anos, principalmente nas sociedades industrializadas.

    O aumento das alergias não se deve simplesmente ao fato de a sociedade estar mais consciente delas e de conseguir diagnosticá-las melhor. Acredita-se que o aumento da sensibilidade aos alimentos esteja relacionado a fatores ambientais e ao estilo de vida ocidental.

    Sabemos que há taxas mais baixas de alergias nos países em desenvolvimento, e que também são mais propensas de ocorrer em áreas urbanas do que rurais.

    Os fatores envolvidos podem incluir poluição, mudanças na dieta e menos exposição a micróbios, que mudam a maneira como nossos sistemas imunológicos reagem.

    Os migrantes parecem apresentar uma __________ maior de asma e alergia alimentar no país em que escolheram viver em relação a seu país de origem, ilustrando ainda mais a importância dos fatores ambientais.

    Não há uma única explicação para um aumento global das alergias a alimentos, mas a ciência tem algumas teorias.

    Uma delas é que a melhoria da higiene pode ser uma das causas, já que as crianças não estão tendo tantas infecções. As infecções parasitárias, em particular, são normalmente combatidas pelos mesmos mecanismos envolvidos no combate às alergias. Com menos parasitas para combater, o sistema imunológico se volta contra elementos que deveriam ser inofensivos.

    Outra hipótese é que a vitamina D pode ajudar nosso sistema imunológico a desenvolver uma resposta _________, nos deixando menos suscetíveis a alergias. Mas a maioria das populações ao redor do mundo não obtém vitamina D suficiente por várias razões, incluindo passar menos tempo ao sol.

    Atualmente, não há cura para a alergia alimentar, e o controle da doença depende de evitar os alimentos que causam a reação e de um plano de tratamento de emergência em caso de exposição.


(Fonte: BBC - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto:
Alternativas
Q4204691 Português
Consumismo: felicidade maquiada


    Através de meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso, utiliza-se de artistas famosos que incitam o __________ a comprar os produtos. O homem cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, __________, celular, entre outros. Divulga-se a ideia da felicidade comprada. O papel da propaganda é nos deixar infelizes com que temos e criar o desejo de possuir o novo para ser feliz.

    O indivíduo que cresce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores subjetivos que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Tais bens são dispensáveis à felicidade? Difícil saber. Eles trazem a realização pessoal buscada pelo homem?

    Jonh Locke disse que, ao vivermos em sociedade, somos de certa forma obrigados a nos moldar a seus contornos. Vivemos em uma sociedade capitalista, uma sociedade em que o consumo desenfreado parece ser a cada dia mais comum, seguindo uma lógica como: "compro, logo existo". As pessoas perderam sua individualidade, são agora simplesmente consumidoras.

    Agora, na era da informática, esse consumo foi até facilitado pela internet. No cotidiano, o consumismo é estimulado e vendido como felicidade.


(Fonte: Sociologia - adaptado.)
Considerando-se o sentido contextual da palavra sublinhada, assinalar a alternativa que a substitui sem prejuízo de sentido:

[...] uma sociedade em que o consumo desenfreado parece ser a cada dia mais comum, seguindo uma lógica como: "compro, logo existo".
Alternativas
Q4204690 Português
Consumismo: felicidade maquiada


    Através de meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso, utiliza-se de artistas famosos que incitam o __________ a comprar os produtos. O homem cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, __________, celular, entre outros. Divulga-se a ideia da felicidade comprada. O papel da propaganda é nos deixar infelizes com que temos e criar o desejo de possuir o novo para ser feliz.

    O indivíduo que cresce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores subjetivos que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Tais bens são dispensáveis à felicidade? Difícil saber. Eles trazem a realização pessoal buscada pelo homem?

    Jonh Locke disse que, ao vivermos em sociedade, somos de certa forma obrigados a nos moldar a seus contornos. Vivemos em uma sociedade capitalista, uma sociedade em que o consumo desenfreado parece ser a cada dia mais comum, seguindo uma lógica como: "compro, logo existo". As pessoas perderam sua individualidade, são agora simplesmente consumidoras.

    Agora, na era da informática, esse consumo foi até facilitado pela internet. No cotidiano, o consumismo é estimulado e vendido como felicidade.


(Fonte: Sociologia - adaptado.)
Considerando-se as informações contidas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) As pessoas perderam sua individualidade atualmente devido ao consumo desenfreado.
(_) Apesar do poder da propaganda, o homem tem o poder de lutar contra ela.
(_) Deve-se proibir que artistas famosos façam propagandas nas grandes mídias.
Alternativas
Q4204689 Português
Consumismo: felicidade maquiada


    Através de meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso, utiliza-se de artistas famosos que incitam o __________ a comprar os produtos. O homem cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, __________, celular, entre outros. Divulga-se a ideia da felicidade comprada. O papel da propaganda é nos deixar infelizes com que temos e criar o desejo de possuir o novo para ser feliz.

    O indivíduo que cresce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores subjetivos que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Tais bens são dispensáveis à felicidade? Difícil saber. Eles trazem a realização pessoal buscada pelo homem?

    Jonh Locke disse que, ao vivermos em sociedade, somos de certa forma obrigados a nos moldar a seus contornos. Vivemos em uma sociedade capitalista, uma sociedade em que o consumo desenfreado parece ser a cada dia mais comum, seguindo uma lógica como: "compro, logo existo". As pessoas perderam sua individualidade, são agora simplesmente consumidoras.

    Agora, na era da informática, esse consumo foi até facilitado pela internet. No cotidiano, o consumismo é estimulado e vendido como felicidade.


(Fonte: Sociologia - adaptado.)
De acordo com as informações contidas no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4203369 Português
Leia o texto a seguir.  
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No meme, o enunciador permite inferir que a sua concordância com a ideia de que dinheiro não traz felicidade é 
Alternativas
Q4203368 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
O alerta dado pelo enunciador no último parágrafo constitui 
Alternativas
Q4203367 Português
Leia o texto 2 para responder à questão.


Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade?


    Vivemos tempos de desafios e complexidade, em que tudo é transitório, fluido, líquido, com ausências significativas de comprometimento verdadeiro que alcançam principalmente as relações sociais. Diante desta perspectiva, o dinheiro passa a representar uma forma de liberdade inestimável e valiosa a partir das sensações e emoções atribuídas à posse, como reflete um estudo desenvolvido em 2018 pelo Instituto Gallup World Poll, em 164 países, abrangendo 1,7 milhão de pessoas. Esta pesquisa apresenta um comparativo da percepção das populações de países em desenvolvimento e os desenvolvidos sobre o assunto.

    Nações como a Índia, México, Filipinas e Brasil que experimentaram crescimento econômico com a evolução da renda proporcionaram novas oportunidades para suas populações. Por consequência, foi possível identificar alguma evidência de que a felicidade média dos seus habitantes aumentou. No Brasil esta relação também foi confirmada por uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, revelando que as pessoas se sentem mais felizes conforme a renda média nacional se amplia.

    Por sua vez, os dados sobre países desenvolvidos economicamente revelaram uma contradição sobre o assunto. Ao mesmo tempo em que nos últimos 70 anos a economia dos Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão melhorou notadamente, a percepção de felicidade das pessoas está estática desde 1975 e não é mais elevada do que na década de 1950. Em muitos países existe apenas uma ligeira tendência ao aumento do grau de satisfação com a vida, como é o caso da Itália. Diante desses dados, isto significa que, mesmo que os ricos tenham ganhado mais dinheiro e os pobres mais acesso a bens e uma melhor qualidade de vida, os mesmos não se declaram mais felizes. Encontra-se aí uma constatação importante: a felicidade propiciada pelo dinheiro extra é mais significativa quando você é pobre. Essa percepção pode não ser a mesma à medida que se torna mais rico.

    Neste sentido, constata-se que a evolução da renda propicia novas oportunidades e experiências que possibilitam sentir alegrias e satisfações de desejos. Porém, termino minha breve reflexão com um importante alerta: o impulso frenético pelo “ter mais dinheiro e bens” e não pelo “ser mais solidário e humano” é fonte de sofrimentos e desenvolvimento de transtornos psíquicos e emocionais próprios do homem. É preciso desenvolver uma consciência de que tudo é fluxo. O que vem, vai: dinheiro, pessoas, objetos, etc. Nossa inclinação natural não é obter algo do mundo e dos outros, está mais ligada a compartilhar, respeitar, celebrar e cuidar do outro do que acumular. 


FREIRE, Robson. Eu te pergunto: dinheiro traz felicidade? Disponível em: <https//aconteceuaqui.com.br/comunicação/artigo-eu-te-pergunto-dinheiro-traz-felicidade/>. Acesso: 07 out. 2022. [Adaptado].
Os resultados da pesquisa sobre a percepção de habitantes de países em desenvolvimento e desenvolvidos mostraram que  
Alternativas
Respostas
35881: D
35882: C
35883: C
35884: A
35885: B
35886: B
35887: D
35888: C
35889: A
35890: B
35891: B
35892: C
35893: D
35894: B
35895: B
35896: C
35897: D
35898: B
35899: C
35900: B