Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4226914 Português
LEIA O TEXTO E DEPOIS RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR

Cabo de guerra

 Material utilizado: Uma corda bem forte. 

 Número de participantes: 4 ou mais. 

• Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.

O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor. Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras)
Segundo o texto, pode(m) participar no cabo de guerra
Alternativas
Q4226913 Português
LEIA O TEXTO E DEPOIS RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR

Cabo de guerra

 Material utilizado: Uma corda bem forte. 

 Número de participantes: 4 ou mais. 

• Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.

O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor. Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras)
No cabo de guerra, o objetivo é 
Alternativas
Q4226912 Português
LEIA O TEXTO E DEPOIS RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR

Cabo de guerra

 Material utilizado: Uma corda bem forte. 

 Número de participantes: 4 ou mais. 

• Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.

O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor. Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras)
Estão definidos no texto: 
Alternativas
Q4226910 Português
LEIA O TEXTO E DEPOIS RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR

Cabo de guerra

 Material utilizado: Uma corda bem forte. 

 Número de participantes: 4 ou mais. 

• Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.

O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor. Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras)
Segundo o texto, cabo de guerra é um(a) 
Alternativas
Q4226872 Português
O câncer que afligiu dinossauros e ainda atinge milhares de pessoas todos os anos


   Em um dia chuvoso ____ cerca de 77 milhões de anos, no que hoje é o sudeste de Alberta, no Canadá, certo dinossauro estava passando por momentos difíceis. O Centrosaurus apertus adulto, um primo herbívoro de tamanho médio dos Triceratops maiores que viveram ao lado dos Tyrannosaurus, tinha um câncer ósseo avançado em sua tíbia. A doença possivelmente se espalhou para outras partes de seu corpo e era terminal.
    O diagnóstico desse dinossauro em particular de osteossarcoma, um raro câncer ósseo maligno mais comumente encontrado em crianças e diagnosticado em cerca de 25.000 pessoas por ano em todo o mundo, só veio em 2020. Foi ____ primeira vez que um câncer maligno foi diagnosticado em um dinossauro. ____ confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.
     O osso tinha uma protuberância em uma extremidade que foi rotulada como calo de fratura, mas mesmo _____ primeira vista havia vários sinais indicadores de câncer ósseo: estava visivelmente malformado e tinha grandes forames não naturais (orifícios abertos) ao redor da protuberância.
     A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico em seu paciente de 77 milhões de anos. Eles compararam o osso com um osso normal da canela do Centrosaurus e um osso da panturrilha humana com um caso confirmado de osteossarcoma. Eles também usaram raios-X, tomografia computadorizada (TC) de alta qualidade, juntamente com ferramentas de reconstrução 3D e histologia para criar biópsias para que pudessem estudar o tumor no nível celular.
     "Isso nos permitiu fazer um diagnóstico de câncer positivo que está de acordo com o que os médicos da minha equipe sugeriram [que fariam] em um paciente humano", diz Evans. "Na verdade, partimos para seccionar o osso em série. Conseguimos rastrear o tumor cancerígeno abrindo caminho através do osso, do joelho ao tornozelo."


(Fonte: BBC - adaptado.)
O termo sublinhado em “[...] confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.” poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:  
Alternativas
Q4226871 Português
O câncer que afligiu dinossauros e ainda atinge milhares de pessoas todos os anos


   Em um dia chuvoso ____ cerca de 77 milhões de anos, no que hoje é o sudeste de Alberta, no Canadá, certo dinossauro estava passando por momentos difíceis. O Centrosaurus apertus adulto, um primo herbívoro de tamanho médio dos Triceratops maiores que viveram ao lado dos Tyrannosaurus, tinha um câncer ósseo avançado em sua tíbia. A doença possivelmente se espalhou para outras partes de seu corpo e era terminal.
    O diagnóstico desse dinossauro em particular de osteossarcoma, um raro câncer ósseo maligno mais comumente encontrado em crianças e diagnosticado em cerca de 25.000 pessoas por ano em todo o mundo, só veio em 2020. Foi ____ primeira vez que um câncer maligno foi diagnosticado em um dinossauro. ____ confirmação do caso exigiu uma equipe multidisciplinar.
     O osso tinha uma protuberância em uma extremidade que foi rotulada como calo de fratura, mas mesmo _____ primeira vista havia vários sinais indicadores de câncer ósseo: estava visivelmente malformado e tinha grandes forames não naturais (orifícios abertos) ao redor da protuberância.
     A equipe usou todos os meios de que dispunha para confirmar o diagnóstico em seu paciente de 77 milhões de anos. Eles compararam o osso com um osso normal da canela do Centrosaurus e um osso da panturrilha humana com um caso confirmado de osteossarcoma. Eles também usaram raios-X, tomografia computadorizada (TC) de alta qualidade, juntamente com ferramentas de reconstrução 3D e histologia para criar biópsias para que pudessem estudar o tumor no nível celular.
     "Isso nos permitiu fazer um diagnóstico de câncer positivo que está de acordo com o que os médicos da minha equipe sugeriram [que fariam] em um paciente humano", diz Evans. "Na verdade, partimos para seccionar o osso em série. Conseguimos rastrear o tumor cancerígeno abrindo caminho através do osso, do joelho ao tornozelo."


(Fonte: BBC - adaptado.)
Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4226803 Português

Leia o texto para responder à questão.


Caju indigesto


A bordo de uma empresa aérea brasileira, serve-se uma “castanha de cajú”, assim mesmo, com acento agudo no caju. Escrevendo a palavra errada na embalagem, há o perigo de indigestão. Relembrando: as palavras oxítonas terminadas em “i” e “u” não são acentuadas.


(Arnaldo Niskier, Na Ponta da Língua, 2001. Adaptado)

Trabalhando a reescrita, com a passagem – Escrevendo a palavra errada na embalagem, há o perigo de indigestão. –, o aluno que faz a versão do trecho destacado em conformidade com a norma-padrão e com o sentido do texto deve apresentar o seguinte enunciado:
Alternativas
Q4226797 Português

Leia a tira para responder à questão.




A tira constitui-se de língua escrita. No entanto, ela recupera elementos da língua falada, com o intuito de conferir tom de humor à narrativa. Isso se confirma com
Alternativas
Q4226794 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

Mantém-se a coerência da passagem do terceiro parágrafo – A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. – com a seguinte reescrita:
Alternativas
Q4226793 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

De acordo com Koch e Elias (2011) e Marcuschi (2008), na passagem do primeiro parágrafo – Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade... –, o termo destacado estabelece entre as sequências textuais relação de sentido de
Alternativas
Q4226792 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

Kleiman (1993) observa que “os elementos que relacionam as diversas partes do texto são também instrumentais na construção de significado global para o texto.” Com base nesse entendimento, é correto que há reforço no posicionamento defendido pelo jornal com o emprego da expressão destacada em:
Alternativas
Q4226791 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

De acordo com Antunes (2003), “o leitor, como um dos sujeitos da interação, atua participativamente, buscando recuperar, buscando interpretar e compreender o conteúdo e as intenções pretendidos pelo autor.” Desse modo, analisando os movimentos de sentido propostos no texto, os leitores identificarão que há conteúdo externando contraposições do tema tratado e que há conteúdo propositivo em relação ao tema tratado, correta e respectivamente, nas passagens:
Alternativas
Q4226790 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa (1998), as atividades escolares devem possibilitar que os alunos sejam capazes de operar sobre o conteúdo representacional dos textos. Para fazê-lo, é importante saber identificar a perspectiva de abordagem do tema. Se fosse levado para sala de aula, os alunos deveriam reconhecer que o editorial do Estadão se desenvolveu sob o tema
Alternativas
Q4226789 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

A intertextualidade explícita ocorre quando há citação da fonte do intertexto [...] A intertextualidade implícita ocorre sem citação expressa da fonte, cabendo ao interlocutor recuperá-la na memória para construir o sentido do texto...


(Koch e Elias. 2011)


No texto, as passagens que exemplificam a intertextualidade explícita e a implícita são, correta e respectivamente:

Alternativas
Q4226788 Português

Leia o texto para responder à questão.


Papel civilizatório do ensino integral


    Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.


    Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).


    A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.


    Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.


    O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?


    Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)

Com base em Marcuschi (2008), analisando-se a superestrutura do texto, conclui-se que nele prevalecem as estruturas
Alternativas
Q4226784 Português
Na vida social contemporânea, são cada vez mais comuns as reportagens multissemióticas. Tomando por referência Rojo e Moura (2012), conclui-se corretamente que elas correspondem a um gênero do discurso em que
Alternativas
Q4226782 Português

Leia o texto para responder à questão.


Uma aluna de pedagogia que trabalha de dia em uma casa lotérica me relatou isto: um cliente, já idoso, sempre a procurava para fazer o jogo e um dia lhe disse: “Moça, qual é a sua graça?”. Ela ficou sem entender e sem saber o que responder. Só mais tarde percebeu que a pergunta era: “Qual é o seu nome?”


(Bortoni Ricardo, 2004)

De acordo com Koch e Elias (2011), classificam-se os pronomes destacados, correta e respectivamente, como
Alternativas
Q4226781 Português

Leia o texto para responder à questão.


Uma aluna de pedagogia que trabalha de dia em uma casa lotérica me relatou isto: um cliente, já idoso, sempre a procurava para fazer o jogo e um dia lhe disse: “Moça, qual é a sua graça?”. Ela ficou sem entender e sem saber o que responder. Só mais tarde percebeu que a pergunta era: “Qual é o seu nome?”


(Bortoni Ricardo, 2004)

De acordo com a autora, a variação linguística presente no exemplo narrado está associada a
Alternativas
Q4226776 Português

Leia a tira para responder à questão.




Entendida como um gênero discursivo, conclui-se que o sentido da tira 
Alternativas
Q4226775 Português

Leia a tira para responder à questão.




Rojo (em Rojo e Moura, 2012) explica que gêneros como as tiras correspondem a “textos compostos de muitas linguagens (ou modos, ou semioses) e que exigem capacidades e práticas de compreensão e produção de cada uma delas (multiletramentos) para fazer significar”. Na tira apresentada, quanto ao plano do letramento verbal, o efeito de sentido decorre da
Alternativas
Respostas
35801: C
35802: D
35803: C
35804: B
35805: C
35806: C
35807: A
35808: A
35809: C
35810: C
35811: D
35812: A
35813: E
35814: B
35815: C
35816: D
35817: B
35818: C
35819: B
35820: C