Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.328 questões

Q2540716 Português
Para se manter a conexão de sentido em um texto, deve-se usar recursos adequados. Entre eles, tem-se a coerência, que se refere à
Alternativas
Q2540715 Português

Leia o texto a seguir.



Disponível em: <https://www.bulbapp.com/u/ambiguidade~1>. Acesso em: 20

fev. 2024

Um dos mecanismos de produção de sentido em textos é o uso da ambiguidade, que pode ser entendida como uma frase que
Alternativas
Q2540713 Português
As diferenças linguísticas no português brasileiro são notáveis, devido aos diversos aspectos históricos, sociais e culturais. Assim, é notório que cada região possui suas particularidades linguísticas que acabam por refletir no vocabulário, na pronúncia, estruturas gramaticais etc. Essas diferenças podem ser percebidas, até mesmo, em situações cotidianas, como em conversas informais ou na mídia local.

Elaborado pelo(a) autor(a).
É possível afirmar que as variações linguísticas em língua portuguesa
Alternativas
Q2540712 Português
Era para ser somente mais um dia comum, igual a todos os outros. Crianças e adolescentes indo para o colégio, adultos se encaminhando para o trabalho, desocupados se virando para passar o tempo. As mesmas vitórias, conquistas, derrotas, humilhações. E teria sido totalmente normal, não fosse por um único detalhe: foi neste dia específico que dois adolescentes resolveram entrar armados em sua escola e assassinarem, à sangue frio, colegas e professores. O evento, que atingiu a vida real no final dos anos 1990 na pequena cidade de Columbine, no interior dos Estados Unidos, invadiu também a ficção no excepcional Elefante, realizado logo após o controverso Tiros em Columbine (2002), que tratou cinematograficamente do mesmo episódio, porém de modo documental. Elefante, entretanto, é apenas uma história sendo – muito bem – contada. Não importa, aqui, a relevância de sua veracidade quanto aos fatos que realmente aconteceram. Não se nomeia lugar, prédio ou data – apenas pessoas. Também não há julgamento, nem questionamentos – isso se torna competência mera e exclusiva do espectador. Ao mesmo tempo em que a narrativa é a mais fria e distante possível do que está se desenrolando, somos colocados lado a lado com o cotidiano destas pessoas que serão afetadas pelo incidente que acontecerá a seguir. É curioso perceber que, mesmo sendo claro desde o início os eventos que se sucederão, como uma tragédia anunciada, conseguem criar uma tensão forte em durante a trajetória, com um suspense crescente que nos conduz a um final chocante e inevitável.

Disponível em: <https://www.papodecinema.com.br/filmes/elefante/> Acesso
em: 20 fev. 2024. [Adaptado].
Tomando como base a crítica realizada ao filme Elefante, o texto afirma que a película
Alternativas
Q2540711 Português
Por serem relativamente estáveis, os gêneros textuais acabam se adaptando aos contextos de uso. Nesse sentido, pode-se estabelecer que as notícias on-line tendem a ser
Alternativas
Q2540630 Português
Marque a alternativa em que há correspondência correta da palavra com seu significado: 
Alternativas
Q2540628 Português
FIM DOS MANICÔMIOS JUDICIÁRIOS GERA POLÊMICAS SOBRE CONTINUIDADE DO TRATAMENTO 

    No Brasil, existem 32 Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), os chamados manicômios judiciários, que abrigam uma população carcerária de 4,7 mil pessoas, incluindo os 1.987 que se enquadram nos critérios da absolvição imprópria, segundo o Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional, o Sindespen. A partir do ano que vem, todos esses detentos estarão soltos. A medida atende à Lei n. 10.216/2001, a chamada Lei Antimanicomial ou Lei da Reforma Psiquiátrica, aprovada pelo Congresso Nacional, e que prevê a extinção dos manicômios judiciários com regulamentação a ser feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    Em fevereiro deste ano, a ministra Rosa Weber, presidente do CNJ, assinou a Resolução N. 487 que estabelece a Política Antimanicomial do Poder Judiciário e regulamenta questões vinculadas à Lei Antimanicomial. Entre outras medidas, dá prazo de um ano para a extinção dos HCTPs e determina que os internos nesses manicômios sejam libertados e tenham atendimento ambulatorial por equipe multiprofissional pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

    Para assegurar o tratamento psiquiátrico após a extinção dos manicômios judiciários, estarão à disposição entre outros instrumentos, segundo o que diz a resolução, no parágrafo II do Art. 2º, as “Redes de Atenção Psicossocial (Raps): rede composta por serviços e equipamentos variados de atenção à saúde mental, tais como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), os Centros de Convivência e Cultura, as Unidades de Acolhimento (UAs) e os leitos de atenção integral (em Hospitais Gerais, nos Caps III), presentes na Atenção Básica de Saúde, na Atenção Psicossocial Estratégica, nas urgências, na Atenção Hospitalar Geral, na estratégia de desinstitucionalização, como as Residências Terapêuticas, o Programa de Volta para Casa (PVC) e estratégias de reabilitação psicossocial”. 

    O professor Márcio Ponzilacqua, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, especialista em Emancipação Cidadã e Políticas Públicas em Países em Desenvolvimento, diz que os manicômios judiciários isolavam os pacientes e os tratamentos contavam com técnicas bastante abusivas no passado. “Um cenário que deu oportunidade para uma série de desmandos. As pessoas que lidam com os pacientes psiquiátricos entenderam que os manicômios não representam a forma adequada de integração dos indivíduos e nem de recuperação do seu quadro de saúde”, avalia. 

    Para o professor, não se trata apenas de concordar ou discordar da resolução, mas de dar regulamentação àquilo que já estava disposto na lei. “Agora, o que nós concordamos é que os manicômios não representavam uma política de reintegração social adequada e de um quadro de restabelecimento dos pacientes.”  

    O psicólogo Gabriel Arfeli fez uma análise da realidade carcerária nos hospitais de custódia como parte do projeto de estudo de mestrado na Unesp que teve como tema Os Manicômios Judiciários e a Psicopatia. Ele usou como base relatórios de inspeções do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) de 2014 e da pastoral carcerária de 2018. “Eles são muito categóricos em mostrar dados de como são instituições que no geral se assemelham muito aos hospícios do século 20 são instituições de tortura, né? Seja na sua existência seja no seu funcionamento. Acabam tendo um funcionamento que facilita muito a internação por meio da execução de exame de sanidade mental e dificulta muito a desinternação pelo exame de cessação de periculosidade. Inclusive eles mesmo mostram dados de como muitos sujeitos estão ali internados para além do tempo que teoricamente deveriam estar”, analisa. 

    Em nota pública no seu portal, o Cremesp pede a “revogação da Resolução do CNJ até que estudos qualificados sejam elaborados, debates plurais, técnicos e democráticos sejam empreendidos sobre o assunto”. 

    Segundo o Conselho, não é uma atitude salutar fechar locais especializados que recebem pacientes com transtornos mentais e os colocar em outros estabelecimentos com enfermos das mais diversas características. “Além de colocar em risco a saúde e a segurança dos pacientes, esse modelo estende o prejuízo aos familiares e à população em geral, que fica à deriva em busca de assistência e tratamento de transtornos mentais adequados para quem precisa. A medida vai contra os interesses do próprio paciente que está nesse tipo de instituição.” 


Autoria: Ferraz Jr. Publicado em 10/07/2023. Disponível em https://jornal.usp.br/atualidades/fim-dos-manicomios-judiciarios-gera-polemicas-sobrecontinuidade-do-tratamento/)  
De acordo com a análise do psicólogo Gabriel Arfeli, quais são algumas das principais falhas dos manicômios judiciários? 
Alternativas
Q2540627 Português
FIM DOS MANICÔMIOS JUDICIÁRIOS GERA POLÊMICAS SOBRE CONTINUIDADE DO TRATAMENTO 

    No Brasil, existem 32 Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), os chamados manicômios judiciários, que abrigam uma população carcerária de 4,7 mil pessoas, incluindo os 1.987 que se enquadram nos critérios da absolvição imprópria, segundo o Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional, o Sindespen. A partir do ano que vem, todos esses detentos estarão soltos. A medida atende à Lei n. 10.216/2001, a chamada Lei Antimanicomial ou Lei da Reforma Psiquiátrica, aprovada pelo Congresso Nacional, e que prevê a extinção dos manicômios judiciários com regulamentação a ser feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    Em fevereiro deste ano, a ministra Rosa Weber, presidente do CNJ, assinou a Resolução N. 487 que estabelece a Política Antimanicomial do Poder Judiciário e regulamenta questões vinculadas à Lei Antimanicomial. Entre outras medidas, dá prazo de um ano para a extinção dos HCTPs e determina que os internos nesses manicômios sejam libertados e tenham atendimento ambulatorial por equipe multiprofissional pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

    Para assegurar o tratamento psiquiátrico após a extinção dos manicômios judiciários, estarão à disposição entre outros instrumentos, segundo o que diz a resolução, no parágrafo II do Art. 2º, as “Redes de Atenção Psicossocial (Raps): rede composta por serviços e equipamentos variados de atenção à saúde mental, tais como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), os Centros de Convivência e Cultura, as Unidades de Acolhimento (UAs) e os leitos de atenção integral (em Hospitais Gerais, nos Caps III), presentes na Atenção Básica de Saúde, na Atenção Psicossocial Estratégica, nas urgências, na Atenção Hospitalar Geral, na estratégia de desinstitucionalização, como as Residências Terapêuticas, o Programa de Volta para Casa (PVC) e estratégias de reabilitação psicossocial”. 

    O professor Márcio Ponzilacqua, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, especialista em Emancipação Cidadã e Políticas Públicas em Países em Desenvolvimento, diz que os manicômios judiciários isolavam os pacientes e os tratamentos contavam com técnicas bastante abusivas no passado. “Um cenário que deu oportunidade para uma série de desmandos. As pessoas que lidam com os pacientes psiquiátricos entenderam que os manicômios não representam a forma adequada de integração dos indivíduos e nem de recuperação do seu quadro de saúde”, avalia. 

    Para o professor, não se trata apenas de concordar ou discordar da resolução, mas de dar regulamentação àquilo que já estava disposto na lei. “Agora, o que nós concordamos é que os manicômios não representavam uma política de reintegração social adequada e de um quadro de restabelecimento dos pacientes.”  

    O psicólogo Gabriel Arfeli fez uma análise da realidade carcerária nos hospitais de custódia como parte do projeto de estudo de mestrado na Unesp que teve como tema Os Manicômios Judiciários e a Psicopatia. Ele usou como base relatórios de inspeções do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) de 2014 e da pastoral carcerária de 2018. “Eles são muito categóricos em mostrar dados de como são instituições que no geral se assemelham muito aos hospícios do século 20 são instituições de tortura, né? Seja na sua existência seja no seu funcionamento. Acabam tendo um funcionamento que facilita muito a internação por meio da execução de exame de sanidade mental e dificulta muito a desinternação pelo exame de cessação de periculosidade. Inclusive eles mesmo mostram dados de como muitos sujeitos estão ali internados para além do tempo que teoricamente deveriam estar”, analisa. 

    Em nota pública no seu portal, o Cremesp pede a “revogação da Resolução do CNJ até que estudos qualificados sejam elaborados, debates plurais, técnicos e democráticos sejam empreendidos sobre o assunto”. 

    Segundo o Conselho, não é uma atitude salutar fechar locais especializados que recebem pacientes com transtornos mentais e os colocar em outros estabelecimentos com enfermos das mais diversas características. “Além de colocar em risco a saúde e a segurança dos pacientes, esse modelo estende o prejuízo aos familiares e à população em geral, que fica à deriva em busca de assistência e tratamento de transtornos mentais adequados para quem precisa. A medida vai contra os interesses do próprio paciente que está nesse tipo de instituição.” 


Autoria: Ferraz Jr. Publicado em 10/07/2023. Disponível em https://jornal.usp.br/atualidades/fim-dos-manicomios-judiciarios-gera-polemicas-sobrecontinuidade-do-tratamento/)  
Nos termos trazidos pelo texto, quais são as principais preocupações levantadas pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) em relação à Resolução do CNJ mencionada no texto? 
Alternativas
Q2540626 Português
FIM DOS MANICÔMIOS JUDICIÁRIOS GERA POLÊMICAS SOBRE CONTINUIDADE DO TRATAMENTO 

    No Brasil, existem 32 Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), os chamados manicômios judiciários, que abrigam uma população carcerária de 4,7 mil pessoas, incluindo os 1.987 que se enquadram nos critérios da absolvição imprópria, segundo o Sistema de Informações do Departamento Penitenciário Nacional, o Sindespen. A partir do ano que vem, todos esses detentos estarão soltos. A medida atende à Lei n. 10.216/2001, a chamada Lei Antimanicomial ou Lei da Reforma Psiquiátrica, aprovada pelo Congresso Nacional, e que prevê a extinção dos manicômios judiciários com regulamentação a ser feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    Em fevereiro deste ano, a ministra Rosa Weber, presidente do CNJ, assinou a Resolução N. 487 que estabelece a Política Antimanicomial do Poder Judiciário e regulamenta questões vinculadas à Lei Antimanicomial. Entre outras medidas, dá prazo de um ano para a extinção dos HCTPs e determina que os internos nesses manicômios sejam libertados e tenham atendimento ambulatorial por equipe multiprofissional pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

    Para assegurar o tratamento psiquiátrico após a extinção dos manicômios judiciários, estarão à disposição entre outros instrumentos, segundo o que diz a resolução, no parágrafo II do Art. 2º, as “Redes de Atenção Psicossocial (Raps): rede composta por serviços e equipamentos variados de atenção à saúde mental, tais como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), os Centros de Convivência e Cultura, as Unidades de Acolhimento (UAs) e os leitos de atenção integral (em Hospitais Gerais, nos Caps III), presentes na Atenção Básica de Saúde, na Atenção Psicossocial Estratégica, nas urgências, na Atenção Hospitalar Geral, na estratégia de desinstitucionalização, como as Residências Terapêuticas, o Programa de Volta para Casa (PVC) e estratégias de reabilitação psicossocial”. 

    O professor Márcio Ponzilacqua, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, especialista em Emancipação Cidadã e Políticas Públicas em Países em Desenvolvimento, diz que os manicômios judiciários isolavam os pacientes e os tratamentos contavam com técnicas bastante abusivas no passado. “Um cenário que deu oportunidade para uma série de desmandos. As pessoas que lidam com os pacientes psiquiátricos entenderam que os manicômios não representam a forma adequada de integração dos indivíduos e nem de recuperação do seu quadro de saúde”, avalia. 

    Para o professor, não se trata apenas de concordar ou discordar da resolução, mas de dar regulamentação àquilo que já estava disposto na lei. “Agora, o que nós concordamos é que os manicômios não representavam uma política de reintegração social adequada e de um quadro de restabelecimento dos pacientes.”  

    O psicólogo Gabriel Arfeli fez uma análise da realidade carcerária nos hospitais de custódia como parte do projeto de estudo de mestrado na Unesp que teve como tema Os Manicômios Judiciários e a Psicopatia. Ele usou como base relatórios de inspeções do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) de 2014 e da pastoral carcerária de 2018. “Eles são muito categóricos em mostrar dados de como são instituições que no geral se assemelham muito aos hospícios do século 20 são instituições de tortura, né? Seja na sua existência seja no seu funcionamento. Acabam tendo um funcionamento que facilita muito a internação por meio da execução de exame de sanidade mental e dificulta muito a desinternação pelo exame de cessação de periculosidade. Inclusive eles mesmo mostram dados de como muitos sujeitos estão ali internados para além do tempo que teoricamente deveriam estar”, analisa. 

    Em nota pública no seu portal, o Cremesp pede a “revogação da Resolução do CNJ até que estudos qualificados sejam elaborados, debates plurais, técnicos e democráticos sejam empreendidos sobre o assunto”. 

    Segundo o Conselho, não é uma atitude salutar fechar locais especializados que recebem pacientes com transtornos mentais e os colocar em outros estabelecimentos com enfermos das mais diversas características. “Além de colocar em risco a saúde e a segurança dos pacientes, esse modelo estende o prejuízo aos familiares e à população em geral, que fica à deriva em busca de assistência e tratamento de transtornos mentais adequados para quem precisa. A medida vai contra os interesses do próprio paciente que está nesse tipo de instituição.” 


Autoria: Ferraz Jr. Publicado em 10/07/2023. Disponível em https://jornal.usp.br/atualidades/fim-dos-manicomios-judiciarios-gera-polemicas-sobrecontinuidade-do-tratamento/)  
De acordo com o texto, qual é o impacto primordial da Resolução N. 487 assinada pela ministra Rosa Weber? 
Alternativas
Q2540586 Português
Texto 1.



“[...]A glória do fabricante é a desgraça do meio ambiente que é inundado com ‘lixo’ sem necessidade, além da demanda elevada de energia e matéria-prima. Ao consumidor resta uma despesa maior que deveria.



Eletrodomésticos e eletrônicos, como computadores e celulares são alguns dos líderes dessa mazela moderna. Veículos automotores também são frequentadores desse lado negro da tríade indústria – comércio – publicidade.



E para piorar, o crescente apelo ambiental está caindo nas graças dos marqueteiros do lixo precoce. Alguns ‘produtos verdes’ ainda que sejam apenas um pouco mais ecológicos, iludem consumidores preocupados com o planeta para que comprem seus gadgets verdes mesmo que o atual ainda funcione muito bem.



Não compactue com essa prática gananciosa da indústria e do comércio, só troque produtos que realmente não funcionam mais e priorize fabricantes que põem a qualidade acima do lucro exagerado, ainda que esteja difícil de encontrá-los hoje em dia.


[...]” 



Texto 2.











https://www.recicloteca.org.br / Publicado em 7 de novembro de 2013 por Eduardo Bernhardt.


De acordo com os textos apresentados assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2540540 Português

Texto VII

Disponível em: www.senhorpanda.com Acesso em: 24 de mar. de 2024.

Leia o Texto VII e analise as assertivas abaixo.


I- O erro da escolha lexical mente/somente é o que torna o enunciado engraçado.

II- Trata-se de um mero erro na pintura do anúncio que não causa nenhum efeito de sentido na leitura.

III- Apesar do erro na pintura do anúncio ou de escolha lexical, a placa não perde a sua aceitabilidade e a intencionalidade na comunicação.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q2540538 Português

Para responder à questão, leia o Texto VI.


Texto VI


Como identificar fake news: na dúvida, não compartilhe 


Fake news são formas de desinformação estrategicamente disseminadas que ganharam impulso graças à internet

12/09/2023 16:40


    Com a revolução digital, houve um grande aumento da disseminação de notícias falsas (fake news). Para que esses conteúdos fake news atinjam grande público, são usados algoritmos que aumentam seu alcance e repercussão. Além disso, as notícias falsas são compartilhadas com e por pessoas que já acreditam em determinadas ideias, o que torna ainda maior a chance de produzirem posicionamentos radicais entre as pessoas.

    Por conta dessas características, a desinformação é estrategicamente usada como arma política na conquista de simpatizantes e votos nas eleições, impedindo o acesso a dados precisos por parte das eleitoras e dos eleitores para que possam tomar decisões conscientes.
    Por essa razão, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou a página Fato ou Boato, que integra o Programa de Enfrentamento à Desinformação; outros Tribunais Regionais Eleitorais também criaram páginas para verificação de notícias falsas. No Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a Central de Combate à Desinformação ganhou o nome de Gralha Confere.


Veja abaixo como identificar fake news:


  • • Títulos chamativos ou bombásticos


Em muitos casos, o título não se relaciona ao restante do texto. Nunca leia só o título e confira se o fato já foi publicado em outros veículos. 

  • • Erros ortográficos ou gramaticais

Textos jornalísticos são revisados antes de serem publicados. Se o texto contém erros, desconfie. Cheque a informação em outros veículos mais reconhecidos.


  • • Textos opinativos como se fossem notícia

Todo artigo opinativo deve vir assinado pelo seu autor. Mesmo em entrevistas, a opinião dos entrevistados é apresentada de forma imparcial pelo veículo. Se a suposta notícia traz opinião disfarçada no meio do texto, não é isenta.


  • • Sites ou canais desconhecidos

Convém checar se outros veículos também publicaram a notícia. Isso ajuda a garantir a credibilidade da informação.


  • • Notícia verdadeira mas antiga

Nem sempre as notícias são falsas, mas podem ser antigas e estar descontextualizadas visando gerar desinformação. Por essa razão é importante verificar a data da publicação e buscar a fonte para saber da veracidade do fato e em que data ocorreu.


  • • URL falsificada

É comum que as fake news sejam divulgadas em páginas com que aparentemente são de um veículo tradicional, mas que fake news links direcionam o usuário para outro site onde está publicado o conteúdo falso. Então, verifique se o site que veicula o conteúdo é verdadeiro.


  • • Consulte agências de checagem

Os conteúdos mentirosos que viralizam costumam ser desmentidos por agências de checagem de notícias. Se recebeu algo que despertou dúvidas, consulte essas agências para ver se há algum desmentido sobre o assunto.


Fonte: TRE-PR. Como identificar fake news: na dúvida, não compartilhe. Disponível em: https://www.tre-pr.jus.br/comunicacao/noticias/2023/Setembro/como-identificar-fake-news-na-duvida-nao-compartilhe-1 .Acesso em: 24 mar. 2024.

No Texto VI, existe relação de sentido entre as palavras “desinformação” e “fake news” considerando a:
Alternativas
Q2540536 Português

Texto V



Disponível em: <http//www.instagram.com/filosofia.liquid>. Acesso em: 23 mar. 2024.

A partir do Texto V, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2540535 Português

Para responder à questão, leia o Texto IV.


Texto IV



Disponível em: www.hortifruti.com.br/campanhas/. Acesso em: 19 de mar de 2024.

A partir do Texto IV, analise as afirmações abaixo:
I- A abordagem no anúncio provoca humor pela transformação do título do filme de acordo com a presença do legume caracterizado. II- A batata chama a atenção pelo uso de bandana e espadas. III- A modificação do nome do filme não é relevante para compreensão da mensagem do anúncio. IV- O slogan do anúncio faz referência à estrela que os piratas carregam. slogan V- Para compreender o texto, o leitor precisa ter conhecimento de mundo suficiente para estabelecer a intertextualidade e compreender a intencionalidade presente.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2540534 Português

Para responder à questão, leia o Texto IV.


Texto IV



Disponível em: www.hortifruti.com.br/campanhas/. Acesso em: 19 de mar de 2024.

Qual é a função da linguagem predominante no Texto IV?
Alternativas
Q2540532 Português

Para responder a questão, leia o Texto III.


Texto III

Fonte: Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

A partir do Texto III, analise as afirmações abaixo:


I- A temática deste quadrinho se relaciona aos sentimentos que silenciamos.

II- A personagem chama a atenção para o que podemos falar.

III- O balão com tipos de contornos diferentes indicando sussurro e depois integralidade do tom de voz se relaciona diretamente com o sentido do quadrinho sobre os sentimentos silenciados.

IV- Na fala da personagem, a forma verbal sentimos é a conjugação do verbo  sentir no tempo passado do modo indicativo.

V- Ainda na fala presente, a forma verbal vão é a conjugação do verbo ver no futuro simples do modo indicativo.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2540530 Português

Para responder à questão, leia atentamente o Texto II.


Texto II


Quando as estações mudarem

Será que uma flor

Tem medo da primavera acabar?

E com as suas pétalas de amor o vento se mudar

Será que um dia vão voltar tendo um milhão de estrelas para se guiar?

Mas uma coisa eu sei o teu perfume vai ficar

Eu vim de tão longe daqui

Eu vim de tão longe, raízes eu finquei aqui

Eu vim de tão longe pra ver o sol nascer

Eu vim de tão longe sei que outras flores vão florescer

E quando as estações mudarem

E a chuva cair

Me fazendo lembrar que tudo muda

Tudo passará E quando as estações mudarem

E a chuva cair

Me fazendo lembrar que tudo muda

Tudo passa, tudo passará.


Fonte:Quando as estações mudarem. Tamarindos. 2020.

Sobre o processo de coesão observado em “Eu vim de tão longe daqui/Eu vim de tão longe, raízes eu finquei aqui/Eu vim de tão longe pra ver o sol nascer /Eu vim de tão longe sei que outras flores vão florescer“, é CORRETO afirmar que existe um(a):
Alternativas
Q2540529 Português

Para responder à questão, leia o Texto I.


Texto I - A cidade ilhada


     A voz de um estrangeiro pronunciou meu nome, e o homem identificou-se: cônsul do Japão em Manaus. Pediu-me que fosse encontrá-lo depois do almoço no porto. Às duas horas, no barco do consulado, acrescentou.
    - Podia adiantar o assunto?

    - Kazuki Kurokawa, disse o cônsul, secamente.

    - Ele está em Manaus?

    - Não posso explicar agora.

    Agradeceu, despediu-se e desligou o telefone.

    Kazuki Kurokawa: ainda me lembrava dele e guardara o presente que me deu durante sua breve passagem por Manaus. Eu era pesquisadora e trabalhava no departamento de Cooperação Científica da Universidade do Amazonas quando recebi um fax de Kazuki Kurokawa: queria fazer um passeio pelo rio Negro, mas só podia passar dois dias na cidade. Não mencionou reuniões de trabalho com pesquisadores da universidade nem do INPA. Ao ler seu currículo, soube que ele era biólogo de água doce e professor aposentado da Universidade de Tóquio. Experiência de campo na África portuguesa e nas Filipinas.

    Fiz uma reserva no hotel Tropical e às treze horas de um sábado fui ao aeroporto. Quando a porta da sala de desembarque se abriu, um bafo quente e úmido paralisou os passageiros. Desse torpor surgiu um homem miúdo, carregando uma sacola vermelha. Os olhinhos apertados e vivos procuraram a placa com o seu nome, e logo a cabeça branca veio na minha direção. Não parecia combalido pelo fuso horário, nem pelas vinte horas de voo com três escalas, nem pelo calor do começo da tarde. Com reverência, me ofereceu um pequeno estojo com tampa de madeira. Dentro do estojo vi um rolinho de papel-arroz com ideogramas.

    - Uma lembrança do Japão, ele disse, com sotaque de Portugal.

    Pedi que traduzisse os ideogramas.

    "No lugar desconhecido habita o desejo."

Fonte: Hatoum, Milton.A cidade ilhada. [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2023. 

Releia o trecho: “Quando a porta da sala de desembarque se abriu, um bafo quente e úmido paralisou os passageiros. Desse torpor surgiu um homem miúdo, carregando uma sacola vermelha. Os olhinhos apertados e vivos procuraram a placa com o seu nome, e logo a cabeça branca veio na minha direção.”
Considerando que o texto se trata de uma narrativa, qual a tipologia textual predominante no trecho lido?
Alternativas
Q2540527 Português

Para responder à questão, leia o Texto I.


Texto I - A cidade ilhada


     A voz de um estrangeiro pronunciou meu nome, e o homem identificou-se: cônsul do Japão em Manaus. Pediu-me que fosse encontrá-lo depois do almoço no porto. Às duas horas, no barco do consulado, acrescentou.
    - Podia adiantar o assunto?

    - Kazuki Kurokawa, disse o cônsul, secamente.

    - Ele está em Manaus?

    - Não posso explicar agora.

    Agradeceu, despediu-se e desligou o telefone.

    Kazuki Kurokawa: ainda me lembrava dele e guardara o presente que me deu durante sua breve passagem por Manaus. Eu era pesquisadora e trabalhava no departamento de Cooperação Científica da Universidade do Amazonas quando recebi um fax de Kazuki Kurokawa: queria fazer um passeio pelo rio Negro, mas só podia passar dois dias na cidade. Não mencionou reuniões de trabalho com pesquisadores da universidade nem do INPA. Ao ler seu currículo, soube que ele era biólogo de água doce e professor aposentado da Universidade de Tóquio. Experiência de campo na África portuguesa e nas Filipinas.

    Fiz uma reserva no hotel Tropical e às treze horas de um sábado fui ao aeroporto. Quando a porta da sala de desembarque se abriu, um bafo quente e úmido paralisou os passageiros. Desse torpor surgiu um homem miúdo, carregando uma sacola vermelha. Os olhinhos apertados e vivos procuraram a placa com o seu nome, e logo a cabeça branca veio na minha direção. Não parecia combalido pelo fuso horário, nem pelas vinte horas de voo com três escalas, nem pelo calor do começo da tarde. Com reverência, me ofereceu um pequeno estojo com tampa de madeira. Dentro do estojo vi um rolinho de papel-arroz com ideogramas.

    - Uma lembrança do Japão, ele disse, com sotaque de Portugal.

    Pedi que traduzisse os ideogramas.

    "No lugar desconhecido habita o desejo."

Fonte: Hatoum, Milton.A cidade ilhada. [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2023. 

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo retirado do 8º parágrafo: “ , me ofereceu um pequeno estojo com tampa de madeira.
Com reverência, me ofereceu um pequeno estojo com tampa de madeira.”
O elemento em destaque, sintaticamente, funciona no trecho como:
Alternativas
Q2540526 Português

Para responder à questão, leia o Texto I.


Texto I - A cidade ilhada


     A voz de um estrangeiro pronunciou meu nome, e o homem identificou-se: cônsul do Japão em Manaus. Pediu-me que fosse encontrá-lo depois do almoço no porto. Às duas horas, no barco do consulado, acrescentou.
    - Podia adiantar o assunto?

    - Kazuki Kurokawa, disse o cônsul, secamente.

    - Ele está em Manaus?

    - Não posso explicar agora.

    Agradeceu, despediu-se e desligou o telefone.

    Kazuki Kurokawa: ainda me lembrava dele e guardara o presente que me deu durante sua breve passagem por Manaus. Eu era pesquisadora e trabalhava no departamento de Cooperação Científica da Universidade do Amazonas quando recebi um fax de Kazuki Kurokawa: queria fazer um passeio pelo rio Negro, mas só podia passar dois dias na cidade. Não mencionou reuniões de trabalho com pesquisadores da universidade nem do INPA. Ao ler seu currículo, soube que ele era biólogo de água doce e professor aposentado da Universidade de Tóquio. Experiência de campo na África portuguesa e nas Filipinas.

    Fiz uma reserva no hotel Tropical e às treze horas de um sábado fui ao aeroporto. Quando a porta da sala de desembarque se abriu, um bafo quente e úmido paralisou os passageiros. Desse torpor surgiu um homem miúdo, carregando uma sacola vermelha. Os olhinhos apertados e vivos procuraram a placa com o seu nome, e logo a cabeça branca veio na minha direção. Não parecia combalido pelo fuso horário, nem pelas vinte horas de voo com três escalas, nem pelo calor do começo da tarde. Com reverência, me ofereceu um pequeno estojo com tampa de madeira. Dentro do estojo vi um rolinho de papel-arroz com ideogramas.

    - Uma lembrança do Japão, ele disse, com sotaque de Portugal.

    Pedi que traduzisse os ideogramas.

    "No lugar desconhecido habita o desejo."

Fonte: Hatoum, Milton.A cidade ilhada. [fragmento] São Paulo: Companhia das Letras, 2023. 

A partir da leitura do Texto I, é CORRETO inferir que a ideia desenvolvida se resume em:
Alternativas
Respostas
35841: D
35842: C
35843: C
35844: D
35845: A
35846: D
35847: C
35848: D
35849: B
35850: A
35851: B
35852: E
35853: E
35854: A
35855: D
35856: D
35857: A
35858: A
35859: C
35860: D