Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4212402 Português

Atente-se para o cartaz a seguir. 


30.jpg (546×360)


Na primeira frase verbal desse cartaz (Esperança é uma janela para o amanhã.) há um recurso estilístico denominado: 

Alternativas
Q4212110 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais. 


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé. 

Além de contar sua história, ocorre a confissão de um estado de espírito atual do poeta, podendo ser caracterizada, até certo ponto:
Alternativas
Q4212081 Português

O efeito de sentido do humor está:


34.jpg (506×301)

Alternativas
Q4212001 Português

Observe a charge abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


O efeito de sentido do humor está:

Alternativas
Q4211997 Português
Atente-se para o cartaz a seguir. 

Na primeira frase verbal desse cartaz (Esperança é uma janela para o amanhã.) há um recurso estilístico denominado: 
Alternativas
Q4211994 Português
Atente-se para a segunda estrofe do poema para responder a questão.

“No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom”.
No quarto verso dessa estrofe, houve um recurso estilístico denominado: 
Alternativas
Q4211993 Português
Atente-se para a segunda estrofe do poema para responder a questão.

“No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom”.
Percebe-se na segunda estrofe que a lembrança do passado é sugerida por meio de sentidos: Pode-se perceber, assim, que nessa estrofe, os sentidos que se identificam, de forma subentendida, na lembrança são:
Alternativas
Q4211843 Português
“Certa vez, no cinema, uma turma de adolescentes gritava e fazia zorra com um laser vermelho mirado para a tela. A sessão ficou tão insuportável que saí no meio do filme”, conta a historiadora Emanuele de Maupeou, que reclamou na gerência da sala do Multiplex do Shopping Recife, e recebeu ingressos para ver o filme em outra oportunidade.”
O que MELHOR define o tópico, ou seja, o assunto desse texto é: 
Alternativas
Q4211832 Português
TEXTO I

Infância
Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Leia as afirmações feitas a seguir.
I. No poema, o poeta relembra momentos de sua infância.
II. O poeta em seus relatos de memória, demonstra momentos de uma vida cotidiana pautada nos mesmos pequenos acontecimentos de uma pacata vida doméstica.
III. O poeta “burla” a monotonia e a solidão, em sua infância, lendo as histórias de Robinson Crusoé.
IV.O poeta, lendo as histórias de Robson Crusoé, percebia desde cedo que sua vida era bem melhor que a do personagem, o que se confirma o seu sentimento na vida adulta.
Estão CORRETAS as afirmações feitas em:
Alternativas
Q4211831 Português
TEXTO I

Infância
Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Agora, na perspectiva do homem adulto, Robinson Crusoé também aparece como um símbolo, um elemento de comparação. Essa comparação desperta no eu poético: 
Alternativas
Q4211829 Português
TEXTO I

Infância
Carlos Drummond de Andrade

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras.
Lia a história de Robinson Crusoé,
Comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo
Olhando pra mim:
-- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!

Lá longe meu pai campeava
No mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história
Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
O sentido global do texto traz como foco principal:
Alternativas
Q4211256 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...



O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.



As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
“Nem sempre podia usar vestido novo.
Mas passeava no jardim pela manhã!!!”

A palavra que pode ser substituída pela destacada sem prejuízo de sentido é:
Alternativas
Q4210129 Português
Leia a anedota a seguir.


“Uma família jantou em um restaurante bem caro, e sobrou muita comida. O pai, com pena de desperdiçar tudo, mas com vergonha de pedir ao garçom para embrulhar, pagou a conta e disse:

− Por favor, embrulhe a comida que restou. Vamos levar para o cachorro. Ouvindo isso, as crianças gritaram:

− Oba! Papai vai comprar um cachorro!


(365 piadas, curiosidades e advinhas) 
mas com vergonha de pedir ao garçom para embrulhar (...)”. A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4210126 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


Chips evitam testes com animais


    Parabéns aos pesquisadores alemães que estão desenvolvendo essa maravilhosa tecnologia que permite à ciência, sem maltratar seres vivos, continuar o desenvolvimento de novos medicamentos e até mesmo de novos cosméticos – pois a vaidade faz muita gente esquecer ou desconsiderar a crueldade cometida contra animais em experimentos. Parabéns aos brasileiros que estão trazendo essa tecnologia para nosso país (...)


M.C.A., Belo Horizonte, pelo Facebook
Pode-se afirmar que o OBJETIVO da carta ao leitor é:
Alternativas
Q4210113 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...


O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.


As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
Pode-se afirmar que, de acordo com o contexto geral do poema, é perceptível:
Alternativas
Q4210112 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...


O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.


As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
É CORRETO inferir a respeito da passagem “Mas passeava no jardim pela manhã”:
Alternativas
Q4210111 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...


O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.


As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
De acordo com o poema, o mundo em que Clara vivia, as cores retratadas no cenário, e os elementos naturais, fica subentendido:
Alternativas
Q4210110 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...


O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.


As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
Apesar do texto de Carlos Drummond de Andrade ser escrito em versos, por ser um poema, ele segue uma linha:
Alternativas
Q4209642 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.


– Ai, que dor nos pés!

Foi ao médico?

– Claro que fui! Ele me receitou pastilhas.

– E não melhorou nada?

– Coloquei uma em cada sapato e a dor continua.
A frase destacada no texto é uma frase:
Alternativas
Q4209637 Português
A questãodeverão ser respondida de acordo com o texto a seguir:


O milharal

    Todos os anos o senhor Onildo cultiva milho em seu sítio.

Ele chama o seu caseiro João e pede-lhe que plante sementes de milho na terra que já mandou preparar.

João e seu irmão Joel cuidam da plantação.

O milharal está todo verdinho com as espigas amarelinhas.

Alguns meses depois, a plantação está linda!

Senhor Onildo chega da cidade e vai logo ver o resultado do trabalho. Então, ele diz:

– Que beleza, João! Este ano vamos encher o paiol!
Coloque “V” se for verdadeiro e “F” se for falso.

( ) João e seu irmão Joel cuidam da plantação.
( ) Senhor Onildo planta sementes de milho na terra.
( ) João é o caseiro do Senhor Onildo.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Respostas
35841: A
35842: A
35843: D
35844: D
35845: A
35846: D
35847: D
35848: B
35849: C
35850: D
35851: A
35852: A
35853: B
35854: B
35855: A
35856: C
35857: A
35858: B
35859: C
35860: B