Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4209636 Português
A questãodeverão ser respondida de acordo com o texto a seguir:


O milharal

    Todos os anos o senhor Onildo cultiva milho em seu sítio.

Ele chama o seu caseiro João e pede-lhe que plante sementes de milho na terra que já mandou preparar.

João e seu irmão Joel cuidam da plantação.

O milharal está todo verdinho com as espigas amarelinhas.

Alguns meses depois, a plantação está linda!

Senhor Onildo chega da cidade e vai logo ver o resultado do trabalho. Então, ele diz:

– Que beleza, João! Este ano vamos encher o paiol!
A frase “Este ano vamos encher o paiol!” em destaque no texto, é uma frase?
Alternativas
Q4207721 Português
    “A diferença entre passado, presente e futuro é uma ilusão, ainda que persistente”, Einstein escreveu. A ideia do físico ali não era lacrar uma discussão. O italiano Michele Besso, seu melhor amigo dos tempos de faculdade, tinha acabado de morrer. A frase foi escrita numa carta à esposa de Besso. Era uma forma de consolar a ela, e a ele próprio, pela perda. 

    Ninguém jamais teve tanta propriedade para falar sobre o tempo do que Einstein. O alemão descobriu que o tempo passa em ritmos diferentes para coisas diferentes. Do ponto de vista de um buraco negro, caso ele tivesse ponto de vista, o Universo não existe mais. Trilhões e trilhões de anos já se passaram. Todas as estrelas já se apagaram, os prótons decaíram. 

    A densidade virtualmente infinita do centro do buraco negro “estica” o tecido do espaço-tempo também de forma infinita. O resultado de tal estiramento é uma aceleração igualmente sem fim no ritmo da passagem do tempo, até o ponto em que o próprio tempo, como entidade, chega à última gota. Esse processo de deformação do tecido espaço-tempo por lá começou na própria formação do centro do buraco, provavelmente há bilhões de anos.

    Ou seja: do ponto de vista dele, fatos como o nascimento do seu terceiro neto, as eleições presidenciais do ano de 2158 e os resultados de todas as Copas do Mundo, daqui até a última edição do evento na história da humanidade, estão resolvidos há bilhões de anos. 

    Agora dê uma olhada no céu, no lugar onde fica a constelação de Sagitário. É lá que está o buraco negro supermassivo do centro da Via Láctea, em torno do qual todas as centenas de bilhões de estrelas da nossa galáxia giram. Não dá para ver, claro, mas ele está ali. Agora mesmo. De alguma forma, ele “sabe” como será cada momento do nosso futuro. Tudo o que para nós ainda segue em aberto, para ele é parte do passado. Já está resolvido. Não vai mudar. Presente, passado e futuro, portanto, são uma ilusão. Ainda que persistente.

    A maleabilidade do tempo na física inspira olhar com mais carinho para as agruras do tempo em outra área da ciência: a psicologia. A forma como a mente entende o tempo também varia. Você sabe: uma hora na sala de espera do médico demora bem mais para passar do que uma hora de conversa com amigos que não se veem há muito tempo. Por outro lado, a memória dessa hora na sala de espera deixa de existir assim que você é chamado para a consulta. E a da conversa com os amigos fica para sempre, como se tivesse durado 20 horas.  

    Há uma armadilha nessa lógica, porém. As horas e horas que você passa maratonando séries, jogando videogame ou rolando o Insta também passam rapidinho. Mas não deixam memórias. O que enriquece a vida é a interação com outras pessoas. O resto não rende juros para a biografia. 

    Estamos há praticamente um ano sob algum grau de restrição na nossa vida social. Pouca gente, a essa altura, está completamente isolada desde lá. Mas a maior parte de nós não voltou à vida como ela era (o que é ótimo do ponto de vista epidemiológico). 

    Então sempre vale lembrar: dê uma chance extra para aquelas conversas de Zoom que já enjoaram, telefone para os seus pais e avós, não suma dos grupos de Whats, mande DM quando gostar da foto de um amigo; puxe conversa. Senão, quando você olhar para trás, não haverá nada. Cuide bem da formação de suas novas memórias. Porque, sem elas, a vida se converte numa ilusão, ainda que persistente.


(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
Considerando-se as informações contidas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Einstein considerava que o tempo passa em ritmos diferentes para coisas diferentes.
(_) A deformação do tecido espaço-tempo dentro de um buraco começou junto com o próprio universo.
(_) A concepção de tempo na física é igual à de memória na psicologia. 
Alternativas
Q4207719 Português
    “A diferença entre passado, presente e futuro é uma ilusão, ainda que persistente”, Einstein escreveu. A ideia do físico ali não era lacrar uma discussão. O italiano Michele Besso, seu melhor amigo dos tempos de faculdade, tinha acabado de morrer. A frase foi escrita numa carta à esposa de Besso. Era uma forma de consolar a ela, e a ele próprio, pela perda. 

    Ninguém jamais teve tanta propriedade para falar sobre o tempo do que Einstein. O alemão descobriu que o tempo passa em ritmos diferentes para coisas diferentes. Do ponto de vista de um buraco negro, caso ele tivesse ponto de vista, o Universo não existe mais. Trilhões e trilhões de anos já se passaram. Todas as estrelas já se apagaram, os prótons decaíram. 

    A densidade virtualmente infinita do centro do buraco negro “estica” o tecido do espaço-tempo também de forma infinita. O resultado de tal estiramento é uma aceleração igualmente sem fim no ritmo da passagem do tempo, até o ponto em que o próprio tempo, como entidade, chega à última gota. Esse processo de deformação do tecido espaço-tempo por lá começou na própria formação do centro do buraco, provavelmente há bilhões de anos.

    Ou seja: do ponto de vista dele, fatos como o nascimento do seu terceiro neto, as eleições presidenciais do ano de 2158 e os resultados de todas as Copas do Mundo, daqui até a última edição do evento na história da humanidade, estão resolvidos há bilhões de anos. 

    Agora dê uma olhada no céu, no lugar onde fica a constelação de Sagitário. É lá que está o buraco negro supermassivo do centro da Via Láctea, em torno do qual todas as centenas de bilhões de estrelas da nossa galáxia giram. Não dá para ver, claro, mas ele está ali. Agora mesmo. De alguma forma, ele “sabe” como será cada momento do nosso futuro. Tudo o que para nós ainda segue em aberto, para ele é parte do passado. Já está resolvido. Não vai mudar. Presente, passado e futuro, portanto, são uma ilusão. Ainda que persistente.

    A maleabilidade do tempo na física inspira olhar com mais carinho para as agruras do tempo em outra área da ciência: a psicologia. A forma como a mente entende o tempo também varia. Você sabe: uma hora na sala de espera do médico demora bem mais para passar do que uma hora de conversa com amigos que não se veem há muito tempo. Por outro lado, a memória dessa hora na sala de espera deixa de existir assim que você é chamado para a consulta. E a da conversa com os amigos fica para sempre, como se tivesse durado 20 horas.  

    Há uma armadilha nessa lógica, porém. As horas e horas que você passa maratonando séries, jogando videogame ou rolando o Insta também passam rapidinho. Mas não deixam memórias. O que enriquece a vida é a interação com outras pessoas. O resto não rende juros para a biografia. 

    Estamos há praticamente um ano sob algum grau de restrição na nossa vida social. Pouca gente, a essa altura, está completamente isolada desde lá. Mas a maior parte de nós não voltou à vida como ela era (o que é ótimo do ponto de vista epidemiológico). 

    Então sempre vale lembrar: dê uma chance extra para aquelas conversas de Zoom que já enjoaram, telefone para os seus pais e avós, não suma dos grupos de Whats, mande DM quando gostar da foto de um amigo; puxe conversa. Senão, quando você olhar para trás, não haverá nada. Cuide bem da formação de suas novas memórias. Porque, sem elas, a vida se converte numa ilusão, ainda que persistente.


(Fonte: Superinteressante - adaptado.)
De acordo com o texto, a concepção de tempo promovida por Einstein na física pode também produzir reflexões para a psicologia. Nesse sentido, a memória: 
Alternativas
Q4207644 Português
O impacto ambiental causado pelos plásticos


    Restos de comida, com o passar dos dias, mudam de aspecto e passam a _______ mau cheiro. Os responsáveis por isso são microrganismos que provocam sua decomposição. Os alimentos são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos por microrganismos.

   Os plásticos, ao contrário, em geral não são biodegradáveis. Será preciso tanta durabilidade? Pense em um copinho descartável de café. Seu uso dura cerca de um minuto. Depois disso, ele é jogado fora e vai permanecer muito tempo assim, ocupando espaço no lixo.

   Uma grande crítica que se faz aos plásticos é que eles não são biodegradáveis. Por isso, há anos existe a preocupação de pesquisar plásticos biodegradáveis, e resultados promissores têm sido obtidos.

    Se um anel de plástico jogado ao mar enroscar em um leão-marinho, uma foca, um peixe ou uma ave, eles terão dificuldade para retirá-los. Uma foca cujo focinho esteja preso por um rótulo plástico de refrigerante pode, por exemplo, morrer por falta de ar. Uma ave com o bico preso não pode comer e também morrerá. Tartarugas ingerem sacos plásticos jogados ao mar, pois os confundem com águas-vivas das quais se alimentam. Essa ingestão pode causar obstrução do intestino e morte.

    Esses são alguns dos problemas relacionados aos plásticos e ao fato de as pessoas jogarem lixo em praias e outros ambientes.


(Fonte : PNLD - adaptado.)
A expressão “ao contrário”, sublinhada no segundo parágrafo, expressa:
Alternativas
Q4207643 Português
O impacto ambiental causado pelos plásticos


    Restos de comida, com o passar dos dias, mudam de aspecto e passam a _______ mau cheiro. Os responsáveis por isso são microrganismos que provocam sua decomposição. Os alimentos são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos por microrganismos.

   Os plásticos, ao contrário, em geral não são biodegradáveis. Será preciso tanta durabilidade? Pense em um copinho descartável de café. Seu uso dura cerca de um minuto. Depois disso, ele é jogado fora e vai permanecer muito tempo assim, ocupando espaço no lixo.

   Uma grande crítica que se faz aos plásticos é que eles não são biodegradáveis. Por isso, há anos existe a preocupação de pesquisar plásticos biodegradáveis, e resultados promissores têm sido obtidos.

    Se um anel de plástico jogado ao mar enroscar em um leão-marinho, uma foca, um peixe ou uma ave, eles terão dificuldade para retirá-los. Uma foca cujo focinho esteja preso por um rótulo plástico de refrigerante pode, por exemplo, morrer por falta de ar. Uma ave com o bico preso não pode comer e também morrerá. Tartarugas ingerem sacos plásticos jogados ao mar, pois os confundem com águas-vivas das quais se alimentam. Essa ingestão pode causar obstrução do intestino e morte.

    Esses são alguns dos problemas relacionados aos plásticos e ao fato de as pessoas jogarem lixo em praias e outros ambientes.


(Fonte : PNLD - adaptado.)
A palavra “copinho”, sublinhada no texto, indica:
Alternativas
Q4207641 Português
O impacto ambiental causado pelos plásticos


    Restos de comida, com o passar dos dias, mudam de aspecto e passam a _______ mau cheiro. Os responsáveis por isso são microrganismos que provocam sua decomposição. Os alimentos são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos por microrganismos.

   Os plásticos, ao contrário, em geral não são biodegradáveis. Será preciso tanta durabilidade? Pense em um copinho descartável de café. Seu uso dura cerca de um minuto. Depois disso, ele é jogado fora e vai permanecer muito tempo assim, ocupando espaço no lixo.

   Uma grande crítica que se faz aos plásticos é que eles não são biodegradáveis. Por isso, há anos existe a preocupação de pesquisar plásticos biodegradáveis, e resultados promissores têm sido obtidos.

    Se um anel de plástico jogado ao mar enroscar em um leão-marinho, uma foca, um peixe ou uma ave, eles terão dificuldade para retirá-los. Uma foca cujo focinho esteja preso por um rótulo plástico de refrigerante pode, por exemplo, morrer por falta de ar. Uma ave com o bico preso não pode comer e também morrerá. Tartarugas ingerem sacos plásticos jogados ao mar, pois os confundem com águas-vivas das quais se alimentam. Essa ingestão pode causar obstrução do intestino e morte.

    Esses são alguns dos problemas relacionados aos plásticos e ao fato de as pessoas jogarem lixo em praias e outros ambientes.


(Fonte : PNLD - adaptado.)
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4207640 Português
O impacto ambiental causado pelos plásticos


    Restos de comida, com o passar dos dias, mudam de aspecto e passam a _______ mau cheiro. Os responsáveis por isso são microrganismos que provocam sua decomposição. Os alimentos são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos por microrganismos.

   Os plásticos, ao contrário, em geral não são biodegradáveis. Será preciso tanta durabilidade? Pense em um copinho descartável de café. Seu uso dura cerca de um minuto. Depois disso, ele é jogado fora e vai permanecer muito tempo assim, ocupando espaço no lixo.

   Uma grande crítica que se faz aos plásticos é que eles não são biodegradáveis. Por isso, há anos existe a preocupação de pesquisar plásticos biodegradáveis, e resultados promissores têm sido obtidos.

    Se um anel de plástico jogado ao mar enroscar em um leão-marinho, uma foca, um peixe ou uma ave, eles terão dificuldade para retirá-los. Uma foca cujo focinho esteja preso por um rótulo plástico de refrigerante pode, por exemplo, morrer por falta de ar. Uma ave com o bico preso não pode comer e também morrerá. Tartarugas ingerem sacos plásticos jogados ao mar, pois os confundem com águas-vivas das quais se alimentam. Essa ingestão pode causar obstrução do intestino e morte.

    Esses são alguns dos problemas relacionados aos plásticos e ao fato de as pessoas jogarem lixo em praias e outros ambientes.


(Fonte : PNLD - adaptado.)
Qual o assunto principal do texto?
Alternativas
Q4207639 Português
O impacto ambiental causado pelos plásticos


    Restos de comida, com o passar dos dias, mudam de aspecto e passam a _______ mau cheiro. Os responsáveis por isso são microrganismos que provocam sua decomposição. Os alimentos são biodegradáveis, ou seja, podem ser decompostos por microrganismos.

   Os plásticos, ao contrário, em geral não são biodegradáveis. Será preciso tanta durabilidade? Pense em um copinho descartável de café. Seu uso dura cerca de um minuto. Depois disso, ele é jogado fora e vai permanecer muito tempo assim, ocupando espaço no lixo.

   Uma grande crítica que se faz aos plásticos é que eles não são biodegradáveis. Por isso, há anos existe a preocupação de pesquisar plásticos biodegradáveis, e resultados promissores têm sido obtidos.

    Se um anel de plástico jogado ao mar enroscar em um leão-marinho, uma foca, um peixe ou uma ave, eles terão dificuldade para retirá-los. Uma foca cujo focinho esteja preso por um rótulo plástico de refrigerante pode, por exemplo, morrer por falta de ar. Uma ave com o bico preso não pode comer e também morrerá. Tartarugas ingerem sacos plásticos jogados ao mar, pois os confundem com águas-vivas das quais se alimentam. Essa ingestão pode causar obstrução do intestino e morte.

    Esses são alguns dos problemas relacionados aos plásticos e ao fato de as pessoas jogarem lixo em praias e outros ambientes.


(Fonte : PNLD - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q4207410 Português
A água no Brasil: da abundância à escassez


   Garantir o acesso à água de qualidade a todos os brasileiros é um dos principais desafios para os próximos gestores do país. Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima.

   Em várias regiões do país, já são sentidos diferentes impactos, como escassez, desaparecimento de nascentes e rios, aumento da poluição da água. Os especialistas alertam que os problemas podem se agravar se não forem tomadas medidas urgentes e se a sociedade não mudar sua percepção e comportamento em relação aos recursos naturais.

 O Brasil tem 12 regiões hidrográficas que passam por diferentes desafios para manter sua disponibilidade e qualidade hídrica. Mapeamento do Ministério do Meio Ambiente mostra que, nas bacias que abrangem a Região Norte, o impacto vem principalmente da expansão da geração de energia hidrelétrica. Na Região Centro-Oeste, é a expansão da fronteira agrícola que mais desafia a conservação dos recursos hídricos. As regiões Sul e Nordeste enfrentam déficit hídrico e a Região Sudeste apresenta também o problema da poluição hídrica.

   Em nível global, o desafio é conter o aumento da temperatura do clima, fator que gera ondas de calor e extremos de seca que afetam a disponibilidade de água. O relatório especial do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas, das Nações Unidas, divulgado recentemente, mostra que, se a temperatura global subir acima de 1,5°C, em todo o mundo mais de 350 milhões de pessoas ficarão expostas até 2050 a períodos severos de seca.


(Fonte: Agência Brasil - adaptado.)
No trecho “Garantir o acesso à água de qualidade a todos os brasileiros é um dos principais desafios para os próximos gestores do país. Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima”, as palavras sublinhadas podem ser substituídas, mantendo o sentido do contexto em que se inserem, respectivamente, por:
Alternativas
Q4207409 Português
A água no Brasil: da abundância à escassez


   Garantir o acesso à água de qualidade a todos os brasileiros é um dos principais desafios para os próximos gestores do país. Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima.

   Em várias regiões do país, já são sentidos diferentes impactos, como escassez, desaparecimento de nascentes e rios, aumento da poluição da água. Os especialistas alertam que os problemas podem se agravar se não forem tomadas medidas urgentes e se a sociedade não mudar sua percepção e comportamento em relação aos recursos naturais.

 O Brasil tem 12 regiões hidrográficas que passam por diferentes desafios para manter sua disponibilidade e qualidade hídrica. Mapeamento do Ministério do Meio Ambiente mostra que, nas bacias que abrangem a Região Norte, o impacto vem principalmente da expansão da geração de energia hidrelétrica. Na Região Centro-Oeste, é a expansão da fronteira agrícola que mais desafia a conservação dos recursos hídricos. As regiões Sul e Nordeste enfrentam déficit hídrico e a Região Sudeste apresenta também o problema da poluição hídrica.

   Em nível global, o desafio é conter o aumento da temperatura do clima, fator que gera ondas de calor e extremos de seca que afetam a disponibilidade de água. O relatório especial do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas, das Nações Unidas, divulgado recentemente, mostra que, se a temperatura global subir acima de 1,5°C, em todo o mundo mais de 350 milhões de pessoas ficarão expostas até 2050 a períodos severos de seca.


(Fonte: Agência Brasil - adaptado.)
Ao desenvolver a oração reduzida presente em “O relatório especial do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas, das Nações Unidas, divulgado recentemente [...]”, ter-se-ia, respeitando o sentido do contexto em que se insere:
Alternativas
Q4207402 Português
A água no Brasil: da abundância à escassez


   Garantir o acesso à água de qualidade a todos os brasileiros é um dos principais desafios para os próximos gestores do país. Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima.

   Em várias regiões do país, já são sentidos diferentes impactos, como escassez, desaparecimento de nascentes e rios, aumento da poluição da água. Os especialistas alertam que os problemas podem se agravar se não forem tomadas medidas urgentes e se a sociedade não mudar sua percepção e comportamento em relação aos recursos naturais.

 O Brasil tem 12 regiões hidrográficas que passam por diferentes desafios para manter sua disponibilidade e qualidade hídrica. Mapeamento do Ministério do Meio Ambiente mostra que, nas bacias que abrangem a Região Norte, o impacto vem principalmente da expansão da geração de energia hidrelétrica. Na Região Centro-Oeste, é a expansão da fronteira agrícola que mais desafia a conservação dos recursos hídricos. As regiões Sul e Nordeste enfrentam déficit hídrico e a Região Sudeste apresenta também o problema da poluição hídrica.

   Em nível global, o desafio é conter o aumento da temperatura do clima, fator que gera ondas de calor e extremos de seca que afetam a disponibilidade de água. O relatório especial do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas, das Nações Unidas, divulgado recentemente, mostra que, se a temperatura global subir acima de 1,5°C, em todo o mundo mais de 350 milhões de pessoas ficarão expostas até 2050 a períodos severos de seca.


(Fonte: Agência Brasil - adaptado.)
Sobre o texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4206101 Português
As formigas que conseguem ‘cheirar’ o câncer 

        Graças ao sistema olfativo bastante sensível, as formigas vão poder ser usadas um dia para ajudar a detectar câncer em humanos, sugere um novo estudo. Por enquanto, cientistas descobriram que as formigas são capazes de detectar a doença em camundongos. “As formigas podem ser treinadas em dez minutos para sentir o cheiro do câncer na urina dos ratos”, diz Baptiste Piqueret, principal autor do estudo. 

        Piqueret, que iniciou sua pesquisa na área em 2017, conseguiu treinar formigas para distinguir entre células saudáveis e células cancerígenas cultivadas em laboratório. Mas agora, sua equipe deu um passo _____ frente: as formigas detectaram desta vez tumores humanos em camundongos. Piqueret e sua equipe usaram uma técnica chamada xenoenxerto — que consiste em transplantar o câncer de mama humano para camundongos e permitir que ele cresça.

        Na sequência, eles coletaram amostras de urina tanto de camundongos saudáveis quanto daqueles com câncer. “Durante o treinamento, colocamos as formigas em uma arena circular e colocamos comida como recompensa ao lado da urina dos camundongos com câncer”, ele conta. _____ medida que as formigas encontram a recompensa, elas associam o cheiro das células cancerígenas a ela e aprendem a reconhecê-la. "As células são como fábricas, precisam de nutrientes para viver e produzem resíduos. As células cancerígenas produzem resíduos que podem ser detectados no odor", afirma Piqueret. 

        Mais especificamente, conforme explica o estudo, as células cancerígenas possuem compostos orgânicos voláteis específicos que podem ser detectados na urina ou na respiração. Durante o processo de treinamento, as formigas permaneciam mais tempo em torno das amostras cancerígenas de urina, mesmo depois que os cientistas removiam as recompensas.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Considerando-se o sentido contextual da palavra sublinhada, assinalar a alternativa que apresenta um antônimo apropriado a ela:
[...] as células cancerígenas possuem compostos orgânicos voláteis específicos que podem ser detectados na urina ou na respiração.
Alternativas
Q4206100 Português
As formigas que conseguem ‘cheirar’ o câncer 

        Graças ao sistema olfativo bastante sensível, as formigas vão poder ser usadas um dia para ajudar a detectar câncer em humanos, sugere um novo estudo. Por enquanto, cientistas descobriram que as formigas são capazes de detectar a doença em camundongos. “As formigas podem ser treinadas em dez minutos para sentir o cheiro do câncer na urina dos ratos”, diz Baptiste Piqueret, principal autor do estudo. 

        Piqueret, que iniciou sua pesquisa na área em 2017, conseguiu treinar formigas para distinguir entre células saudáveis e células cancerígenas cultivadas em laboratório. Mas agora, sua equipe deu um passo _____ frente: as formigas detectaram desta vez tumores humanos em camundongos. Piqueret e sua equipe usaram uma técnica chamada xenoenxerto — que consiste em transplantar o câncer de mama humano para camundongos e permitir que ele cresça.

        Na sequência, eles coletaram amostras de urina tanto de camundongos saudáveis quanto daqueles com câncer. “Durante o treinamento, colocamos as formigas em uma arena circular e colocamos comida como recompensa ao lado da urina dos camundongos com câncer”, ele conta. _____ medida que as formigas encontram a recompensa, elas associam o cheiro das células cancerígenas a ela e aprendem a reconhecê-la. "As células são como fábricas, precisam de nutrientes para viver e produzem resíduos. As células cancerígenas produzem resíduos que podem ser detectados no odor", afirma Piqueret. 

        Mais especificamente, conforme explica o estudo, as células cancerígenas possuem compostos orgânicos voláteis específicos que podem ser detectados na urina ou na respiração. Durante o processo de treinamento, as formigas permaneciam mais tempo em torno das amostras cancerígenas de urina, mesmo depois que os cientistas removiam as recompensas.

(Fonte: BBC - adaptado.)
De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q4206099 Português
As formigas que conseguem ‘cheirar’ o câncer 

        Graças ao sistema olfativo bastante sensível, as formigas vão poder ser usadas um dia para ajudar a detectar câncer em humanos, sugere um novo estudo. Por enquanto, cientistas descobriram que as formigas são capazes de detectar a doença em camundongos. “As formigas podem ser treinadas em dez minutos para sentir o cheiro do câncer na urina dos ratos”, diz Baptiste Piqueret, principal autor do estudo. 

        Piqueret, que iniciou sua pesquisa na área em 2017, conseguiu treinar formigas para distinguir entre células saudáveis e células cancerígenas cultivadas em laboratório. Mas agora, sua equipe deu um passo _____ frente: as formigas detectaram desta vez tumores humanos em camundongos. Piqueret e sua equipe usaram uma técnica chamada xenoenxerto — que consiste em transplantar o câncer de mama humano para camundongos e permitir que ele cresça.

        Na sequência, eles coletaram amostras de urina tanto de camundongos saudáveis quanto daqueles com câncer. “Durante o treinamento, colocamos as formigas em uma arena circular e colocamos comida como recompensa ao lado da urina dos camundongos com câncer”, ele conta. _____ medida que as formigas encontram a recompensa, elas associam o cheiro das células cancerígenas a ela e aprendem a reconhecê-la. "As células são como fábricas, precisam de nutrientes para viver e produzem resíduos. As células cancerígenas produzem resíduos que podem ser detectados no odor", afirma Piqueret. 

        Mais especificamente, conforme explica o estudo, as células cancerígenas possuem compostos orgânicos voláteis específicos que podem ser detectados na urina ou na respiração. Durante o processo de treinamento, as formigas permaneciam mais tempo em torno das amostras cancerígenas de urina, mesmo depois que os cientistas removiam as recompensas.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Considerando-se as informações expressas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Formigas podem ser treinadas em dez minutos para detectar o cheiro do câncer em urina de ratos.
(_) Compostos orgânicos voláteis podem ser encontrados apenas na urina.
(_) Formigas são capazes de detectar câncer em humanos.
Alternativas
Q4205975 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4205974 Português
Por que tomamos choque ao tocar em objetos ou pessoas?

        O professor Claudio Furukawa, responsável pelo Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), explica que o fenômeno tem a ver com ____ eletricidade estática, já que todos os materiais são feitos de átomos. E os átomos, por sua vez, são constituídos por duas partículas principais: os prótons (que são positivos) e os elétrons (negativos).

        Na maioria das vezes, os átomos se encontram num estado neutro. Na prática, isso significa que a quantidade de prótons e elétrons é a mesma. Mas esse equilíbrio se altera quando encostamos e friccionamos dois objetos com características distintas. Nesse momento, os átomos de ambos se aproximam demais, e isso pode "embaralhar" todos aqueles elétrons. 

        Pode ser que um objeto "roube" uma porção dessas partículas para si. Ou seja: um dos materiais fica com mais elétrons. Aquele estado de neutralidade anterior, então, deixa de existir. O material que perdeu elétrons fica positivo e aquele que ganhou essas partículas se torna negativo.

        É isso o que ocorre, por exemplo, quando arrastamos os nossos pés (principalmente com calçados) num carpete, ou se usamos roupas feitas de lã e tecido sintético por algum tempo. A fricção desses materiais diferentes (pés-carpete ou braços-blusa sintética) "embaralha" os elétrons, o que eletrifica os corpos envolvidos nessa interação.

        Só que os átomos sempre buscam voltar ____ neutralidade. Daí, quando tocamos num terceiro objeto (que está neutro), como a maçaneta da porta, aquele excedente de elétrons é, literalmente, descarregado. E isso gera um campo elétrico que nos dá o leve choque (geralmente seguido por um susto). "A formação desse campo elétrico é capaz até de soltar uma rápida faísca", descreve Furukawa.

        O fenômeno se torna mais frequente em dias secos. ____ pouca umidade no ar dificulta a troca contínua de partículas, o que faz um corpo acumular mais cargas ao longo de um período. Isso ocorre porque as moléculas de água são boas condutoras de eletricidade e podem livrar o corpo do excedente de elétrons aos poucos. Porém, num dia seco, o excesso só é descarregado de vez ao tocar em objetos condutores de eletricidade, como superfícies metálicas ou ____ mão de outra pessoa.

(Fonte: BBC - adaptado.)
A respeito do texto, analisar os itens abaixo:
I. O contato com um terceiro objeto neutro, após a fricção de materiais diferentes, descarrega o excedente de elétrons.
II. As moléculas de água são boas condutoras de eletricidade, o que contribui para aumentar de uma hora para outra a quantidade de elétrons de um corpo. 
Alternativas
Q4205894 Português
ChatGPT – Herói ou Vilão?


    A OpenAI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, disponibilizou sua plataforma aos usuários na versão 3.5. Em menos de dois meses, já tinha mais de 100 milhões de usuários. Isso abriu caminho para que o mundo descobrisse, por meio desta e de outras plataformas de IA (inteligência artificial generativa), o poder dessa tecnologia.

    No entanto, o ChatGPT ainda apresenta limitações severas. Suas respostas podem estar erradas e serem tóxicas ou tendenciosas algumas vezes. Além disso, essa tecnologia tem isenções de responsabilidade explícitas sobre a imprecisão dos dados. Porém, por apresentar uma linguagem natural, produz uma falsa sensação de segurança aos usuários. Isso porque os sistemas de linguagem das plataformas de IA não sabem o que as palavras significam, mas apresentam uma linguagem coerente, educada e que transparece, muitas vezes, que você está conversando com um especialista no assunto. E este é o ponto: eles foram treinados para parecerem um especialista, não para serem um especialista.

    Em março, a OpenAI lançou sua nova versão, e o GPT-4 chegou levantando todo o debate novamente e abrindo uma maior vantagem em relação aos concorrentes. A Microsoft anunciou o Copilot, um assistente de criação de tarefas que será acoplado ao Word, ao Excel e ao PowerPoint. Em outras palavras, o ChatGPT estará dentro do Office. No PowerPoint, há a possibilidade de criar apresentações a partir de textos simples, podendo-se usar imagens e designs exclusivos. No Excel, há a função de pedir para o algoritmo simplificar planilhas enormes, encontrando padrões, criando correlações, extraindo dados e gerando análises profundas. Já no Word é possível produzir textos a partir de diversos outros arquivos, compilar documentos a partir de notas e rascunhos e escrever e-mails e memorandos.

    Atualmente, as escolas no Brasil vivem um paradoxo: algumas estão em busca de treinamentos para seus professores sobre o ChatGPT, para que tenham uma maior assertividade em seu uso e conheçam os impactos dessa nova tecnologia na educação, enquanto outras estão proibindo seus professores e seus alunos de a utilizarem. Se, por um lado, professores de artes estão pedindo para os alunos usarem a Dall-E para identificar e “desenhar” quadros no estilo de pintores como Picasso, Monet e Van Gogh, o que estimula bastante a criatividade, por outro lado, existe a discussão sobre problemas de manipulação dos dados que podem gerar desinformações disponibilizadas por tais plataformas. É nesses momentos que o papel do professor se faz ainda mais necessário para direcionar o conhecimento de forma correta.


(Fonte: Direcional Escolas - adaptado.)
Com base nas informações do texto, analisar os itens abaixo:

I. ChatGPT e Copilot são ferramentas de IA que apresentam funcionalidades parecidas, mas são de empresas diferentes.
II. Para algumas escolas brasileiras, o ChatGPT tornou-se um problema; para outras, uma nova tecnologia para uso em sala de aula.
III. Nas escolas, é importante que os professores conheçam a IA para direcionar corretamente a aprendizagem.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q4205893 Português
ChatGPT – Herói ou Vilão?


    A OpenAI, empresa que desenvolveu o ChatGPT, disponibilizou sua plataforma aos usuários na versão 3.5. Em menos de dois meses, já tinha mais de 100 milhões de usuários. Isso abriu caminho para que o mundo descobrisse, por meio desta e de outras plataformas de IA (inteligência artificial generativa), o poder dessa tecnologia.

    No entanto, o ChatGPT ainda apresenta limitações severas. Suas respostas podem estar erradas e serem tóxicas ou tendenciosas algumas vezes. Além disso, essa tecnologia tem isenções de responsabilidade explícitas sobre a imprecisão dos dados. Porém, por apresentar uma linguagem natural, produz uma falsa sensação de segurança aos usuários. Isso porque os sistemas de linguagem das plataformas de IA não sabem o que as palavras significam, mas apresentam uma linguagem coerente, educada e que transparece, muitas vezes, que você está conversando com um especialista no assunto. E este é o ponto: eles foram treinados para parecerem um especialista, não para serem um especialista.

    Em março, a OpenAI lançou sua nova versão, e o GPT-4 chegou levantando todo o debate novamente e abrindo uma maior vantagem em relação aos concorrentes. A Microsoft anunciou o Copilot, um assistente de criação de tarefas que será acoplado ao Word, ao Excel e ao PowerPoint. Em outras palavras, o ChatGPT estará dentro do Office. No PowerPoint, há a possibilidade de criar apresentações a partir de textos simples, podendo-se usar imagens e designs exclusivos. No Excel, há a função de pedir para o algoritmo simplificar planilhas enormes, encontrando padrões, criando correlações, extraindo dados e gerando análises profundas. Já no Word é possível produzir textos a partir de diversos outros arquivos, compilar documentos a partir de notas e rascunhos e escrever e-mails e memorandos.

    Atualmente, as escolas no Brasil vivem um paradoxo: algumas estão em busca de treinamentos para seus professores sobre o ChatGPT, para que tenham uma maior assertividade em seu uso e conheçam os impactos dessa nova tecnologia na educação, enquanto outras estão proibindo seus professores e seus alunos de a utilizarem. Se, por um lado, professores de artes estão pedindo para os alunos usarem a Dall-E para identificar e “desenhar” quadros no estilo de pintores como Picasso, Monet e Van Gogh, o que estimula bastante a criatividade, por outro lado, existe a discussão sobre problemas de manipulação dos dados que podem gerar desinformações disponibilizadas por tais plataformas. É nesses momentos que o papel do professor se faz ainda mais necessário para direcionar o conhecimento de forma correta.


(Fonte: Direcional Escolas - adaptado.)
No fragmento “Além disso, essa tecnologia tem isenções de responsabilidade explícitas sobre a imprecisão dos dados. Porém, por apresentar uma linguagem natural, produz uma falsa sensação de segurança aos usuários.”, as expressões sublinhadas indicam, respectivamente, ideia de:
Alternativas
Q4205745 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Assinalar a alternativa cuja palavra sublinhada à esquerda mantém sentido equivalente quando substituída à direita:
Alternativas
Q4205744 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Em relação ao período “Quando Narciso morreu, o lago de seu prazer mudou de uma taça de águas doces para uma taça de lágrimas salgadas, e as oréades vieram chorando pela mata com a esperança de cantar e dar conforto ao lago” (Fonte: O discípulo - adaptado.), pode-se pressupor que:
Alternativas
Respostas
35861: C
35862: C
35863: D
35864: B
35865: A
35866: B
35867: D
35868: C
35869: B
35870: A
35871: C
35872: A
35873: D
35874: C
35875: C
35876: B
35877: E
35878: C
35879: D
35880: C