Questões de Concurso
Sobre funções morfossintáticas da palavra se em português
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“[...] e, se as alucinações forem controladas e não houver muitos novos danos, o chatGPT permanecerá sendo muito usado. ” (Parágrafo 6)
Nesse caso, o emprego do “se” introduz ideia de:

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-dearmandinho>.
Na oração “Preconceito se trata com educação!”, empregada na charge acima, é correto afirmar que:
“Ao se desviarem das situações de embates apresentadas, retardam o seu amadurecimento”.
Leia para responder à questão
O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.
O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.
Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro
Geração Cristal
Por Gilmar Marcílio

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2026/01/geracaocristal-cmkr9xweb028901682mf8fayh.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
“Ao se desviarem das situações de embates apresentadas, retardam o seu amadurecimento”.
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Muitos pais, exaustos pelo próprio formato de mundo que criamos, tornaram-se emocionalmente indisponíveis sem querer”.
Leia o comunicado:
"Caso surjam dúvidas durante o procedimento, orientamos que se consulte o manual antes de acionar o suporte."
A colocação pronominal em "se consulte" está correta porque:
"O técnico informou que o backup se realizará automaticamente".
A colocação pronominal em "se realizará" está correta porque:
Disponível em: https://www.gov.br
Leia o texto abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Analise o verso:
“E, se depois de tanto mino que o atraia, ele se sente pobre, sem paz e sem arrimo...”
Assinale a alternativa que explica corretamente o uso do pronome oblíquo “se”.
“Prezados colaboradores, informamos que a chefia solicitou a entrega dos relatórios. Pede-se que os documentos enviem-se até sexta-feira.”
Assinale a alternativa que reescreve o trecho final de acordo com as regras de colocação pronominal e pontuação da norma culta.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Texto 1
Bons motivos para não se levar tão a sério e fazer sua criança interior aflorar
Jogos de mesa, mímica, queimada, palavras-cruzadas: brincar pode ser qualquer atividade de lazer sem compromisso com a performance, só pela diversão. Na infância, a gente se sente livre para explorar esse lado lúdico sem medo do julgamento.
À medida que a vida adulta se aproxima, cresce a pressão para abandonar esse tipo de prazer e adotar uma postura mais séria. Além disso, em meio a rotinas aceleradas, reservar um tempo para a brincadeira não só é difícil, como muitas vezes parece uma perda de tempo.
Estudos recentes indicam que esse hábito pode trazer vários benefícios para a saúde, além de tornar a vida mais leve e plena.
Raiz do problema
Segundo o psiquiatra norte-americano Stuart Brown, autor de “Play: How it Shapes the Brain, Opens the Imagination, and Invigorates the Soul” (Como brincar molda o cérebro, abre a imaginação e revigora a alma), os altos índices de melancolia de hoje — refletidos no aumento de transtornos como depressão e ansiedade — estão ligados à supressão do instinto natural de brincar.
“O oposto de brincar não é o trabalho, é a depressão. O déficit de brincadeiras entre adultos está se tornando uma crise de saúde pública”, disse em entrevista à revista National Geographic.
De acordo com um relatório publicado pela Lego em 2022, 93% dos adultos afirmam se sentir estressados regularmente. Entre eles, 86% dizem que brincar ou interagir com brinquedos ajuda a aliviar a tensão. Durante esses momentos, as preocupações do trabalho e da rotina ficam em segundo plano, e exercitamos algo cada vez mais raro: a atenção plena. Ao nos conectarmos com o presente, também conseguimos escutar melhor nós mesmos — com mais calma, leveza e presença.
Quando feito em grupo, o ato de brincar pode ser um antídoto contra a solidão. E mais: fortalece os laços sociais. Afinal, muitas vezes, durante essas atividades lúdicas, aprendemos a compartilhar, negociar, lidar com regras, respeitar o espaço do outro e mediar conflitos — habilidades sociais essenciais para a convivência.
Segundo Brown, brincar ainda é uma forma eficiente de desenvolver a adaptabilidade, a inteligência, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Para ele, em tempos difíceis, precisamos disso mais do que nunca, pois reforça nossa aptidão de lidar com o inesperado.
Os ‘kidults’
Junção das palavras “kid” (criança) e “adult” (adulto), o termo “kidult” é usado hoje para definir os adultos que compram, colecionam e se envolvem com brinquedos, personagens e itens que normalmente seriam voltados para o público infantil.
Esse universo está cada vez mais longe de ser um nicho pequeno. De acordo com dados da empresa de pesquisa WGSN, o mercado dos brinquedos colecionáveis foi estimado em US$ 12,5 bilhões em 2021 (R$ 6,6 bilhões, sem correção da inflação) e pode chegar a US$ 35,3 bilhões até 2032 (R$ 18,8 bilhões).
Só nos Estados Unidos, pessoas entre 19 e 99 anos representaram 17,3% das vendas de brinquedos em 2023, segundo a Business Insider.
Mais do que passatempo, os brinquedos oferecem refúgio. Em tempos de burnout e sobrecarga emocional, funcionam como uma ponte de volta aos momentos leves da infância — e, por isso, têm ganhado espaço em um mercado cada vez mais guiado pela nostalgia. Filmes como Barbie e Lilo & Stitch são apenas alguns exemplos dessa tendência.
Entre os favoritos dos kidults, estão clássicos como os bonecos Funko, as peças de Lego e as famosas action figures. E também os hypados monstrinhos Labubu e os bebês reborn.
Hora de brincar
Em entrevista ao The New York Times, a professora Meredith Sinclair, autora do livro “Well Played: The Ultimate Guide to Awakening Your Family’s Playful Spirit” (Bem jogado: o guia para acordar o espírito brincalhão da sua família), sugere um jeito simples de reencontrar o prazer de brincar: lembrar do que fazia você feliz na infância. Pode ser algo tão simples quanto massinha de modelar, jogar stop com amigos ou correr atrás de uma bola no parque. O importante é deixar de lado a preocupação com o olhar alheio.
Brincar também passa por fazer algo sem a intenção de postar ou de gerar engajamento — algo que, convenhamos, anda cada vez mais raro. Embora compartilhar nas redes o que tem feito você se divertir seja legal, inclusive para inspirar outras pessoas, viver uma experiência só para si pode ser um exercício bem poderoso.
Na vida adulta, brincar raramente acontece por acaso. Por isso, vale reservar um tempo na agenda. Dedicar alguns minutos do dia a algo leve, só por prazer, pode ser justamente o que falta para sua rotina ficar um pouco mais solar.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/bons-motivospara-nao-se-levar-tao-a-serio-e-fazer-sua-crianca-interioraflorar.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025.
“Por que mudamos a ordem alfabética do teclado da máquina de escrever por outra tão arbitrária como a atual? Porque desse modo superávamos um problema mecânico. Se escrevias rápido demais, as barras que moviam as letras se chocavam e bloqueavam o mecanismo. A solução consistia em mudar a situação das teclas: letras como o i e e que normalmente pulsam sucessivamente, as colocas nos extremos opostos da máquina, com o objetivo de que suas barras não se choquem.”
Nesse texto há várias estruturas com primeiras e segundas pessoas que poderiam ser evitadas, utilizando-se estruturas com se.
Assinale a forma modificada que mostra erro na construção de alguma frase do texto.