No trecho “O manejo do diabetes não se resume a “cortar açú...
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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.
O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.
Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: No trecho “O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar””, a palavra destacada integra a forma verbal pronominal “resumir-se”. Como o comando pede a classificação morfológica do termo, o “se” deve ser identificado como pronome oblíquo átono, o que conduz à alternativa C.
- Leia primeiro o comando: se ele pede atuação morfológica, a resposta deve ser a classe gramatical da palavra.
- Verifique se o “se” está ligado a um verbo pronominal, como em “resumir-se”; nesse caso, a classificação morfológica é pronome.
- Elimine “conjunção” quando o “se” não estiver conectando orações.
- Procure a preposição real da construção: neste trecho, ela é “a”, não o “se”.
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Gabarito: C — Pronome
No trecho “O manejo do diabetes não se resume a ‘cortar açúcar’”, o termo “se” funciona morfologicamente como pronome.
Explicação:
O “se” é um pronome apassivador / partícula integrante do verbo pronominal no verbo “resumir-se” (no sentido de limitar-se, restringir-se).
Estrutura:
- resumir-se a algo = limitar-se a algo
Exemplo equivalente:
- A solução se resume a estudar mais.
Portanto, “se” pertence à classe dos pronomes, não sendo conjunção, preposição ou advérbio.
Bizu de prova:
Sempre que aparecer verbo + se como arrepender-se, queixar-se, resumir-se, lembrar-se, o “se” é pronome, porque faz parte do verbo pronominal.
Gabarito C
Pronomes reflexivos retomam o sujeito e indicam que a ação recai sobre ele mesmo, funcionando como objeto direto ou indireto na oração.
- “Ele se cortou com a faca.”
- “Nós nos organizamos para a viagem.”
CFOPMBA
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