Questões de Concurso Sobre funções morfossintáticas da palavra se em português

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Q3809353 Português
Não existe uma idade certa para introduzir as crianças na educação musical, mas sim fases propícias e requisitos físicos e psicológicos que variam de acordo com cada instrumento [...]. "O ideal é combinar a exposição precoce (lúdica) com avaliação individualizada para o início formal. Sugiro não atrasar este período por medo de 'perder a janela', mas também não é válido forçar se perceber que a criança não está pronta", destaca Moisés Cantos, maestro e educador musical.
(Disponível em: https://vidasimples.co/morar/quando-comecar-educacao-musical-na-inf ancia/. Acesso em 20 nov. 2025. Adaptado.)
I."Se" pode ser tanto pronome, por exemplo, complementando o verbo e expressando reflexividade, quanto conjunção, estabelecendo relações e sentidos diversos entre as orações. No excerto, não é possível compreendê-lo como pronome que completa o verbo "forçar", uma vez que ele é uma conjunção, estabelecendo uma relação condicional, hipotética na construção do período.
II.A partir da leitura do excerto, é possível inferir que a expressão "perder a janela" não se refere à janela como objeto, mas tem o sentido de interstício, de intervalo temporal que compreende um período da infância.
III.O professor propõe uma série de fatores que, em conjunto, ajudam a definir o melhor momento para introduzir crianças na educação musical. Esses fatores são temporais, físicos e psicológicos dessas crianças, relacionados aos instrumentos musicais pretendidos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3809323 Português
Não existe uma idade certa para introduzir as crianças na educação musical, mas sim fases propícias e requisitos físicos e psicológicos que variam de acordo com cada instrumento [...]. "O ideal é combinar a exposição precoce (lúdica) com avaliação individualizada para o início formal. Sugiro não atrasar este período por medo de 'perder a janela', mas também não é válido forçar se perceber que a criança não está pronta", destaca Moisés Cantos, maestro e educador musical.
(Disponível em: https://vidasimples.co/morar/quando-comecar-educacao-musical-na-inf ancia/. Acesso em 20 nov. 2025. Adaptado.)
I."Se" pode ser tanto pronome, por exemplo, complementando o verbo e expressando reflexividade, quanto conjunção, estabelecendo relações e sentidos diversos entre as orações. No excerto, não é possível compreendê-lo como pronome que completa o verbo "forçar", uma vez que ele é uma conjunção, estabelecendo uma relação condicional, hipotética na construção do período.
II.A partir da leitura do excerto, é possível inferir que a expressão "perder a janela" não se refere à janela como objeto, mas tem o sentido de interstício, de intervalo temporal que compreende um período da infância.
III.O professor propõe uma série de fatores que, em conjunto, ajudam a definir o melhor momento para introduzir crianças na educação musical. Esses fatores são temporais, físicos e psicológicos dessas crianças, relacionados aos instrumentos musicais pretendidos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3808250 Português
Não existe uma idade certa para introduzir as crianças na educação musical, mas sim fases propícias e requisitos físicos e psicológicos que variam de acordo com cada instrumento [...]. "O ideal é combinar a exposição precoce (lúdica) com avaliação individualizada para o início formal. Sugiro não atrasar este período por medo de 'perder a janela', mas também não é válido forçar se perceber que a criança não está pronta", destaca Moisés Cantos, maestro e educador musical.
(Disponível em: https://vidasimples.co/morar/quando-comecar-educacao-musical-na-inf ancia/. Acesso em 20 nov. 2025. Adaptado.)

I."Se" pode ser tanto pronome, por exemplo, complementando o verbo e expressando reflexividade, quanto conjunção, estabelecendo relações e sentidos diversos entre as orações. No excerto, não é possível compreendê-lo como pronome que completa o verbo "forçar", uma vez que ele é uma conjunção, estabelecendo uma relação condicional, hipotética na construção do período.
II.A partir da leitura do excerto, é possível inferir que a expressão "perder a janela" não se refere à janela como objeto, mas tem o sentido de interstício, de intervalo temporal que compreende um período da infância.
III.O professor propõe uma série de fatores que, em conjunto, ajudam a definir o melhor momento para introduzir crianças na educação musical. Esses fatores são temporais, físicos e psicológicos dessas crianças, relacionados aos instrumentos musicais pretendidos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3806205 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO I


O poder da mente na cura de doenças


Ao comprar um remédio você pode pensar que pagou pela cura, mas estudos mostram que a ação de um medicamento vai muito além de sua fórmula: o poder da mente é um auxiliar na cura de doenças.


Não é difícil deparar com histórias de pacientes que apresentam uma melhora acima da esperada, o fato de acreditar na cura é que explica tal situação, é o que os cientistas denominam de “efeito Placebo”. 


Os testes clínicos de novas drogas utilizam os placebos a um nível de comparação. São dois grupos: um utiliza as pílulas com o novo medicamento e o outro as pílulas de farinha. Por incrível que pareça, 30% dos participantes que ingerem os placebos (pílulas falsas) apresentam melhoria, esse fenômeno não pode ser explicado na teoria e a explicação na prática você confere agora:


Este efeito ganhou atenção científica no início deste século, pesquisas comprovaram que é realmente efetivo. Tudo porque o paciente, ao botar fé que o tratamento vai funcionar, favorece uma série de reações em seu corpo capazes de minimizar dores e melhorar a resposta do sistema imunológico. Mas que reações são essas que provocam tantos benefícios?


Estudos realizados em diversas áreas sugerem uma explicação: a expectativa de se sentir melhor aumenta no cérebro a liberação de dopamina, neurotransmissor associado ao prazer e bem-estar. Alguns estudos apontam para a redução do hormônio cortisol como explicação: este hormônio é liberado em situação de estresse e inibe o funcionamento das defesas do organismo.


Em geral, a mente auxilia na cura das doenças ligadas a distúrbios psicológicos (depressões leves), estresse, asma e impotência.


Por Líria Alves

Fonte: BRASIL ESCOLA Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/o-poder-mente-na-cura-doencas.htm  

No trecho “Estudos realizados em diversas áreas sugerem uma explicação: a expectativa de se sentir melhor aumenta no cérebro a liberação de dopamina…” (5º parágrafo) a palavra destacada exerce a função de: 
Alternativas
Q3804304 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


O perigo de se apegar a animais de estimação, segundo a psicologia


    Um estudo desenvolvido por estudantes de psicologia da PUC-RS relaciona o apego excessivo a animais de estimação a riscos psicológicos como neuroticismo, depressão, ansiedade e uma maior vulnerabilidade emocional.
    De acordo com a pesquisa, realizada com mais de 2,6 mil usuários em uma pesquisa conduzida de forma remota, “gostar demais” dos animais de estimação, como cães e gatos, costuma estar relacionado a uma tendência de substituição de relações humanas próximas por elos familiares com pets, chamados de “vínculos ultrafusionalmente dependentes”.
    Esse quadro pode acentuar sintomas depressivos e a ansiedade, além de promover o isolamento social, indicam os pesquisadores. Situações de alerta podem envolver hábitos como dormir frequentemente ou diariamente com o pet na cama, tratá-lo de forma excessivamente “humanizada” e reduzir interações sociais para passar mais tempo com os bichinhos, diz a pesquisa.
    A relação assimétrica também contribui com comportamentos neuróticos e com o encobrimento de problemas interpessoais nos donos, que costumam “transferir” funções psicológicas fornecidas por relações humanas ao animal.
    Mas os sintomas não são só humanos: o apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos, que desenvolvem síndromes ansiosas, como a do abandono, ao serem deixados sozinhos por longos períodos de tempo. Chamada “síndrome da ausência do dono”, esse fenômeno tem origem na “dependência extrema” do contato humano.
    Enquanto vínculos equilibrados tendem a melhorar o bem-estar humano e a promover situações de mais extroversão e sociabilidade, os vínculos ansiosos e a preocupação excessiva com os pets aumentam o risco de depressão.
    De acordo com um relatório desenvolvido na França, Baromètre Facco-Odoxa 2024, até 85% dos donos de pets do país consideram que seus animais de estimação melhoram sua saúde mental, mas cerca de 26% admitem ser “emocionalmente dependentes” deles.
    Isso significa que mesmo eventos naturais, como uma viagem ou, mais grave, a eventual morte dos bichinhos, podem ser traumáticos e difíceis de serem superados pelos donos mais ansiosos, que praticam essa espécie de “hiperapego”.
    De acordo com o relatório, alguns sinais devem ser observados no caso de uma socialização desequilibrada com os animais:

    • Você não suporta a ideia de deixar seu animal de estimação, mesmo que por algumas horas.
    • Você reduziu suas interações sociais para ficar com ele.
    • Você sente angústia emocional só de pensar que ele pode envelhecer ou morrer.
    • Você fala mais com seu animal de estimação do que com as pessoas ao seu redor.
    • Você o humaniza a ponto de lhe dar emoções ou responsabilidades que não lhe pertencem.

(SILVA. Anne. https://www.msn.com/pt-br/saude/other/o-perigo-de-se-apegar-a-animais-de-estimação)
Analise a frase a seguir: "O apego ansioso com os animais pode se manifestar comportamentalmente nos próprios bichinhos." Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3796553 Português
Analise o período a seguir.
Os pareceres que se lhes apresentou, embora rigorosos, não agradaram tanto quanto os que se lhes haviam prometido.
Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta quanto à análise sintática (concordância, regência e colocação pronominal): 
Alternativas
Q3796293 Português
Analise o período a seguir.
Os pareceres que se lhes apresentou, embora rigorosos, não agradaram tanto quanto os que se lhes haviam prometido.
Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta quanto à análise sintática (concordância, regência e colocação pronominal): 
Alternativas
Q3796178 Português

Coisa de outro mundo


Por Pedro Guerra







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/11/coisa-deoutro-mundo-cmhz55u0d023g016043t7phbg.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual a palavra “se” indique sujeito indeterminado.
Alternativas
Q3795965 Português
“O professor de Português tem função primordial e colaborativa na ampliação das potencialidades comunicativas dos alunos, é necessário que este educador se empenhe no processo de mudança, investindo em verdadeiras práticas políticas e planejamento para que estes sejam ferramentas colaborativas no exercício consciente e pleno da verdadeira cidadania. O professor deve ter iniciativa para que a aprendizagem se concretize verdadeiramente. Adotar uma atividade pedagógica que implique nas mudanças de atitudes, na reflexão da situação real, tanto do aluno quanto de sua posição social, já é um grande passo para a formação integral do mesmo. Segundo o PCN (1998) de Língua Portuguesa o ensino do Português deve pautar-se em um ensino crítico, em que o professor possa abordar com liberdade as variantes linguísticas e dessa forma, o aluno possa adquirir a competência linguística, no qual defenderá seu ponto de vista, e apresentará críticas, além de compartilhar seus conhecimentos no meio social onde vive.”
Disponível em: https://edoc.ufam.edu.br (adaptado)
Sobre o texto, acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3795803 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando o período “A abundância não redime a fome se não houver partilha.”, analise as assertivas quanto à classificação morfológica das palavras destacadas. 

I. redime é forma verbal do verbo redimir, classificada como verbo transitivo direto, pois exige complemento sem preposição.

II. se funciona como conjunção subordinativa explicativa, estabelecendo relação de condição para o período.

Das assertivas, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3794988 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando o período “A abundância não redime a fome se não houver partilha.”, analise as assertivas quanto à classificação morfológica das palavras destacadas. 

I. redime é forma verbal do verbo redimir, classificada como verbo transitivo direto, pois exige complemento sem preposição.

II. se funciona como conjunção subordinativa explicativa, estabelecendo relação de condição para o período.

Das assertivas, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Imbé - RS Provas: FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Advogado | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Analista de Tecnologia da informação | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Arquiteto | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Veterinário | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Psiquiatra | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Assistente Social | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Radiologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Biólogo | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Traumatologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Fisioterapeuta | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Educador Físico | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Enfermeiro | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Engenheiro Civil | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Engenheiro Eletricista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Terapeuta Ocupacional | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Engenheiro Mecânico | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Farmacêutico | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Pediatra | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Clínico Geral - Plantão 24 | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Dermatologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Gastroenterologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Ginecologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Oftalmologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Otorrinolaringologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Fonoaudiólogo | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Médico Urologista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Nutricionista | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Psicólogo | FUNDATEC - 2025 - Prefeitura de Imbé - RS - Supervisor Escolar |
Q3794513 Português

Sem medo de baratas


Por Mário Corso







(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2025/11/sem-medo-debaratas-cmhjn1moy003n01lp1izngfb8.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos retirados do texto, analise as propostas de alteração apresentadas a seguir, assinalando C, se corretas, ou I, se incorretas.

( ) Em “[...] jogou-a pela janela como quem atira um papel de bala na lixeira”, é possível substituir “quem” por “alguém que” sem causar alterações ao sentido ou à correção do trecho.
( ) É possível substituir a conjunção “Se”, por “Caso”, pois ambas têm o mesmo sentido, mas deve-se alterar a forma verbal para “pegue” em “Se a moda pega, haverá um desequilíbrio cósmico”.
( ) Em “É maravilhoso ver as mulheres se equiparando aos homens”, a ocorrência do pronome “se” é facultativa, pois se trata de partícula de realce.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3787194 Português

Texto para a questão.



O direito de papel 



    No dia 26 de agosto de 1789, os deputados franceses lançaram um dos grandes documentos da modernidade: a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Era um vigoroso manifesto iluminista contra o Antigo Regime. Foi uma resposta ao crescimento dos movimentos sociais no verão de 1789, nas tensas semanas entre a queda da Bastilha, a onda de saques do Grande Medo e o fim dos direitos feudais (4 de agosto). Na semana que vem, o documento completa 228 anos.



    Os artigos da Declaração demolem o prédio secular do Absolutismo de Direito divino e da desigualdade social pelo nascimento. Era um novo mundo, pelo menos no papel. Deputados homens, na maioria de origem burguesa, refizeram o mundo pela sua perspectiva. Quando uma voz dissidente e feminina, Olympe de Gouges, lançou a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, foi parar na guilhotina. Sejamos justos: a guilhotina não era machista. A lâmina ignorou gênero: matou Danton, Robespierre, Luís XVI, Maria Antonieta, freiras carmelitas e Lavoisier. 



    O texto de 26 de agosto é fundacional nas suas glórias e limitações. Suas ideias varreram a Europa e atravessaram o oceano. A Revolução de 1789 resultou na tirania napoleônica, porém, curiosamente, foi Napoleão que difundiu muitos legados revolucionários, inclusive o sistema métrico decimal. Os ingleses se orgulham de não terem sido invadidos pelo corso, juntam a seu nacionalismo invicto as jardas, as libras e até “stones”.



    Em 1948, a jovem ONU revisitou a Declaração. A Segunda Guerra Mundial ainda contabilizava seus genocídios e a Guerra Fria estremecia Berlim. A Assembleia aproveitou o momento e organizou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.



    É impossível discordar de uma única linha do texto. Ali está o melhor da humanidade como nós sonharíamos que ela fosse: tolerante, democrática, igualitária e respeitadora das diferenças. Ali o Homo sapiens, na sua sangrenta trajetória de guerras e preconceitos, deu uma pequena parada, respirou fundo e sonhou que as coisas poderiam ser de outra maneira. De muitas formas, o texto da ONU cumpre a origem da palavra dupla: o não lugar e o lugar bom. Se você nunca leu o texto de 1948, vale a pena consultá-lo como uma baliza de valores. 



    Meus alunos sempre questionam a validade de tais documentos. Do que adiantaria dizer que todos os homens são iguais e nascem livres, se por toda parte são desiguais e a maioria não é livre de forma metafórica ou prática? Qual o sentido de um papel diante do imperativo da força? O racista da Virgínia continua sua convicção canalha com ou sem o texto da ONU. O agressor de mulheres nunca leu Simone de Beauvoir. Se lesse, mudaria algo? O homofóbico responde a dramas pessoais internos que não serão transformados com as obras completas de Freud em alemão. O mundo real e material, o mundo aqui e agora, de que forma um papel pode mudá-lo? A dúvida é pertinente e forte. 



Fonte: https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/o direito-de-papel/ (adaptado). 

No enunciado “Se lesse, mudaria algo?”, o elemento “se” estabelece uma relação semântica específica entre as orações, atribuindo ao período um vínculo que orienta a interpretação global do enunciado. Considerando essa relação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3786496 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Encanto ou Ilusão

Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!

André corria e gritava:

— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.

Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.

A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.

ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
No trecho do texto "Encanto ou Ilusão" — "porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças" — a palavra "se", no contexto em que foi empregada, atua como:
Alternativas
Q3784903 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encanto ou Ilusão



Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!


André corria e gritava:


— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.


Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.


A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.



ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.

No trecho do texto "Encanto ou Ilusão" — "porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças" — a palavra "se", no contexto em que foi empregada, atua como: 
Alternativas
Q3784102 Português

Texto para a questão abaixo.


Marcus Lucius


    Era um comício numa praça da cidade. O prefeito exaltava, orgulhoso, a retomada do crescimento, as cores da bandeira, o hino municipal e o escambau. De repente, o chão começou a tremer. Uma enorme fenda abriu‑se no chão. Todos pensaram que era a sétima trombeta do Apocalipse e se afastaram.


    A guarda acalmou os ansiosos e afastou os curiosos. Os sábios da cidade reuniram‑se rapidamente e aconselharam o prefeito: era necessário que um munícipe corajoso saltasse voluntariamente para o abismo e a fenda fechar‑se‑ia. Então, levantou‑se Marcus Lucius, olhou nos olhos de todos e disse: “façam por merecer”. E simplesmente saltou para nunca mais ser visto.


Internet: (com adaptações). 

O acréscimo da palavra “jamais” após a palavra “fenda” no trecho “a fenda fechar‑se‑ia” teria como resultado a
Alternativas
Q3780757 Português

Violência: Problema social que afeta multidões Registros aumentam 




(Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/noticias/caderno_diversidade/violencia-problema-social-que-afetamultidoes – texto adaptado especialmente para esta prova).


Para responder à questão, considere o seguinte fragmento do texto:

“‘Imagem associada para resolução da questão uma mulher, um idoso ou quem quer que seja não tem acesso, ao extrato bancário, por exemplo, mesmo quando a conta é conjunta, ela é uma vítima de violência patrimonial’, conta a psicóloga. ‘Imagem associada para resolução da questão alguém pega seu celular, ou te impede de participar do orçamento familiar, Imagem associada para resolução da questão alguém te nega recurso para uma necessidade pessoal, você está sendo vítima de violência patrimonial’”.

Analise as seguintes proposições e a relação proposta entre elas:

I. As palavras “se” hachuradas poderiam ser substituídas pela palavra “caso” sem alterar o sentido do trecho.

PORÉM

II. O fragmento sofreria alteração em sua estrutura e outras alterações morfossintáticas deveriam ser realizadas a fim de manter a correção gramatical.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3780756 Português

Violência: Problema social que afeta multidões Registros aumentam 




(Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/noticias/caderno_diversidade/violencia-problema-social-que-afetamultidoes – texto adaptado especialmente para esta prova).


Para responder à questão, considere o seguinte fragmento do texto:

“‘Imagem associada para resolução da questão uma mulher, um idoso ou quem quer que seja não tem acesso, ao extrato bancário, por exemplo, mesmo quando a conta é conjunta, ela é uma vítima de violência patrimonial’, conta a psicóloga. ‘Imagem associada para resolução da questão alguém pega seu celular, ou te impede de participar do orçamento familiar, Imagem associada para resolução da questão alguém te nega recurso para uma necessidade pessoal, você está sendo vítima de violência patrimonial’”.



As ocorrências da palavra “se” hachuradas no fragmento representam: 

Alternativas
Q3773480 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Passarela da Misantropia



Caminho obedientemente atrás dele. Seus passos me parecem lentos. Como se desfilasse na passarela da misantropia. Como se não soubesse para onde ir.



Percebo a tristeza no seu tom de voz. Quando ele diz meu nome, ele saliva solidão e angústias mal resolvidas. Não entendo o que ele diz, mas entendo, ao mesmo tempo. Não sei se me faço entender. Mas seu tom de voz diz tudo. E seu tom de voz agora é um manancial de depressão que rasga seu peito, outrora, vivaz.



Uma pena. Prefiro quando ele emana traços de felicidade. Momentos raros, devo destacar. Desde que ela foi embora. Desde que ela saiu pela porta da frente e nunca mais voltou. Lembro-me até hoje. Ela, raivosa. O semblante determinado. Não olhou para mim. Não olhou para trás. Não olhou para o que construíra. Simplesmente, partiu.



Ficamos eu e ele. Desde então, dois solitários. Porque a dor dele é minha também. Eu o amo. E compartilho a sua dor. E, de alguma forma, percebo que ele sabe a verdade sobre mim: eu jamais seguirei os passos dela. Jamais vou abandoná-lo.



Sempre que ele chamar Rex, eu irei até ele, o rabo abanando, tentando lhe conferir traços de afago em um dia repleto de desavenças internas.



MARTINZ, Juliano. Passarela da misantropia. Corrosiva, [s.d.]. Disponível em: https://corrosiva.com.br/cronicas/passarela-da-misantropia/ . Acesso em: 2 dez. 2025.


Com base no trecho "Não sei se me faço entender. Mas seu tom de voz diz tudo. E seu tom de voz agora é um manancial de depressão que rasga seu peito, outrora, vivaz.", analise o emprego e a função sintática dos vocábulos destacados e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3773462 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Passarela da Misantropia



Caminho obedientemente atrás dele. Seus passos me parecem lentos. Como se desfilasse na passarela da misantropia. Como se não soubesse para onde ir.



Percebo a tristeza no seu tom de voz. Quando ele diz meu nome, ele saliva solidão e angústias mal resolvidas. Não entendo o que ele diz, mas entendo, ao mesmo tempo. Não sei se me faço entender. Mas seu tom de voz diz tudo. E seu tom de voz agora é um manancial de depressão que rasga seu peito, outrora, vivaz.



Uma pena. Prefiro quando ele emana traços de felicidade. Momentos raros, devo destacar. Desde que ela foi embora. Desde que ela saiu pela porta da frente e nunca mais voltou. Lembro-me até hoje. Ela, raivosa. O semblante determinado. Não olhou para mim. Não olhou para trás. Não olhou para o que construíra. Simplesmente, partiu.



Ficamos eu e ele. Desde então, dois solitários. Porque a dor dele é minha também. Eu o amo. E compartilho a sua dor. E, de alguma forma, percebo que ele sabe a verdade sobre mim: eu jamais seguirei os passos dela. Jamais vou abandoná-lo.



Sempre que ele chamar Rex, eu irei até ele, o rabo abanando, tentando lhe conferir traços de afago em um dia repleto de desavenças internas.



MARTINZ, Juliano. Passarela da misantropia. Corrosiva, [s.d.]. Disponível em: https://corrosiva.com.br/cronicas/passarela-da-misantropia/ . Acesso em: 2 dez. 2025

Com base no trecho "Não sei se me faço entender. Mas seu tom de voz diz tudo. E seu tom de voz agora é um manancial de depressão que rasga seu peito, outrora, vivaz.", analise o emprego e a função sintática dos vocábulos destacados e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
201: D
202: E
203: A
204: C
205: B
206: A
207: A
208: D
209: E
210: B
211: B
212: C
213: A
214: C
215: E
216: A
217: A
218: B
219: A
220: A