Questões de Concurso Sobre funções da linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. em português

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Q4106322 Português

Para responder à questão, leia a charge.


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O uso do ponto de exclamação no balão de fala da charge serve para:
Alternativas
Q4106149 Português

Texto disponível em https://cartum.folha.uol.com.br/ charges/2026/04/15/laerte.shtml , acesso em 23 de abril de 2026.
O uso da expressão “microplástico” na tirinha contribui para a construção de sentido ao 
Alternativas
Q4105871 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


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No decorrer dos três quadrinhos, o garoto Armandinho desenvolve uma linha de raciocínio com o objetivo de gerar um efeito reflexivo no seu interlocutor. A partir da leitura do texto, constata-se que a intenção principal do menino ao compartilhar esses fatos é:
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Q4105452 Português
Marque a alternativa, onde temos uma frase optativa. 
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Q4105450 Português

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No primeiro quadrinho temos: 

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Q4105171 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Às vezes a vida fere


Viver é tocar em frente no ritmo das marés. Nós vamos e voltamos, ao sabor do destino, que não presta a menor atenção no que achamos, nem no que fazemos, mas que se impõe com a dureza da evolução da vida, rumo a um futuro que ninguém conhece, que ninguém sabe, que ninguém controla. Viver é reencontrar alguns amigos e ver nas caras cansadas, nos olhos opacos e nos corpos curvados que a vida pode ser dura e machucar quem nós sempre achamos que não se machucaria jamais. 


Pode ser dura como criptonita batendo no Super-homem. Pode ser ríspida como vento sul entrando com força. Como as chuvas de verão se transformando em tempestade e passando por cima de tudo e de todos, sem ligar para a dor ou sofrimento, para perdas ou danos, para miséria ou riqueza. A vida é a vida e ela segue em frente como a flor que se abre, brilha e seca, deixando o pólen de herança para a abelha fecundar outra flor e gerar outra árvore.


Cada ciclo se completa no seu tempo, que não é o nosso, nem nós alcançamos suas razões. Todo dia traz as novidades do dia, no sorriso que resgata, na lágrima que cai, na mão que se nega, no olhar que perdoa, na emoção que explode e extrapola o corpо.


Nada é mais ou menos, tudo é, simplesmente. Na saudade ainda não sentida, no momento perdido, na vacilada diante do imprevisto, no medo de ser ou fazer, ou em fazer e ser, sem medo e sem remorso, porque nesta vida só perdemos o futuro.


O que é triste é ver a vida cobrar seu preço de quem a gente ama. Marcar quem nos quer bem. Levar quem de noite deixa saudades.


MENDONÇA, Antônio Penteado. Às vezes a vida fere. Crônicas da cidade. Disponível em <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2023/01/23/as-vezes-a-vida-fere-2/>

O autor-narrador do texto "Às vezes a vida fere" apresenta-se de forma:
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Q4104955 Português

Imagem associada para resolução da questão


Veja os quadrinhos: 

Alternativas
Q4103456 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

No decorrer dos três quadrinhos, o garoto Armandinho desenvolve uma linha de raciocínio com o objetivo de gerar um efeito reflexivo no seu interlocutor. A partir da leitura do texto, constata-se que a intenção principal do menino ao compartilhar esses fatos é: 
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Q4103077 Português
TEXTO 2



Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,
só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro
no ar, se ninguém me leu.
Não deixa que o livro te engane:
foi corpo o que me aconteceu,
e se hoje eu, cantando, sou canto,
seu corpo é que me reviveu:
por este ectoplasma estranho
de som, de inscrição, de sonho,
seu corpo bate no meu.
Hoje, quem diz o poema
não sei se sou eu ou eu.


MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de
mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.
No verso: “seu corpo bate no meu.” a palavra “corpo” foi empregada em sentido predominantemente:
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Q4102633 Português

“No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho...”


— Carlos Drummond de Andrade, do poema No Meio do Caminho.

No poema, a repetição da palavra “pedra” ajuda a transmitir a ideia de:
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: TJ-BA Prova: FGV - 2026 - TJ-BA - Juiz Leigo |
Q4102045 Português
No cartum, o primeiro personagem (à esquerda) e o último (à direita) apresentam vestimentas semelhantes. O primeiro aparece talhando uma pedra, associada à “primeira palavra escrita”. Já o último caminha segurando um celular, do qual saem as palavras “tweet tweet”, e traz, em um balão de fala, a frase: “140 caracteres. O que mais há para se dizer?”.

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https://www.ojornalista.com/2009/08/tirinha-a-evolucao-dacomunicacao/ acesso em 21.2.26

Considerando as intenções do autor e o uso da palavra “evolução” no título (“A evolução da comunicação”), é correto afirmar que 
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Q4100936 Português
Texto III


Estrela, estrela


Estrela, estrela

Como ser assim?

Tão só, tão só

E nunca sofrer


Brilhar, brilhar

Quase sem querer

Deixar, deixar

Ser o que se é


É bom saber que és parte de mim

Assim como és parte das manhãs


Eu canto, eu canto

Por poder te ver

No céu, no céu

Como um balão


Eu canto e sei que também me vês

Aqui, aqui com essa canção


Fonte: RAMIL, Vítor [Compositor]. Estrela, estrela. Intérprete: Gal Costa.In: Fantasia . Rio de Janeiro: Polygram/Phillips, 1981.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a função da linguagem predominante na canção.
Alternativas
Q4100934 Português
Texto III


Estrela, estrela


Estrela, estrela

Como ser assim?

Tão só, tão só

E nunca sofrer


Brilhar, brilhar

Quase sem querer

Deixar, deixar

Ser o que se é


É bom saber que és parte de mim

Assim como és parte das manhãs


Eu canto, eu canto

Por poder te ver

No céu, no céu

Como um balão


Eu canto e sei que também me vês

Aqui, aqui com essa canção


Fonte: RAMIL, Vítor [Compositor]. Estrela, estrela. Intérprete: Gal Costa.In: Fantasia . Rio de Janeiro: Polygram/Phillips, 1981.
A canção “Estrela, estrela”, interpretada por Gal Costa, representa uma ótima oportunidade de explorar o gênero canção na Educação Básica, valorizando a interpretação de textos musicais como forma de desenvolver habilidades linguísticas e críticas nos alunos. Qual a abordagem CORRETA o se trabalhar essa canção em sala de aula? 
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Q4094220 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada revela o ponto de vista do locutor sobre todo o enunciado, não indicando uma circunstância específica de uma ação.
Alternativas
Q4094216 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais?

 

A evolução é um dos conceitos centrais da Biologia e explica como as espécies se transformam ao longo do tempo. Ela também mostra como os seres humanos compartilham uma longa história de adaptações que nos conectam a outros animais. Apesar de amplamente aceita na comunidade científica, a ideia de que “os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais” ainda enfrenta resistência em parte da população brasileira. De acordo com a Pesquisa de Percepção Pública da Ciência mais recente, 35,5% dos entrevistados discordam totalmente da ideia da evolução humana e outros 9,1% discordam em parte.

“Evolução” é o termo utilizado para se referir ao processo de mudança pelo qual as populações passam ao longo do tempo, acumulando alterações que permitem sua adaptação aos ambientes. “Trata-se de um processo contínuo, inacabado e não linear”, afirma Camilo Silva Costa, biólogo e doutorando em Educação em Ciências na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

(...)

No caso dos humanos, a evolução é traçada a partir de um grupo de primatas que viveu na África há milhões de anos, incluindo espécies do gênero Australopithecus, precursoras do gênero Homo. Camilo conta que esse grupo se dividiu em duas linhagens que começaram a evoluir independentemente. Uma delas permaneceu na floresta tropical africana, no noroeste da África, dando origem aos chimpanzés que conhecemos hoje; e a outra migrou para os campos abertos, nas savanas do leste africano, dando origem ao gênero Homo.

(...) estudos genéticos confirmam que os seres humanos compartilham uma alta porcentagem de seu DNA com outros primatas, como chimpanzés e bonobos, nossos parentes vivos mais próximos. Esses dados reforçam a ideia de uma ancestralidade comum. Embora muitas pessoas associem erroneamente a evolução à ideia de que “descendemos dos macacos”, o que a ciência afirma é que humanos e outros primatas compartilham um ancestral comum. Esse ancestral não era igual aos macacos atuais, mas sim uma espécie basal, que deu origem a diferentes linhagens, incluindo a humana. Portanto, não somos descendentes diretos de macacos como os que conhecemos hoje, mas sim primos evolutivos.

 

TREULIEB, Luciane. Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais? Revista Arco. Disponível em <https://www.ufsm.br/midias/arco/os-seres-humanos-evoluiram-e-descendem-de-outros-animais>.

Assinale a alternativa cuja característica se encontra presente no texto “Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais?”. 
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Q4092639 Português

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CAZO. Negócios e oportunidades. Disponível em

<https://blogdoaftm.com.br/charge-negocios-eoportunidades-4/>.


O elemento "aqui", presente no enunciado "Anuncie aqui", utilizado na charge acima, estabelece referência:

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Q4092475 Português
Observe a seguinte imagem:
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://bomjesusdotocantins.pa.gov.br/janeiro-branco/. Acesso em: 16 fev. 2026.
O texto em evidência trata-se de um anúncio publicitário institucional, o qual:
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Q4092366 Português

Calma, gente


    Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros (“Há quanto tempo!”), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e – ai – rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.


     Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: “A pé?!”. Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é “perder” tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.


    Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.


     Ilusão.


    Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.


    O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! – bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.


     Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: “Você tem um minuto?”. Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.


    A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depau perado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso “tempo real”. Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego. 


    O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, “riscando os cavalos” e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: “– Para quê? – Para nada”. Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, em purram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.


    É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: “Quando estiver com pressa, vá devagar”. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1.900 anos atrás: “Apressa-te devagar”. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: “Corre devagar, menino!”.


    Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados. 


(ÂNGELO, Ivan. Revista Veja São Paulo. São Paulo: Editora Abril. Em: 10/09/2003.)

Em relação ao título atribuído ao texto, pode-se afirmar que: 
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Q4091316 Português
Atenção: Considere o conto "A velha contrabandista", de Stanislaw Ponte Preta, para responder à questão.


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia, imaginem, ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:

    - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?

    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:

     - É areia!

    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 

    Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

    - Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.

    - Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:

    - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

    - O senhor promete que não “espaia"? - quis saber a velhinha.

    - Juro - respondeu o fiscal.

    - É lambreta.


(Adaptado de: RAMOS, Graciliano et al. Para gostar de ler: contos, v. 8. São Paulo: Ática, 1985, p. 17-18)
No conto, o narrador dirige-se explicitamente a seus leitores no seguinte trecho:
Alternativas
Q4090550 Português
No Texto 1, a construção da voz narrativa articula subjetividade e representação de uma realidade social marcada pela pobreza e pela violência. Considerando essa característica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
81: D
82: B
83: C
84: A
85: A
86: C
87: C
88: C
89: C
90: A
91: B
92: D
93: B
94: A
95: C
96: B
97: B
98: B
99: D
100: A