Questões de Concurso
Sobre crase em português
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Estudos sobre a relação entre Alzheimer e surdez apontam que intervenções precoces podem trazer benefícios __________ quem convive com o declínio auditivo, especialmente _____________ pessoas que tendem a se isolar socialmente. Por isso, profissionais de saúde recomendam práticas voltadas ___________manutenção de vínculos comunicativos que _____________ ofereçam um modo de preservar as funções mentais.
I Os vocábulos “agência”, “indústria” e “subterrânea” são acentuados graficamente de acordo com regras distintas de acentuação gráfica.
II No trecho “devolvidos à natureza” (último período do segundo parágrafo), o emprego do acento indicativo de crase é facultativo.
III De acordo com a ortografia oficial vigente, o vocábulo “aquicultura” pode ser grafado também com trema — aqüicultura.
IV O numeral “14” pode ser corretamente grafado de duas formas: quatorze e catorze.
Assinale a opção correta.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas
e entre as mulheres
A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada ___ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que ___ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre ___ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics.
O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos.
“A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome.
A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionadas a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais e outros.
As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas e hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: Você sente seus olhos secos? Você sente seus olhos irritados? Você já teve um diagnóstico de olho seco?
A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco para diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).
Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte, hábitos alimentares – Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.
O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver em saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver em saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, ter pausas para fazer a hidratação, alimentação de boa qualidade e o sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa.
Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-
seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/ (adaptado).
Leia o texto para responder à questão.
Cuidar de quem cuida
Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto.
Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado.
O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).
Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento.
O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050.
Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos.
(Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Síndrome do olho seco é mais frequente em regiões urbanas e entre as mulheres
A síndrome do olho seco (SOS) – um problema na produção ou na eficiência da lágrima – está mais associada __ regiões urbanas, com cerca de 40% de prevalência, do que __ regiões rurais, onde ocorre em 20% da população. A condição oftalmológica também é mais frequente entre __ mulheres, atingindo mais de 35% delas. Os dados são de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, publicada na revista Clinics.
O estudo avaliou as cidades de Ribeirão Preto e Cássia dos Coqueiros, que contam com aproximadamente 700 mil e 3 mil habitantes, respectivamente. Por meio de 600 visitas domiciliares aleatórias, os pesquisadores aplicaram o Questionário Breve de Doença do Olho Seco (DEDSQ) em voluntários com idades a partir dos 40 anos.
“A estratégia foi saber o que acontecia, quais eram os fatores envolvidos e se essas duas aglomerações [urbana e rural] teriam diferenças”, explica Eduardo Rocha, docente da FMRP e coautor do estudo. Além de entender a frequência em cada local, os pesquisadores buscavam mapear, a partir das respostas, possíveis fatores de risco ligados ao desenvolvimento da síndrome.
A síndrome do olho seco provoca ressecamento na superfície do órgão devido à ausência da produção de lágrimas ou à baixa qualidade da lágrima produzida naturalmente, levando à rápida evaporação. A doença possui causas multifatoriais, estando relacionada a aspectos geográficos, demográficos, genéticos, ambientais, entre outros.
As entrevistas para a identificação foram realizadas com 429 mulheres e 181 homens durante o inverno, a estação seca na região Sudeste. O material coletado identificou dados demográficos, comorbidades crônicas, hábitos e atividades diárias. Três perguntas base formavam o questionário: “Você sente seus olhos secos?”, “Você sente seus olhos irritados?” e “Você já teve um diagnóstico de olho seco?”.
A pesquisa utilizou como referência trabalhos anteriores para incluir perguntas relacionadas a fatores de risco, como diabetes mellitus, menopausa, doenças reumáticas, hanseníase, tracoma, quimioterapia e radioterapia, cirurgia ocular, uso de lentes de contato, doenças da tireoide, uso diário de telas eletrônicas por mais de duas horas, uso de antidepressivos e antialérgicos, dor pélvica crônica, fibromialgia, dislipidemia (elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue) e pterígio (lesão ocular).
Apesar das diferenças entre os estilos de vida em regiões urbanas e rurais – como poluição, tempo de transporte e hábitos alimentares –, Rocha aponta que os pesquisadores não esperavam resultados tão discrepantes. “Não imaginávamos que fosse dar quase o dobro na região urbana, mas é curioso, porque a frequência foi muito parecida com os números de São Paulo, com algumas metrópoles e com outros países”, explica.
O princípio básico para a síndrome do olho seco é a prevenção. O docente destaca que o objetivo dos pacientes deve ser a busca por viver com saúde, para que o tratamento não seja necessário. “Viver com saúde, nesse caso, significaria ter um ambiente com um balanço de umidade melhor, fazer pausas para hidratação, manter uma alimentação de boa qualidade e ter um sono tranquilo e contínuo, por pelo menos oito horas”, completa.
Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/sindrome-do-olho-
seco-e-mais-frequente-em-regioes-urbanas-e-entre-as-mulheres/
"Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos)."
O verbo "ir" rege preposição e, por isso, pode exigir o uso de crase, a depender do contexto de emprego.
Com base nisso, observe o uso desse sinal no enunciado acima e analise as afirmativas:
I.A crase antes de "Califórnia" ocorre devido a fusão da preposição exigida pelo verbo 'ir' com o artigo feminino que antecede o nome do lugar, que admite artigo.
II.O emprego da crase antes de "Oakland" é facultativo, o que justifica a sua ausência.
III.Houve falha na construção "a Oakland", pois a crase é obrigatória por se tratar de locução adverbial feminina.
IV.A crase ocorre obrigatoriamente antes de qualquer nome geográfico feminino, por isso houve falha na ausência da crase antes de "Oakland".
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ontem, hoje, amanhã
Otto Lara Resende
Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com
O verbo "ir" rege preposição e, por isso, pode exigir o uso de crase, a depender do contexto de emprego.
Com base nisso, observe o uso desse sinal no enunciado acima e analise as afirmativas:
I.A crase antes de "Califórnia" ocorre devido a fusão da preposição exigida pelo verbo 'ir' com o artigo feminino que antecede o nome do lugar, que admite artigo.
II.O emprego da crase antes de "Oakland" é facultativo, o que justifica a sua ausência.
III.Houve falha na construção "a Oakland", pois a crase é obrigatória por se tratar de locução adverbial feminina.
IV.A crase ocorre obrigatoriamente antes de qualquer nome geográfico feminino, por isso houve falha na ausência da crase antes de "Oakland".
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ontem, hoje, amanhã
Otto Lara Resende
Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6743/ontem-hoje-amanha?utm_ source=chatgpt.com
"Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos)."
O verbo "ir" rege preposição e, por isso, pode exigir o uso de crase, a depender do contexto de emprego.
Com base nisso, observe o uso desse sinal no enunciado acima e analise as afirmativas:
I.A crase antes de "Califórnia" ocorre devido a fusão da preposição exigida pelo verbo 'ir' com o artigo feminino que antecede o nome do lugar, que admite artigo.
II.O emprego da crase antes de "Oakland" é facultativo, o que justifica a sua ausência.
III.Houve falha na construção "a Oakland", pois a crase é obrigatória por se tratar de locução adverbial feminina.
IV.A crase ocorre obrigatoriamente antes de qualquer nome geográfico feminino, por isso houve falha na ausência da crase antes de "Oakland".
É correto o que se afirma em:
• O BC preferiu manter as taxas de juros elevadas __________ reduzi-las em 2025.
• No que tange ________ taxa de desemprego, em setembro ela atingiu o menor nível da série histórica.
• Quando a inflação chegar ________ 3%, estará dentro da meta do Copom.
• As projeções relativas _______ inflação em 2027 mostram que ela ainda estará em nível acima da meta.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com: