Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q3842821 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3839161 Português
Analise as sentenças quanto ao uso do acento grave (crase):

I.A sessão de cinema começa às 19 horas. Não sei se chego em tempo.
II.No mundo atual, as redes sociais virtuais exploram uma vida perfeita e nos convida todo tempo à uma perfeição que não existe.
III.Ao alcançar certa sabedoria, facilita a vida de muita gente à sua volta.

Está correto o uso do acento grave (crase) em: 
Alternativas
Q3837505 Português
"Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora."
No excerto, o uso do acento grave (crase) na expressão "Escrever à mão" se dá porque o verbo "escrever", nesse contexto, é regido pela preposição "a" que se funde ao artigo que acompanha o substantivo "mão", complemento do verbo. Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento (grave) nas expressões destacadas:
I.Adaptar-se à escrita à mão pode ser desafiador para jovens e adolescentes.
II.A falta de concentração revela à humanidade a necessidade de voltar-se para atividades menos automáticas. Escrever à mão é uma delas.
III.A pouca prática de escrita manual afeta à coordenação motora fina.

Está correto o uso do acento grave (crase) em: 
Alternativas
Q3832244 Português
No excerto a seguir, há alguns problemas no uso da língua escrita. Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
"Até mesmo pessoas que já praticam exercícios físicos podem ser sedentárias nas horas sentadas à trabalho. Segundo o profissional, o comportamento sedentário ocupacional é um fator de risco independente a outras atividades físicas para pessoas que passam de 80 a 90% do dia sentadas e sem pausas ativas." 
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-previnem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)

(__) A crase em "nas horas sentadas à trabalho" foi usada equivocadamente, uma vez que, para haver a fusão que forma a crase, é preciso haver a preposição "a" acompanhada do artigo feminino "a". Nesse contexto, além de a palavra que segue a "sentadas" ser masculina, o que já impede a crase, nesse contexto, ela não pede o uso de artigo. O correto "seria nas horas sentadas a trabalho".
(__) Na construção "é um fator de risco independente a outras atividades físicas", há um problema no uso da preposição "a" porque, nesse contexto, ela não estabelece sentido claro. O correto seria usar a preposição "de": "é um fato de risco independente de outras atividades físicas".
(__) Em "passam de 80 a 90%", faltou a crase para que a construção estivesse adequada, ou seja, "passam de 80 à 90%".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3825931 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “...inclusive já coloquei o celular para despertar às 6 horas da manhã!”, o acento grave foi utilizado corretamente, segundo a gramática normativa. Assinale a alternativa em que o acento grave foi utilizado incorretamente:
Alternativas
Q3825926 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.”, o acento grave foi utilizado:
Alternativas
Q3825881 Português
Leia as frases abaixo.

I. O alerta se refere às regiões do Sul.
II. O alerta se refere à algumas regiões.
III. O alerta se refere à quem mora no Sul.

Agora, assinale a alternativa em que o uso da crase está correto.
Alternativas
Q3824940 Português
Chegou a hora de pensar no pós-redes sociais


Diogo Salles


          A recente decisão do STF, que determinou que as plataformas devem ser responsáveis pelos conteúdos dos usuários, desfigurou o Marco Civil da Internet e colocou a opinião pública em alerta máximo. Muitos têm mostrado a insegurança jurídica do novo modelo, que se baseia em critérios subjetivos e abre alas para a censura.

          Produtores de conteúdo já começaram a sentir os efeitos dessa medida. Agora, as big techs serão ainda mais restritivas em relação a permissões para postagens e não terão nenhum pudor em remover preventivamente conteúdos ou até perfis de forma unilateral.

         Sei que o momento é delicado para bancar o advogado do diabo, mas é preciso lançar esta incômoda pergunta: até que ponto não estamos trocando uma arbitrariedade por outra?

       Em algum momento, todo mundo já viveu a experiência de se submeter aos interesses do Facebook/Meta, mesmo sem perceber. Cerca de dez anos atrás, comecei a colaborar com um site que prometia escalar o número de acessos e interações para poder remunerar os colaboradores através de anúncios. Levou quase dois anos para estruturar o modelo de negócio, mas funcionou. A empresa passou a remunerar de acordo com o desempenho de cada colaborador – e o Facebook era uma ferramenta essencial nessa estratégia.

         Tudo ia bem, até que o Facebook resolveu alterar seu algoritmo e, de um dia para o outro, os acessos, comentários e compartilhamentos, que giravam em torno das dezenas de milhares, caíram para cerca de uma dúzia. O modelo todo ruiu de imediato. Foi aí que entendi: eu, meus colegas e a própria empresa trabalhávamos todos para o Mark Zuckerberg.

      Dessa experiência, tirei duas lições valiosas. A primeira é a de que, para ter “relevância” e conquistar seguidores nas redes sociais, devemos nos submeter ao tacão do algoritmo, muitas vezes navegando numa direção determinada por gente que nem sabemos quem é e, não raro, abrindo mão de nossos objetivos e até valores.

         E a segunda é que os oligarcas digitais nunca se importaram com a pluralidade de ideias, com a nossa saúde mental ou até mesmo com a democracia. Eles só querem continuar lucrando em cima da guerra de todos contra todos. E quando confrontados com essa verdade inconveniente, se escondem atrás do cobertor da liberdade de expressão.

      Passamos as últimas duas décadas acreditando que as redes sociais supostamente nos dão liberdade absoluta para sermos seres digitais plenos. Mas será mesmo? Zygmunt Bauman dizia que, na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte.

       As métricas que regem as redes sociais levaram isso a cabo, quando estabeleceram que seu objetivo era manter os usuários pelo maior tempo possível na plataforma – e todos os estudos já comprovaram que a forma mais eficaz de atingir esse objetivo é impulsionando conteúdos escandalosos, sensacionalistas e violentos. Só que o lucro das big techs gera um custo social: ao manter os níveis de engajamento e indignação sempre altos, a sociedade padece, com pessoas viciadas, raivosas e depressivas.

     Para quem ousava postar algo que ferisse essa lógica do engajamento, a penalização não era muito sutil: esses conteúdos eram imediatamente rebaixados para, logo em seguida, caírem no esquecimento. Quase como se não tivessem existido. Ou seja, se você ousasse postar algo mais informativo, profundo e reflexivo, você simplesmente “flopava”, como se diz na gíria das redes. E de flopada em flopada, você vai desaparecendo no feed das pessoas, até que a sua morte virtual se torne um ato voluntário.

      É por esse caminho que o historiador Fara Dabhoiwala articula sua argumentação. O autor, que está lançando o livro What is Free Speech? (“O que é Liberdade de Expressão?”, em tradução livre), tem acompanhado de perto todos os acontecimentos aqui no Brasil e condenou a punição dada ao comediante Leo Lins, mas questionou o fato de as plataformas que impulsionaram suas piadas seguirem impunes.

       E por que as piadas de Leo Lins foram amplificadas? Justamente porque eram preconceituosas e escandalizaram a opinião pública, ou seja, tudo o que o algoritmo mais quer, para segurar as pessoas nas telas, se indignando, comentando, xingando e compartilhando.

        É espantoso como, após todo esse tempo de debate sobre a regulação das redes sociais, ainda não conseguimos entender que o problema nunca foi as plataformas e nem os conteúdos postados pelos usuários: é o algoritmo. Sempre foi o algoritmo. Todo o debate deveria ter sido pautado em torno dele, questionando esse poder de amplificação/moderação dos conteúdos e obrigando as big techs a serem transparentes em relação aos critérios que usam.

         Remover conteúdos com fake news e perfis apócrifos é atacar a consequência, e não a causa. Por isso que, tantos anos depois, ainda estamos aqui, paralisados, debatendo a PL das Fake News e outras excrescências.

       Independente disso, a forma como os algoritmos operam já constitui a prova de que as big techs são, sim, editores de mídia, pois escolhem quais conteúdos irão trabalhar em suas plataformas, da mesma forma que escolhem quais descartar. Assim sendo, elas devem explicações ao público sobre suas práticas tanto quanto jornais, TVs e outros veículos de mídia.

       Outro conceito que exige um debate sério: a liberdade de expressão que ― seja por ingenuidade, seja por má fé ― muitos ainda acreditam ser um fim em si mesma. A jornalista Lúcia Guimarães lembrou que, na esteira da primeira emenda da Constituição dos EUA, surgiu uma legião de “absolutistas da liberdade de expressão”, que acreditam que ofensas, difamações e ameaças não deveriam receber qualquer punição.

       Sei que tem muita gente apreensiva com esse novo cenário de incertezas, mas quero fazer um contraponto a todas essas previsões sinistras que estão ecoando: será saudável para todo mundo que o debate público saia das redes sociais. Se existe um caminho para enfraquecer a polarização e voltarmos a dialogar como seres humanos civilizados, esse caminho é longe dos algoritmos.

        E quanto aos produtos e serviços que têm seus modelos de negócio ancorados nas redes sociais, bem, estes passarão por um processo de adaptação e terão de descobrir novas formas de se conectar com seu público. Chegou a hora de pensar no pós-redes sociais. Não é o fim do mundo, mas o início de um novo. Quem se propuser a pensar em novas estratégias, já estará um passo à frente da concorrência.

         O maior desafio será desatar o nó mostrado pelo advogado e pesquisador Ronaldo Lemos: regular as redes sociais é diferente de regular toda a internet. Cada um exige um tipo de regulamentação diferente e isso precisa ser compreendido desde já. “O STF mirou nas big techs e acertou na internet inteira. Do Google ao Reclame Aqui, passando por fóruns e caixas de comentários dos jornais, todos estão abrangidos[...] O antigo regime era ‘na dúvida, próliberdade de expressão’. Agora é ‘na dúvida, próremoção’”, avisou.

         Claro, não sejamos ingênuos: agora, com a chegada da Inteligência Artificial, viveremos uma nova era de falsificações, golpes e até crimes. A quem quiser se autoalienar ainda mais no metaverso, só posso desejar sorte. Yuval Noah Harari tem emitido todos os alertas sobre estes perigos, mas parece certo que muita gente vai entregar voluntariamente sua capacidade de pensar para as máquinas e se sentirá plenamente satisfeito com conteúdos e interações fakes.

         Se esse é o futuro que nos aguarda, quem quiser manter um mínimo de sanidade mental, será forçado a selecionar melhor o que consome. Assim, abre-se a possibilidade para a construção de um caminho por fora da barbárie. Nessas últimas décadas, as redes sociais foram aperfeiçoando seus algoritmos de tal forma, que conquistaram o monopólio do mercado da atenção, criando uma cultura que não deixou qualquer espaço para a contracultura.

         Agora, com essa crise institucional e as big techs praticando censura à larga, abre-se o flanco para que pensemos numa nova contracultura, onde ainda existirão pessoas reais produzindo conteúdos reais e propagando ideias que não morrerão asfixiadas pelo algoritmo. Um lugar onde a IA terá seu papel apenas como ferramenta, não como cérebro. Aliás, cabe uma provocação: será que, no futuro, conteúdos 100% reais não serão considerados “premium”?

       Pode levar anos, até décadas, mas é preciso reconstruir o debate público dentro de um ecossistema novo, que funcione com regras claras e longe das manipulações algorítmicas. Utópico? Talvez, mas é imprescindível dizer: temos em mãos uma grande oportunidade de libertar o debate público do cativeiro das big techs e devolvê-lo à sociedade civil.


Fonte:
https://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=481
0&titulo=Chegou_a_hora_de_pensar_no_pos-redes_sociais
No período “Talvez, mas é imprescindível dizer: temos em mãos uma grande oportunidade de libertar o debate público do cativeiro das big techs e devolvê-lo à sociedade civil”, o uso da crase em destaque justifica-se: 
Alternativas
Q3824409 Português
A única alternativa com o emprego correto do acento grave indicador de crase é:
Alternativas
Q3822121 Português
Analise a frase abaixo:
O atleta sempre aspirava ........ primeiras colocações, mesmo que não pretendesse atender ........ lições ensinadas.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3822112 Português
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase é facultativo.
Alternativas
Q3820650 Português
Considerando que o acento grave é empregado quando a preposição "a" se funde, por exemplo, ao artigo definido "a", leia o excerto a seguir e complete as lacunas com à ou a:

A história da francesa que se encantou pelo Rio e criou a expressão "Cidade Maravilhosa"

[...] Jane era uma figura proeminente no cenário literário francês e uma mulher _____ frente de seu tempo, conta Sé.
"Ela também se considerava muito sensitiva. Tem um poema no final do livro dela que ela está com aquele sentimento nostálgico e mesmo sem ter ido embora começa _____ imaginar: 'daqui ______ 100 anos, como será? Como meu livro vai ser lido?'. E, em outro poema, ela fala que 'daqui _____ muito tempo, um jovem de olhos negros vai ler o meu livro."

(Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/11/09/a-historia-da-fra ncesa-que-se-encantou-pelo-rio-e-criou-a-expressao-cidade-maravilhos a.ghtml. Acesso em 09 nov. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
Alternativas
Q3818742 Português
Ave recém-descoberta no Acre tem comportamento semelhante ao de espécie extinta há três séculos e também pode desaparecer


[...] Quando finalmente conseguiram observá-la, entre expedições realizadas de 2024 _______ 2025, o encontro foi tão inesperado quanto desconcertante : a ave surgiu caminhando tranquilamente pelo sub-bosque, sem demonstrar reação _________ presença humana. Em vários momentos, alguns indivíduos chegaram a se aproximar da equipe. [...]

Assim como o dodô era restrito _______ ilhas Maurício, o tinamu vive apenas na parte alta da Serra do Divisor, uma cadeia montanhosa isolada na fronteira entre Brasil e Peru. A região é pouco estudada e reúne espécies adaptadas ________ micro-habitats muito específicos.
[...]

O topo da serra é o limite de sobrevivência da espécie. Se a temperatura aumentar, o regime de chuvas mudar ou a vegetação se alterar, não haverá áreas mais altas para onde o tinamu possa se deslocar.

"O habitat que ela vive e a altitude são áreas que são mais vulneráveis a alterações de temperatura [...] se a temperatura da terra aumentar como vem acontecendo, ________ médio prazo pode ocasionar a extinção da espécie. [...]", frisou Ricardo Plácido, pesquisador que participou da descoberta. [...]

Para os cientistas, o destino do dodô serve de alerta: ignorar o risco pode acelerar o desaparecimento de mais uma espécie que evoluiu isolada, sem predadores naturais, e hoje é ameaçada por um conjunto de fatores.


(Disponível em: https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2025/12/06/ave-recem-descobertano-acre-tem-comportamento-semelhante-ao-de-especie-extinta-ha-tres -seculos-e-tambem-pode-desaparecer.ghtml. Acesso em: 06 dez. 2025. Adaptado.)
No texto há cinco lacunas. Leia-o com atenção e complete as lacunas com a(s) ou à(s) , observando as regras de uso do acento grave (crase) e o contexto. Em seguida, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
Alternativas
Q3818561 Português
"Quando penso em territórios, não me ocorrem apenas os limites geográficos que demarcam um lugar num mapa, não. Um território é uma vida, um agente, uma força vital que participa de quem somos, de nossa identidade e de nosso modo de viver e produzir comunidade. São lugares que entrelaçam histórias, saberes e desejos. As favelas e periferias são locais de resistência e de construção de comunidade. As mulheres que habitam esses espaços são as guardiãs da memória e da cultura — e, sem seus saberes, sem seu lugar à proa de nosso navio, não podemos ir muito longe.

As favelas e periferias das grandes cidades brasileiras formaram-se como arranjos territoriais oriundos de muitos choques, despejos e novas tentativas de reconfiguração da vida — em situações quase sempre piores."


(Disponível em: https://www.geledes.org.br/guardias-da-semente-mulheres-costurandoterritorios-bem-viver/. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.) 
O trecho que segue é a sequência do texto . Leia-o texto e complete as lacunas com a(s) ou à(s) . Lembre-se que não basta ser possível o uso de um e/ou de outro elemento, mas que é preciso manter a coesão dentro do excerto, sem gerar possíveis ambiguidades ou distorções na leitura e compreensão:
"Esses territórios encerram uma justaposição do tempo em camadas, onde cada geração de mulheres mantém acesa _________ memória de um massacre ao qual sobreviveu: da escravidão da chibata __________ escravidão doméstica (entregues __________ famílias ricas como empregadas); do casamento na adolescência, fugindo da fome ou da sede, ao trabalho nas fábricas; do cárcere, abandonadas, __________ dor de recolher nalgum beco o corpo de seu filho, assassinado pelas balas estatais − já em regime democrático; das escolas − disciplinadoras de corpos, encarceradoras de ideias, sexistas e violentas como as ruas, e cheias de grades, como as prisões."
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
Alternativas
Q3818332 Português
Considere a frase a seguir:
Muitos críticos atribuem_________ Semana de Arte Moderna ____________ renovação da arte brasileira e, ainda que outras exposições tenham ocorrido após 1922, elas não são comparáveis _______________ daquele ano histórico.

Assinale a alternativa que completa as lacunas, correta e respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3818292 Português
As cebolas são semelhantes __________rosáceas, elementos arquitetônicos comparáveis _________janelas, de forma circular, por onde entra _______ luz em algumas igrejas.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
Alternativas
Q3817464 Português
Considere a seguinte construção: “O relatório técnico foi entregue à direção e ao conselho administrativo da empresa.”
Assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da crase em “à direção”. 
Alternativas
Q3817337 Português
Assinale a única alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3817082 Português
O Encanto Turístico de Bombinhas, Santa Catarina

    Aninhada em uma península de rara beleza no litoral de Santa Catarina, Bombinhas se destaca como um dos principais destinos turísticos do Brasil. Conhecida como a "Capital do Mergulho Ecológico", a cidade atrai milhares de visitantes anualmente, que buscam suas águas cristalinas, sua rica vida marinha e suas paisagens naturais preservadas.

    O turismo é, sem dúvida, o motor econômico da região, moldando a vida local e a infraestrutura da cidade. O principal atrativo de Bombinhas reside em suas mais de 30 praias, cada uma com sua característica única. Enquanto a Praia de Bombinhas e Bombas são as mais movimentadas, com uma infraestrutura completa de hotéis, restaurantes e comércios, outras como a Praia do Mariscal e Quatro Ilhas oferecem um refúgio mais tranquilo, ideal para quem busca paz e contato com a natureza. A clareza de suas águas, em grande parte devido à sua formação geológica e à proteção de enseadas, faz da cidade um ponto de excelência para o mergulho, seja de flutuação ou autônomo.

    Além das praias, o turismo em Bombinhas é fortemente orientado para o ecoturismo. Ademais, trilhas ecológicas, como a que leva ao Morro do Macaco, proporcionam vistas panorâmicas deslumbrantes da península. Parques como o Morro do Sol e a Prainha do Cação oferecem oportunidades para observar a fauna e a flora locais. As atividades incluem passeios de barco, visitas a ilhas próximas e a degustação da rica gastronomia local, com destaque para os frutos do mar, frescos.

    Em suma, Bombinhas é um paraíso turístico que equilibra beleza natural, aventura e uma vibrante vida costeira. Seu charme reside na diversidade de suas praias e na dedicação à preservação de seu patrimônio ecológico, fazendo dela um destino inesquecível para todos que a visitam.

Fonte: Texto adaptado
No segundo parágrafo do texto I, a frase: “A clareza de suas águas, em grande parte devido à sua formação geológica e à proteção de enseadas[...]” observa-se o emprego da crase por duas vezes.

Qual é a explicação gramatical que justifica o fato de a crase em uma das ocorrências ser considerada facultativa (opcional), enquanto na outra ela é obrigatória?
Alternativas
Q3816925 Português




(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/fitness/noticia/2025/07/desinflamar-o-intestino-paraemagrecer-saiba-o-que-esta-por-tras-da-frase-que-viralizou-nas-redes-sociaiscmdg5oq5h006w014wrr31dymj.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 03, 10 e 27.
Alternativas
Respostas
801: B
802: E
803: B
804: A
805: C
806: B
807: A
808: D
809: D
810: E
811: A
812: A
813: C
814: D
815: A
816: C
817: A
818: X
819: B
820: A