Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
Foram encontradas 14.232 questões
I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).
II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no infinitivo.
III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.
IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).
V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justificada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.
A sequência correta é:
I – Caso o termo “Flagrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.
II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.
III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.
IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.
V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.
A sequência correta é:
I – A palavra “segmentos” (linha 8) não pode ser substituída por seguimentos, pois causaria prejuízo semântico ao texto.
II – O trecho “é necessário que os currículos sejam revistos” (linhas 17 e 18) está empregado em sentido denotativo.
III – O vocábulo “postura” (linha 24 e 33), em suas duas ocorrências, possui o mesmo sentido de maneira de agir.
IV – O vocábulo “sobretudo” (linha 11) é uma preposição e pode ser substituído por ainda mais sem acarretar prejuízo sintático e de sentido ao texto.
V – No texto, a forma verbal “ecoar” (linha 27) tem o sentido de repetir.
A sequência correta é:
I – A forma verbal “traz” (linha 32) pode ser substituída por trazem, já que, neste caso, é permitida a concordância com “Jardins bonitos” (linha 32).
II – As palavras “Educar” (linha 1) e “educador” (linha 2) pertencem à mesma classe de palavras, ou seja, são verbos no in?nitivo.
III – A palavra “saberes” (linha 34) está empregada no texto com o sentido de conhecimento.
IV – Em suas duas ocorrências, o pronome “ele” (linhas 4 e 5) tem como referente “aluno” (linha 2) e, não, “mundo” (linha 3).
V – A oração “abrem-se as janelas do corpo” (linhas 30 e 31) está na voz passiva sintética, justi?cada pela presença de um verbo transitivo direto na terceira pessoa do plural acompanhado de um pronome apassivador.
A sequência correta é:
I – Na linha 5, o vocábulo “por”, em suas duas ocorrências, pertence à mesma classe de palavras.
II – Na linha 4, a expressão “as duas” tem como referentes as palavras “professor” e “professar” (linha 1).
III – Caso o vocábulo “a” (linha 18) fosse substituído por à, seria mantida a correção gramatical, já que, neste caso, o uso do sinal indicativo de crase é facultativo.
IV – No texto, o verbo “lembrar” (linha 11), por apresentar- se na forma pronominal, é transitivo indireto.
V – A palavra “sob” (linha 18) pode ser substituída por sobre, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, já que ambas são preposições.
Estão certos apenas os itens
O diabetes tipo 2, que impede as células de absorver glicose, tinha origem misteriosa até esta semana, quando cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead e da Universidade Yale, nos EUA, divulgaram ter descoberto uma proteína que tem relação com a doença. Ao contrário do diabetes de tipo 1, adquirido na infância e na qual o sistema imunológico da pessoa ataca as células que produzem insulina, a tipo 2, se desenvolve na fase adulta e impede que as células respondam à insulina. Esse hormônio é secretado na corrente sanguínea pelo pâncreas quando o organismo detecta excesso de glicose no sangue, interagindo com “receptores” na superfície das células e instruindo-as a absorver e armazenar o excesso de glicose.
Milhões de proteínas
O estudo, publicado na revista “Nature”, relata a descoberta de uma proteína denominada TUG. Ela se mostrou intimamente ligada a um receptor celular de glicose, o GLUT4, único receptor da substância que fica no interior das células (os restantes ficam em sua superfície). Quando a insulina atua nos “receptores” da membrana celular, o GLUT4 sobe e traz a glicose para o interior da célula. Ele é, também, o único receptor que responde exclusivamente à presença da insulina. Em pessoas com diabete tipo 2, o GLUT4 não vai até a membrana celular, impedindo a absorção da glicose. Os cientistas Jonathan Bogan e Harvey Lodish, autores do estudo, pesquisaram por cinco anos mais de 2,4 milhões de proteínas para identificar qual delas atuaria na distribuição do GLUT4, chegando à TUG. Fonte: Folha Online. Acesso em 10/2003
Oaumento dos impostos sobre o tabaco pode desagradar aos fumantes, mas vai contribuir para a saúde dos brasileiros. mas
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.
do texto A eleição dos 135 milhões, de Gustavo Ribeiro, publicado
na revista Veja de 28/7/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e ortográfica.


Julgue os próximos itens, referentes às ideias e aos aspectos
gramaticais do texto acima.
fazer balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com
outros acho que nem se misturam (...) Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem
horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de
velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma
coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um
álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de
escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas, que permanecem...
(Guimarães Rosa. Apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2003. p. 139)
De ponta a ponta é toda praia rasa, muito plana e bem formosa. Pelo sertão, pareceu-nos do mar muito grande,
porque a estender a vista não podíamos ver senão terra e arvoredos, parecendo-nos terra muito longa. Nela, até agora,
não pudemos saber que haja ouro nem prata, nem nenhuma coisa de metal, nem de ferro; nem as vimos. Mas, a terra
em si é muito boa de ares, tão frios e temperados, como os de Entre-Douro e Minho, porque, neste tempo de agora,
assim os achávamos como os de lá. Águas são muitas e infindas. De tal maneira é graciosa que, querendo aproveitá-la
dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem.
(In: Cronistas e viajantes. São Paulo: Abril Educação, 1982. p. 12-23. Literatura Comentada. Com adaptações)
“Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro nem prata, nem nenhuma coisa de metal, nem de ferro;
nem as vimos.”
Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar
de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a
memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem
guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família,
com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição.
Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei
ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter
nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é
cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões
profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas,
as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as
notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também
preencher as minhas.
(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)
Considere o período a seguir para as questões 03 e 04:
“Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro nem prata, nem nenhuma coisa de metal, nem de ferro; nem as vimos.”







