Questões de Concurso
Sobre república oligárquica - 1889 a 1930 em história
Foram encontradas 1.077 questões
O modernismo de 1922 e as transformações políticas ocorridas a partir de 1930 estimularam uma revisão das interpretações sobre o Brasil. Muitos intelectuais passaram a questionar as explicações herdadas do período imperial e do início da República. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. As interpretações anteriores sobre o Brasil frequentemente destacavam tanto as virtudes da natureza tropical quanto ideias negativas sobre os efeitos dos trópicos e da mistura racial.
II. Diversos autores dessas interpretações utilizavam análises que, em alguns casos, eram superficiais ou baseadas em teorias generalizantes e preconceituosas.
III. As interpretações herdadas do Império e do início da República eram unanimemente aceitas pelos intelectuais do modernismo.
Está(ão) CORRETA(S):
I. A União Democrática Brasileira apoiava Armando de Salles Oliveira, o governador de São Paulo que acabara de concluir uma bem-sucedida administração, também considerado o candidato do governo, mas que não tinha o apoio formal de Vargas.
II. José Américo de Almeida, outro candidato à presidência, era ligado às oligarquias paulistas e a setores liberais constitucionalistas. Entrou no pleito defendendo o constitucionalismo liberal e as tradições democráticas.
III. Plínio Salgado, líder da Ação Integralista Brasileira, representava um movimento de inspiração nacionalista e autoritária, evidenciando a polarização ideológica do período e as tensões que precederam o golpe do Estado Novo em 1937.
Quais estão INCORRETAS?
“A expressão questão agrária foi introduzida pelos primeiros estudiosos da Economia Política, que começaram a analisar como se desenvolvia o capitalismo na agricultura. Esses estudiosos são conhecidos também como clássicos, porque foram os que realizaram estudos fundamentais sobre a forma de o capital se desenvolver nos diferentes modos de produção, em especial no capitalismo. Os problemas agrários que podem ocorrer em uma sociedade compreendem diversos aspectos e características, mas, quando nos referimos à questão agrária, ao problema agrário ou à questão fundiária de determinado país, estamos nos referindo à existência de problemas basicamente na forma da propriedade e posse da terra.”
(STÉDILE João Pedro. A questão agrária no Brasil. São Paulo: Atual, 1997. p. 8.)
Sobre a questão agrária no Brasil, aponte a afirmativa correta.
Fonte: OLIVEIRA, Lúcia Luppi. Sinais da modernidade na era Vargas: vida literária, cinema e rádio. (Orgs.). O tempo do liberalismo excludente: In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves da Proclamação da República à Revolução de 1930. 8. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
Considerando o excerto e a sociedade brasileira, analise as afirmativas a seguir.
I- Na primeira década do século XX, reformar a cidade do Rio de Janeiro passou a ser o sinal evidente da modernização que se desejava promover no Brasil.
II- A partir dos anos 1930, cresce um imaginário sobre o Brasil que afirmava a capacidade dos brasileiros de conviver e se adaptar ao meio e à diversidade de raças.
III- O americanismo não foi difundido através de programas de rádio porque a música popular urbana foi amplamente apoiada pelos modernistas, objetivando a consolidação do processo de nacionalização.
IV- Na primeira metade do século XX, o rádio se torna o veículo eminentemente popular, divulgando diferentes manifestações da cultura e do povo e sempre buscando ampliar seu público. Foi fábrica de ídolos e mitos.
É CORRETO o que se afirma em:
A respeito da história política do Brasil republicano, julgue o item seguinte.
O voto feminino no Brasil foi legalizado em 1927, por lei estadual no Rio Grande do Norte, estado que elegeu a primeira prefeita, ainda em 1928.
A respeito das constituições brasileiras, julgue o item seguinte.
A Constituição de 1891, integralmente redigida por Rui Barbosa, afastava-se do modelo federalista vigente nos Estados Unidos da América e que prevalecia, ao menos em tese, ao sul do continente, sendo, contudo, mais moderna que o modelo norte-americano, ao admitir o voto dos analfabetos e a reeleição do presidente e dos governadores.
A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.
Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.
A expressão "teatro das oligarquias", em referência à Primeira República, deve ser entendida como um período em que as elites estaduais abriram mão do protagonismo político para garantir o predomínio econômico e a ascendência social que sempre tiveram na trajetória histórica do país.
A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.
Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.
A Guerra do Paraguai fez emergir a força política do Exército, decisiva para o colapso do Império; todavia, passada a fase dos governos dos marechais Deodoro e Floriano, os militares tiveram tímida atuação na República Velha, tendo se recolhido aos quartéis e se abstido de atuação política.
A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.
Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.
A denominada Revolução de 1930 rompeu com as estruturas carcomidas da República Velha: o surgimento de lideranças novas, como Getúlio Vargas, desvinculadas da experiência política do período anterior, conduziu o país à modernidade, imune a tentações autoritárias e a alianças com os militares.
A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.
Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.
A conhecida expressão do jornalista Aristides Lobo, em artigo de jornal publicado dois dias depois do 15 de novembro de 1889 ("o povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava"), é considerada uma síntese, por aqueles que defendem essa tese, do caráter de golpe militar do acontecimento que instaurou o regime republicano no Brasil.
A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.
Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.
Os levantes militares de 1922 e 1924, acontecimentos do chamado Tenentismo, ainda que derrotados, desempenharam forte influência no Golpe de 1930 e em movimentos militares futuros, como no Regime Militar implementado na década de 60.
A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.
Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.
Entre as transformações da política externa brasileira na Primeira República, quando emergiu a figura central de Rio Branco, destacam-se a aproximação com Washington, a sistemática solução das questões fronteiriças e os primeiros movimentos da diplomacia multilateral (Sociedade das Nações e Pan-Americanismo).