A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanh...

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Q3993107 História

A crítica à política externa foi arma utilizada pela campanha republicana com o objetivo de desmoralizar o regime monárquico. As intervenções na região do rio da Prata e a Guerra do Paraguai foram temas atacados frequentemente por republicanos, a exemplo de Silva Jardim, Saldanha Marinho e Quintino Bocaiúva.


Relativamente à queda do Império e à Primeira República (1889-1930), julgue o item que se segue.


A denominada Revolução de 1930 rompeu com as estruturas carcomidas da República Velha: o surgimento de lideranças novas, como Getúlio Vargas, desvinculadas da experiência política do período anterior, conduziu o país à modernidade, imune a tentações autoritárias e a alianças com os militares. 

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Comentários

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A afirmação está incorreta em praticamente todos os seus elementos. Longe de ser um movimento de renovação total e democrática, a Revolução de 1930 foi um golpe de Estado fortemente calcado em alianças militares e práticas autoritárias.

Getúlio Vargas não era uma liderança nova

Vargas pertencia à elite política tradicional, tendo exercido mandatos como deputado federal e sido Ministro da Fazenda no governo Washington Luís antes de se tornar presidente do Rio Grande do Sul.

Gabarito E

Vargas já participava da estrutura política da República Velha e possuía trajetória ligada às oligarquias regionais.

Mas também está incorreto dizer que o período ficou imune ao autoritarismo e às alianças militares, já que o governo Vargas teve forte apoio de setores militares e chegou ao Estado Novo, marcado pela centralização do poder e características autoritárias.

CFOPMBA

Imunidade a tentações autoritárias e Getúlio Vargas na mesma frase não combina.

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