Questões de Concurso Sobre história

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Q4008519 História
O sítio histórico de Frecheiras, localizado no atual município de Cocal, no norte do Piauí, consta nos inventários de bens culturais da Secretaria da Cultura do Estado do Piauí (SECULT-PI), em função da presença de uma igreja colonial e de vestígios de um antigo núcleo de povoamento e de atividade econômica. 

                                                  Imagem associada para resolução da questão
Foto: Rede Pense Piauí. “Expedição visita patrimônio colonial e natural do Piauí”. Portal Cidade Verde. Disponível em: https://cidadeverde.com/noticias/300490/expedicao-visita-patrimonio-colonial-e-natural-do-piaui. Acesso em: 01 fev. 2026.
Dentre os diversos debates que marcam a construção historiográfica do Piauí, destacam-se as teses relativas ao processo de ocupação e colonização do território no período colonial.  Tradicionalmente, a interpretação consolidada defende que a colonização teria se iniciado a partir do sul do atual estado, por meio da expansão dos currais de gado, tendo Oeiras como núcleo organizador e símbolo da centralização administrativa.
Em contraposição, outra vertente historiográfica sustenta a chamada “tese do Norte”, que enfatiza a ocupação por meio das zonas litorâneas e dos espaços ligados às atividades costeiras, atribuindo aos grupos parnaibanos papel fundamental nesse processo. Essa perspectiva desloca o foco da colonização para áreas tradicionalmente consideradas periféricas pela narrativa oficial.
Dessa forma, o uso do sítio histórico de Frecheiras, no debate historiográfico sobre a colonização do Piauí: 
Alternativas
Q4008518 História
“No fi nal da Idade Média, nas ilhas mediterrâneas, região em que se encontrava o regime de tipo escravista mais importante da Europa, escravos já trabalhavam com a produção de açúcar. Note-se, contudo, que, se diversos povos contavam com o trabalho escravo, este não era muito empregado na agricultura; cativos executavam sobretudo tarefas artesanais. A mão de obra essencial para o setor agrícola continuava a ser camponesa; isso até os portugueses chegarem à Costa da Guine no século XV.”
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografi a. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. p.80.
A escravidão era uma prática conhecida em diferentes sociedades muito antes da expansão europeia. Considerando as transformações ocorridas a partir da intervenção europeia no século XV, assinale a alternativa que melhor caracteriza as mudanças no sistema escravista.
Alternativas
Q4008517 História
“Os brancos entravam, olhavam ao redor e apontavam os pretos pelos quais se interessavam. Então, um dos empregados se aproximava dos pretos e batia em seus ombros com uma vara ou gritava de longe para que eles se aproximassem, caso já entendessem o português. Não importando se era homem, mulher ou criança, o comprador apalpava-lhes todo o corpo e os fazia erguer os braços e mostrar as plantas dos pés, como a minha avó tinha feito em Uidá. O empregado do armazém batia com um chicote em suas pernas e eles tinham que pular, para ver se reagiam rápido, e depois tinham que abrir a boca e mostrar os dentes, para então gritar o mais alto que podiam.” 
GONÇALVES, Ana Maria. Um defeito de cor. 26 ed. Rio de Janeiro: Record, 2022, p.70-71.
A respeito do tráfico transatlântico de africanos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4008516 História
“Assim como estiveram à frente de fazendas e outras atividades agrícolas, as mulheres também dirigiam engenhos. Quando fez sua Descrição do Distrito dos Campos Goiatacaz, em 1785, Couto Reis recenseou 124 engenhos, dos quais dez pertenciam a mulheres. Para além destas senhoras de engenho, o cartógrafo identificou inúmeras lavradoras, como Dorothea Barreta, Raimunda Rodriguez, Rosa Maria, Úrsula Campelo e Maria Almeida, envolvidas no cultivo de cana”.
PRIORE, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume I: colônia. Rio de Janeiro: LeYa, 2016. p.83.
Considerando o trabalho sistemático em torno da exploração do açúcar, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4008515 História
“O curral era o cenário para toda essa atividade: 'Em cada fazenda', explicava o ouvidor Durão, no século XVIII, 'deve haver pelo menos três currais que tomam diversos nomes conforme o serviço que prestam. Chama curral de vaquejada àquele em que se recebe o gado que tem de se vendido, onde se tira o leite e onde se faz o rol de porteiras; curral de apartar e em que se recebe todo o gado indistintamente para ao depois ser distribuído pelas diferentes acomodações; curral de benefi cio, onde se recolhem os garrotes para serem ferrados e para se fazer as partilhas dos vaqueiros.' Tais fazendas se formavam com facilidade. Uma casa rústica coberta de folhas de carnaúba abrigava homens, mulheres e crianças. Num curral tosco se introduziam, em geral, oito vacas e um touro. As reses passavam por um período de adaptação aos pastos. Era a 'formação dos cascos'. Nessa fase eram necessários de dez a doze homens para o manejo: vaqueiros gabaritados e outros, os cabras, menos hábeis.”
PRIORE, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume I: colônia. Rio de Janeiro: LeYa, 2016. p.143-144
Considerando esse processo histórico, a expansão territorial da pecuária na Colônia Portuguesa caracterizou-se principalmente por:
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Q4008514 História

“Sob seus diversos nomes e com suas aparências multiformes, o Diabo – Satã e seus demônios – é seguramente uma das fi guras mais importantes do universo do ocidente medieval: encarnação do mal, oponente das forças celestes, tentador dos justos, inspirador dos ímpios e dos pecadores, verdugo dos condenados, ele é onipresente e seu terrível poder se faz sentir em todos os aspectos da vida e das representações mentais medievais.”


GOFF, Jacques Le; SCHMITT, Jean-Claude. Dicionário analítico do Ocidente Medieval. São Paulo: Unesp, 2017. 748 p. 2 v.


Sobre a sociedade medieval e o domínio do pensamento cristão, é CORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q4008512 História
“A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado. Mas talvez não seja menos vão esgotar-se em compreender o passado se nada se sabe do presente.”
BLOCH, Marc. Apologia da História ou oficio do historiador. São Paulo: Zahar, 1989.
A reflexão de Marc Bloch evidencia o caráter relacional do conhecimento histórico, que articula passado e presente por meio da análise crítica das fontes e das interpretações. Considerando a construção do conhecimento histórico e as habilidades desenvolvidas pela disciplina de História, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4008510 História
No estudo da Antiguidade Oriental, as civilizações do Antigo Oriente Próximo são analisadas a partir de suas estruturas políticas, econômicas, sociais e culturais. Sobre esses povos, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4000878 História
Assinale a opção que apresenta corretamente consequências dos processos de independência dos países africanos após o término da Segunda Guerra Mundial. 
Alternativas
Q4000876 História
Assinale a opção que apresenta corretamente um efeito do chamado “Pacote de Abril”, instituído pelo governo de Ernesto Geisel durante a ditadura militar brasileira.
Alternativas
Q4000875 História
Um professor de História, ao abordar, em sala de aula, a ditadura militar no Brasil, apresentou um trecho de uma carta escrita em 1971 por Eliana Paiva, filha do deputado federal Rubens Paiva, então detido pelo regime. Na missiva, dirigida à comunidade internacional, ela solicitava apoio para localizar seus pais: Não vi minha mãe e não sei nada sobre meu pai. Não sei a razão nem o porquê de tudo o que está acontecendo. Estou perdendo a confiança na liberdade e nos direitos humanos.

Adaptado de “Lamento de una hija”, Ercilla, n. 1858, 1971, p. 27.

Considerando que posteriormente foi confirmado o assassinato de Rubens Paiva sob custódia do Estado, o professor utilizou o testemunho como fonte histórica para discutir os impactos da repressão e os limites do uso de relatos de experiência na investigação do passado.

Com base na atividade didática, é correto afirmar que o uso desse tipo de fonte em sala de aula permite
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Q4000874 História

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Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Rea Irvin. The New Yorker, October 31, 1942 / Manuscripts and Archives Division.



Em 1942, menos de um ano após a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, Rea Irvin desenhou Adolf Hitler como uma bruxa empoleirada em uma vassoura para a capa de Halloween da revista “The New Yorker”. Irvin também caricaturou outra potência do Eixo, desenhando as três abóboras de Halloween no lado esquerdo da capa com traços estereotipados associados a pessoas asiáticas.



Adaptado de https://www.nypl.org/events/exhibitions/galleries/3-new-yorkermakes-its-mark/item/18958



Com base na imagem e em sua descrição, é correto afirmar que, durante a Segunda Guerra Mundial, a caricatura do Eixo na mídia estadunidense 

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Q4000872 História
O governo de Getúlio Vargas congregava diferentes projetos para o país que se contrapunham à política então vigente, voltada para os interesses oligárquicos. A crise política abriu espaço para a defesa de um Estado centralizador e intervencionista, capaz de promover o desenvolvimento por meio da diversificação econômica e da industrialização. Uma das principais medidas foi o Código Florestal, que pode ser entendido como parte do esforço do Estado em busca da modernização da produção e do controle e ordenamento do próprio território. Além do interesse em regulamentar o uso dos recursos considerados essenciais ou estratégicos, a aprovação deste código também refletiu os debates relacionados às questões ambientais das primeiras décadas do século XX. A atenção dedicada ao tema resultou, em grande parte, da intensificação do processo de desflorestamento, consequência da prática das queimadas para plantação de cafezais, da construção de ferrovias e das transformações decorrentes da expansão da urbanização e do incremento da industrialização no país.

Adaptado de CAMARGO, Angélica. Conselho Florestal Federal. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, 2025.

Com base no trecho, assinale a opção que apresenta a postura do governo Vargas em relação à natureza.
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Q4000871 História
A definição etimológica de História Contemporânea indica que a compreensão de uma época não se refere simplesmente ao entendimento de um passado distante, mas a uma compreensão que vem de uma experiência da qual ele participa como todos os outros indivíduos. Contudo, na França, a expressão “História Contemporânea” possui outra significação. No último terço do século XIX, nós consideramos que a data inaugural da História Contemporânea foi a Revolução Francesa. Entretanto a palavra “contemporâneo” significa “ao mesmo tempo” e isso designa certa percepção ideológica da História, que se baseia em uma ideia simples, pois a civilização, o universo espaço-tempo no qual nós vivemos na França nasceu com a Revolução Francesa. Evidentemente essa afirmação não é falsa, mas também não é verdade.

Adaptado de AREND, Silvia; Fábio Macedo. “Sobre a história do tempo presente: entrevista com o historiador Henry Rousso”, Tempo e Argumento, vol. 1, n. 1, p. 202.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o autor considera que a História Contemporânea 
Alternativas
Q4000869 História
Essa perspectiva não tem nada a ver com história local. Os historiadores que trabalham segundo essa abordagem se debruçam, reduzindo a escala, sobre problemas muito gerais. Contudo, são frequentemente acusados de desvalorizar outras abordagens, mas a questão é outra. Por vezes nos deparamos com problemas que não conseguimos explicar; por isso, buscamos mudar a escala para verificar se nos confrontamos com outras realidades e com questões diferentes. Na verdade, pretendemos exatamente a generalização.
Adaptado de LEVI, Giovanni. O pequeno, o grande e o pequeno, Revista Brasileira de História, v. 37, nº 74, 2017, pp. 169-170.

Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a abordagem historiográfica descrita. 
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Q4000867 História
Memória e história, longe de serem sinônimos, aparecem em oposição fundamental. A memória é vida, aberta à dialética entre lembrar e esquecer, vulnerável à manipulação e à apropriação. A história, por sua vez, é a reconstrução, sempre problemática e incompleta, daquilo que já não existe. A memória é um fenômeno sempre atual; a história, por ser uma produção intelectual e secular, exige análise e crítica.

Adaptado de NORA, Pierre. Between Memory and History: Les Lieux de Mémoire, Representations, No. 26, 1989, p. 8

Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a distinção estabelecida pelo autor entre memória e história.
Alternativas
Q4000861 História
Leia o trecho a seguir.

Eu, Sabina da Cruz, achando-me incomodada de saúde, delibero meu testamento. Declaro que sou católica, e professo a Religião de Jesus Cristo, pois que desde que vim de minha terra de África, onde nasci, chegando nesta Capital há muitos anos fui batizada na fé da qual tenho sempre vivido, e desejo morrer. Declaro que sendo escrava do Senhor Manoel Gonçalves da Cruz, já falecido, de seu poder me libertei há muitos anos dando-lhe dois escravos por minha liberdade. Declaro que os bens que possuo consistem nos escravos Lino Gege, Maria Luiza Nagô, Antônio da mesma Nação, Mauricia e Francisca crioulas, cujos escravos os possuo desembargados. Deixo a minha afilhada, filha do meu Senhor Manoel Gonçalves da Cruz duas voltas de cordão de ouro para seu ornato. Meu testamenteiro me mandará celebrar uma capela de Missas pela minha alma, e fará repartir com os pobres a quantia de vinte mil reis.

Adaptado de DAMIÃO, Erika. “O que deixei: testamento de Sabina da Cruz, “a denunciante” da Revolta dos Malês”, Revista de fontes, v. 12, n. 22, 2025, p. 60.

Com base na leitura do testamento, assinale a opção que identifica corretamente aspectos da vida das pessoas escravizadas no Brasil presentes no documento.
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Q4000858 História
I. As Leis da Natureza permitiram aos primeiros pensadores do Iluminismo demolir as pretensões mal fundamentadas do preconceito humano. As ideias do passado tornaram-se inadequadas. A obscuridade dos tempos antigos, que misturava necessidades sociais e realidade natural, significados e mecanismos, signos e coisas, deu lugar a uma aurora luminosa que separava claramente a causalidade material da imaginação humana. As ciências naturais finalmente definiram o que era a Natureza, e cada nova disciplina científica que surgia era percebida como uma revolução que libertava o conhecimento de seu passado pré-científico, de seu “Antigo Regime”.

Adaptado de LATOUR, Bruno. We have never been modern. Cambridge: Harvard University Press, 1993, p. 35.

II. Para muitos estudiosos do Iluminismo, parece haver uma ruptura radical. Nessa interpretação, o foco central é o suposto culto do Iluminismo à ciência, à razão e à universalidade, bem como a uma forma de poder/conhecimento baseada no controle tanto do mundo físico quanto do social. No entanto, quando se começa a questionar o que realmente estava implícito por trás desse motor de mudança cultural e social, abrem-se caminhos para reavaliar o chamado “projeto do Iluminismo”. Questiono a noção de um projeto iluminista unificado, orientado e impulsionado por uma linguagem da natureza baseada na filosofia natural mecanicista, que reduzia a natureza a um mecanismo e os seres humanos a máquinas ou autômatos.

Adaptado de REILL, Peter. Vitalizing nature in the enlightenment. Berkeley: University of California Press, 2005, p. 3.

Com base na leitura dos trechos, assinale a opção que descreve corretamente a interpretação dos autores sobre o Iluminismo. 
Alternativas
Q4000857 História

Observe a imagem a seguir e leia sua descrição. 



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Chez L’Epicier, Republican Schoolteacher, 1793, Biblioteca Nacional da França.



Uma professora ao mesmo tempo sedutora e maternal instrui seu aluno nos princípios da liberdade. Juntos, leem a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. O seio esquerdo exposto da mulher acentua o papel nutridor desempenhado tanto pela família quanto pelo Estado, ao qual o menino pertence. A linha que separa mãe e professora, assim como aquela entre natureza e cultura, é transposta na ideologia republicana, pois a mulher “natural” transmite intuitivamente os princípios da liberdade à geração seguinte.



Adaptado de LANDES, Joan. Visualizing the Nation. Gender, Representation, and Revolution in Eighteenth-Century France. Ithaca: Cornell University Press, 2002, p.159.



Com base na imagem e em sua descrição, é correto afirmar que, no contexto pós-Revolução Francesa, a alegoria representou as mulheres como

Alternativas
Q4000856 História
Leia os trechos a seguir.

I. Se os índios do Brasil são agora mais guerreiros e mais maldosos, é porque nenhuma necessidade têm das coisas dos cristãos, e têm as casas cheias de ferramentas, pois os cristãos andam de lugar em lugar enchendo-lhes de tudo o que desejam. E o índio, que em outros tempos não era ninguém e que sempre morria de fome por não ter sequer uma ferramenta para abrir uma roça, agora dispõe de quantas ferramentas quiser. Comem e bebem continuamente e passam a frequentar as aldeias bebendo vinho, organizando guerras e praticando muitos males.

Adaptado de Pedro Correia a Simão Rodrigues, 10/ 3/ 1553 citado por MONTEIRO, John. Negros da terra, São Paulo: Cia das Indias, 1994, p. 31.

II. Por aqui se vê que os maiores impedimentos nascem dos próprios portugueses. O primeiro é a falta de zelo pela salvação dos indígenas, pois os consideram selvagens. O que mais os espanta e os faz fugir dos portugueses e, por consequência, das igrejas, são as tiranias a que são submetidos: obrigados a servir como escravos, separados de suas famílias e vendidos. Por isso, muitos fogem para o mato e, quando não encontram outra saída, preferem entregar-se aos inimigos a voltar ao domínio dos portugueses.

Adaptado de ANCHIETA, José de. Informação do Brasil e de suas capitanias, 1584, p. 342.

Com base na leitura dos trechos, assinale a opção que interpreta corretamente as visões sobre o contato entre portugueses e indígenas no Brasil colonial.
Alternativas
Respostas
161: C
162: D
163: B
164: C
165: B
166: A
167: B
168: C
169: C
170: A
171: D
172: D
173: B
174: E
175: E
176: D
177: B
178: B
179: E
180: A