Questões de Concurso
Sobre ocupação de novos territórios: colonialismo em história
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I.Os holandeses foram alguns dos primeiros europeus a explorar o Caribe, navegando pela região no início do século XVII em busca de rotas comerciais para as Índias Orientais.
II.Os holandeses estabeleceram várias colônias no Caribe, tendo construído fortes e estabelecido plantações de cana-de-açúcar, tabaco e algodão, tornando-se uma importante potência colonial na região.
III.A presença holandesa no Caribe muitas vezes levou a conflitos com outras potências coloniais, tendo ocorrido várias batalhas e guerras entre os holandeses e seus rivais França e Portugal pelo controle das ilhas e rotas comerciais na região.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Acerca do Império Songhai, julgue as frases abaixo.
I. O Império Songhai teve suas origens na cidade de Gao, que já era um importante centro comercial no rio Níger desde o século XI. O povo Songhai estabeleceu sua presença na região e começou a se expandir no século XV.
II. A expansão do império foi significativamente impulsionada durante o reinado de Sonni Ali, que governou de 1464 a 1492. Sob sua liderança, o Songhai derrotou o Império Mali, que estava em declínio, e expandiu seu território, conquistando importantes cidades como Tombuctu e Djenné, centros comerciais e culturais que eram cruciais para o controle das rotas comerciais.
III. A administração do Império Songhai, especialmente durante o reinado de Askia Muhammad, era descentralizada. Nesse sentido, o império era composto por vários estados vassalos e províncias que mantinham um certo grau de autonomia, com governadores locais (ou "farbas") nomeados para coletar tributos e manter a ordem.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões):
Em relação aos argumentos utilizados pela igreja católica para justificar religiosamente o crescente tráfico de escravos africanos, leia as alternativas abaixo e marque a alternativa correspondente.
I Os descendentes de Ham, um dos filhos de Noé, eram amaldiçoados e destinados à escravidão.
II Assim, os europeus cristãos estariam oportunamente absolvidos, pela própria natureza “inferior” daqueles africanos.
“As concepções europeias sobre os africanos começaram a mudar no século XVIII, à medida que eram vistos em termos mais humanitários. Essas levaram à exigência da abolição do tráfico de escravos”.
(In: Silvério, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Século XVI ao século XX / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. – Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 197)
Sobre o referido contexto, analise as afirmativas abaixo:
I. Em 25 de março de 1807, a Inglaterra aboliu o tráfico, essa foi a segunda abolição oficial, depois da Dinamarca em 1802.
II. O tráfico brasileiro durou até 1888, já em cuba durou até 1866.
III. Na França, a veiculação de ideias como a do filósofo Diderot, encorajaram a aversão à escravatura.
Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
A afirmação acima se refere ao reino do Congo que teve contato com os portugueses a partir do século XV. Esta interpretação europeia se deu pelo(a):
“Para os portugueses o ideal teria sido não uma colônia de plantação, mas outra Índia (...). As circunstâncias americanas é que fizeram do povo colonizador de tendências menos rurais ou, pelo menos, com o sentido agrário mais pervertido pelo mercantilismo, o mais rural de todos: do povo que a Índia transformara no mais parasitário, o mais criador. Entre aquelas circunstâncias avultam imperiosas: as qualidades e as condições físicas da terra; as condições morais e materiais da vida e cultura de seus habitantes.”
(FREIRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. SP, Global, 2006. p. 43.)
Pegando como referência esse fragmento presente no clássico “Casa Grande e Senzala”, pode-se considerar como um aspecto da conjuntura que assinalou o início da colonização lusa na América o fato:
Para uma melhor compreensão acerca do sistema escravista colonial português nos trópicos, deve-se considerar o fato da:
Assinale a alternativa que descreve corretamente características da lavoura canavieira.
Analise o texto abaixo:
“A África propriamente dita é a parte característica deste continente. […]. Não tem interesse histórico próprio, senão o de que homens vivem ali na barbárie e na selvageria, sem fornecer nenhum elemento à civilização. Por mais que retrocedamos na história, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um Eldorado recolhido em si mesmo, é o país criança, envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. […] Nesta parte principal da África, não pode haver história”.
Apud: Hernandez, Leila Leite. A África em sala de aula.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Adaptado de JUNQUEIRA, Mary Anne. “Colônia de povoamento X colônia de exploração: reflexões e questionamentos sobre um mito”. In: Abreu, M.; Soihet, R.; Gontijo, R. Cultura política e leituras do passado: historiografia e ensino de História. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007, pp. 173 – 184.
Com base no trecho, a autora interpreta que o uso dos termos “colônia de exploração” e “colônia de povoamento” está de acordo com
Discurso I
Colocastes a Espanha em minhas mãos. Minha mão será firme, meu pulso não vacilará e eu procurarei alçar a Espanha ao posto que lhe corresponde conforme sua História e que ocupou em épocas passadas. Se invocamos as grandezas da Espanha imperial é porque elas nos movem com seus ideais, seus empenhos de salvação e fundação. Não queremos uma Espanha velha e difamada. Queremos um Estado onde a pura tradição e substância daquele passado espanhol ideal se enquadre nas formas novas, vigorosas e heroicas que os jovens de hoje e de amanhã trazem nesta alvorada imperial do nosso povo. A Espanha se organiza dentro de um amplo conceito totalitário, mediante àquelas instituições nacionais que asseguram sua totalidade, sua unidade e sua continuidade. A implantação dos princípios mais severos de autoridade que este Movimento implica não possui justificativa de caráter militar, mas na necessidade de um funcionamento regular das energias complexas da Pátria. Eu quero que minha política tenha o profundo caráter popular que sempre teve o profundo caráter popular que sempre teve na História da política da Grande Espanha. Nossa obra – minha e do meu governo – estará orientada com uma grande preocupação pelas classes populares, bem como pela tristeza da classe média.
Discurso proferido por Francisco Franco. Amanhece na Espanha. 1936.
Discurso II
As fundas pegadas e traços que ficaram de nós na terra e nas almas, por muita parte onde não é hoje nosso o domínio político, e tem maravilhado os observadores desde as costas de Marrocos à Etiópia e do mar Vermelho aos estreitos e ao mar da China, vêm exatamente de que a nossa obra não é a do caminheiro que olha e passa, do explorador que busca à pressa as riquezas fáceis e levantou a tenda e seguiu, mas a do que, levando em seu coração a imagem da Pátria, se ocupa amorosamente em gravá-la fundo onde adrega de levar a vida, ao mesmo tempo que lhe desabrocha espontâneo da alma o sentido da missão civilizadora. Não é a terra que se explora: é Portugal que revive.
SALAZAR, António de O. Discursos. Coimbra Ed, vol. III, p. 153. 1959.
A respeito dos discursos reproduzidos, assinale a afirmativa correta.