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Questões de Concurso Sobre ocupação de novos territórios: colonialismo em história

Foram encontradas 202 questões

Q2508459 História
Para Fernando A. Novais (1989), “Ora, no conjunto, a exploração do Ultramar organizada nos quadros do Antigo Sistema Colonial, permite distinguir nitidamente três elementos básicos:” (NOVAIS, 1989, p. 33). Assinale a alternativa correta que enuncia tais elementos básicos, em conformidade com o proposto por Fernando A. Novais.
Alternativas
Q2506443 História
Segundo Saviani (2011 apud Jucá, 2021, p. 105), com a chegada dos portugueses e a consequente colonização das novas terras, o Brasil iniciou um processo de integração à civilização ocidental e cristã, no qual estavam envolvidos três aspectos:

[...] [a] colonização propriamente dita, ou seja, a posse e exploração da terra subjugando os seus habitantes (os íncolas); a educação enquanto aculturação, isto é, a inculcação nos colonizados das práticas, técnicas, símbolos e valores próprios dos colonizadores; e a catequese entendida como difusão e conversão dos colonizados à religião dos colonizadores (Saviani, 2011, p. 29).

A partir desse excerto é correto afirmar que
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Q2465586 História
Tomando-se por base a comparação entre o comércio negreiro, por um lado, e as fazendas de açúcar e aluguéis urbanos, pelo outro, constata-se que o retorno líquido de uma plantation pode chegar a uma cifra máxima de 12%, girando em média entre 5% e 10%. Os aluguéis urbanos, por sua vez, analisados através de prestações de contas em inventários post-mortem das décadas de 1810-1820, podiam chegar a 10% anuais sobre o capital investido em prédios (descontada a manutenção). Já o tráfico de africanos alcançava, na década de 1810, uma lucratividade média de 19% por expedição. Cabe lembrar que estas diferenças relativas tornam-se mais expressivas quando consideradas em termos absolutos. Assim, enquanto que o retorno de um engenho real com cerca de 60 escravos pode chegar, em bons anos da década de 1800, a dois contos de réis, o de uma única expedição negreira, em 1812, podia alcançar cerca de pouco mais de sete contos de réis. (FRAGOSO, João; MANOLO, Florentino. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil no Rio de Janeiro, 1790-1840. Rio de Janeiro: Diadorim, 1993. p. 106)
Um professor de História do ensino fundamental II utiliza o trecho citado para debater o caráter da economia colonial da América portuguesa. Com este material, o professor tem como objetivo
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Q2465576 História
Em julho de 2011, quatro cidadãos quenianos, três homens e uma mulher, ouviram numa sala de audiências do High Court, em Londres, um juiz pronunciar-se a favor da admissibilidade da ação que haviam interposto, dois anos antes, contra o governo do Reino Unido, no sentido de se verem ressarcidos por abusos e torturas alegadamente sofridos às mãos de agentes do poder colonial britânico no Quênia, em meados da década de 1950. Wambugu Wa Nyingy, Paulo Muoka Nzili, Ndiku Mutwiwa Mutua e Jane Muthoni Mara, todos eles octogenários, afirmam ter sido sujeitos a sevícias de vária ordem, incluindo castrações e violações sexuais, todas elas geradoras de traumas que os acompanharam pela vida fora. Entre as muitas vítimas deste gênero de práticas ter-se-á contado também o avô paterno de Barack Obama, que depois de ter servido no exército britânico na Birmânia durante a II Guerra Mundial, foi acusado de ter pertencido ao movimento Mau-Mau. As primeiras audiências do julgamento tiveram início na primeira quinzena de Julho, mas as suas implicações extravasaram já o âmbito estritamente judicial. Para além do precedente que pode resultar daqui para situações análogas (no Chipre e Malásia, nomeadamente), o caso está a obrigar os historiadores, e a opinião pública, a reequacionarem o papel da violência no fim do império, que tudo indica ter sido muito mais relevante do que até aqui geralmente se admitia. Na verdade, seria errado sugerir que os historiadores alguma vez tenham negado que essa dimensão estivesse presente. Mas algumas obras recentes – Histories of the Hanged (2005), do britânico David Anderson, ou Britain’s Gulag (2005), da americana Caroline Elkins, curiosamente ambas publicadas no rescaldo das primeiras revelações sobre a prática de tortura em prisões no Iraque pós-invasão - têm trazido elementos que demonstram como o recurso a métodos de repressão, controle e terror foi tão sistemático no contexto da descolonização britânica como no de outros espaços imperiais europeus. Os dois historiadores, juntamente com Huw Bennett, um especialista na campanha do exército britânico durante a fase militar do conflito do Quênia (1952-1960), foram arrolados como peritos pela firma de advogados que representa os antigos prisioneiros quenianos e foram eles quem começaram a examinar a enorme massa de documentação que este caso ajudou a desclassificar – e que se tornou num processo altamente polêmico por si só. (OLIVEIRA, Pedro Aires. A vingança dos Mau-Maus e os arquivos secretos da descolonização britânica. Extraído de: https://www.publico.pt/2012/09/02/jornal/a-vinganca-dos-maumau-e-os-arquivos-secretos-da-descolonizacao-britanica-25125044
A partir da análise do texto, é correto afirmar que o relato
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Q2357788 História
A política colonialista consistia na exploração econômica das colônias feita pelas monarquias europeias que subordinou a América e África ao sistema econômico das metrópoles. A relação, na qual as colônias tornavam-se extensão das metrópoles, e lhe serviam com exclusivismo ficou conhecida como:  
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Q2353148 História
A Independência das Treze Colônias foi um marco crucial na história dos Estados Unidos e ocorreu no final do século XVIII. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica o evento histórico que contribuiu para a independência das Treze Colônias:
Alternativas
Q2353141 História
O Antigo Regime refere-se ao período histórico anterior às revoluções que marcaram o final do século XVIII na Europa, especialmente à Revolução Francesa. Sobre o Antigo Regime, analise os itens abaixo:

I. A autoridade política era exercida por um monarca, detentor de poderes concentrados e extremamente limitados.

II. A sociedade era estratificada em diferentes classes, com divisões claras e muita mobilidade social entre elas.

III. No topo da sociedade estavam a nobreza e o clero, seguidos pela burguesia e, na base, a grande massa da população, composta por camponeses e trabalhadores.

IV. Havia uma distribuição desigual de poder, riqueza e privilégios.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - História |
Q4241667 História

    O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.


SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.



Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir. 

À época das expansões marítimas, a região do rio Congo, longe de ser um estado com uma população homogênea, possuía mais de 200 línguas e centenas de comunidades independentes.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - História |
Q4241666 História

    O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.


SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.



Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir. 

As fontes europeias usualmente chamam de “árabes” muitos povos africanos islamizados, o que é revelador das incompreensões presentes nos contatos da época moderna.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - História |
Q4241665 História

    O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.


SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.



Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir. 

A chegada dos portugueses à África no século 15, embora, na maioria dos casos, tenha se restringido a áreas costeiras, teve impactos profundos no continente. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - História |
Q4241664 História

    O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.


SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.



Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir. 

Apesar das tentativas de conquista, os portugueses não chegaram a pôr os pés na África, de modo que o marfim foi explorado pelos europeus apenas no século 19.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - História |
Q4241662 História

    O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.


SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.



Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir. 

O contato foi caracterizado, desde o século 15, pelo domínio direto da Europa sobre a África, com a constituição de colônias de exploração.
Alternativas
Q4226302 História

“Acredito nesta raça...,” dizia Joseph Chamberlain em 1895. Ele entoava um hino imperialista à glória dos ingleses e celebrava um povo cujos esforços superavam os de seus rivais franceses, espanhóis e outros. Aos outros povos, ”subalternos”, o inglês levava a superioridade de seu savoir-faire, de sua ciência também; o “fardo do homem branco” era civilizar o mundo, e os ingleses mostravam o caminho.


Essa convicção e essa missão significavam que, no fundo, os outros eram julgados como representantes de uma cultura inferior, e cabia aos ingleses, “vanguarda” da raça branca, educá-los, formá-los – embora sempre se mantendo à distância. Se os franceses também achavam que os nativos eram umas crianças, e sem dúvida os consideravam inferiores, suas convicções republicanas levavam-nos, porém, a fazer afirmações de outro teor, pelo menos em público, ainda que estas não estivessem necessariamente em consonância com seus atos.


(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX)


Para Ferro, no contexto apresentado, o que aproximava franceses, ingleses e outros colonizadores era

Alternativas
Q4162631 História
Qual fenômeno social foi central na expansão europeia, mesmo em sua fase final, no período das grandes conquistas? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3674191 História
Considerando-se a história da Confederação Ashanti, que teve grande projeção nos séculos XVIII e XIX, na Costa do Ouro, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3669587 História
Nesse tipo de colônia predominam a pequena propriedade, a policultura e a mão de obra familiar. A produção se destina ao mercado interno. Um exemplo foi a colonização inglesa na região conhecida como Nova Inglaterra, nos atuais Estados Unidos. Trata-se das: 
Alternativas
Q3572338 História

A Expansão Europeia e a Dominação Colonial foram eventos de grande importância na história mundial e tiveram um impacto duradouro nas sociedades e culturas em todo o mundo. Sobre esse tema, considere os itens abaixo:


I.As motivações para a dominação colonial incluíam a exploração de recursos naturais, a expansão territorial, o estabelecimento de rotas comerciais, o enriquecimento das metrópoles e a difusão cultural e religiosa.


POR ISSO


II.A dominação colonial frequentemente resultou em opressão, exploração e despojamento das populações locais. Muitos povos indígenas foram subjugados, deslocados e até mesmo exterminados.




Após análise, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3559133 História
Sobre a História Africana, assinale a alternativa correta.
I - Liderado pelo macongo, o reino do Congo foi independente até o século XVIII quando passou a condição de vassalo de Portugal.
II - O Império da Etiópia foi a união de várias cidades do norte da África que faziam sombra ao Império Romano. A disputa entre as duas potências foi marcante na Antiguidade.
III - Conhecido como Abssínia, o Império Cartaginês conseguiu afastar os invasores árabes e turcos e foi o único império africano a resistir ao colonizador europeu.
Alternativas
Q3558884 História
Sobre a Colonização Europeia do Continente Americano, analise os itens a seguir:

I. A colonização europeia das Américas foi o processo pelo qual colonos europeus ocuparam a América do Norte, Central e Sul, e as ilhas do Caribe. Hoje, reconhece-se também seu papel na erradicação e substituição de práticas culturais de diversos grupos indígenas dessas regiões.
II. O processo colonizatório ocorreu relativamente rápido entre 1492-1620, com colonos chegando em maior volume entre 1620-1720, tendo a migração perdurado até o início do século 20. Com a maior chegada de europeus, mais territórios eram necessários, de maneira que os nativos americanos eram forçados a recuar para reservas conforme os colonizadores europeus expandiam seu domínio sob o território.
III. A primeira comunidade europeia na América do Norte foi estabelecida em 980-1030 pelo viking nórdico Leif Erikson (970 a.C – 980 d.C) na região de Terra Nova, na área hoje conhecida como L’Anse aux Meadows. Esse assentamento foi, contudo, temporário, e os nórdicos retornaram à Groelândia pouco mais de um ano depois, sem intenções de iniciar novas explorações na região.
IV. Portanto, a colonização da região tem seu início formalmente reconhecido a partir de Cristóvão Colombo (1451-1506), cujas viagens para as Índias, América Central e do Sul e outras ilhas do Caribe, entre 1492-1504, despertaram na Europa um interesse no chamado Mundo Novo.
V. Colombo não planejava descobrir a América, ao invés disso, procurava por uma nova rota marítima para a Ásia devido ao fechamento de rotas de comércio terrestre (Conhecidas como Rota da Seda) pelo Império Otomano em 1453, evento esse que desencadeou a Era da Descoberta. Colombo, que navegava em nome da Espanha, abriu o caminho para que colonizadores espanhóis se fixassem nas regiões que havia explorado, o que iria posteriormente levar à conquista espanhola de territórios da América Central e do Sul durante todo o século 16.

Estão CORRETO(S):
Alternativas
Q2435856 História

Considere o texto abaixo:


"[...] o entendimento sobre a vida, a dignidade e o desvelamento resolutivo daquilo que pode nos manter presos às tragédias do passado, impede a fruição e o acesso ao conhecimento e aos direitos fundamentais às classes menos privilegiadas. As classes dominantes, ao demonstrarem-se incapazes de reconhecer o seu papel no diálogo intercultural e no processo decolonial, forçam o Brasil a andar em círculos, quando não para trás, tal como o período histórico vivido nos últimos anos."


(Fonte: POZZER, Adecir; POZZER, Suzan Alberton. Identidade, decolonialidade, interculturalidade e a construção de uma ideia de nação na história da educação brasileira. Eventos Pedagógicos, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 613−632, 2022. DOI: 10.30681/reps.v13i3.6433. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/reps/article/ view/6433. Acesso em: 27 nov. 2023.)


Com base no texto, entende-se por processo decolonial:

Alternativas
Respostas
81: B
82: A
83: B
84: E
85: C
86: E
87: B
88: C
89: C
90: C
91: E
92: E
93: E
94: E
95: D
96: C
97: D
98: A
99: E
100: A