Questões de Concurso
Sobre ocupação de novos territórios: colonialismo em história
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[...] [a] colonização propriamente dita, ou seja, a posse e exploração da terra subjugando os seus habitantes (os íncolas); a educação enquanto aculturação, isto é, a inculcação nos colonizados das práticas, técnicas, símbolos e valores próprios dos colonizadores; e a catequese entendida como difusão e conversão dos colonizados à religião dos colonizadores (Saviani, 2011, p. 29).
A partir desse excerto é correto afirmar que
Um professor de História do ensino fundamental II utiliza o trecho citado para debater o caráter da economia colonial da América portuguesa. Com este material, o professor tem como objetivo
A partir da análise do texto, é correto afirmar que o relato
I. A autoridade política era exercida por um monarca, detentor de poderes concentrados e extremamente limitados.
II. A sociedade era estratificada em diferentes classes, com divisões claras e muita mobilidade social entre elas.
III. No topo da sociedade estavam a nobreza e o clero, seguidos pela burguesia e, na base, a grande massa da população, composta por camponeses e trabalhadores.
IV. Havia uma distribuição desigual de poder, riqueza e privilégios.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
O cronista português Gomes Eanes de Zurara (1410-1474) narra as primeiras décadas da exploração da costa africana. Descreve os elefantes, sua carne e os artefatos feitos com seu couro, assinalando que ‘os ossos não se aproveitam em nenhuma coisa, antes os lançam longe’. Assim, já no início da era moderna, o marfim africano entra regularmente em Portugal, através do circuito atlântico.
SOARES, Mariza de Carvalho. “Por conto e peso”: o comércio de marfim no Congo e Loango, séculos XV–XVII1. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 2017, 25: 59-86.
Em relação aos contatos entre Europa, América e África na época moderna, julgue (C ou E) o item a seguir.
“Acredito nesta raça...,” dizia Joseph Chamberlain em 1895. Ele entoava um hino imperialista à glória dos ingleses e celebrava um povo cujos esforços superavam os de seus rivais franceses, espanhóis e outros. Aos outros povos, ”subalternos”, o inglês levava a superioridade de seu savoir-faire, de sua ciência também; o “fardo do homem branco” era civilizar o mundo, e os ingleses mostravam o caminho.
Essa convicção e essa missão significavam que, no fundo, os outros eram julgados como representantes de uma cultura inferior, e cabia aos ingleses, “vanguarda” da raça branca, educá-los, formá-los – embora sempre se mantendo à distância. Se os franceses também achavam que os nativos eram umas crianças, e sem dúvida os consideravam inferiores, suas convicções republicanas levavam-nos, porém, a fazer afirmações de outro teor, pelo menos em público, ainda que estas não estivessem necessariamente em consonância com seus atos.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX)
Para Ferro, no contexto apresentado, o que aproximava franceses, ingleses e outros colonizadores era
A Expansão Europeia e a Dominação Colonial foram eventos de grande importância na história mundial e tiveram um impacto duradouro nas sociedades e culturas em todo o mundo. Sobre esse tema, considere os itens abaixo:
I.As motivações para a dominação colonial incluíam a exploração de recursos naturais, a expansão territorial, o estabelecimento de rotas comerciais, o enriquecimento das metrópoles e a difusão cultural e religiosa.
POR ISSO
II.A dominação colonial frequentemente resultou em opressão, exploração e despojamento das populações locais. Muitos povos indígenas foram subjugados, deslocados e até mesmo exterminados.
Após análise, assinale a alternativa correta:
I - Liderado pelo macongo, o reino do Congo foi independente até o século XVIII quando passou a condição de vassalo de Portugal.
II - O Império da Etiópia foi a união de várias cidades do norte da África que faziam sombra ao Império Romano. A disputa entre as duas potências foi marcante na Antiguidade.
III - Conhecido como Abssínia, o Império Cartaginês conseguiu afastar os invasores árabes e turcos e foi o único império africano a resistir ao colonizador europeu.
I. A colonização europeia das Américas foi o processo pelo qual colonos europeus ocuparam a América do Norte, Central e Sul, e as ilhas do Caribe. Hoje, reconhece-se também seu papel na erradicação e substituição de práticas culturais de diversos grupos indígenas dessas regiões.
II. O processo colonizatório ocorreu relativamente rápido entre 1492-1620, com colonos chegando em maior volume entre 1620-1720, tendo a migração perdurado até o início do século 20. Com a maior chegada de europeus, mais territórios eram necessários, de maneira que os nativos americanos eram forçados a recuar para reservas conforme os colonizadores europeus expandiam seu domínio sob o território.
III. A primeira comunidade europeia na América do Norte foi estabelecida em 980-1030 pelo viking nórdico Leif Erikson (970 a.C – 980 d.C) na região de Terra Nova, na área hoje conhecida como L’Anse aux Meadows. Esse assentamento foi, contudo, temporário, e os nórdicos retornaram à Groelândia pouco mais de um ano depois, sem intenções de iniciar novas explorações na região.
IV. Portanto, a colonização da região tem seu início formalmente reconhecido a partir de Cristóvão Colombo (1451-1506), cujas viagens para as Índias, América Central e do Sul e outras ilhas do Caribe, entre 1492-1504, despertaram na Europa um interesse no chamado Mundo Novo.
V. Colombo não planejava descobrir a América, ao invés disso, procurava por uma nova rota marítima para a Ásia devido ao fechamento de rotas de comércio terrestre (Conhecidas como Rota da Seda) pelo Império Otomano em 1453, evento esse que desencadeou a Era da Descoberta. Colombo, que navegava em nome da Espanha, abriu o caminho para que colonizadores espanhóis se fixassem nas regiões que havia explorado, o que iria posteriormente levar à conquista espanhola de territórios da América Central e do Sul durante todo o século 16.
Estão CORRETO(S):
Considere o texto abaixo:
"[...] o entendimento sobre a vida, a dignidade e o desvelamento resolutivo daquilo que pode nos manter presos às tragédias do passado, impede a fruição e o acesso ao conhecimento e aos direitos fundamentais às classes menos privilegiadas. As classes dominantes, ao demonstrarem-se incapazes de reconhecer o seu papel no diálogo intercultural e no processo decolonial, forçam o Brasil a andar em círculos, quando não para trás, tal como o período histórico vivido nos últimos anos."
(Fonte: POZZER, Adecir; POZZER, Suzan Alberton. Identidade, decolonialidade, interculturalidade e a construção de uma ideia de nação na história da educação brasileira. Eventos Pedagógicos, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 613−632, 2022. DOI: 10.30681/reps.v13i3.6433. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/reps/article/ view/6433. Acesso em: 27 nov. 2023.)
Com base no texto, entende-se por processo decolonial: