Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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Simultaneamente, missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha três pontos comuns.
(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à História Contemporânea. Adaptado)
Um desses pontos comuns apontados pela autora consistia em
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente. Adaptado)
Para o autor, o fenômeno abordado pelo excerto tem como uma de suas possíveis razões
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Segundo o autor, “escassez endêmica” pode ser corretamente definida como sendo
(Hilário Franco Júnior, A Idade média: nascimento do ocidente)
Segundo Franco Júnior, esses três elementos históricos são
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Macedo assinala, como exemplo dessas trocas culturais,
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Um exemplo desse olhar diversificado sobre a Antiguidade, segundo o artigo citado, é
(Holien Gonçalves Bezerra, Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Segundo Bezerra, trabalhar com os procedimentos mencionados para a produção do conhecimento histórico
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, Por uma História prazerosa e consequente. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Segundo os autores do artigo citado, cabe ao professor
Para o Currículo Paulista, tal processo deve contribuir para
É fundamental ressaltar a importância histórica da postura de crítica contundente com que os pesquisadores africanos se debruçam ao examinar a historiografia ocidental sobre o tema. Não é outra a razão de destacarem as principais teorias psicológicas, quais sejam, o darwinismo social, o cristianismo evangélico e o atavismo social, evidenciando sua conivência com uma disposição para o domínio e a exploração, articuladas a um imaginário coletivo aprisionado pela crença em uma superioridade racial e cultural.
(HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
Entre as narrativas formuladas a partir das teorias citadas, é correto identificar a explicação da partilha da África como
A situação de precariedade e não poucas vezes de humilhação sofrida pelos negros, sobretudo nas Américas e na África, ajudavam a compor um panorama de manifestações diversificadas que incluíam escrituras de intelectuais negros, promoção de conferências e congressos, ao lado da fundação de associações de diferentes âmbitos de atuação, configurando o movimento pan-africano. Estamos diante de um movimento que na sua gênese esteve voltado para a reabilitação do ser negro, a partir da segunda metade do século XIX, na diáspora.
(HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
De acordo com a autora, é correto afirmar que não se observou aderência às ideias do movimento pan-africano na África
A carta geopolítica da África estava basicamente pronta, sendo boa parte das fronteiras conservada, no seu conjunto, até os dias atuais. Com isso foram desconsiderados os direitos dos povos africanos e as suas especificidades históricas, religiosas e linguísticas. Em outras palavras, as fronteiras da nova carta geopolítica da África, aprovada no encontro, raramente coincidiram com as da África pré-colonial. Mas cerca de trinta anos depois, quase todo o continente estava sob administração, proteção colonial ou ainda era reivindicado por outra potência europeia. A partir do encontro, a corrida ao continente africano foi acelerada, num gesto inequívoco de violência geográfica por meio da qual quase todo o espaço recortado ganhou um mapa para ser explorado e submetido a controle.
(HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
O texto faz referência
A primeira guerra de independência estava terminada. Mas a continuidade das divisões internas não demorou em transformar-se em uma segunda guerra civil, disputada no âmbito de articulações internacionais, com uma participação ainda maior e mais direta, sobretudo dos Estados Unidos e da África do Sul, enviando tropas de apoio a um lado, enquanto a URSS, a China e sobretudo Cuba deram apoio logístico e humano ao outro lado. A guerra civil foi entremeada por alguns acordos de paz sem sucesso. Apenas no dia 3 de abril de 2002 o Parlamento aprovou uma lei em que foram anistiados todos os crimes contra a segurança do Estado, cometidos no contexto do conflito armado.
(HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula: visita à História Contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. Adaptado)
O texto trata da história
Foi de longe a maior de todas as revoluções da década de 1970, e que entrará na história como uma das grandes revoluções sociais do século XX. Era a resposta ao programa relâmpago de modernização e industrialização (para não falar de armamentos), com base em sólido apoio dos EUA e na riqueza petrolífera do país, de valor multiplicado após 1973 pela revolução de preços da OPEP. Sem dúvida, além de outros sinais da megalomania habitual entre governantes absolutos com uma formidável e temida polícia secreta, ele esperava tornar-se o poder dominante na região.
(HOBSBAWM, Eric J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
O trecho trata da revolução
Com a revolta de Munique de 1923, Adolf Hitler se viu pela primeira vez nas manchetes. Após a recuperação econômica de 1924, o Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialistas foi reduzido a uma rabeira de 2,5 a 3% do eleitorado, conseguindo pouco mais da metade do que o pequeno e civilizado Partido Democrático alemão, pouco mais que um quinto dos comunistas e muito menos de um décimo dos social-democratas nas eleições de 1928.
(HOBSBAWM, Eric J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Assinale a alternativa que indica o principal motivo que levou a um crescimento eleitoral significativo do Partido Nazista nos anos seguintes.
Ao final da Segunda Guerra Mundial, a força e legitimidade do velho colonialismo haviam sido seriamente solapadas. As possibilidades de liberdade pareciam melhores do que jamais antes. Isso se revelou verdade, mas não sem algumas brutais ações reacionárias dos velhos impérios.
(HOBSBAWM, Eric J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Entre os exemplos dessas brutais reações, é correto identificar a luta colonialista
Os estilos juvenis difundiam-se através da distribuição mundial de imagens; através dos contatos internacionais do turismo juvenil, que distribuía pequenos, mas crescentes e influentes fluxos de rapazes e moças de jeans por todo o globo; através da rede mundial de universidades, cuja capacidade de rápida comunicação internacional se tornou óbvia na década de 1960. Difundiam-se ainda pela força da moda na sociedade de consumo que agora chegava às massas, ampliada pela pressão dos grupos de seus pares. Passou a existir uma cultura jovem global.
(HOBSBAWM, Eric J. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Segundo Hobsbawm, a cultura jovem global surgiu na segunda metade do século XX, associada
Nas últimas duas décadas do século XX, ainda na França, para se diferenciar da História Contemporânea já estabelecida e fazer jus à voragem do tempo no século XX, surge o conceito de História do Tempo Presente, voltada para o estudo do período simultâneo e posterior à Segunda Guerra Mundial.
(NAPOLITANO, Marcos. História Contemporânea. Em: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
A História do Tempo Presente pode ser definida
A visão eurocêntrica estereotipada da Antiguidade já não é a única encontrada, ao contrário. Surgida no século XIX europeu, a postura tradicional identificava a História como o estudo do Ocidente, racional e dominador do mundo, que teria surgido, na forma de civilização às beiras do Nilo, Tigre e Eufrates, passado, como se fosse uma tocha, para a Grécia, depois Roma, para ressurgir no mundo moderno. Essa visão tão profundamente elitista e europeia tem cedido passo a concepções menos limitadas no mundo antigo.
(FUNARI, Pedro Paulo. A renovação da História Antiga. Em: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
Segundo Funari, entre os objetos e abordagens mais diversos, é possível identificar uma Antiguidade