Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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Sobre as medidas de implantação dos planos quinquenais na Rússia, analise as afirmativas a seguir. I. Houve o desenvolvimento da indústria de base, em detrimento da indústria leve, de bens de consumo. II. Implantou‐se a coletivização forçada da agricultura. III. Os Kulaks, médios camponeses, mantiveram a propriedade privada no campo e o controle da produção. IV. Decretou‐se a saída da Rússia da I Guerra Mundial através do tratado de Brest‐Litovski.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
A política intervencionista que caracterizava, entre outros pontos, o New Deal, foi proposta por um estudioso e economista que, com suas ideias, acabou por lançar as bases do chamado “Welfare State”, um dos componentes do neoliberalismo, que emergiria mais tarde. Trata‐se de:
“Muitos turistas que vão a Cuba colocam no roteiro apenas os dois destinos mais conhecidos da ilha: a capital Havana, conhecida por ser uma ‘cidade parada no tempo’, e o balneário de Varadero. Para os amantes da história revolucionária cubana, há ainda a experiência única de presenciar como é a vida no país socialista de um povo que respira cultura o tempo todo. Monumentos, painéis e outdoors de Che Guevara e Fidel Castro, ícones da revolução de 1959, e do herói da independência cubana José Martí também podem ser fotografados com frequência.” (Disponível em: http://g1.globo.com/turismo‐e‐viagem/noticia/2013/08/cuba‐tem‐atrativos‐alem‐de‐havana‐e‐varadero‐saiba‐como‐viajarpela‐ilha.html.)
Cuba, a maior ilha do mar do Caribe, na América Central, tornou‐se conhecida, entre outras coisas, por ter optado pelo socialismo, apesar da proximidade dos EUA. Sobre a situação de Cuba após o fim da Guerra Fria e nos dias atuais, assinale a afirmativa correta.
Martinho Lutero liderou a reforma protestante no século VXI na Europa, suas ideias que eram consideradas até então absurdas pela igreja católica viriam desafiar a mesma, que era naquela época quem ditava as regras. Essa nova forma de pensar de Lutero foi se espalhando primeiro pela Alemanha e, posteriormente, por toda a Europa. A característica do mundo moderno, também presente na doutrina Luterana, mesmo que com restrições, expressa na citação anterior é:
“A Igreja outorgou juízes e aos acusadores o poder de confiscar o que pertencesse às feiticeiras. Em todos os lugares onde o direito canônico se manteve forte, os processos de feitiçaria se multiplicaram. Nos luares onde tribunais leigos reivindicavam para si os julgamentos de bruxaria, os casos foram se tornando raros e desapareceram dentro de cem anos, mais ou menos entre 1450 e 1550. [...]” (MICHELET, Jules. A Feiticeira. São Paulo: Círculo do livro, 1989. P. 124, 125.)
Vítimas principalmente dos Tribunais da Inquisição, as mulheres, quase nunca homens, experimentaram uma onda de perseguições que se prolongou, em alguns lugares, até meados do século XVII. Em relação às origens e justificativas dadas para esse procedimento, analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas. ( ) Com a crise da Europa em fins da Idade Média, era necessário encontrar “bodes expiatórios” para explicar as desgraças que se abatiam na sociedade.
( ) Era uma forma de frear as reivindicações de liberdade e desejo de participação política e social das mulheres, que emergia com vigor. ( ) Era uma reação dos detentores do saber oficial no campo da medicina tradicional, contra a prática de uma medicina natural, à base de chás e ervas. ( ) Contribuiu para o fortalecimento do poder eclesiástico e também para uma maior acumulação de riqueza pelo clero.
A sequência está correta em
No contexto da Roma Antiga, com as constantes manifestações contra arbitrariedades dos patrícios, os plebeus conseguiram, entre 451 e 450 a.C, a aprovação da “Lei das Doze Tábuas”, cujo fragmento é apresentado anteriormente. Essa lei marca profundamente o direito romano, pois:
I. As colônias sofriam dominação cultural, embora pudessem manter sua autonomia política e econômica. II. As colônias poderiam ser entrepostos comerciais, embora não pudessem mais produzir gêneros agrícolas. III. A população da colônia, invariavelmente, era transformada em serva e era obrigada a pagar pesados tributos à cidade‐estado. IV. A língua e a religião local das colônias poderiam ser mantidas, para evitar revoltas ou manifestações populares.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Tumba de Tutancâmon, no vale dos Reis, em Luxor (Egito), que está sendo investigada
O ministro egípcio de Antiguidades, Mamduh al Damati, apontou nesta terça‐feira (29) a possibilidade de um novo descobrimento arqueológico na tumba do faraó Tutancâmon, que inspecionou nestes dias com o analista britânico Nicolas Reeves. Esta inspeção preliminar na cripta do chamado “faraó menino” é o primeiro passo para comprovar a veracidade da teoria de Reeves, que em agosto revelou que nessa câmara funerária poderia estar também o sepulcro da rainha Nefertiti. (Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimasnoticias/efe/2015/09/29/egitoanuncia‐ nova‐descoberta‐arqueoligica‐na‐tumba‐de‐tutancamon.htm. Adaptado.)
Para os egípcios o Faraó tinha poder incontestável. Era responsável pela agricultura, pela justiça e pela administração do Império. O Egito antigo tinha, portanto, um governo de caráter:

(Disponível em: https://q=zigurate&biw=1920&bih=935&site=webhp&tbm=isch&tbo= %3A.)
A figura apresenta as ruínas do Zigurate de Ur, construídas entre os anos de 2113 a 2016 a.C., localizadas no atual Iraque, na região da antiga Mesopotâmia. No contexto da antiga história mesopotâmica, os zigurates eram construções que:
O totalitarismo difere de outras formas de opressão política como o despotismo, a tirania e a ditadura. De acordo com Hannah Arendt (2012), sempre que o totalitarismo chegou ao poder foram criadas instituições políticas inteiramente novas e destruídas todas as tradições sociais, legais e políticas de um país.
Analise as afirmativas abaixo sobre as características do totalitarismo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) A destruição da esfera pública, isto é, destruir através do isolamento das pessoas de suas capacidades políticas.
( ) Os habitantes de um país totalitário são enquadrados bilateralmente: ou são carrascos ou são vítimas da sua lei inseparável. O que o sistema totalitário precisa para guiar a conduta dos seus súditos é um preparo para que cada um se ajuste, igualmente, bem ao papel de carrasco e ao papel de vítima.
( ) O reforço da esfera privada, promovendo a solidão e fazendo surgir o sentimento de pertencimento ao mundo.
( ) O totalitarismo é uma forma de governo cuja essência baseia-se no terror e cujo princípio de ação é a lógica do pensamento ideológico.
( ) A introdução de um princípio inteiramente novo no terreno das “coisas-públicas” que dispensa, inteiramente, o desejo humano de agir.
A sequência correta é
Sobre esses grupos, é correto afirmar:
O fato básico e crucial, que nunca é demais repetir, é que o sistema da Guerra Fria é altamente funcional para as superpotências, e é por isso que ele persiste, apesar da probabilidade de mútua aniquilação no caso de falha acidental, que ocorrerá mais cedo ou mais tarde. A Guerra Fria fornece um arcabouço onde cada uma das superpotências pode usar a força e a violência para controlar seus próprios domínios contra os que buscavam um grau de independência no interior dos blocos – apelando à ameaça da superpotência inimiga, para mobilizar sua própria população e a de seus aliados.
(CHOMSKY, Noan. Armas estratégicas, Guerra Fria e Terceiro Mundo. In: THOMPSON, Edward (org.). Exterminismo e Guerra fria. São Paulo: Brasiliense, 1985, p. 190)
I. Apregoando que, por trás dos sandinistas estavam os soviéticos, os EUA garantiam moralmente perante a humanidade o seu direito de agredir a Nicarágua.
II. A URSS invadiu o Afeganistão alegando que a suposta presença norte-americana naquele país representava uma ameaça para os soviéticos.
O texto e os itens permitem afirmar que Chomsky defende a ideia de que, para os norte-americanos e os soviéticos, a
Esperamos que nosso esforço ajude a pôr fim à agressão alemã e abrevie o conflito na Europa.
A relação correta entre a intenção do presidente, identificada na frase, e a Primeira Guerra Mundial, é:
Considere os itens abaixo.
I. Consistia na abolição dos salários, na estatização das fábricas que empregassem mais de cinco pessoas e na entrega obrigatória das colheitas ao governo.
II. Promovia um retorno parcial ao capitalismo com o objetivo de aumentar a produção e superar a crise econômica. Por essa política, as colheitas passaram a ser vendidas no mercado pelos camponeses; as indústrias que empregavam menos de vinte pessoas foram privatizadas e o governo procurou atrair investimentos estrangeiros.
III. Criados para vigorar por cinco anos, definiam objetivos econômicos e mobilizavam os recursos materiais e humanos russos para alcançá-los. Assim o Estado assumia a função de centralizar e planificar rigidamente a economia.
Considerando as fases da Revolução Comunista na Rússia, os itens referem-se, respectivamente
Considere os itens abaixo.
I. Plano Nacional de Desenvolvimento I – PND, que visava, entre outras coisas, tirar proveito econômico do espaço brasileiro, associado à disponibilidade de recursos humanos.
II. Plano de Integração Nacional, com implicações demográficas e com projetos estratégicos que priorizavam regiões menos desenvolvidas e periféricas.
Relaciona corretamente a alguns efeitos dos Planos descritos nos itens I e II, no Espírito Santo, a partir da década de 1960:
O Marechal Junot, da infantaria francesa, entrou em Lisboa junto com a chuva. Uma chuva fina, matinal, que agulhava os ossos. A corte tinha de fugir, conforme o combinado com a Inglaterra.
Os fujões quiseram raspar até a prata dos altares. Em suas arcas, atacharam pra mais de 80 milhões de cruzados, em ouro e diamantes. (Curiosa ironia: migalhas da riqueza iam de volta, agora, para o Brasil.)
O cais de Belém lembrava uma feira, mas feira do inferno. Lacaios se entrechocavam e mordiam. Marujos ingleses berravam palavrões cabeludos por sobre as cabeças das senhoras. A um simples estouro de cavalos, centenas de peralvilhas jogavam-se ao mar. A quem assistisse – 15 mil nobres embarcando em 36 navios – o espetáculo podia ser divertido, jamais bonito.
E D. João? Corria que já embarcara. Mas quando? Perguntava a turba com raiva, contida pela fileira de soldados. ‘Foi aquela criada grandona, andar de pata choca, não vira?’ O covarde disfarçara-se. Agora é a vez da rainha-mãe. Arrancada aos murros, a demente sorve aflitivamente o ar das ruas: há 16 anos não a tiram da cela. (...)
Achavam que a coitada não percebia nada. A chuva, contudo, acordou-lhe a razão. Começou a berrar.
– Não corram tanto! Acreditaram que estamos fugindo. Por que fugir sem ter combatido?
(In: SANTOS, Joel Rufino dos. História do Brasil. São Paulo: Marco editorial, 1979, p. 77)