Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q1059397 História

Leia as afirmativas a seguir:

I. No contexto da Revolução Francesa, o Comitê de Salvação Pública utilizou o terror como instrumento de defesa nacional e revolucionária, pois restaurou a autoridade do Estado, impondo uma economia dirigida que garantiu recrutamento, armamento, alimentação e a vitória dos exércitos revolucionários contra a contrarrevolução interna e os opositores externos. Assim, a política de defesa nacional e revolucionária do Comitê de Salvação Pública mostrou-se um governo de guerra eficaz, em seu contexto.

II. Nas dinâmicas das atividades, o professor de História deve avaliar as informações históricas às quais os alunos têm acesso, identificando quais poderiam enriquecer seus repertórios e suas reflexões.

III. As atividades escolares relacionadas ao ensino e aprendizagem de história ao longo do Ensino Fundamental devem contribuir para que os alunos se tornem incapazes de utilizar métodos de pesquisa e de produção de textos de conteúdo histórico, aprendendo a ler diferentes registros escritos, iconográficos, sonoros.

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Q1059396 História

Leia as afirmativas a seguir:

I. Os egípcios formaram uma sociedade extremamente religiosa, sentimento este que determinou suas práticas culturais e sociais. Uma delas, por exemplo, compreendia a crença na imortalidade. Para os egípcios, a morte seria passageira e a vida retornaria para o corpo, porém o retorno à vida não aconteceria se o corpo do moribundo fosse conservado.

II. A Independência dos Estados Unidos, ou Revolução Americana, foi um marco na História Mundial. Influenciada pelos ideais iluministas de igualdade, liberdade e fraternidade, influenciaria até mesmo a Revolução Francesa, assim como influenciou as independências das colônias da América Latina.

III. No contexto da Revolução Francesa, os Girondinos, que receberam esta nomenclatura por seus líderes serem da região da Gironda, sudoeste da França, eram moderados e apoiavam grupos econômicos que desenvolviam o comércio exterior. Os Jacobinos, por sua vez, representavam a pequena burguesia, os comerciantes e os profissionais liberais. Os Jacobinos adotaram uma postura contra a monarquia e queriam aprofundar as mudanças revolucionárias. Receberam este nome por reunirem-se em um convento de frades jacobinos.

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Q1059395 História

Leia as afirmativas a seguir:

I. As atividades escolares relacionadas ao ensino e aprendizagem de história ao longo do Ensino Fundamental devem contribuir para que os alunos se tornem capazes de valorizar o patrimônio sociocultural e respeitar a diversidade, reconhecendo-a como um direito dos povos e indivíduos e como um elemento de fortalecimento da democracia.

II. A crença na vida após a morte motivava o povo do Egito Antigo a construir tumbas, estatuetas, vasos e mastabas que representavam sua concepção do além-vida. As primeiras tumbas egípcias buscavam realizar uma reprodução fiel da residência de suas principais autoridades. Em contrapartida, as pessoas sem grande projeção eram enterradas em construções mais simples que, em certa medida, indicavam o prestígio social do indivíduo.

III. Nas dinâmicas das atividades, o professor de História deve propor novos questionamentos, informando os educandos sobre dados desconhecidos e organizando pesquisas e investigações que estimulem os alunos a ignorar os fatos históricos.

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Q1059393 História

Leia as afirmativas a seguir:

I. A origem de Roma possui uma explicação mitológica por meio da história de Rômulo e Remo. Segundo a qual, os gêmeos foram jogados no rio Tigre, na Itália, e resgatados por uma loba, que os amamentou. Posteriormente, foram criados por um casal de pastores. Adultos, retornam à cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria, exatamente, Roma.

II. O processo de centralização política e a divinização da figura do faraó, no Egito Antigo, tiveram grande importância para a construção das primeiras pirâmides. Essas construções, que estabelecem um importante marco na arquitetura egípcia, têm como as principais representantes as três pirâmides do deserto de Gizé, construídas para os faraós, Quéops, Quéfren e Miquerinos. Próxima a essas construções, também pode se destacar a existência da famosa esfinge do faraó Quéfren.

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Q1059390 História

Leia as afirmativas a seguir:

I. Os gregos trouxeram grandes contribuições para o mundo ocidental, sobretudo, no que diz respeito às artes. Os artistas gregos buscavam representar, por meio das artes, cenas do cotidiano grego, acontecimentos históricos e, principalmente, temas religiosos e mitológicos.

II. Em 1789, teve início a República dos Estados Unidos, cujo primeiro presidente foi George Washington. A Constituição desse país foi proclamada em 1787, prevendo um Estado do tipo República Federativa Presidencialista, com a tripartição dos poderes (executivo, legislativo e judiciário).

Marque a alternativa CORRETA:

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Q1059387 História

Leia as afirmativas a seguir:

I. A Roma Antiga constituiu-se como uma civilização com uma ampla produção cultural e muitos avanços em diversos campos do conhecimento. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Desse povo adquirimos um legado significativo: o direito romano, até os dias atuais presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem à língua portuguesa.

II. A pintura e a escultura, no Egito Antigo, obedeciam a modelos rígidos de representação da figura humana. Nos seus desenhos e entalhes em pedra, a forma humana era proibida de ser representada em visão frontal do olho e dos ombros, ou mesmo em perfil de cabeça, braços e pernas.

Marque a alternativa CORRETA:

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Q1054778 História

“Durante praticamente todo o século XIX ocorreram discussões e mudanças nos programas para as escolas elementares, secundárias e profissionais e os objetivos do ensino de história foram se definindo com maior nitidez. Ao mesmo tempo em que seu papel ordenador e civilizador era cada vez mais consensual, seus conteúdos e formas de abordagem refletiam as características da produção historiográfica então em curso, sob os auspícios do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB.”

FONSECA, Thaís Nívia de Lima e. História & ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. (adaptado)

A História, como disciplina escolar, foi estruturada apenas no século XIX. A principal característica do ensino de História, nesses tempos, era:

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Q1054776 História

“Todos os olhares em mim e eu não sabia para onde olhar. A professora falava sobre negros escravos (e não escravizados), chibata, mortes, famílias separadas, até que uma princesa branca chamada Isabel, assinou a lei Áurea e libertou os meus ancestrais, no dia 13 de maio de 1888.

Uma salvadora branca, como todas as minhas bonecas.

E eu, a única negra da sala era a representação dessa

tragédia, a personificação de um povo que só sofreu, de acordo com os meus professores. Uns olhares eram de dó, outros me intimidavam, mas todos me deixavam desconfortável.

O período da escravidão até a abolição era a única menção à população negra em quase toda a minha vida escolar, durante os anos 80 e 90. Como gostar de ser negra, se tudo o que eu aprendi na escola sobre meus antepassados estava atrelado ao maior ato terrorista da humanidade que foi a escravidão negra, que durou mais que o Holocausto e a maioria das guerras?

[...] Nos tempos atuais, resta que as escolas e educadores se preparem para ensinar sobre os negros, não só sobre suas dores, mas sobre suas contribuições para humanidade, para alunos de todas as etnias”.

NASCIMENTO, Silvia. ‘O constrangimento das crianças negras nas aulas sobre escravidão e

abolição’ In: <https://mundonegro.inf.br/o-constrangimento-das-criancas-negras-nas-aulassobre-escravidao-e-abolicao/>, acesso em 12 de maio de 2019. (adaptado)


A partir da Lei nº 10.639/2003, tornou-se obrigatório, em todos os segmentos da educação básica, o ensino de história e cultura afrobrasileira e africana. Entretanto, como relata a reportagem acima, no geral, esse conteúdo é mal lecionado – quase sempre por falta de formação, informação ou sensibilidade. Assim, ao preparar aulas sobre história e cultura afro-brasileira e africana, o professor deve levar em consideração que:


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Q1054775 História
O tempo é o tecido no qual a História é construída, por isso, ao preparar uma aula de História, o professor deve atentar para a forma como os conceitos são construídos. Por exemplo: embora compartilhem a mesma palavra, a escravidão no mundo Antigo (como na Grécia helênica) e a escravidão do mundo Moderno (como no Brasil dos séculos XVII ao XIX) não são o mesmo fenômeno. Sobre a aprendizagem de História na escola, é INCORRETO afirmar que:
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Q1054774 História

“O risco maior de utilizar um conceito do senso comum ou proveniente de outros campos de estudos é perder o seu sentido histórico e empregá-lo de forma atemporal. A utilização de conceitos em sentido atemporal conduz a um dos grandes pecados abominados por todos que se dedicam à História [...]. Advertem os historiadores que, ao fazer uso de noções ‘emprestadas’ de outros domínios científicos ou do senso comum, é necessário desconfiar das imprecisões dos termos e ser cauteloso com a leitura das fontes em que eles se encontram; ou seja, deve-se ter um domínio metodológico para o emprego correto do conceito”.

BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:

Cortez, 2004.

Todo o conhecimento histórico é determinado pelas noções de tempo e pelo espaço. Nesse sentido, o professor, ao ensinar História, deve evitar a todo custo o(a):

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Q1054443 História

Observe as fotos a seguir:


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Foto 1: o líder revolucionário Gandhi deixa uma residência londrina para negociar com o governo britânico (1931)
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Foto 2: estudantes protestam na Califórnia (1960)
HOBSBAWM. A era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Cia das Letras, 1995. Caderno iconográfico.
Essas fotos podem ser relacionadas aos seguintes movimentos, respectivamente:
Alternativas
Q1054442 História
A charge abaixo, ainda que simplista, considera o Tratado de Versalhes (1919) como principal responsável pela eclosão da II Guerra Mundial.
Imagem associada para resolução da questão

<https://www.facebook.com/perspectivahistorica.ph/?>_rdc=1&_rdr
Sobre esse tratado é correto afirmar que:
Alternativas
Q1054441 História
Em uma aula de História para o 7º ano do Ensino Fundamental, é apresentada a seguinte imagem:
Imagem associada para resolução da questão

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
Ao exibir a ilustração de Theodor de Bry, produzida em 1593 para ilustrar o livro Duas viagens ao Brasil, de Hans Staden, o professor causará certo estranhamento nos educandos, pois os confrontará moral e eticamente, tendo em vista sua visão própria de mundo. Nesse sentido, cabe ao professor:
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Q1054438 História
Imagem associada para resolução da questão

Essa caricatura foi distribuída entre os alunos do 9º ano, tendo a seguinte informação como legenda: “no centro da imagem, vê-se o ‘chanceler de ferro’ Otto von Bismarck com uma faca em punho, pronto a partilhar o bolo – cujo nome é África – para o espanto dos demais observadores”. A melhor explicação para essa charge é que:
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Q1054436 História
“Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. [...] A primeira ocorreu em 1820-24. Na Europa, ela ficou limitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha e Portugal (1820), Nápoles (1820) e a Grécia (1821) como seus epicentros. Fora a grega, todas essas insurreições foram sufocadas. A Revolução Espanhola reviveu o movimento de libertação na América Latina, que tinha sido derrotado após um esforço inicial, ocasionado pela conquista da Espanha por Napoleão em 1808, e reduzido a alguns refúgios e grupos. [...] A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34, e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norte-americano, pois a grande época de reformas do presidente Andrew Johnson (1829-37), embora não diretamente ligada aos levantes europeus, deve ser entendida como parte dela. Na Europa, a derrubada dos Bourbon na França estimulou várias outras insurreições. [...] A onda revolucionária de 1830 foi, portanto, um acontecimento muito mais sério do que a de 1820. De fato, ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. [...] A terceira e maior das ondas revolucionárias, a de 1848, foi o produto dessa crise. Quase que simultaneamente, a revolução explodiu e venceu (temporariamente) na França, em toda a Itália, nos Estados alemães, na maior parte do império dos Habsburgo e na Suíça (1847). De forma menos aguda, a intranquilidade também afetou a Espanha, a Dinamarca e a Romênia; de forma esporádica, a Irlanda, a Grécia e a Grã-Bretanha. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos do que essa conflagração espontânea e geral [...]. O que em 1789 fora o levante de uma só nação era agora, assim parecia, ‘a primavera dos povos’ de todo um continente”. HOBSBAWM, Eric. A era das revoluções: Europa, 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. (adaptado)
Os resultados dos processos revolucionários na Europa, no período caracterizado como Era das Revoluções (1789-1848) pelo historiador citado, podem ser sintetizados pela seguinte afirmativa:
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Q1054431 História
“Existem alguns motivos que induzem à prática do roubo e são peculiares ao seu país, afirmou Hitlodeu, em diálogo.
E quais são eles?, perguntou o cardeal.
Os carneiros, respondi-lhe. Essas plácidas criaturas que antes exigiam tão pouco alimento, mas que agora, aparentemente, desenvolveram um apetite tão feroz que se transformaram em devoradores de homens. Campos, casas, cidades, tudo lhes desce pelas gargantas. Naquelas partes do reino onde se produz a mais bela e mais cara lã, os nobres e os fidalgos (para não mencionarmos vários veneráveis abades – homens de Deus) deixaram de contentar-se com os rendimentos que seus antepassados extraíam de suas propriedades”. MORE, Thomas. Utopia. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Nesse diálogo escrito no século XVI, é referenciado um fenômeno social indispensável à Revolução Industrial, chamado de:
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Q1054430 História
Ao preparar uma aula sobre as dimensões da intolerância religiosa na época Moderna, o professor faz uso dessa citação: “Todas as inquisições sofreram críticas aos seus procedimentos, à sua jurisdição e à sua existência. No caso da inquisição portuguesa, diversas foram as frentes que essa instituição teve de encarar no grande século XVII. Embora existissem eclesiásticos que criticassem o Tribunal, o clero secular foi amiúde partidário da Inquisição [...]. A crítica, neste caso, fez-se apenas por uma ordem: os jesuítas. Nesse sentido, percebe-se que até o episódio da suspensão da Inquisição – que alguns jesuítas se empenharam bastante para conseguir –, já na década de 1670, os inacianos pelejaram com o Santo Ofício. [...] Nos pedidos de perdão-geral de 1605 e 1674, os cristãos-novos utilizaram-se de estratégias semelhantes, porém, com resultados bem diferentes. Nota-se, em seus memoriais e opúsculos, a mudança do discurso utilizado: deixa-se a misericórdia para adotar uma postura mais ligada à política e ao direito. Os escritos ganhavam, assim, uma linguagem fundamentada juridicamente, na qual condenavam os estilos do Tribunal, sobretudo o segredo no processo, a infâmia e o uso de testemunhas singulares ou mesmo falsas. Politicamente, declaravam que os inquisidores eram completamente parciais ao julgarem os cristãos-novos, imputando a injustiça dessa “mácula de sangue”. Os descendentes dos judeus portugueses foram incansáveis nessa luta e causaram muita dor de cabeça aos inquisidores. Eles resistiram e criaram sua estratégia para – nessa ordem – amenizar, desqualificar e dilapidar o Tribunal”. MATTOS, Yllan de. A Inquisição contestada: críticos e críticas ao Santo Ofício português. Rio de Janeiro: Mauad-x/Faperj, 2014 (adaptado).
A leitura do trecho selecionado permite corretamente concluir que:
Alternativas
Q1054425 História
Conforme a interpretação de Hobsbawn (1995), é INCORRETO afirmar, sobre as duas guerras mundiais do século XX, que:
Alternativas
Q1054423 História
“O conceito de Estado – sua natureza, seus poderes, seu direito de exigir obediência – passara a ser considerado o mais importante objeto de análise no pensamento político europeu”. SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político Moderno. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
De acordo com o historiador citado, as afirmações abaixo, sobre as teorias do poder monárquico, podem ser relacionadas, respectivamente, aos seguintes pensadores:
I. A educação de um príncipe só pode ser concebida se pautada em uma ética dos valores cristãos. II. Assim como a soberania divina é exercida por um só Deus, apenas o governo de um só homem é capaz de manter a unidade política.
Alternativas
Q1054421 História
“[...] a Igreja é a peça mestra do sistema feudal não só porque, mesmo depois da reforma gregoriana e a partir de então livre da ascendência da aristocracia leiga, é por sua condição social e por suas riquezas um dos beneficiários da ordem feudal, mas principalmente por ser a justificativa ideológica do sistema”. LE GOFF, Jacques. São Luís: biografia. Rio de Janeiro: Record, 2002.
Conforme a perspectiva do historiador Jacques Le Goff, o papel da Igreja, no auge do Feudalismo (século XIII), foi o de:
Alternativas
Respostas
9241: C
9242: C
9243: C
9244: C
9245: A
9246: B
9247: B
9248: C
9249: D
9250: A
9251: D
9252: B
9253: D
9254: C
9255: B
9256: B
9257: C
9258: C
9259: C
9260: B