Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q916973 História

Leia o texto abaixo.


“Perdi o recorte com a frase, motivo pelo qual posso estar chamando o autor errado. Mas tenho quase certeza de que foi o historiador norte-americano Arthur Schlesinger quem cunhou a seguinte: “Não é porque Marx estava errado que Adam Smith está absolutamente certo” [...].

ROSSI, Cláudio. Folha de São Paulo, 1995. Fragmento.


Nesse texto, o articulista do jornal “Folha de São Paulo”, Cláudio Rossi, faz referência a dois ideários que representaram a conjuntura mundial no final dos anos 1980, respectivamente,

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Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2016 - FUB - Museólogo |
Q756718 História

Com relação às pesquisas de avaliação, julgue o item subsequente.

As pesquisas de avaliação têm por objetivo o levantamento de informações para embasar uma atividade ou programa, analisar seus resultados e fomentar decisões a respeito de sua continuidade ou melhoria.

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Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2016 - FUB - Músico |
Q756604 História

A ideia grega de que a música se ligava indissociavelmente à “palavra falada” ressurgiu, sob diversas formas, ao longo de toda a história da música: com a invenção do recitativo, por volta de 1600, por exemplo, ou com as teorias de Wagner acerca do teatro musical, no século XIX.

Donald Grout e Claude Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994, p. 20 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, que trata de assuntos relacionados às informações do texto precedente.

Na atualidade, os gêneros musicais rap e repente reforçam a ideia grega de associação entre música e ‘palavra falada’ a que o texto se refere.

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Q744843 História

Um professor de história inspira-se nas observações metodológicas de Leandro Karnal a respeito do uso de obras de arte no ensino da História para tratar da cultura do Renascimento: “Não se deve estabelecer na análise artística uma leitura de ‘reflexo’ da sociedade, pois significaria negar o estatuto da própria arte. A arte não é um reflexo, mas constitui também a maneira de perceber o mundo e passa a constituir este mesmo mundo”.

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As opções a seguir interpretam corretamente o documento iconográfico no contexto da cultura renascentista, sem reduzir a arte a um reflexo da sociedade, à exceção de uma. Assinale-a.

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Q744842 História

“As sensibilidades são uma forma do ser no mundo e de estar no mundo, indo da percepção individual à sensibilidade partilhada. A rigor, a preocupação com as sensibilidades da História Cultural trouxe a emergência da subjetividade nas preocupações do historiador. É a partir da experiência histórica pessoal que se resgatam emoções, sentimentos, ideias, temores ou desejos, o que não implica abandonar a perspectiva de que esta tradução sensível da realidade seja historicizada e socializada para os homens de uma determinada época. Os homens aprendem a sentir e a pensar, ou seja, a traduzir o mundo em razões e sentimentos.”

(PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural.

Belo Horizonte: Autêntica, 2003.)

Com base no trecho, a respeito do imaginário e das representações como experiências sociais, analise as afirmativas a seguir.

I. As sensibilidades são as formas pelas quais indivíduos e grupos apreendem a imagem de si e do mundo, configurando um aspecto da realidade através das emoções e dos sentidos.

II. A História das Sensibilidades estuda as razões e os sentimentos de homens e mulheres de outros tempos, tendo em vista a alteridade da experiência histórica, com sua diferença de códigos e valores.

III. O conhecimento sensível é uma forma de reconhecimento analítico da realidade, que se origina do racional e das construções mentais mais elaboradas, não podendo ser ignorado por ser subjetivo.

Assinale:

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Q744840 História

“Defendo vigorosamente a opinião de que aquilo que os historiadores investigam é real. O ponto do qual os historiadores devem partir, por mais longe dele que possam chegar, é a distinção fundamental, para eles, absolutamente central, entre fato comprovável e ficção, entre declarações históricas baseadas em evidências sujeitas a evidenciação e aquelas que não o são. Nas últimas décadas, tornou-se moda (...) negar que a realidade objetiva seja acessível, uma vez que o que chamamos de 'fatos' apenas existem como uma função de conceitos e problemas prévios formulados em termos dos mesmos.”

HOBSBAWM, Eric. Sobre história. São Paulo: Companhia da Letras, 1998.

Nesse trecho, o autor

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Q744838 História

As discussões sobre o ensino de História e sua relação com o livro didático vêm crescendo nos últimos anos e passam por revisões críticas como a elaborada por Luiz Estevam Fernandes e Marcus Vinicius de Morais em seu “Renovação da História da América” [in KARNAL, Leandro (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas: Contexto, 2015]. Neste texto, os autores identificam três formas explicativas de apresentar os conteúdos de história da América Latina subjacentes às narrativas dos livros didáticos em circulação: a tradição lascasiana, a dos vencedores e vencidos e a cientificista.

A respeito dessas três tradições, leia o fragmento a seguir.

Jacques Soustelle, na década de 1950, incorporaria a tradição _____ de Leopold von Ranke e William Prescott, historiadores que forjaram a ideia da civilização espanhola como a dominante, capaz de se impor sobre uma civilização passiva, supersticiosa e mágica. Eduardo Galeano, na década de 1970, fez uma releitura da tradição _____, enfatizando a exploração da América Latina e o legado colonial de seus males sociais e políticos, sublinhando o caráter violento do processo de conquista. Por outro lado, a tradição _____ mescla elementos presentes nas outras duas e se apresenta como um memorial para a história do continente e de suas populações, acabando, no entanto, por fortalecer a tese do derrotismo e consolidar uma imagem da América e dos americanos em função do olhar do colonizador.

Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.

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Q744837 História

A concepção de moderno certamente causa um hiato profundo entre o discurso do professor e do aluno. Esse hiato não é acidental, pois a própria palavra moderno apresenta a ambiguidade de referir-se tanto ao que é atual como ao período imediatamente posterior à Idade Média Ocidental. Tomando o ponto de vista da classificação cronológica, entendeu-se o moderno como algo que se iniciava com a queda de Constantinopla (1453) e ia até a Revolução Francesa (1789). Sabemos das imensas limitações desses marcos (...).

KARNAL, Leandro. "A História Moderna e a sala de aula" in KARNAL, L. (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas: Contexto, 2015, p. 127.

A respeito da problematização do conceito de moderno, referida pelo autor, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) A periodização da Época Moderna é uma operação historiográfica que identifica, no passado, o nascimento de nossa própria modernidade, qualificando-a com base em variáveis diversas como civilização, nacionalidade ou luta de classes.

( ) A periodização tem sempre um caráter convencional e o estudo das periodizações da Época Moderna, próprio do campo da história da historiografia, indica o que significou, em diferentes contextos, a passagem para a modernidade.

( ) A periodização oferece uma interpretação do processo histórico, na medida em que seleciona e ordena fatos e processos considerados constitutivos de uma época, e a da Época Moderna lida com um adjetivo (moderno) que a priori a qualifica positivamente.

As afirmativas são, respectivamente,

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Q744836 História

Na coletânea organizada por Leandro Karnal sobre a História na sala de aula, o medievalista José Rivair Macedo destaca a importância de repensar a Idade Média que é ensinada na escola, na medida em que os temas mais enfocados continuariam sendo os da Idade Média Ocidental e ainda serviriam para legitimar uma visão predominantemente ocidental sobre a experiência histórica passada. José Rivair Macedo propõe, então, uma “descolonização” do ensino da Idade Média, com o intuito de “repensar alguns pontos sobre o que ensinar de História Medieval no Brasil”.

Com base nas propostas de J. Rivair Macedo, podemos afirmar que esta descolonização consiste em

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Q744832 História

“Lutai primeiro pela alimentação e pelo vestuário, e em seguida o reino de Deus virá por si mesmo”.

Essa frase de Hegel é citada antes da Tese 4, de Walter Benjamim, na qual o autor comenta a tese de Marx sobre a luta de classes. Longe de ser apenas “uma luta pelas coisas brutas e materiais, sem as quais não existem as refinadas e espirituais”, essa luta também significa a manifestação de coisas espirituais, que “questionarão sempre cada vitória dos dominadores”. Nesse sentido, o passado “tenta dirigir-se para o sol que se levanta no céu da história. O materialismo histórico deve ficar atento a essa transformação, a mais imperceptível de todas”.

BENJAMIN, Walter. “Sobre o conceito de História”, In: Magia e técnica, arte e política. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1993, pp.223-24.

As Teses de Benjamin exemplificam uma nova percepção da História e da temporalidade de uma geração de intelectuais que renovou o entendimento da tradição hegeliano-marxista, na primeira metade do século XX.

Com base na citação, assinale a opção que caracteriza corretamente as teses de Benjamin sobre a História.

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Q744827 História

Observe a tabela sobre as taxas anuais de crescimento em setores da economia brasileira

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Com base na tabela, assinale a opção que caracteriza corretamente o desempenho da economia brasileira, entre 1920 e 1945.

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Q744815 História

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Com base no mapa, sobre a evolução territorial da América portuguesa, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q744814 História

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Com relação às invasões holandesas do século XVII, e com base na análise do frontispício, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) As invasões holandesas se inserem no quadro das relações internacionais entre os países europeus, disputando o controle do comércio do açúcar.

( ) A capitulação holandesa, em 1654, imposta pelo poderio português, é objeto de propaganda no frontispício mediante a sobreposição do escudo da Restauração a um mapa que alude aos domínios do Império ultramarino português.

( ) A especificidade do conflito em terras coloniais, marcado pelo uso de emboscadas com pequenos grupos, em constante movimento, está indicada na referência à “guerra brasílica” no título da obra.

As afirmativas são, respectivamente,

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Q743075 História

Leia a tirinha a seguir:

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O formato do rolo de cabelo é associado ao diploma para

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Q740317 História
“Em 1789, a burguesia se encontra diante de uma situação tática muito difícil: disposta a opor‐se às ambições dos privilegiados, aceita ao mesmo tempo, a aliança de fato das camadas populares do Terceiro Estado, a dos camponeses e da classe inferior das cidades, cujas reivindicações igualitárias e recurso à violência revolucionária não queria avaliar. [...]” (Bergeron, 1976.)
Na Revolução Francesa, o caráter antifeudal e burguês foi normalmente considerado relevante, pelo menos por boa parte dos historiadores. A propósito desse processo revolucionário e dos atores sociais envolvidos, analise as afirmativas a seguir. I. A Revolução foi liderada por uma burguesia emergente, cuja ideologia dominante baseava‐se em alguns princípios iluministas. II. A burguesia tentou eliminar os privilégios aristocráticos e ao mesmo tempo neutralizar as aspirações das camadas urbanas e rurais. III. Com o apoio dos sans‐cullottes, o terceiro estado impediu a radicalização do movimento, pelo menos na zona urbana. IV. Com o apoio de Napoleão Bonaparte, os jacobinos conseguiram controlar a hegemonia política e econômica e colocar ordem ao caos.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Q740315 História
“A primeira Guerra mundial, segundo Hobsbawm, inaugura um período de Guerra Total, o autor considera a primeira e a segunda guerra como um único conflito. Embasado por esse conceito o autor na obra ‘A era dos Extremos’ ressalta o que esse confronto se diferencia dos anteriores e o porquê pode ser considerado uma guerra total. Hobsbawn destaca que não há como compreender o século XX, sem compreender a Guerra mundial. O conflito de 1914 foi tão marcante que para aqueles que nasceram antes desse período, ‘a paz’ só existia antes desse ano. A primeira guerra entrará na memória dos europeus, sobretudo dos ingleses e dos franceses, maiores envolvidos no conflito, como a grande guerra.” (Disponível em: https://modernidadeifcs.wordpress.com/2009/12/18/o‐conceito‐de‐guerra‐total‐erica‐hobsbawm/.)
“Em 21 de agosto de 1941, Winston Churchill, em discurso feito no Parlamento, afirmou: ‘Esta guerra, de fato, é uma confirmação da anterior’.” (Disponível em: http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcorespmostra/0,5991,POR‐2803‐h,00.html.)
A afirmativa confirma a continuidade latente de problemas não solucionados na Primeira Guerra Mundial, que contribuíram para alimentar os antagonismos e levaram à eclosão da Segunda Guerra Mundial. Entre esses problemas, que caracterizam a II Guerra como a continuidade da I, apontada nos trechos anteriores, identifica‐se:
Alternativas
Q740314 História
Texto I “Segundo o historiador francês Fernand Braudel, ‘[...] essa política reagrupa comodamente uma série de atos e atitudes, de projetos e ideias, de experiências que marcam, entre os séculos XV e o século XVIII, a primeira afirmação do Estado Moderno em relação aos problemas concretos que ele tinha que enfrentar’.” (Braudel, 1979.) Texto II Imagem associada para resolução da questão (Disponível em: https://iw=1920&bih=979&site=webhp&+charges&imgrc=h0QBXoU2s9qx9M%3A.)
Os textos relacionam‐se ao:
Alternativas
Q740313 História
A década de 60 e 70 do século XX foram marcadas inicialmente pela coexistência pacífica e posteriormente pelo trabalho de detente (distensão levados a efeito pelos entendimentos parciais feitos pelos governantes dos EUA e URSS). Essa aproximação teve, entre outras, a seguinte motivação:
Alternativas
Q740312 História
Na década de 1990, assistiu‐se ao crescimento do fundamentalismo islâmico nop mundo, sobretudo nos países pobres do norte da África e do Oriente Médio. No Afeganistão, o grupo fundamentalista Talibã tomou o poder em 1996 e impôs no país uma ditadura teocrática, com um governo contrário à ocidentalização dos costumes. Sobre o Talibã e outros grupos fundamentalistas que atuaram e continuam atuando até os dias atuais, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
9281: E
9282: A
9283: C
9284: C
9285: A
9286: D
9287: C
9288: D
9289: E
9290: C
9291: B
9292: D
9293: B
9294: D
9295: D
9296: A
9297: C
9298: D
9299: C
9300: C