Questões de Concurso
Sobre história geral em história
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O sucesso da História Medieval, no Brasil, é uma história de curta duração. Em grande parte, fruto da difusão que os medievalistas franceses alcançaram junto de um público fora do âmbito acadêmico, as temáticas da Idade Média revitalizaram-se, sobretudo a partir da década de 80 do século passado.
COELHO, Maria Filomena. Brevesreflexões acerca da História Medieval no Brasil. Atas da Semana de Estudos Medievais. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2006, 29-33.
Em relação a essa temática da Idade Média, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sucesso da História Medieval, no Brasil, é uma história de curta duração. Em grande parte, fruto da difusão que os medievalistas franceses alcançaram junto de um público fora do âmbito acadêmico, as temáticas da Idade Média revitalizaram-se, sobretudo a partir da década de 80 do século passado.
COELHO, Maria Filomena. Brevesreflexões acerca da História Medieval no Brasil. Atas da Semana de Estudos Medievais. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2006, 29-33.
Em relação a essa temática da Idade Média, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sucesso da História Medieval, no Brasil, é uma história de curta duração. Em grande parte, fruto da difusão que os medievalistas franceses alcançaram junto de um público fora do âmbito acadêmico, as temáticas da Idade Média revitalizaram-se, sobretudo a partir da década de 80 do século passado.
COELHO, Maria Filomena. Brevesreflexões acerca da História Medieval no Brasil. Atas da Semana de Estudos Medievais. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2006, 29-33.
Em relação a essa temática da Idade Média, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sucesso da História Medieval, no Brasil, é uma história de curta duração. Em grande parte, fruto da difusão que os medievalistas franceses alcançaram junto de um público fora do âmbito acadêmico, as temáticas da Idade Média revitalizaram-se, sobretudo a partir da década de 80 do século passado.
COELHO, Maria Filomena. Brevesreflexões acerca da História Medieval no Brasil. Atas da Semana de Estudos Medievais. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2006, 29-33.
Em relação a essa temática da Idade Média, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sucesso da História Medieval, no Brasil, é uma história de curta duração. Em grande parte, fruto da difusão que os medievalistas franceses alcançaram junto de um público fora do âmbito acadêmico, as temáticas da Idade Média revitalizaram-se, sobretudo a partir da década de 80 do século passado.
COELHO, Maria Filomena. Brevesreflexões acerca da História Medieval no Brasil. Atas da Semana de Estudos Medievais. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2006, 29-33.
Em relação a essa temática da Idade Média, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sucesso da História Medieval, no Brasil, é uma história de curta duração. Em grande parte, fruto da difusão que os medievalistas franceses alcançaram junto de um público fora do âmbito acadêmico, as temáticas da Idade Média revitalizaram-se, sobretudo a partir da década de 80 do século passado.
COELHO, Maria Filomena. Brevesreflexões acerca da História Medieval no Brasil. Atas da Semana de Estudos Medievais. Rio de Janeiro: Programa de Estudos Medievais, 2006, 29-33.
Em relação a essa temática da Idade Média, julgue (C ou E) o item a seguir.
Não surpreende [...] que as dezenas de Estados pós-coloniais que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, junto com a maior parte da América Latina, que também pertencia visivelmente às regiões dependentes no velho mundo imperial e industrial, logo se vissem agrupadas como o “Terceiro Mundo” — diz-se que o termo foi cunhado em 1952 —, em contraste com o “Primeiro Mundo” dos países capitalistas desenvolvidos e o “Segundo Mundo” dos países desenvolvidos comunistas.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos)
Para Hobsbawm, as nações do chamado Terceiro Mundo tinham em comum
A Revolução Francesa não foi feita ou liderada por um partido ou movimento organizado, no sentido moderno, nem por homens que estivessem tentando levar a cabo um programa estruturado. Em sua forma mais geral, a ideologia de 1789 era a maçônica [...]. Mais especificamente, as exigências do burguês foram delineadas na famosa Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções. Adaptado)
Para Hobsbawm, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão deve ser considerada como um documento que é
“Acredito nesta raça...,” dizia Joseph Chamberlain em 1895. Ele entoava um hino imperialista à glória dos ingleses e celebrava um povo cujos esforços superavam os de seus rivais franceses, espanhóis e outros. Aos outros povos, ”subalternos”, o inglês levava a superioridade de seu savoir-faire, de sua ciência também; o “fardo do homem branco” era civilizar o mundo, e os ingleses mostravam o caminho.
Essa convicção e essa missão significavam que, no fundo, os outros eram julgados como representantes de uma cultura inferior, e cabia aos ingleses, “vanguarda” da raça branca, educá-los, formá-los – embora sempre se mantendo à distância. Se os franceses também achavam que os nativos eram umas crianças, e sem dúvida os consideravam inferiores, suas convicções republicanas levavam-nos, porém, a fazer afirmações de outro teor, pelo menos em público, ainda que estas não estivessem necessariamente em consonância com seus atos.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII a XX)
Para Ferro, no contexto apresentado, o que aproximava franceses, ingleses e outros colonizadores era
As funções do Estado desagregavam-se em concessões verticais sucessivas, e a cada nível estavam integradas as relações econômicas e políticas. Esta parcelarização da soberania seria constitutiva de todo o modo de produção feudal.
Decorriam dela três características estruturais do feudalismo ocidental, todas de importância fundamental em sua dinâmica.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo)
Assinale a alternativa que, segundo Anderson, apresenta uma dessas características.
Foi talvez no reino do Congo que se estabeleceu o sistema de exploração mais duro. Ali o trabalho forçado perpetuou-se longos decênios, beneficiando os chefes africanos e seus sócios. Havia uma pressão constante da administração colonial ou das firmas particulares – como a Companhia do Congo para Comércio e Indústria, fundada em 1889, - que agiam impunemente.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas
às independências, séculos XIII a XX. Adaptado.)
Segundo Ferro, a exploração do trabalho no reino do Congo
Nas últimas décadas, tornou-se comum que os historiadores marxistas – autores de um já impressionante corpo de investigações – nem sempre estivessem diretamente preocupados com os problemas teóricos relativos às implicações suscitadas por seus trabalhos. Ao mesmo tempo, os filósofos marxistas, que procuraram elucidar ou resolver as questões teóricas básicas do materialismo histórico, fizeram-no, com frequência, consideravelmente afastados dos resultados específicos expostos pelos historiadores. Aqui, fez-se uma tentativa de explorar um terreno intermediário entre aquelas posições. É possível que sirva apenas como exemplo negativo.
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista)
Nesse sentido, a obra citada tem o objetivo de
As formas de organização totalitária, em contraposição com seu conteúdo ideológico e os slogans de propaganda, são completamente novas.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo.)
Para Arendt, as formas de organização totalitária
No início dos anos 1980, tornou-se ainda mais internacionalmente conhecida como a autora de um best-seller acadêmico, O retorno de Martin Guerre, e consultora do filme com o mesmo título dirigido por Daniel Vigne em 1982. Desde que lera o livro do juiz de Toulouse, Jean de Coras, contando a história do célebre caso que ele julgara em 1560, dissera: “Isto tem que ser um filme!”. O caso, levado ao tribunal, revelava o drama vivido por uma família de camponeses de Languedoc, no século XVI, quando um homem – que havia desaparecido durante doze anos – reaparece, é aceito como o verdadeiro Martin Guerre por sua família e pela comunidade durante três ou quatro anos, até ser finalmente denunciado como impostor por Bertrande, sua mulher. Uma micro-história – um caso de impostura de uma pequena vila francesa – era usada para discutir questões de formação de identidade e de relações de classe.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história.
Nove entrevistas. Adaptado)
O excerto apresenta a historiadora
No artigo Sobre História, Braudel e os vagalumes. A Escola dos Annales e o Brasil (ou vice-versa) (em: Marcos Cezar Freitas (org.), Historiografia brasileira em perspectiva), Paulo Miceli afirma que “A reconstituição de grandes cenários capazes de comportar a elaboração do vasto espetáculo da História era para Braudel uma tarefa que não deveria ficar submetida apenas aos procedimentos tradicionais da velha disciplina”.
Nesse sentido, segundo o artigo citado, Braudel