Questões de Concurso Sobre história do brasil em história

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Q4294898 História
No início da década de 2000, ocorreu a consolidação de espaços de representação do movimento indígena – por meio das suas organizações – nas esferas públicas, com a internalização e a gestão de recursos governamentais e de várias lideranças de organizações indígenas, que passaram a ocupar funções públicas e políticas na esfera da Administração Pública, trazendo novas conquistas, mas também novos desafios.
(Gersem S. Luciano. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, p. 79. Adaptado)
Partindo da obra mencionada, fazem parte do contexto em referência
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Q4294897 História
A “causa paulista” foi abraçada com um fervor cívico que ainda não se conhecia no estado, e o entusiasmo feminino superou as expectativas: milhares de mulheres, ricas e pobres, doaram suas joias atendendo ao chamado da campanha Ouro pelo Bem de São Paulo, lançada sob o pretexto de conseguir lastro para pagar os custos de guerra.
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 614)
Identifique a alternativa que corresponde ao contexto histórico delimitado pelo fragmento.
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Q4294896 História
Na obra História do Brasil (p. 221), Boris Fausto considera que poucos temas da história brasileira têm sido tão discutidos e investigados como a escravidão. A existência de uma “brecha camponesa” é uma dessas discussões sustentada por alguns historiadores, com Ciro Cardoso à frente, destacando a importância do tema para a economia brasileira colonial e do século XIX.
A referida tese parte da constatação de que
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Q4294895 História
Segundo José Murilo de Carvalho, deve-se acrescentar o fato de que uma parte significativa da elite política era constituída de magistrados. Desse modo, a profissão contribuiu para aumentar os índices de homogeneidade da elite política, em termos de visão do mundo, interesses e objetivos a serem alcançados. A elite que assumiu o poder e foi, ao mesmo tempo, se construindo no Brasil pós-independência possuía características básicas de unidade ideológica e de treinamento que não estavam presentes nas elites de outros países. Apesar de não ser nada representativa do conjunto da população, teve condições de realizar uma política de construção de um Estado centralizado e conservador.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre
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Q4294894 História
Em 1684, a tempestade caiu sobre o Maranhão. Os irmãos Manuel e Tomás Beckman, o primeiro, proprietário de engenho, o segundo, poeta e advogado, apoiados por cerca de oitenta homens armados, entre eles senhores de engenho e comerciantes locais, comandaram o movimento.     Aos gritos de “Mata, mata os padres da Companhia”, os rebeldes saíram pelas ruas, batendo de porta em porta e convocando a população a tomar o Colégio Nossa Senhora da Luz, onde se instalava a Companhia de Jesus.
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
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Q4292893 História

Observe o mapa:

Imagem associada para resolução da questão


No século 18, intensifica-se a ocupação do território colonial, impulsionada pelas atividades econômicas representadas no mapa.

Na legenda do mapa, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, a

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Q4288278 História
Durante o Regime Militar no Brasil (1960 1980) o trabalho do supervisor escolar recebeu influência da administração científica. Neste período a ênfase da supervisão era no (a):  
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Q4287763 História
A história religiosa do Brasil revela uma trajetória que vai da predominância do catolicismo durante a colonização à ampla diversidade religiosa existente atualmente. O respeito às diferentes crenças e a garantia de um Estado laico são princípios fundamentais garantidos na Constituição Federal. Sobre isso, é correto afirmar que: 
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Q4287761 História
A indicação de marcos históricos, junto às turmas da escola básica, funciona como a oferta de referências que ajudam a pensar melhor a dinâmica entre rupturas e permanências, o que é importante para o nosso campo. Quando pensamos na “atualidade brasileira”, por exemplo, o ano de 1985 é muito usado para demarcar o início de uma nova fase de nossa história. Sobre essa nova fase, é correto afirmar que: 
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Q4287759 História
A educação histórica desempenha papel fundamental na compreensão crítica da escravizadão e do racismo. Contribuir para que a sociedade compreenda o papel daquelas experiências na formação do que somos e, além disso, contribuir com agendas públicas e privadas democráticas e inclusivas é papel da educação. Sobre isso, é correto afirmar que: 
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Q4287758 História
Algumas questões colocadas em destaque pelos movimentos indígenas na atualidade devem ser apropriadas pela educação histórica. Com isso, a sociedade brasileira pode aprofundar e qualificar a sua compreensão de si e ampliar a dimensão democrática de sua experiência histórica. Sobre isso, é correto afirmar que: 
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Q4287010 História
De acordo com os estudos apresentados pelo antropólogo José Elias Borges sobre os povos indígenas que habitavam o território paraibano no período colonial, o Sertão, região que naquela época incluía o atual Cariri, era habitado principalmente por dois grandes grupos indígenas.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses dois grupos
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Q4284592 História
Leia o texto a seguir.

Os administradores Couto de Magalhães e Aristides de Souza Spínola ficaram impressionados com o número de moléstias reinantes na Cidade de Goiás na segunda metade do século XIX. (...) Na opinião de Magalhães, nenhum indivíduo sadio poderia ser encontrado na capital da Província.
MAGALHÃES, Sônia Maria de. Males do Sertão: alimentação, saúde e doenças em Goiás no século XIX. 2ª edição. São Paulo: Intermeios, 2024, p. 22.

O estudo histórico sobre a saúde em Goiás evidencia que
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Q4282184 História
Leia o texto a seguir.

A relação entre memória e história no trabalho de produção de sentido indica os limites de uma história da produção do conhecimento histórico, o que obriga a incluir o memorialismo como parte integrante da reflexão historiográfica. Uma saída fácil seria indicar que a memória se constitui em fonte para reflexão do historiador, o que subtrai dela a capacidade de produção de sentido. Assim, essa inclusão nada teria de problemática, dada a posição de subalternidade a que foi submetida. Partilho de convicção distinta, a de que a memória organiza uma outra percepção do acontecimento, o que permite vislumbrar a multiplicidade do tempo histórico e até mesmo sugerir a especificidade da reflexão do memorialista na composição de uma consciência histórica (Rüsen, 2001). A memória inscreve o seu lugar de produção.

SANDES, Noé Freire. 1930: entre a memória e a história. História Revista, Goiânia, v. 8, n. 1, p. 153, 2010.

O texto reforça qual característica da memória no saber histórico?
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Q4282183 História
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Energia para administrar fazendas, como as das Joaquinas do Pompeu; energia para dirigir a política partidária da família, em toda uma região, como as das Franciscas do Rio Formoso; energia guerreira, como a das matronas pernambucanas que se distinguiram durante a guerra contra os holandeses, não só nas duas marchas, para as Alagoas e para a Bahia, pelo meio das matas e atravessando rios fundos, como em Tejucupapo, onde é tradição que elas lutaram bravamente contra os hereges. Langsdorff, nos princípios do século XIX, visitou uma fazenda no Mato Grosso, onde o homem da casa era uma mulher. Vasta matrona de cinco pés e oito polegadas, o corpo proporcionado à altura, um colar de ouro no pescoço. Mulher já de seus cinquenta anos, andava entretanto por toda parte, a pé ou a cavalo, dando ordens aos homens com a sua voz dominadora, dirigindo o engenho, as plantações, o gado, os escravos.

FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos - Decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. Ed. Comemorativa, São Paulo: Global, 2013. p. 209. [Adaptado].

Gilberto Freyre usa exemplos como os do texto para
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Q4282182 História
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O avanço nas pesquisas do Grupo de Trabalho Interinstitucional Memorial DOI-Codi permitiu identificar, com base em evidências materiais, o espaço onde ocorreram mortes já reconhecidas como simuladas durante a Ditadura Militar brasileira. O estudo identificou que José Ferreira de Almeida e o jornalista Vladimir Herzog estiveram na mesma cela do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo, conectando os dois casos a partir de elementos físicos do ambiente. A identificação foi possível a partir da reavaliação de laudos da época combinada com uma análise comparativa de remanescentes materiais. Os pesquisadores mapearam correspondências estruturais entre os ambientes descritos nos documentos oficiais, observando elementos como disposição de portas, grades, marcas nas paredes e características arquitetônicas do espaço. A convergência desses fatores permitiu associar ambos os casos à chamada “cela especial nº 1” e determinar sua localização no interior do prédio 2-A do conjunto do antigo DOI-Codi.

GABRIELLI, Ligia. Departamento de Comunicação da UNIFESP, 19 maio 2026. Disponível em: https://dci.unifesp.br/assessoria-de-imprensa-ejornalismo/releases/pesquisa-reconstroi-espaco-mortes-ditadura. Acesso em: 20 mai. 2026. [Adaptado].

O texto revela qual característica do período da Ditadura Militar?
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Q4282181 História
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Ao oferecer uma leitura dessa prática que se aproxima do conhecimento antropológico moderno sobre o assunto, Gonçalves Dias rompeu com toda uma tradição de literatura indianista no Brasil, que, por três séculos, representou e caricaturou o canibalismo como prova da barbárie primitiva do índio. De fato, ele é único no indianismo do século dezenove por essa interpretação, e, depois dele, teve-se que esperar pelo movimento modernista para que a significação ritual do canibalismo fosse novamente reafirmada. Tal revisão radical de uma das pedras fundamentais do discurso colonial fala alto pela notável contribuição deste poeta como uma das mais poderosas vozes dissidentes no seio da tradição romântica indianista.

REECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indígena, e o estado-nação imperial. São Paulo: Nankin, Edusp, 2008. p. 191. [Adaptado].

Qual estereótipo do discurso colonizador o texto denuncia?
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Q4282178 História
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Segundo Ferreira Gomes, o Alvará de 28 de junho de 1859 concomitantemente expulsa os jesuítas do ensino – considerando "extintas" todas as escolas e cadeiras pelas quais eles eram responsáveis – e decreta no Reino e em seus domínios uma reforma geral nos estudos. Essa reforma principia pela criação da Diretoria dos Estudos e com a introdução de aulas de Gramática Latina, Grego, Retórica, etc., que se apresentassem como substitutivas da instrução recémsuprimida. Ninguém poderia, a partir dali, ensinar sem aprovação e licença do Diretor dos Estudos, que faria por examinar cada candidato ao Magistério à luz de critérios de "ciência e de prudência", dado que os requisitos de bons costumes eram essenciais para a avaliação do pretendente. No parecer de Laerte Ramos de Carvalho, os objetivos da reforma pombalina dos estudos menores teria sido o de proceder a uma adequação da instituição escolar à nova configuração necessária ao Estado moderno e, nesse sentido, agenciar o ensino de maneira a atender os interesses seculares da Coroa.

BOTO, Carlota. Iluminismo e educação em Portugal: o legado do século XVIII ao XIX. Rev. Fac. Educ., São Paulo, v. 22, n. 1, p. 182, 1996. 

O texto demonstra qual característica da reforma proposta pombalina? 
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Q4282177 História
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O primeiro deles, que contesta várias ideias sobre a colonização da América, é que a ibérica foi, em quase todos os sentidos, mais organizada, planejada e metódica que a anglosaxônica. Caso atribuamos valor à organização, é inegável que a colonização ibérica foi muito “melhor” que a anglo-saxônica. Na verdade, só podemos falar em projeto colonial nas áreas portuguesa e espanhola. Só nelas houve preocupação constante e sistemática quanto às questões da América. A colonização da América do Norte inglesa, por razões que veremos adiante, foi assistemática. No século XVII, quando a América espanhola já apresentava universidade, bispados, produções literárias e artísticas de várias gerações, a costa inglesa da América do Norte era um amontoado de pequenas aldeias atacadas por índios e rondadas pela fome. A península ibérica enviava ao Novo Mundo homens de toda espécie. Dentre os primeiros franciscanos que foram ao México, por exemplo, estava Pedro de Gante, parente do próprio imperador da Espanha. No Brasil, a nova e entusiasmada ordem dos jesuítas veio com o primeiro governador-geral. Imaginar o Brasil povoado só por ladrões e estupradores é tão falso como supor que apenas intelectuais piedosos foram para as 13 colônias.

KARNAL, L. Brasil e Estados Unidos: comparações incômodas. In: KARNAL, Leandro et al. História dos Estados Unidos. Campinas: Contexto, 2007. p. 28. [Adaptado].

O texto contesta qual narrativa sobre a colonização da América?
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Q4282059 História
A formação do território brasileiro constitui um processo histórico marcado por permanências e transformações nas formas de uso e controle do espaço. Nesse contexto, as heranças do período colonial se expressam no território atual por meio da
Alternativas
Respostas
281: A
282: C
283: B
284: D
285: C
286: B
287: D
288: D
289: E
290: B
291: A
292: C
293: A
294: A
295: B
296: D
297: C
298: B
299: C
300: C