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“Ao mesmo tempo que o governo começava a impor limites à repressão política, o esgotamento do ‘milagre econômico’ e o choque do petróleo agravavam e generalizam as pressões inflacionárias que superavam a capacidade de reprimi-las”.
SINGER, Paul. O processo econômico. In: REIS, Daniel Aarão. (Org.). Volume 5: Modernização, Ditadura e Democracia. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014.
O fracasso do chamado “milagre econômico” durante a Ditadura Militar teve como consequência
“República” significa ‘coisa pública’ – bem comum – em oposição ao bem particular: a res privata. Pensada nesses termos, como bem ajuíza José Murilo de Carvalho, “nossa república nunca foi republicana”.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
Um fenômeno que corrobora com a interpretação de José Murilo de Carvalho é o
“As relações de contato era, então, grosso modo, vistas como relações de dominação/submissão, na qual uma cultura se impunha sobre a outra, anulando-a. Nessa perspectiva os índios integrados à colonização, seja como escravos ou como aliados, eram vistos como submissos e aculturados, não constituindo, pois, categoria social merecedora de maiores investigações.”
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010. (Edição Kindle).
Que fator permitiu uma nova compreensão sobre os povos indígenas nas abordagens historiográficas das últimas décadas?
Considere o texto a seguir:
Alguns dos participantes das várias expedições para combater os índios no sertão ao longo da primeira metade do século XVIII conseguiram sesmarias e se instalaram, justamente, nos sertdes que haviam ajudado e ajudavam a devassar. Era o caso, por exemplo, de Damaso Pinheiro de Carvalho, “um dos primeiros povoadores da capitania do Piauí” (1715, riacho das Cabras); do nosso já conhecido Francisco Cavalcante de Albuquerque (1719, rio Mearim); de Francisco de Almeida, “capitão da conquista atual’(1727, rio Mearim); de Manuel da Silva Pereira (1726, préximo ao rio Parnaíba); de Antônio Gomes Leite (1728, próximo ao rio Gurgueia); e de João Nogueira de Sousa (1729, instalado no Itapecuru).
(Adaptado de: CHAMBOULEYRON, R e MELO, V. S de. Governadores e índios, guerras e terras entre o Maranhão e o Piauí (primeira metade do século XVIII). Rev. Hist (São Paulo) (168), jan.-jun. 2013)
A partir dessas informações,
Diante desse contexto, assinale a alternativa correta.
Considerando esse contexto, assinale a afirmativa que corretamente representa o processo de redemocratização no Brasil.
Esse órgão ficou conhecido como
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 333.)
A Era Vargas (1930-1945) caracterizou-se por uma forte centralização do poder. Tendo em vista os impactos da centralização na Era Vargas, marque o item correto.
(GORENDER, Jacob. Combate nas trevas: a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987. p. 175.)
A circunstância da morte de Carlos Marighella em uma emboscada policial, durante a Ditadura Militar, envolve questões que refletem o contexto de repressão política vivido no Brasil durante esse período. Considerando o referido contexto, assinale a afirmativa correta sobre a Ditadura Militar brasileira e suas implicações sociopolíticas.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. pp. 257-258.)
Identifique o conflito descrito no texto, considerando o contexto da Primeira República.
(FERREIRA, Jorge; NEVES, Lucília de Almeida (Orgs.). O tempo da experiência democrática: da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964: Terceira República (1945-1964). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. p. 290.)
A crise política gerada pela renúncia de Jânio Quadros e a resistência à posse de João Goulart evidenciou as tensões internas do Brasil e sua inserção na polarização global, no contexto da Guerra Fria. Considerando esse cenário, assinale a afirmativa correta.
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil imperial: 1822-1889. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. pp. 225-226.)
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, trouxe profundas transformações na América portuguesa, marcando o fim do período colonial. Esse processo é reconhecido na historiografia nacional como
(GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo. O Brasil Imperial, volume 1: 1808-1831. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 311.)
A partir da reflexão sobre o processo de independência e a formação do Império Brasileiro, assinale a opção correta.
(GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, pp. 128-129.)
A partir do texto do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015), que analisa as consequências das independências na América Latina, considere os efeitos políticos, econômicos e sociais nas novas repúblicas, e assinale a afirmativa que corresponde corretamente ao impacto da independência na formação dessas novas nações.
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil colonial (1500- 1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 278.)
A biografia do aventureiro alemão Hans Staden (1525-1576) contribui para a compreensão das dinâmicas internas do Brasil Colonial, marcadas pelo envolvimento, confronto e alianças estratégicas entre povos indígenas e invasores europeus. Considerando esse contexto, assinale o item que apresenta corretamente essas dinâmicas de disputa.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a que corresponde corretamente a uma das guerras de independência do Brasil.