Questões de Concurso
Sobre geografia cultural em geografia
Foram encontradas 686 questões
(SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: técnica e tempo: razão e emoção. 2ª ed. São Paulo: Hucitec, 1997.)
A partir da afirmativa do autor citado, é correto afirmar:
Relacionando o trecho acima com o pensamento de Lana de Souza Calvacanti sobre o tema, pode-se afirmar que
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangai das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
A categoria de análise da geografia que embasa o enfoque metodológico descrito na letra da música "Voando pro Pará", da cantora Joelma, precedente é:
Rap do Borel, William e Duda
Liberdade para todos nós djs (Borel)
O demorô pra abalar (Borel)
O demorô pra abalar (Borel)
O demorô pra abalar (Borel)
A-la-la-ôo a-la-la-uê
Chega de ser violento e deixa a paz nascer êê
A-la-la-ôo a-la-la-uê
Para os funkeiros sangue bom somos Borel até morrer
Se liga minha gente no que nós vamos falar
É de um morro tão querido
E as letras vão abalar
Lá no Borel amigo é união paz e amor
Depois na comunidade vai dizer pra gente abalou
É o morro mais humilde do bairro Tijucão
Porque meus amigos nós somos todos irmão
Lá é como uma família é gente de montão
No morro e na favela só tem gente sangue bom
Agora minha gente
William e Duda vai falar
No morro mais humilde o endereço eu vou te dar
É numa rua linda é lá na rua São Miguel, nós estamos é falando do morro do Borel
Fonte: Álbum: 30 Anos Nacional: O Melhor do Rap. Furacão 2000.
O conceito geográfico abordado pelos trechos da canção acima é o de:
( ) O primeiro momento, que pode ser visto como estendendo-se do começo da década de 1990 até o seu final, caracterizou-se pela aceitação incondicional do subcampo que, percebido como novo, foi visto, como qualquer subcampo novo, como capaz de abalar as estruturas do poder acadêmico.
( ) O segundo momento, entre 2001 e 2005 aproximadamente, caracterizou-se por uma total aceitação do subcampo, incluindo aqueles que no primeiro momento foram os seus críticos. A geografia cultural passa a ser vista imediatamente como uma novidade consolidada.
( ) O terceiro momento é o de sua vulgarização, no qual a antiga “novidade” é adotada, via de regra apressadamente, sem reflexões ou críticas consistentes, tendendo a cultura a ser tratada segundo noções do senso comum e por procedimentos usuais, positivistas em muitos casos.
( ) Cultura constitui-se em termo dotado de diversas acepções, sendo um termo empregado no senso comum e inteligível no âmbito das ideias em discussão. No âmbito das ciências sociais, a polissemia é ampla e os debates em torno do conceito são numerosos.
“Embora não seja exclusivo da Geografia, o conceito de região é um dos elementos-chave desta ciência. Em virtude da polissemia que o envolve e do próprio processo de evolução da ciência geográfica, este conceito está constantemente sendo repensado e redefinido, atravessando momentos em que sua importância é reconhecida em maior ou menor grau, de acordo com a corrente de pensamento geográfico prevalecente.”
SOARES, Bruno Ferreira. Nem morte matada, nem morte morrida: considerações sobre o conceito de região na Geografia”. In: Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 22, n. 84, dez./2021, p. 75.
Vários critérios podem ser utilizados no processo de regionalização de um espaço. O Continente Americano, por seu turno, apresenta diferentes tipos de regionalização, sendo uma delas aquela que o separa em duas regiões, cujas denominações são “América Anglo-Saxônica” e “América Latina”. Qual critério é utilizado nessa regionalização, considerando as alternativas?
Janeiro, mês que as matas ficam bem crescidas [...]. As plantas crescidas na roça ficam em ponto de colher [...] Março os homens começam a preparar as foices e machados para dar início à roçada [...] agosto é o mês de plantar roça [...] novembro, mês que as plantas já estão brotando [...].
SUYÁ, Thiayu. Geografia Indígena: Parque Nacional do Xingu. Brasília: Instituto Socioambiental, 1988. p. 57. [Adaptado].
Há diferentes modos de produzir em um espaço geográfico. O depoimento do indígena acima reflete
Considere o texto sobre a geografia e seus conceitos.
A geografia se torna humanista ao reivindicar a agência do indivíduo na criação de seu próprio mundo. Nesse mundo construído, as relações entre a sociedade e o entorno se consideram em termos de espaço vivido, dotando alguns pontos do espaço de significados e representações, especificando-os conceitualmente. Com esses espaços vividos, os indivíduos podem estabelecer relações afetivas que Yi-Fu Tuan designou de topofilia.
PÉREZ GAÑAN, R. La Geografía en 100 Preguntas. Madri: Nowtilus, 2021, p. 236. Adaptado.
O conceito geográfico especificado no texto é:
“A paisagem nada tem de fixo, de imóvel. Cada vez que a sociedade passa por um processo de mudança, a economia, as relações sociais e políticas também mudam, em ritmos e intensidades variados. A mesma coisa acontece em relação ao espaço e à paisagem que se transforma para se adaptar às novas necessidades da sociedade.” (SANTOS, 1997, p. 37)
SERPA, A. Milton Santos e a paisagem: parâmetros para a construção de uma crítica da paisagem contemporânea. Paisagem Ambiente: Ensaios – N. 27 – São Paulo – p. 131 -138. 2010.
De acordo com o texto, a paisagem resulta sempre de: