Questões de Concurso Sobre linguagem e fala em fonoaudiologia

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Q1064931 Fonoaudiologia

Numere a Coluna II de acordo com a Coluna I, fazendo a correspondência do Reflexo apresentado no Desenvolvimento Motor Oral (Coluna I) e a idade de desaparecimento do mesmo (Coluna II).

Coluna I

(1) Mordida Fásica

(2) Língua Transversa

(3) Deglutição

(4) Língua Protrusa

Coluna II

( ) 4-6 meses

( ) persiste

( ) 6-9 meses

( ) 9-12 meses


A numeração correta, de cima para baixo, é:

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Q1064927 Fonoaudiologia

ORTIZ, K. Z., no capítulo “Alterações de Fala: Disatrias e Dispraxias”, em FERNANDES, F. D. M. et al, no “Tratado de Fonoaudiologia”, 2ª edição, São Paulo: Roca (2010), cita um estudo cujo objetivo foi o de realizar a análise fonológica dos erros presentes na fala do indivíduo com Apraxia da Fala, falante do português, falado no Brasil.

De acordo com o citado estudo, avalie as afirmativas abaixo, como CORRETAS ou INCORRETAS, considerando a análise de erros revelada, quanto ao modo articulatório (MA) e ponto articulatório (PA), respectivamente:

I MA: erros nas plosivas /g/ (9,2%) e /b/ (6,9%);

PA: erros na bilabial /b/ (6,9%) e labiodental /v/ (5,2%).


II MA: erros nas plosivas /g/ (6,9%) e /b/ (9,2%);

PA: erros na bilabial /b/ (5,2%) e labiodental /v/ (6,9%).


A avaliação das afirmativas I e II permite concluir que:

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Q1064925 Fonoaudiologia

Ressaltando alguns marcos que indicam a evolução fonológica de crianças, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:

I Crianças antes dos três anos de idade podem apresentar a reduplicação de sílaba. Ex: /papato/ para sapato.

II Crianças após os quatro anos de idade podem apresentar anteriorização de velares, sem que seja considerado Transtorno Fonológico.

III Após dois anos e meio, simplificações como reduplicação, anteriorização de velares e plosivação de fricativas devem desaparecer.


As afirmativas I, II e III são, respectivamente:

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Q1064924 Fonoaudiologia
Segundo HAGE, S., a evolução do vocabulário é um marco importante no desenvolvimento da linguagem. Crianças com 24 meses têm um repertório de, no mínimo:
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Q1064923 Fonoaudiologia

HAGE, S. em LAMÔNICA, D. I. A. C. e BRITTO, D. B. O., no “Tratado de linguagem - perspectivas contemporâneas”, afirma que o balbucio é um precursor essencial da linguagem oral.

Considerando a afirmativa de Hage, crianças que NÃO balbuciam:

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Q1051695 Fonoaudiologia
Nos casos de dificuldade de comunicação, o fonoaudiólogo pode usar o recurso de Comunicação Aumentativa. Nesse caso,
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Q970361 Fonoaudiologia
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), da organização Mundial de Saúde (2011), apresenta uma nova proposta de análise das condições de saúde do indivíduo. No que diz respeito aos problemas de fluência, com base na CIF, deve-se considerar
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Q970357 Fonoaudiologia
A fala é decorrente de um complexo processo que envolve estruturas neurológicas e musculoesqueléticas. A dificuldade de articular sons da fala que ocorre por uma alteração no controle neurológico da musculatura orofaringolaringeal e seu adequado tratamento fonoaudiológico estão corretamente indicados em
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Q944412 Fonoaudiologia
A linguagem do autista é comprometida. Ele possui capacidade de formar sentenças muitas vezes complexas, mas não necessariamente garantindo sua compreensão. Essa alteração da linguagem se refere ao aspecto:
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Q944409 Fonoaudiologia
A definição “distúrbio da fluência caracterizada por interrupções no fluxo da fala do indivíduo, impossibilitando, em alguns momentos, a produção da fala contínua, suave e sem esforço” refere-se à:
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Q944407 Fonoaudiologia
A aprendizagem da leitura e da escrita é um processo complexo e difícil para as crianças em fase inicial de alfabetização. Nesta fase, é importante observar:
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Q944405 Fonoaudiologia
Em relação aos testes com alimentos, quando o paciente apresenta transtornos de linguagem decorrentes de lesões neurológicas, é correto afirmar que:
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Q941754 Fonoaudiologia
A Disartria é um distúrbio de
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Q941753 Fonoaudiologia
Em relação à gagueira, o fonoaudiólogo também atua na orientação familiar e escolar, buscando contribuir para ações que facilitem as situações de comunicação. Neste sentido, é correto afirmar que:
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Q941745 Fonoaudiologia

      Olívia é fonoaudióloga em equipe escolar, a coordenadora pedagógica solicitou que observasse mais atentamente a aluna Raquel (7 anos e 4 meses) que possuía algumas trocas na oralidade. Sua professora estava preocupada que Raquel levasse as trocas da oralidade para a escrita. Durante o intervalo, Olívia registrou o seguinte diálogo da aluna Raquel com outra aluna, Joana, enquanto trocavam figurinhas do álbum da copa:

      − Raquel: a zente potia trocar figurinhas repetidas, ou pater, o que você assa?

      − Joana: eu tenho poucas repetidas, será que o João não tem mais pra gente trocar?

      − Raquel: asso que Zoão za trocou as teles ontem.

      Em posterior conversa com a professora, Olívia teve acesso a algumas produções escritas de Joana, como a que segue, uma breve lista de objetos que os alunos fizeram após uma atividade de observação:

      garafa, colher, vazu verdi, tijela, garfo, jogo di chadreis, chapeu, xavi. 

Segundo Zorzi, as alterações nas palavras “tijela” e “xave” se enquadram na categoria de erro na escrita denominada
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Q941738 Fonoaudiologia
Emília Ferreiro, em seu estudo sobre a Psicogênese da escrita, descreveu alguns níveis pelos quais a criança passa até fazer uso efetivo da escrita. Na escola, este estudo é muito utilizado sobretudo em avaliações oficiais dos estudantes que buscam saber quantas crianças estão alfabéticas no decorrer do período de alfabetização. O termo “alfabética”, neste contexto, refere-se
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Q941736 Fonoaudiologia
Segundo Zorzi, é característica de atraso simples de linguagem:
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Q934661 Fonoaudiologia

      Após sequestrarem a esposa de um gerente de determinado banco, os sequestradores fizeram três ligações para o gerente, de um celular não identificado, exigindo um resgate. As ligações foram gravadas, e a polícia realizou uma análise das gravações.

      Na primeira e na segunda gravação, falava um sequestrador do sexo masculino. Ele disfarçava a voz com um tipo de fonação conhecida como crepitação (ou creaky voice), caracterizada por uma baixa frequência fundamental e pulsos irregulares de vibração das pregas vocais. Porém, sobretudo quando gritava — abrindo mais a boca e aumentando a amplitude e a frequência fundamental da voz —, o sequestrador não conseguia sustentar esse tipo de fonação em algumas palavras, deixando transparecer traços de fonação modal e, consequentemente, traços mais característicos de sua voz normal. Também se notou que o sequestrador empregava fricativa alveolopalatal surda [∫] nos sons sublinhados em palavras como “poste” e “mais”; e usava fricativa alveolopalatal sonora [3] nos sons sublinhados em palavras como “mesmo” e “desde”.

      Na terceira gravação, era apenas a mulher do gerente quem falava. Os sequestradores a haviam amordaçado, tendo colocado uma vareta entre seus caninos, o que a forçava a movimentar parcialmente a língua, sem conseguir elevá-la para além dos caninos, e a impedia de realizar qualquer tipo de obstrução usando os lábios.

      A esposa do gerente conseguiu fugir do cativeiro, e três suspeitos foram presos. Os investigadores os interrogaram, e, posteriormente, as gravações do áudio dos interrogatórios foram comparadas com as falas dos sequestradores durante as ligações, gravadas pelo celular do gerente.

A partir do texto apresentado, julgue o item a seguir.


A mordaça colocada na mulher do gerente não altera a frequência fundamental típica de sua voz, embora comprometa a articulação de consoantes alveolares, dentais, bilabiais e labiodentais do português brasileiro.

Alternativas
Q923702 Fonoaudiologia
É correto afirmar que:
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Q923668 Fonoaudiologia
Em que circunstância não podemos fazer a indicação da válvula de fala?
Alternativas
Respostas
3941: X
3942: A
3943: E
3944: B
3945: C
3946: A
3947: A
3948: C
3949: B
3950: C
3951: A
3952: B
3953: D
3954: B
3955: A
3956: A
3957: D
3958: C
3959: D
3960: C