Questões de Concurso
Sobre ventilação mecânica em fisioterapia
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I. Insuficiência respiratória com lesões das vias aéreas superiores.
II. Fraqueza muscular.
III. Traumatismo das vias aéreas.
IV. Disfunção diafragmática induzida pela ventilação.
Assinale a alternativa correta:
Qual benefício a VNI não realiza no pós-operatório de cirurgias abdominais?
Qual das estratégias específicas quanto à PaCO2 está correta?
Nos casos de hiperfluxo pulmonar, são comuns as crises de cianose, que acontecem nas situações de aumento da demanda metabólica e não cursam com lesão da membrana alveolocapila (1ª parte). Quando ocorre hipofluxo pulmonar, o extravasamento de líquido para o interstício leva a sintomas que se assemelham à congestão pulmonar, como desconforto respiratório e cansaço aos esforços. A redução do surfactante e o edema da mucosa brônquica associados ao prejuízo do clearance mucociliar predispõem a criança às infecções pulmonares de repetição, que culminam com alteração crônica da via aérea, como bronquiectasias (2ª parte). É de suma importância a propedêutica pulmonar na avaliação tanto ambulatorial quanto intra-hospitalar, que permeia o atendimento fisioterapêutico e dá subsídio clínico para a construção de prognóstico da qualidade de vida (3ª parte).
A sentença está:
(1) Contraindicação absoluta. (2) Contraindicação relativa.
(_) Rebaixamento de nível de consciência. (_) Obstrução de vias aéreas superiores. (_) Necessidade de intubação de emergência.
Pacientes internados que apresentam pressão inspiratória máxima _____________ são potencialmente candidatos à falha no desmame ou ao desmame difícil. Ausência ____________ é um dos fatores a serem considerados antes de iniciar o treinamento muscular inspiratório.
I. Define-se como o processo que culmina com a passagem da ventilação artificial para a ventilação espontânea nos pacientes que permaneceram em ventilação mecânica invasiva (VMI) por tempo superior a 48h, isso pode ocorrer por extubação ou, no caso de pacientes traqueostomizados, pela desconexão do ventilador mecânico. A partir da instituição da ventilação mecânica (VM), o paciente deve ser avaliado diariamente para que, assim que haja estabilidade clínica e autonomia para respirar sem via aérea artificial, ele seja desmamado do ventilador mecânico e, se houver falha do desmame, o processo precisa ser reiniciado.
II. Com base na duração do processo de desmame e na tolerância dos pacientes ao Teste de respiração espontânea (TRE), aqueles em processo de desmame ventilatório são categorizados em três grupos: desmame simples (pacientes que toleram o primeiro TRE e são extubados com sucesso), desmame difícil (pacientes que falham no primeiro TRE, mas que são desmamados com sucesso após no máximo três TRE ou no máximo 7 dias após a primeira tentativa) e desmame prolongado (pacientes que falham em três TRE ou que permanecem em ventilação mecânica (VM) por tempo superior a 7 dias após a primeira tentativa).
III. As principais causas de falha no desmame ligadas ao paciente são o envelhecimento, as doenças cardiopulmonares, a diminuição da função do diafragma, as comorbidades, a presença de delirium, depressão, ansiedade, infecção/estados inflamatórios persistentes e a desnutrição. A remoção da ventilação mecânica (VM) é determinada pela capacidade do sistema respiratório do paciente em vencer a carga imposta, isso significa que qualquer fator que cause redução dessa capacidade ou que aumente a carga imposta ao sistema respiratório pode se tornar uma barreira ao desmame e deve ser prontamente corrigido ou minimizado.
IV. A ventilação não invasiva (VNI) pode ser usada como técnica de desmame para reduzir o tempo de ventilação mecânica invasiva (VMI). A VNI também pode ser utilizada para tornar possível uma extubação mais precoce em pacientes selecionados, por exemplo, aqueles intubados durante uma exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou com doenças neuromusculares, bem como em pacientes que concluem o Teste de Respiração Espontânea (TRE), mas apresentam risco de falha na extubação.
V. Pacientes que apresentam dificuldade em tolerar o Teste de Respiração Espontânea (TRE) consecutivos podem se beneficiar da redução gradual e progressiva da ventilação com pressão de suporte (PSV). Nesse modo de desmame, cada esforço expiratório do paciente é assistido por pressão expiratória preestabelecida no respirador. O esforço inspiratório do paciente, a pressão inspiratória do respirador e as características do sistema respiratório (complacência e resistência) não determinam o volume corrente e, consequentemente, o volume minuto.
Sobre o caso descrito acima, calcule a complacência estática (CEst), driving pressure (DP), relação PAO2/FIO2 (P/F) e assinale a alternativa correta.
Assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso, acerca das estratégias adotadas na ventilação mecânica do paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), segundo as Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica de 2013:
( ) O tempo inspiratório deve ser curto, para evitar o aprisionamento de ar dentro dos pulmões.
( ) A presença de auto-PEEP não altera o processo de desmame desses pacientes.
( ) A frequência respiratória inicial deve ser entre 8 e 12 por minuto e o volume minuto deve ser ajustado para normalizar o pH arterial, e não a PaCO2.
( ) Uma gasometria com hipercapnia e hipoxemia nunca pode ser permitida.
( ) A VNI, de forma facilitadora, pode ser utilizada no processo de retirada da ventilação mecânica invasiva.
A sequência correta é
Em relação à monitorização da mecânica respiratória, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) Na auto-PEEP, ocorre um aprisionamento aéreo ao final da expiração, podendo ser notada na onda de fluxo x tempo.
( ) A pausa inspiratória deve ser utilizada para obtenção da Pressão de Platô.
( ) A Pressão de Platô é a pressão máxima na via aérea, ao final da inspiração.
( ) A pressão de pico é utilizada na medida de complacência dinâmica do sistema respiratório.
( ) A interação do paciente com o ventilador mecânico influencia diretamente nos parâmetros para o cálculo da complacência estática.
A sequência correta é
A assincronia paciente-ventilador é um problema frequentemente encontrado em pacientes submetidos à ventilação mecânica. É conceituada pela incompatibilidade entre as necessidades de ventilação do paciente e o que é ofertado pelo ventilador, sendo um desafio, tanto na ventilação mecânica não invasiva (VNI) quanto na ventilação mecânica invasiva (VMI). Cerca de 25% dos pacientes intubados exibem grandes assincronias durante a ventilação mecânica, podendo este ser um marcador da gravidade do estado respiratório e, também, pode estar relacionada a ajustes inadequados do ventilador, prolongando a duração da ventilação mecânica, aumentando os custos hospitalares e a taxa de mortalidade. Os tipos de assincronias que estão ocorrendo nas situações A e B, respectivamente, são

Sobre o uso da VNI no paciente com desconforto respiratório com COVID-19, assinale a alternativa CORRETА: