Questões de Concurso Sobre ventilação mecânica em fisioterapia

Foram encontradas 928 questões

Q2315346 Fisioterapia
As dificuldades na extubação são maiores no período neonatal do que em outras faixas etárias. São considerados fatores que favorecem o risco de falha da extubação, EXCETO:
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Q2315321 Fisioterapia
Paciente RBS, 52 anos, portador de Esclerose Lateral Amiotrófica, internado há duas semanas no hospital. Está sendo assistido pela equipe multidisciplinar. A fonoaudióloga relata que ele está começando a apresentar engasgos e risco de broncoaspiração. A equipe médica está considerando a hipótese de realização de traqueostomia. Na discussão clínica, foi questionado se o paciente teria tosse eficaz para proteger as vias aéreas. Baseado em qual variável funcional deve ser atestado se o paciente teria tosse eficaz?
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Q2315320 Fisioterapia
O uso de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) está bem indicado para o tratamento de insuficiência respiratória hipoxêmica; entretanto, não está isento de riscos. Qual efeito fisiológico deste recurso que poderá trazer riscos quando o paciente apresentar instabilidade hemodinâmica?
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Q2315316 Fisioterapia
Considere prestar atendimento a um paciente internado por DPOC exacerbada há uma semana. Ele aparenta melhora clínica importante, relatando que está sentindo menos dispneia. Para mensurar a melhora clínica, foi realizada uma espirometria à beira do leito, analisando as variáveis de Capacidade Vital Forçada (CVF); Volume Expiratório Forçado no 1º segundo (VEF1); e, relação entre VEF1 e CVF. Sabendo-se que a DPOC é caracterizada por um distúrbio ventilatório obstrutivo, como poderia ser o comportamento de tais variáveis neste exame de avaliação?
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Q2315312 Fisioterapia
Ao assumir o plantão, o fisioterapeuta hospitalar se depara com um paciente sedado, ventilando mecanicamente em modo controlado PCV, com os seguintes parâmetros: pressão inspiratória = 20 cmH2O; frequência respiratória = 12 irpm; relação inspiração/expiração = 1:4; e, fração inspirada de oxigênio = 40%. De acordo com os parâmetros do equipamento, qual o tempo inspiratório que está programado para o paciente? 
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Q2315310 Fisioterapia
Ao passar à beira do leito, o fisioterapeuta constatou que o paciente respirava sob ventilação mecânica com um fluxo inspiratório fixo, limitado a 60 L/min. Em qual modo ventilatório o paciente estava ventilando?
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Q2299116 Fisioterapia
O controle da ventilação mecânica no trauma de crânio é considerado um grande desafio, tendo-se em vista complicações como a hipotensão arterial, a hipoxemia e, principalmente, a hipertensão intracraniana (HIC). Dessa forma, diante de um quadro de HIC, recomenda-se: Vmin= 6 a 8 ipm, FR 10 e 12 rpm e VC de 6 a 8 mL/kg para manter PaCO2:
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Q2293245 Fisioterapia
Sobre o desmame do ventilador mecânico em pacientes transplantados, analisar a sentença abaixo:

No paciente transplantado unilateral, o objetivo é realizar o desmame e a desentubação o mais lento possível, principalmente no enfisema, por causa do risco de hiperinsuflação do pulmão nativo, podendo mesmo ocorrer em três ou mais dias (1ª parte). No transplante bilateral, o desmame deve ser precoce. A maior probabilidade de ocorrerem complicações e a necessidade de manter os pulmões expandidos forçam a permanência do tubo endotraqueal por menor tempo, até porque, nesse tipo de transplante, não há mais a presença do pulmão nativo. Nesse período, aproveitamos para utilizar as técnicas de expansão pulmonar (2ª parte).

A sentença está:
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Q2287704 Fisioterapia
Usuária A.G.E., de 57 anos, retorna para casa, após período prolongado de internação hospitalar (58 dias), com restrição ao leito por 37 dias e uso de suporte ventilatório invasivo por 26 dias. Resolvida a patologia de base, ao chegar no domicílio, é recebida pela equipe da Estratégia de Saúde da Família, que solicita uma avaliação do fisioterapeuta do NASF. A paciente atualmente deambula com passos curtos e candência lentificada, discreta redução global de força. Entre os achados clínicos, o fisioterapeuta ainda identifica que o padrão respiratório é, predominantemente, apical e que há uma queixa de cansaço aos esforços moderados. A ausculta pulmonar revela sons respiratórios simétricos, mas bastante reduzido em bases, bilateralmente, sem ruídos adventícios. Apesar de não haver sinais de aumento do trabalho respiratório em repouso, o fisioterapeuta verifica a saturação periférica de oxigênio (SpO2), que está oscilando entre 91 e 92%.
Ao traçar sua conduta para esse caso, uma das intervenções propostas pelo profissional para aumentar a ventilação basal e melhorar a SpO2 é o padrão ventilatório do tipo diafragmático porque,
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Q2277248 Fisioterapia
Considerando que a monitoração da Mecânica Ventilatória (VM) é essencial para otimizar o uso da VM e minimizar seus riscos, sendo, portanto, obrigatória em todo paciente que esteja sob VM, analise os gráficos a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Diante do exposto, é possível concluir que o
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Q2277247 Fisioterapia
O aprisionamento aéreo, com aumento das pressões pulmonares e auto-PEEP, é comum tanto em pacientes com obstrução das vias aéreas quanto em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), asma e em presença de broncoespasmo, sendo responsável pelo aumento do trabalho respiratório nesses indivíduos. A medida ventilatória a ser adotada para minimizar a auto-PEEP e o trabalho respiratório em pacientes em assistência ventilatória mecânica consiste na utilização de:
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Q2277243 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

João Paulo recebeu mais de três tentativas de TRE sem sucesso; ele voltou a ter febre e secreção purulenta. Permaneceu em ventilação invasiva com pressão de suporte de 10 cmH2O; PEEP (8 cmH2O); e, baixa FiO2. Lúcido; edemaciado; emagrecido; e, com perda de massa muscular. O ecocardiograma evidenciou disfunção diastólica e hipertensão pulmonar moderada. Considerando a categoria do desmame do paciente, assinale a afirmativa correta.
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Q2277242 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

Considere que o paciente não tolerou o TRE e retornou para a ventilação. Em razão da falha no TRE, com base nas Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica, deve-se:
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Q2277241 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

Sabe-se que João Paulo melhorou da pneumonia, estava afebril; e, a equipe avaliou a possibilidade de desmame. As drogas sedativas foram interrompidas e no primeiro TRE foi utilizado pressão de suporte de 7 cmH2O. Considerando os parâmetros necessários para que o paciente realize o TRE, assinale a alternativa correta.
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Q2277240 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

Considerando o melhor controle de início de VM e, ainda, que o peso predito do paciente é 80 kg, assinale a alternativa correta.
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Q2277238 Fisioterapia
Muitos pacientes infectados com Covid-19 podem apresentar delirium. O delirium pode ser uma manifestação decorrente de invasão direta do Sistema Nervoso Central (SNC); indução de mediadores inflamatórios do SNC; efeito secundário de falha de outro sistema de órgãos; efeito de estratégias sedativas; tempo prolongado de VM; ou, fatores ambientais, incluindo isolamento social. Em pacientes que necessitam de suporte de Ventilação Mecânica (VM), o quadro poderá se agravar, dificultando o desmame e prolongando o tempo de VM. As taxas de delirium entre pacientes de UTI mecanicamente ventilados foram de 70 a 75%;sua duração tem se mostrado, também, um preditor independente de longa permanência na UTI. Nesses pacientes, é mandatório o rastreio ativo de delirium, por meio do uso de ferramentas de avaliação como a escala Confusion Assessment Method in an Intensive Care Unit (CAM-ICU). Sobre a relação entre a Covid-19 e a dificuldade no desmame da VM, analise as afirmativas a seguir.

I. Muitos pacientes infectados com Covid-19 podem apresentar despertar difícil da VM em razão do delirium.

II. O enfrentamento do delirium em pacientes com Covid-19, para melhora do desmame da VM, exige ações farmacológicas e não farmacológicas.

III. Manuseio multidisciplinar para dor e ansiedade pode apresentar benefícios para pacientes com Covid-19 em VM.

IV. Pacientes intubados e ventilados com Covid-19 e IMC menor ou igual a 30 kg/m2 apresentaram menor chance de extubação do que aqueles com IMC < 30 kg/m2 .

Está correto o que se afirma apenas em
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Q2277237 Fisioterapia
As medidas ou recursos para evitar descondicionamento e atrofia da musculatura respiratória, decorrentes da ausência de ventilação espontânea e do desmame do ventilador, devem ser implementadas o mais rápido possível. O uso de protocolos bem estabelecidos e que considerem um balanço equilibrado na carga imposta aos músculos ventilatórios, alternando períodos de ventilação espontânea com períodos de Ventilação Mecânica (VM), quando possíveis, deve ser considerado sendo benéfico para prevenção da atrofia muscular ventilatória. Protocolos de desmame que titulam o nível de suporte para o esforço inspiratório a um nível semelhante ao de indivíduos saudáveis durante o repouso também podem contribuir para acelerar o desmame da VM. No entanto, a titulação do suporte necessário é individual para cada paciente e permanece um desafio, requerendo um esforço considerável. Períodos intermitentes de ventilação espontânea durante o período de desmame podem limitar os efeitos adversos da VM e a inatividade prolongada dos músculos ventilatórios. Além disso, a mobilização precoce tem se mostrado eficaz na redução do tempo da VM e do desmame. Pouca atenção tem sido dada à investigação de técnicas e tratamentos específicos para aumentar a força e a resistência da musculatura ventilatória, mas, felizmente, esse cenário vem mudando. O Treinamento de Força Muscular Inspiratória (TMI) parece ter efeitos promissores no tratamento da fraqueza dos músculos ventilatórios, principalmente em pacientes com dificuldades no desmame da VM, podendo resultar em efeitos benéficos nos desfechos clínicos e na alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O TMI tem se mostrado seguro, viável e bem tolerado em pacientes críticos. Sobre os dispositivos e os recursos para o TMI, analise as afirmativas a seguir.

I. Entre os fatores relacionados ao sucesso do treinamento muscular respiratório estão a habilidade e o conhecimento do fisioterapeuta; as condições do paciente, considerando-se a estabilidade hemodinâmica e/ou a doença de base; o estado nutricional; e, seu nível de consciência.

II. O treinamento de força muscular inspiratória pode ser realizado por meio de dispositivos de carga isométrica ou isocinética.

III. O Threshold é composto por uma válvula bidirecional que permite o ajuste de sua abertura, sendo considerado mais adequado à relação comprimento-tensão dos músculos inspiratórios.

IV. O Threshold, um dispositivo de carga pressórica linear, tem uma resistência de mola mantida por pressão negativa e que se abre quando a pressão positiva é gerada com o esforço inspiratório do paciente, permitindo a passagem de ar.

Está correto o que se afirma apenas em
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Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Fisioterapeuta |
Q2271177 Fisioterapia
Observe os gráficos abaixo e assinale a alternativa que corresponde ao modo ventilatório apresentado.

Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Fisioterapeuta |
Q2271175 Fisioterapia
A Ventilação Assistida Proporcional plus (PAV+) é uma modalidade ventilatóriadesenvolvida para aumentar ou diminuir a pressão de vias aéreas proporcionalmente ao esforço e à mecânica respiratória do paciente. Sobre a PAV+, julgue os itens a seguir:

I - O modo PAV+ possibilita que o esforço ventilatório do paciente seja detectado pela medição contínua da pressão negativa ao inspirar (Pressão pleural muscular - Pmus) para que o ventilador possa oferecer uma pressão positiva variável e proporcional.
II - A faixa ideal do trabalho respiratório do paciente (WOBpt) durante o uso do PAV+ deve ser mantida entre 0,3 e 0,7 J/ℓ.
III - Se o WOBpt estiver abaixo do valor mínimo estipulado, o ventilador está “auxiliando” demais o paciente. Se estiver acima disso, há maior chance de o paciente fatigar. Dessa forma, é possível reduzir ou aumentar o apoio do ventilador em tempo real.
IV - Ao iniciar o PAV+, os ciclos ventilatórios são sempre disparados pelo ventilador e, a cada 4 - 10 ciclos, ocorre pausa inspiratória longa e automática superior a 1000 ms para cálculo da complacência (Cpav), resistência do sistema (Rpav) e estimativa da pressão alvelar.

Em relação aos itens acima, podemos afirmar que:
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Ano: 2023 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2023 - UFRJ - Fisioterapeuta |
Q2271172 Fisioterapia
A figura ao lado representa o equipamento para administração de óxido nítrico (NO) inalatório. A principal indicação para o uso do NO é a hipertensão pulmonar independentemente de sua etiologia.

Imagem associada para resolução da questão

Sobre o uso do óxido nítrico associado à ventilação pulmonar mecânica invasiva, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
401: C
402: B
403: D
404: A
405: A
406: A
407: B
408: D
409: A
410: C
411: D
412: D
413: B
414: D
415: D
416: C
417: E
418: C
419: B
420: E