Questões de Concurso Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia

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Q4167797 Fisioterapia
Na avaliação respiratória que pode ser realizada em ambulatório, o uso do Peak Flow® tem como objetivo mensurar
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Q4167795 Fisioterapia
Na Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) ocorre redução progressiva da capacidade vital, hipoventilação noturna e redução da expansibilidade torácica, relacionados primariamente à perda de massa muscular
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Q4155268 Fisioterapia
Levando em consideração o ventilador mecânico e as assincronias de disparo, sabe-se que:
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Q4155267 Fisioterapia
A aspiração é um procedimento com o intuito de remover as secreções que se acumulam nas vias aéreas, tanto superiores como inferiores, de pacientes sob ventilação espontânea ou mecânica. Nesse procedimento,
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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143890 Fisioterapia
É comprovado cientificamente em todo mundo que a ventilação não invasiva (VNI) pode ser usada no tratamento da insuficiência respiratória de diferentes etiologias. Porém, durante a pandemia do COVID 19, muitos questionamentos surgiram diante desse novo desafio, considerando a aplicabilidade, dosagem, tempo de terapia e exposição dos profissionais de saúde envolvidos na terapia. Portanto, muitos pesquisadores no mundo todo juntaram esforços, adicionando e discutindo as melhores evidências e assim direcionaram o uso da NIV no cenário pandêmico da COVID 19.
Sobre o uso da VNI no paciente com desconforto respiratório com COVID-19, assinale a alternativa CORRETА:
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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143889 Fisioterapia
O posicionamento em pronação acordada parece seguro e é uma estratégia simples que pode ser empregada, associada ou não a ventilação não invasiva/cânula nasal de alto fluxo, na maioria dos cenários clínicos. Há evidências de estudos observacionais e metaanálises relatando o uso da posição prona precocemente em pacientes acordados com insuficiência respiratória para melhorar o nível de oxigenação e o prognóstico a curto prazo em pacientes na COVID-19. No entanto, diferentes critérios devem ser analisados com cuidado para determinar a elegibilidade do paciente para a pronação ativa.
Sobre o uso da pronação com o paciente acordado com COVID-19, analise as assertivas abaixo, em seguida marque a opção CORREТА:

I - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de fração inspiratória de oxigênio (FiO2) ≥ 28% para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e suspeita de COVID-19.

II - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de suporte respiratório básico para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e confirmação de COVID-19. 

III - Frequência respiratória igual ou maior que 35 rpm é uma contraindicação relativa para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 92 e 96% sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.

IV - Desconforto respiratório com PaO2 igual ou maior que 45 mmHg é uma contraindicação absoluta para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 88 e 92% se houver risco de insuficiência respiratória hipercápnica, sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.
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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143888 Fisioterapia
M.B.S., 35 anos, sexo masculino, peso: 108kg, altura: 178 cm, solteiro e enfermeiro, apresentou tosse seca, febre não aferida e dispneia progressiva por 5 dias, evoluindo para os mínimos esforços. Paciente evoluiu com dessaturação (86-88%), com necessidade ascendente de oxigênio suplementar, sendo indicada intubação orotraqueal e vaga de UTI. Ficou internado por 16 dias na UTI, onde recebeu RT-PCR positivo para SARS-CoV-2. Após estabilização do quadro, evoluiu com desmame ventilatório e extubação, sem intercorrências. Foi transferido para a enfermaria e, após 2 dias na enfermaria e recebeu alta hospitalar, com encaminhamento ao setor de fisioterapia respiratória ambulatorial. Durante a avaliação fisioterapêutica no ambulatório, o paciente queixava-se de dispneia aos mínimos esforços, o que tem limitado as suas atividades rotineiras (escala de avaliação da dispneia modificada Medical Research Concil -mMRC=4). Ao exame: apresenta padrão respiratório misto, FR: 20 rpm, FC: 84 bpm, SpO2: 92% em ar ambiente, PA: 140x80 mmHg, AP: som pulmonar reduzido globalmente, sem ruídos adventícios. Relata fadiga de MMII, o que o limita de caminhar mais do que 100 metros e ir ao mercado. Manovacuometria: - PImáx = -84 cmH2O (67,40% do predito); PEmáx = 120 cmH2O (86,20% do predito). Teste de campo incremental Shuttle - Distância percorrida: 380 metros ao total, Nível 6 - 1,35m/s - 4,86Km/h.

Sobre a reabilitação deste paciente, assinale V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, escolha a alternativa correta: 

( ) Para garantir a segurança durante a realização dos exercícios, a monitorização da pressão arterial sistêmica, frequência cardíaca e da oximetria, além da percepção subjetiva de esforço avaliadas antes, durante e após o exercício são importantes.

( ) Deve-se realizar a titulação de oxigênio, considerando a necessidade de manutenção de SpO2 > 97% em ar ambiente.

( ) O treinamento muscular inspiratório é essencial para a redução da dispneia, melhora da performance no teste de campo e desobstrução brônquica, necessárias no caso do paciente.

( ) Os exercícios aeróbicos podem ser úteis e auxiliar na melhora do condicionamento cardiorrespiratório.

( ) Devido ao importante grau de dispneia, exercícios resistidos são contraindicados neste momento, mas poderão ser utilizados como recursos auxiliares em longo prazo.
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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143886 Fisioterapia
Dentre os métodos de avaliação da função pulmonar, a espirometria é o mais empregado no paciente ambulatorial. Estudos apontam diminuição significativa em valores de capacidade vital forçada expiratória e volume expiratório forçado no primeiro segundo em pacientes pós COVID-19. Entre os motivos que contribuem para essa diminuição da função pulmonar estão a destruição alveolar, fibrose intersticial pulmonar devido à infecção por SARS CoV-2, pneumonia por COVID-19 e múltiplos comprometimentos físicos e respiratórios.
Acerca dos volumes e fluxos respiratórios analisados na espirometria, analise as assertivas abaixo e assinale a opção CORREЕТА:

I - Volume corrente (VC): volume de ar inspirado ou expirado em cada respiração normal.
II - Volume de reserva inspiratória (VRI): volume máximo de ar que pode ser inspirado após uma inspiração espontânea.
III - Volume de reserva expiratória (VRE): máximo volume extra de ar que pode ser expirado em uma expiração forçada após a expiração espontânea.
IV - Capacidade residual funcional (CRF): quantidade de ar que permanece nos pulmões ao final da expiração normal. Corresponde à soma do volume residual com o volume de reserva expiratória.
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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143885 Fisioterapia
A infecção com SARS-CoV-2 pode se apresentar clinicamente em uma destas três principais condições: portadores assintomáticos, indivíduos com doença respiratória aguda ou pacientes com pneumonia em diferentes níveis de gravidade.
Sendo assim, todas as alternativas abaixo representam manifestações clínicas da COVID19, EXCEТО:
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Q4138213 Fisioterapia
A aspiração nasotraqueal deve ser aplicada principalmente quando o mecanismo de tosse é deficitário e após o fisioterapeuta empregar técnicas para deslocar a secreção brônquica. A execução da aspiração nasotraqueal deve seguir cuidados rigorosos devido aos efeitos colaterais da técnica, que incluem
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Q4138207 Fisioterapia
O quadro fisiopatológico da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) constitui-se do sintoma: 
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Q4138201 Fisioterapia
De acordo com os dados apresentados na gasometria arterial, indique o distúrbio que está ocorrendo com o paciente com quadro de DPOC apresentando os seguintes parâmetros gasométricos:

Parâmetros gasométricos:

Ph: 7,48
PaCO2: 50 mmHg;
PaO2: 70 mmHg;
HCO3-: 34
BE: +6 
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Q4138197 Fisioterapia
A ventilação mecânica é uma estratégia comumente utilizada na unidade de terapia intensiva pediátrica como manejo de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica para garantir as trocas gasosas. Associada à ventilação mecânica, pode ser utilizada a posição prona, que se caracteriza pelo posicionamento do lactente em decúbito ventral, a fim de manter continuamente o suporte diafragmático e estabilização da caixa torácica. Sobre a técnica de posição prona, constata-se que a técnica
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Q4115179 Fisioterapia

Após a fase aguda da Covid-19 e na presença de estabilidade cardiorrespiratória e metabólica (preferencialmente nas primeiras 72 horas da doença crítica), o fisioterapeuta deverá estabelecer o plano terapêutico para preservar o estado funcional e/ou iniciar o processo de reabilitação com foco em ganho, a depender do diagnóstico e do prognóstico fisioterapêutico existente. Para definir possíveis critérios para realizar a progressão do protocolo, bem como para contraindicar sua realização, um consenso de especialistas desenvolveu um guia prático para identificar tais critérios. Trata-se de alto risco de eventos adversos para os protocolos de exercícios fora do leito:

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Q4115178 Fisioterapia

São considerados modos automáticos que facilitam o desmame da ventilação mecânica, EXCETO:

Alternativas
Q4115176 Fisioterapia

O modo ventilatório conhecido como NAVA – Ventilação Assistida com Ajuste Neural, tem sido relacionado ao aumento da sincronia paciente-ventilador durante a aplicação de ventilação mecânica invasiva e não-invasiva; sendo assim, é correto afirmar que:

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Q4115174 Fisioterapia

Pacientes com Doenças Neuromusculares (DNM) dificilmente apresentam parâmetros ventilatórios típicos para iniciar o desmame da Ventilação Mecânica (VM) e são incapazes de obter sucesso no Teste de Respiração Espontânea (TRE), sendo, consequentemente, submetidos à traqueostomia. Os pacientes neuromusculares normalmente acumulam secreção nas vias aéreas em virtude da ineficácia do mecanismo de tosse e da fraqueza dos músculos respiratórios –duas potenciais causas de falhas de desmame. Assinale, a seguir, o valor obtido pelo pico de fluxo expiratório que justifique a falha no desmame de um paciente com DNM:

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Q4115173 Fisioterapia

“Após a retirada do paciente da VM, o uso do CPAP tem sido associado à reversão de atelectasias, à melhora dos volumes pulmonares e à oxigenação, além da prevenção de pneumonias e tratamento de insuficiência respiratória hipoxêmica moderada.” Considerando o uso da Ventilação Não Invasiva (VNI) no pós-operatório de cirurgia cardíaca, analise as afirmativas a seguir.



I. O uso da VNI tem se mostrado eficaz na estabilização e na melhora da função pulmonar e na redução das taxas de reintubação traqueal, nos incrementos na oxigenação e na relação V/Q.


II. Clinicamente, o sucesso no uso da VNI, na Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA), se traduz na melhora do desconforto respiratório e das trocas gasosas na primeira hora de instituição da terapia; caso contrário, se houver piora do quadro, a intubação orotraqueal deverá ser considerada.


III. Além do CPAP, outras modalidades ventilatórias como ventilação com binível pressórico, RPPI e PSV + PEEP têm boa aplicabilidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca; entretanto, o consenso é que quando comparada ao binível, o CPAP demonstrou menor eficácia em reverter processos hipoxêmicos e melhorar a eficácia da tosse, facilitando a eliminação de secreções brônquicas.


IV. O desenvolvimento de insuficiência respiratória no período pós-operatório tem como principais causas processos pulmonares de colapso e infiltrativos, exceto em pacientes com disfunção miocárdica prévia.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4115172 Fisioterapia

Apesar de toda perspectiva histórica permeada de incertezas sobre o efeito da posição prona em relação aos desfechos clínicos, em junho de 2013, foi publicado o estudo Proseva, no qual os pacientes com PaO2/FiO2 < 150 mmHg utilizando FiO2 > 0,6 foram alocados randomicamente em dois grupos. O grupo ventilação prona 28 dias após a randomização, apresentou redução significativa da mortalidade quando comparado ao grupo controle – posição supina. Sendo assim, com base neste estudo, e outros, a posição prona possui evidências sobre sua eficácia e, a melhora significativa das trocas gasosas é atribuída a: 

Alternativas
Q4115171 Fisioterapia

As taxas de Pneumonia Associadas à Ventilação Mecânica (PAVM) podem variar de acordo com a população de pacientes e os métodos diagnósticos disponíveis. Contudo, vários estudos demonstram que a incidência dessa infecção aumenta com a duração da VM e apontam taxas de ataque de, aproximadamente, 3% por dia durante os primeiros cinco dias de ventilação e depois 2% para cada dia subsequente. Entre as considerações a respeito do tema, incluindo as medidas de controle, considera-se medida específica recomendada para prevenção de pneumonia: 

Alternativas
Respostas
2101: C
2102: D
2103: A
2104: D
2105: B
2106: E
2107: D
2108: E
2109: C
2110: E
2111: E
2112: A
2113: D
2114: B
2115: A
2116: A
2117: A
2118: A
2119: A
2120: A