Questões de Concurso
Sobre ética e liberdade em filosofia
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I. Quando o pensador fala que “nascemos do mundo”, quer dizer que, desde cedo, existe um campo aberto de possibilidades à nossa disposição, que pode nos permitir sermos livres ou não. II. Podemos compreender que o filósofo está buscando explicar o significado e o conceito de liberdade com base em dois aspectos: o da construção e o da liberdade situada. Em ambos os aspectos, o mundo abre caminhos, mas também impõem limites para a vivência da liberdade. III. Pode-se compreender a nossa existência com base em dois fundamentos: que nunca há determinismo e que nunca há escolhas absolutas, “pois nunca somos consciência nua”, algo pronto, acabado, somos seres abertos a uma infinidade de possibilidades. IV. O pensador está concordando com o pensamento de Rousseau, que afirma: “o homem no seu estado natural não é livre”, porque já nasce pronto. Segundo o filósofo, o homem é “o lobo do próprio homem”. Para ambos os pensadores, é a sociedade que torna o homem livre bondoso e virtuoso. Em outras palavras, é a sociedade que constrói a essência humana.
Trata-se de regras
I. Reuniu o significado que representa a disciplina, entendendo a amplitude de alcance da disciplina e dos aspectos que formam o currículo.
II. Estabeleceu uma identidade do Ensino Religioso.
III. Deixou de realizar o que é de seu ofício, de ensinar o comportamento correto, o conteúdo elaborado da disciplina e as orientações curriculares nacionais.
Quais estão corretas?
Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta.
( ) Podemos considerar o hedonismo como uma forma de teoria ética teleológica, pois o que essa teoria recomenda é que tenhamos atitudes segundo o princípio de produzir maior felicidade como consequência de nossas ações, a qual é entendida como prazer. ( ) Os estoicos observam que, ao agir, procuramos acumular poder e riqueza, restringindo nossos desejos a coisas sobre as quais temos controle. ( ) Para o estoico, a razão pela qual alguém cumpre seu dever é que é a única maneira pela qual uma pessoa pode alcançar a verdadeira felicidade. ( ) Segundo os estoicos, a única maneira de cumprir nosso dever de viver em harmonia com o universo é ceder às nossas paixões, desejos e emoções.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
I. Na medida em que a ética, a filosofia política e a estética levantam questões sobre julgamentos relativos ao valor, elas se referem à axiologia. II. A tentativa filosófica da ética de fornecer um padrão para avaliar leis, religiões, costumes e preferências individuais é, ela mesma, baseada nos valores pessoais de cada filósofo. III. Como justificativa utilitária (Filosofia Utilitarismo) para a pena de morte, a teoria da reforma utilitarista recomenda uma mudança na sociedade como um todo por meio da eliminação de indivíduos ameaçadores na comunidade. IV. De acordo com Sócrates e Platão, devemos agir virtuosamente pelo bem dos outros, independentemente do agir moralmente melhorar nossa capacidade de discernir o que é bom ou de controlar nossas paixões.
Assinale a alternativa correta.
Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
1) A ______ precede a ______. 2) No mundo estamos condenados a ser ______.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O conceito de agente autônomo é essencial no pensamento ético. Suas origens são do grego antigo, sendo a junção das palavras autos que significa “eu mesmo” ou “si mesmo” e a palavra nomos que significa “lei”, “norma”, “regra”. Portanto trata-se daquele que tem o poder para dar a si mesmo a regra, a norma, a lei, gozando de liberdade e autonomia. II. O valor supremo da ética é a liberdade, então nada pode restringir a ação de um agente livre, mesmo quando ele causa dor para outros indivíduos. A moral como relativa historicamente e variável para cada sociedade não pode ter valores universais. Uma determinada sociedade pode conter indivíduos que gostem de sentir dor e serem humilhados. III. No pensamento ético existe uma relação entre meios e fins para se atingir objetivos. Porém, essa relação pressupõe a ideia de discernimento, ou seja, o uso da razão para distinguir entre meios morais e imorais, tais como nossa sociedade os definem. Esse discernimento precisa ser educado e desenvolvido para os valores morais, pois ele é criado pela vida intersubjetiva e social, e não nasce conosco, sendo um item fundamental no desenvolvimento de uma pedagogia voltada para o desenvolvimento humano. IV. A conduta ética é aquela na qual o agente não sabe exatamente o que está em seu poder de realizar, deixando-se arrastar pelas circunstâncias e instintos. Também pode ser considerada uma atitude ética quando se submete a uma vontade alheia, recusando-se a independência e capacidade de autodeterminação.
Estão corretas as afirmativas:
De acordo com a fenomenologia da liberdade proposta por Peter Strawson é correto afirmar que a liberdade
Considere o seguinte argumento:
“Não é necessário que uma ação generosa sumariamente mencionada em um velho livro de história ou em um jornal de um país remoto deva transmitir fortes sentimentos de aplauso e admiração. A virtude, quando situada a uma tal distância, é como uma estrela fixa que, embora apareça aos olhos da razão tão luminosa como o sol a prumo, está tão infinitamente afastada que não afeta os sentidos com sua luz ou calor. Traga-se essa virtude para mais perto, pela nossa familiaridade ou conexão com as pessoas envolvidas (...) e nossos corações serão imediatamente capturados, nossa simpatia avivada, e nossa apática aprovação convertida nos mais fervorosos sentimentos de amizade e consideração.” (HUME, 2003, p. 299).
Tendo em vista esse argumento de Hume é correto afirmar que o (a)
As afirmações a seguir são pertinentes ao cognitivismo ético, EXCETO:
Considere o seguinte argumento:
“(...) a ética envolve exigências da razão que estão aí quer saibamos disso, quer não, e nossos olhos se abrem a essas exigências pela aquisição da ‘sabedoria prática’. A ‘sabedoria prática’, portanto, é o tipo de coisa adequada a servir como modelo do entendimento, a faculdade que nos habilita a reconhecer e a criar o tipo de inteligibilidade que depende de uma inserção no espaço das razões.” (MCDOWELL, 1994, p. 116).
Esse argumento proposto por John McDowell no livro "Mente e Mundo" caracteriza o