Questões de Concurso
Sobre ética e liberdade em filosofia
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Nietzsche argumentou que haviam dois tipos fundamentais de moralidade: moral do senhor (moralidade mestre ou moral nobre) e moral de escravos (moral de rebanho). A moralidade do senhor valoriza o orgulho, força e nobreza, enquanto a moral dos escravos valoriza coisas como a bondade, humildade e simpatia. Moralidade mestre pesa ações em uma escala de consequências boas ou más (ou seja, virtudes clássicas e vícios, o consequencialismo), ao contrário da moral de escravos que pesa ações em uma escala de boas ou más intenções (por exemplo, virtudes e vícios cristãos).
(NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p. 75.)
No excerto anterior, da obra de Nietzsche “Genealogia da moral”, são descritos alguns ícones sobre a moral dos senhores e dos escravos. Para o autor, de acordo com o excerto e suas teorias:
[...] “O fato de os ricos serem geralmente poucos e os pobres serem muitos faz com que estas duas partes pareçam seguimentos opostos entre as existentes na cidade, e faz igualmente que a predominância das pretensões de uma ou de outra determine as formas de governo, a ponto de se pensar que há apenas duas formas”.
ARISTÓTELES, Livro IV, Capítulo III, 1291b.
Na Ética a Nicômaco, Aristóteles explica sobre as formas de governo. Acerca delas, Aristóteles afirma que são de espécies variadas
Na filosofia, ética e moral são frequentemente usadas como sinônimos, mas alguns filósofos fazem distinções entre esses termos. A ética é frequentemente vista como um campo teórico que investiga os princípios e valores que guiam o comportamento humano, enquanto a moral refere-se às normas e regras de conduta que orientam as ações individuais e coletivas.
O sujeito moral ou ético apresenta a condição de ser responsável, isto é, de capacidade para controlar e orientar desejos, impulsos, tendências, sentimentos (para que estejam em conformidade com a consciência) e de capacidade para deliberar e decidir entre as diversas alternativas possíveis
A moral é sistemática e particular a partir de um conjunto de regras, valores, proibições e tabus que provêm de fora do ser humano, ou seja, que são cultivados ou impostos pela política, costumes sociais, religiões ou ideologias.
A ética da virtude, desenvolvida por alguns filósofos, como Aristóteles, foca no desenvolvimento do caráter moral e das virtudes pessoais como meio para alcançar a excelência moral e a felicidade. Aristóteles defende que a virtude está no meio-termo entre dois extremos de vícios, como a coragem entre a covardia e a temeridade.
Nesse caso, a não utilização do uso de animais para teste de produtos a serem desenvolvidos pela referida indústria, ante a possibilidade de sofrimento a esses seres vivos, configura uma opção relacionada à:
Em relação à ética e à moral, julgue o item.
Os valores éticos e morais sujeitam‑se estritamente
ao conjunto de normas codificadas que norteiam o
convívio dos indivíduos em uma sociedade.
Em relação à ética e à moral, julgue o item.
A moral rege as relações da sociedade e
fundamenta‑se em seus costumes e em suas regras de
convivência, os quais podem ser modificados com as
influências sofridas pela comunidade.
Em relação à ética e à moral, julgue o item.
A ética deontológica permite uma valoração das
consequências para justificar a conduta praticada.
A respeito da relação entre ética, moral e democracia e dos aspectos atinentes ao exercício da cidadania, julgue o item subsequente.
Na perspectiva clássica, a ética assume uma concepção
predominantemente formal, dissociada da análise dos bens
que as pessoas desejam e do modo como aqueles são
distribuídos no direito, na política e na economia.
A respeito da relação entre ética, moral e democracia e dos aspectos atinentes ao exercício da cidadania, julgue o item subsequente.
A ética e a moral não são sinônimas, sendo esta última
objeto de estudo da primeira, que, por sua vez, poderia ser
definida como ciência da moral.
Julgue o item a seguir.
A ética, enquanto um construto filosófico, é uma entidade
estática e definitiva, desprovida de complexidades ou
nuances, que não requer qualquer forma de revisão ou
análise contínua para se adequar aos desafios éticos
emergentes na sociedade moderna.
SARTRE, J.P. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Nova Cultural, 1987. p. 9.
Conforme se lê no trecho acima, quanto ao existencialismo, Jean-Paul Sartre afirma que
Nele, o pensador indiano defende a tese de que
Sua proposta central é a de que os arranjos legais da sociedade devem