Questões de Concurso
Sobre ética e liberdade em filosofia
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(KANT, 1980, I, 2, p. 23.)
O racionalismo é uma corrente filosófica que concebe a razão como a principal fonte do conhecimento. No entanto, segundo Kant:
(Disponível em: https://arteref.com/artigos-academicos/. Acesso em: novembro de 2024.)
No rico escopo de obras e ideias relacionadas ao pensamento e a estética no Iluminismo, nos deparamos com Immanuel Kant, que preconiza, entre outros fatores, que:
(KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. São Paulo: Martin Claret, 2005, p. 47).
Sobre os conceitos de ética e moral e o pensamento ético de Kant, é correto afirmar que:
(ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2006, p. 22.)
Santo Agostinho, representando a ética cristã, declara em “Confissões”: “não podemos alcançar a virtude sem o auxílio da graça divina”.
(AGOSTINHO, Santo. Confissões. São Paulo: Paulus, 2010, p. 45.)
Com base na Ética de Aristóteles e nos fundamentos da ética cristã, é correto afirmar que:

(Disponível em: https://www.letras.mus.br/. Em: fevereiro de 2024.)
Nietzsche argumentou que haviam dois tipos fundamentais de moralidade: moral do senhor (moralidade mestre ou moral nobre) e moral de escravos (moral de rebanho). A moralidade do senhor valoriza o orgulho, força e nobreza, enquanto a moral dos escravos valoriza coisas como a bondade, humildade e simpatia. Moralidade mestre pesa ações em uma escala de consequências boas ou más (ou seja, virtudes clássicas e vícios, o consequencialismo), ao contrário da moral de escravos que pesa ações em uma escala de boas ou más intenções (por exemplo, virtudes e vícios cristãos).
(NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p. 75.)
No excerto anterior, da obra de Nietzsche “Genealogia da moral”, são descritos alguns ícones sobre a moral dos senhores e dos escravos. Para o autor, de acordo com o excerto e suas teorias:
[...] “O fato de os ricos serem geralmente poucos e os pobres serem muitos faz com que estas duas partes pareçam seguimentos opostos entre as existentes na cidade, e faz igualmente que a predominância das pretensões de uma ou de outra determine as formas de governo, a ponto de se pensar que há apenas duas formas”.
ARISTÓTELES, Livro IV, Capítulo III, 1291b.
Na Ética a Nicômaco, Aristóteles explica sobre as formas de governo. Acerca delas, Aristóteles afirma que são de espécies variadas
Na filosofia, ética e moral são frequentemente usadas como sinônimos, mas alguns filósofos fazem distinções entre esses termos. A ética é frequentemente vista como um campo teórico que investiga os princípios e valores que guiam o comportamento humano, enquanto a moral refere-se às normas e regras de conduta que orientam as ações individuais e coletivas.
O sujeito moral ou ético apresenta a condição de ser responsável, isto é, de capacidade para controlar e orientar desejos, impulsos, tendências, sentimentos (para que estejam em conformidade com a consciência) e de capacidade para deliberar e decidir entre as diversas alternativas possíveis
A moral é sistemática e particular a partir de um conjunto de regras, valores, proibições e tabus que provêm de fora do ser humano, ou seja, que são cultivados ou impostos pela política, costumes sociais, religiões ou ideologias.
A ética da virtude, desenvolvida por alguns filósofos, como Aristóteles, foca no desenvolvimento do caráter moral e das virtudes pessoais como meio para alcançar a excelência moral e a felicidade. Aristóteles defende que a virtude está no meio-termo entre dois extremos de vícios, como a coragem entre a covardia e a temeridade.