Questões de Concurso
Sobre ética e liberdade em filosofia
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https://www.todamateria.com.br/etica-e-moral/-adaptado.Acessado em 09/11/2025.
A ética e a moral são faces de um mesma moeda, pois auxiliam na convivência harmônica da sociedade. São consideradas diferenças básicas entre ética e moral:
Observe as relações abaixo.
Modéstia - coragem - inveja.
Vileza - temperança - condescendência.
Avareza - liberalidade - zombaria.
Insensibilidade - respeito próprio - orgulho.
Covardia- magnificência - temeridade.
Indiferença - gentileza - irascibilidade.
Malevolência - veracidade -libertinagem.
Tédio - agudeza de espírito- prodigalidade.
Grosseria - amizade - vulgaridade.
Descrédito próprio -justa indignação - vaidade.
A partir da análise das listas de palavras acima, que apresentam resumidamente a síntese das virtudes e dos vícios elencados por Aristóteles na obra Ética a Nicômaco, assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação Vício por Falta – Virtude – Vício por Excesso.
EPICURO. Carta sobre a felicidade (a Meneceu). São Paulo: Unesp, 2002.
Ao correlacionar o texto com o contexto atual das redes sociais, o ensino da filosofia colabora na
E por que, não obstante, constitui a guerra um problema? Porque ela não é somente o homicídio institucionalizado; mais exatamente porque o homicídio do inimigo coincide com o sacrifício do indivíduo à sobrevivência física de seu próprio Estado. É com efeito nesse ponto que a guerra propõe aquilo que eu chamaria o problema de uma “ética da angústia”. Se a guerra só me pusesse em face de um problema: matarei o inimigo ou não o matarei? – só o medo e a idolatria de um Estado divinizado explicariam minha submissão ao Estado maléfico, e esses dois motivos me condenariam totalmente; meu dever estrito seria ser objetante de consciência. Mas a guerra também me propõe uma outra questão: deverei arriscar minha vida para que meu Estado sobreviva? A guerra é essa situação-limite, essa situação absurda, que faz coincidir o homicídio com o sacrifício. Promover a guerra é, para o indivíduo, ao mesmo tempo matar o próximo, o cidadão de outro Estado, e pôr sua vida em jogo para que o Estado respectivo continue a existir.
RICOEUR, P. História e verdade. Rio de Janeiro: Forense, 1968.
TEXTO 2
O Estado somos nós, ele não é nada mais do que o representante e promotor da rousseauniana vontade geral, e cabe ao conjunto da sociedade fazer com que o Estado promova e implemente a educação pública que queremos.
GALLO, S. A escola pública numa perspectiva anarquista. Verve, n. 1, 2002 (adaptado).
O Texto 1 remete ao conflito entre interesses individuais e interesses públicos em uma situação de guerra. Esse conflito, porém, pode ser constatado em situações menos dramáticas que a guerra, como a tensão entre o comportamento dos estudantes e as regras da escola, como apontado no Texto 2. Com base na angústia mencionada com a situação de guerra abordada no Texto 1, do ponto de vista institucional, como se interpreta o Texto 2 numa situação conflituosa no ambiente escolar?
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine."
(1 Coríntios 13:1)
"A vitória é para aquele que subjuga seu próprio ego."
(Dhammapada, 103)
Sobre a interface entre ética, moral e valores religiosos, assinale a alternativa CORRETA.
I.Para Aristóteles, o bem supremo da vida humana é a eudaimonia, compreendida como uma atividade da alma conforme a virtude.
II.A virtude ética é adquirida pelo hábito, resultando da repetição de ações que buscam o justo meio entre os excessos e as deficiências.
III.A ação moralmente correta independe da deliberação racional, pois se orienta principalmente pelas paixões e inclinações naturais.
É correto o que se afirma em: