Questões de Concurso Sobre a política em filosofia

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Q3916746 Filosofia
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


Acerca do pensamento político de Maquiavel


  Na Itália do Renascimento, reinava grande confusão. A tirania imperava em pequenos principados. É nesse panorama de crise econômica e política que Nicolau Maquiavel nasceu (1469). De formação erudita, ele deixará como legado principal de seu pensamento o livro O Príncipe, no qual distingue e analisa pragmaticamente as formas objetivas pelas quais se manifesta o poder da política. Até então, o estudo dos assuntos de Estado vinculava-se à moral e à religião, descarnados de uma base mais concreta, impondo-se como modelos ideais do bom governante de uma sociedade justa.

    Maquiavel mudou o curso do pensamento político. Passou a vê-lo associado às ações efetivas do poderoso, que deveriam vir à luz longe de qualquer abstração. Assim, seu conceito de virtude distingue, na política, a qualidade do homem que sabe aproveitar o momento exato criado pela fortuna, entendendo-se por esta o momento histórico que propicia a ocasião na qual o homem faz valer sua real inclinação política, conduzindo suas ações com método rigoroso, para alcançar o êxito pretendido: chegar ao poder e mantê-lo. O carisma da virtude é próprio de quem se adapta à natureza de seu tempo, de quem apreende seu sentido e se capacita para realizar na prática a necessidade latente de sua época. Maquiavel oferece aos pleiteantes do poder um modelo pragmático e astucioso de bem orientada ação política.

    É lícito discordar das ideias de Maquiavel, mas é difícil demonstrar que o convívio político entre os homens, ao longo dos séculos, tenha sido outro. Se existem boas teorias políticas, a prática é sempre diferente. Maquiavel simplesmente fez da prática uma teoria. O enunciado brutal dos princípios do maquiavelismo, com sua chocante amoralidade, explicitaria a realidade interna do poder político. E isso talvez seja uma contribuição preciosa, até hoje, para a superação desse amoralismo.


(Adaptado de: MARTINS, Carlos Estevam. Encarte a Maquiavel (passim) - Os pensadores. São Paulo: Ed. Abril, 1973)
Maquiavel mudou o curso do pensamento político, conforme assevera o autor do texto, porque
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: UNIFESP Prova: VUNESP - 2026 - UNIFESP - Produtor Cultural |
Q3915713 Filosofia
Considerando que, ao refletir sobre a função da arte, Ernst Fischer dialoga com vários autores, leia o trecho a seguir:

... toda arte é condicionada pelo seu tempo e representa a humanidade em consonância com as ideias e aspirações, as necessidades e as esperanças de uma situação histórica particular. Mas, ao mesmo tempo, a arte supera essa limitação e, de dentro do momento histórico, cria também um momento de humanidade que promete constância no desenvolvimento.
(Ernst Fischer, A necessidade da arte)

Nesse trecho, Fischer está dialogando com
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Q3877588 Filosofia
“1. A observação nos mostra que cada Estado é uma comunidade estabelecida com alguma boa finalidade, uma vez que todos sempre agem de modo a obter o que acham bom. Mas, se todas as comunidades almejam o bem, o Estado ou comunidade política, que é a forma mais elevada de comunidade e engloba tudo o mais, objetiva o bem nas maiores proporções e excelência possíveis.
2. É um erro supor que sejam as mesmas as relações entre um estadista e o Estado, entre um rei e seus súditos, entre um chefe de família e sua casa, entre senhores e escravos. Com efeito, elas diferem não apenas no tamanho, mas na espécie. Tamanho não é critério” (Aristóteles, 2004, p. 143).

Com base no fragmento, é correto afirmar que Aristóteles articula a finalidade do Estado com a distinção entre formas de domínio doméstico e comunitário, apontando para a relação entre a
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Q3872707 Filosofia
Nicolau Maquiavel (1469-1527) iniciou uma nova fase do pensamento sobre o poder ao abandonar o enfoque ético-religioso e propor uma abordagem mais realista da política. Ele fez parte dos pensadores do período do: 
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Q3872351 Filosofia
De acordo com Marx, o capitalismo criou uma classe revolucionária, a qual, em virtude de suas condições de existência, deve se organizar para, no momento oportuno, fazer a revolução social rumo ao socialismo. Essa classe revolucionária que, pela definição do filósofo, é a classe de trabalhadores assalariados modernos que, destituídos dos meios de produção, se veem obrigados a vender sua força de trabalho para poder existir. Trata-se: 
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Q3825524 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC propõe que a filosofia ajude os estudantes a compreender práticas sociais, valores e a organização política. Essa orientação converge com o apresentado no texto 5A2-I porque
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Q3825520 Filosofia
        Considerando a perspectiva crítica de Benjamin, Adorno e Horkheimer sobre arte e capitalismo, um professor decidiu analisar com a turma uma música amplamente difundida pela indústria cultural, discutindo sua estrutura repetitiva, seu apelo comercial e a forma como é consumida pelos jovens.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade. 
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Q3825519 Filosofia
Imagem associada para resolução da questão Cândido Portinari. O lavrador de café. Internet:<www.commons.wikimedia.org>
        Em uma aula interdisciplinar, o professor utilizou uma imagem da pintura O lavrador de café, de Cândido Portinari, mostrada acima, para trabalhar simultaneamente conteúdos de filosofia e história. A atividade consistia na seguinte sequência.
1) Analisar a figura do trabalhador rural representado na obra, discutindo conceitos filosóficos como alienação, trabalho e dignidade humana (por exemplo, no pensamento de Marx e outras teorias críticas do trabalho).
2) Relacionar a imagem ao contexto histórico da economia cafeeira no Brasil, abordando desigualdade social, concentração fundiária e o papel do café no processo de modernização brasileira no início do século XX.
3) Debater como a arte pode funcionar como documento histórico e, ao mesmo tempo, como interpretação crítica da realidade social.

Assinale a opção que apresenta um motivo pelo qual essa proposta didática representa uma boa estratégia de seleção e articulação de conteúdos.
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Q3825509 Filosofia
        É evidente que o ser humano — muito mais do que a abelha ou do que qualquer outro animal gregário — é um animal político. A natureza nada faz sem um propósito e o ser humano é o único entre os animais que tem o dom da palavra (logos). Ora, a simples voz (phoné) pode indicar a dor e o prazer — e outros animais a possuem —, mas a palavra tem a finalidade de expressar o conveniente e o nocivo — e, portanto, também o justo e o injusto; a característica específica do ser humano em comparação com os outros animais é que somente ele tem o sentimento do bem e do mal, do justo e do injusto e de outras qualidades morais, e é a comunidade de seres com tais sentimentos morais que constitui a família e a cidade (pólis).

Aristóteles. Política. Mário da Gama Kury (Trad.). Brasília: UnB, 1997, p. 15 (com adaptações). 
Com base no trecho precedente e na filosofia política de Aristóteles, assinale a opção correta.
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Filosofia |
Q4145301 Filosofia
É rigorosamente necessário separar da moral os princípios de toda religião particular, e não admitir na instrução pública o ensino de qualquer culto religioso. Cada um deles deve ser ensinado nos templos, por seus ministros. Os pais, qualquer que seja sua crença, qualquer que seja sua opinião sobre a necessidade de tal ou qual religião, poderão então, sem repugnância, enviar seus filhos aos estabelecimentos nacionais, e o poder público não terá usurpado os direitos de consciência sob pretexto de esclarecê-la e de conduzi-la.

CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.

Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Filosofia |
Q4145284 Filosofia
Texto para questão


A crítica de Sócrates ao saber, aparentemente negativa, tem dupla significação. De um lado, supõe que o saber e a verdade devem ser engendrados pelo próprio indivíduo. Por isso Sócrates afirma que se contenta, na discussão com outrem, em desempenhar o papel de parteiro. Ele mesmo não sabe nada e não ensina nada, mas contenta-se em questionar, e são suas questões, suas interrogações, que auxiliam seus interlocutores a parir “sua” verdade. Essa imagem nos permite entender bem que é na alma que se encontra o saber e que ao indivíduo cabe descobri-la, até que ele descubra, graças a Sócrates, que seu saber era vazio. Na perspectiva de seu próprio pensamento, Platão exprimirá miticamente essa ideia, dizendo que todo conhecimento é reminiscência de uma visão que a alma teve em uma existência anterior.


HADOT, P. O que é a filosofia antiga? São Paulo: Loyola, 1999 (adaptado).
No primeiro livro de A República, Platão apresenta a célebre afirmação de Trasímaco de que a justiça equivale ao “favorável para o mais forte”. Com o intuito de refutar a tese do sofista, Platão formula outra definição, na qual defende a
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Filosofia |
Q4145275 Filosofia
TEXTO 1

E por que, não obstante, constitui a guerra um problema? Porque ela não é somente o homicídio institucionalizado; mais exatamente porque o homicídio do inimigo coincide com o sacrifício do indivíduo à sobrevivência física de seu próprio Estado. É com efeito nesse ponto que a guerra propõe aquilo que eu chamaria o problema de uma “ética da angústia”. Se a guerra só me pusesse em face de um problema: matarei o inimigo ou não o matarei? – só o medo e a idolatria de um Estado divinizado explicariam minha submissão ao Estado maléfico, e esses dois motivos me condenariam totalmente; meu dever estrito seria ser objetante de consciência. Mas a guerra também me propõe uma outra questão: deverei arriscar minha vida para que meu Estado sobreviva? A guerra é essa situação-limite, essa situação absurda, que faz coincidir o homicídio com o sacrifício. Promover a guerra é, para o indivíduo, ao mesmo tempo matar o próximo, o cidadão de outro Estado, e pôr sua vida em jogo para que o Estado respectivo continue a existir.

RICOEUR, P. História e verdade. Rio de Janeiro: Forense, 1968.

TEXTO 2

O Estado somos nós, ele não é nada mais do que o representante e promotor da rousseauniana vontade geral, e cabe ao conjunto da sociedade fazer com que o Estado promova e implemente a educação pública que queremos.

GALLO, S. A escola pública numa perspectiva anarquista. Verve, n. 1, 2002 (adaptado).

O Texto 1 remete ao conflito entre interesses individuais e interesses públicos em uma situação de guerra. Esse conflito, porém, pode ser constatado em situações menos dramáticas que a guerra, como a tensão entre o comportamento dos estudantes e as regras da escola, como apontado no Texto 2. Com base na angústia mencionada com a situação de guerra abordada no Texto 1, do ponto de vista institucional, como se interpreta o Texto 2 numa situação conflituosa no ambiente escolar?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Ciências Sociais |
Q4145119 Filosofia
Texto para questão


A obra A Guerra dos Kanaimés 5, da série A Guerra dos Kanaimés, de Jaider Esbell, artista visual Makuxi, apresenta elementos da cosmologia indígena por meio de linguagem pictórica contemporânea, estabelecendo diálogo entre tradição ancestral e crítica social. Seus trabalhos, expostos em espaços como a Bienal de São Paulo, questionam narrativas hegemônicas sobre arte e cultura brasileira, posicionando-se contra a folclorização dos saberes indígenas. Nessa obra, Esbell articula símbolos tradicionais Makuxi com técnicas artísticas contemporâneas, criando uma síntese estética que funciona como instrumento de resistência cultural e política. O artista utiliza sua produção para educar tanto comunidades indígenas quanto não indígenas sobre cosmologias originárias, assumindo papel pedagógico transformador que transcende os limites convencionais entre arte, educação e militância. Essa postura artística dialoga com teorias críticas contemporâneas sobre o papel dos intelectuais na transformação social, especialmente no que se refere à produção de conhecimento contra-hegemônico e à formação de consciência crítica por meio de práticas culturais engajadas.


Disponível em: https://tucumbrasil.com Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).


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ESBELL, J. A Guerra dos Kanaimés 5. 145 x 110 cm, s.l., 2020. Disponível em: https://tucumbrasil.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).
Em uma aula de Sociologia, uma estudante mencionou que indígenas, ribeirinhos e quilombolas, ainda que atuem politicamente, sentem-se invisibilizados pela classe dirigente. Para refletir a respeito, a professora chegou à conclusão de que poderia potencializar a discussão por meio de conceitos da teoria de Gramsci. Assinale a alternativa que apresenta os conceitos gramscianos apropriados para abordar o tema do trabalho intelectual e manual.
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Q4110174 Filosofia
Segundo Foucault, como o conceito de “biopoder” redefine as formas tradicionais de soberania na modernidade?
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Q4110173 Filosofia
Como a experiência estética, no contexto do ensino de filosofia, pode operar como dispositivo formativo da criticidade do sujeito em uma sociedade marcada pela estetização da ideologia? 
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Q4110172 Filosofia
Ao refletir sobre as origens do totalitarismo e a banalidade do mal, Hannah Arendt desloca a análise do mal como monstruosidade moral para compreendê-lo em termos de ausência de pensamento. Nesse sentido, o que melhor caracteriza, segundo Arendt, o agente da banalidade do mal?
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Q4110171 Filosofia
No contexto do materialismo histórico, a dinâmica das transformações sociais é interpretada por meio da interação entre a infraestrutura econômica e a superestrutura política e ideológica. Considerando essa relação, assinale a alternativa que melhor representa a concepção marxista acerca da determinação social. 
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064578 Filosofia
Com o Iluminismo surge a tentativa de refundar as bases da sociedade a partir da razão, e não mais a partir do puro exercício da força ou dos valores tradicionais.
Uma ideia política fundamental, tributária do Iluminismo, é a de que  
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064576 Filosofia
O homem selvagem [sic] e o homem policiado diferem de tal modo, tanto no fundo do coração quanto nas suas inclinações, que aquilo que determinaria a felicidade de um reduziria o outro ao desespero. O primeiro só almeja o repouso e a liberdade, só quer viver e permanecer na ociosidade. O cidadão, ao contrário, sempre ativo, cansa-se, agita-se, atormenta-se sem cessar para encontrar ocupações ainda mais trabalhosas. 
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São Paulo: Abril, 1973. (Adaptado.)

O trecho acima diz respeito à tese do filósofo a respeito da origem das desigualdades entre os seres humanos. 
Segundo Rousseau, a desigualdade social e política é fruto de
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Q3986961 Filosofia
A filosofia política e social busca compreender como as formas de produção, o trabalho e as relações econômicas influenciam a organização da vida em sociedade. No pensamento marxista, essas relações estão no centro da explicação sobre a formação das ideias, das instituições e das estruturas sociais. A respeito do pensamento de Marx e das relações de trabalho, assinale a alternativa correta. 
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Respostas
41: E
42: D
43: D
44: A
45: B
46: A
47: E
48: A
49: E
50: B
51: A
52: B
53: A
54: B
55: A
56: A
57: C
58: B
59: B
60: B