Questões de Concurso
Sobre balanço patrimonial em contabilidade geral
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O grupo do patrimônio líquido, que representa o valor residual entre o ativo e o passivo, inclui as contas capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados.
O balanço patrimonial é composto pelo ativo, pelo passivo e pelo patrimônio líquido. Considerando-se que o ativo e o passivo sejam divididos em circulante e não circulante, é correto afirmar que as obrigações que vencerem após o término do exercício social seguinte deverão ser classificadas no passivo não circulante.
O objetivo do balanço patrimonial é evidenciar a situação financeira e patrimonial da organização em determinada data, representando, desse modo, uma posição dinâmica do negócio.
No ativo, as contas são classificadas em ordem crescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados.
Para que se reconheça um item como ativo, é necessário que o recurso seja controlado pela entidade e resultante de eventos passados; por isso, o item que gera benefício futuro não compõe o ativo.
De acordo com o pronunciamento técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) referente à apresentação das demonstrações contábeis, o valor da participação de não controladores destacado dentro do patrimônio líquido e o valor de instrumentos financeiros disponíveis para venda são exemplos de informações apresentadas no balanço patrimonial.
Na alienação de imobilizado, havendo saldo na conta de depreciação acumulada do bem, esta deverá ser encerrada contra a própria conta do bem, antes de efetuada a baixa do imobilizado.
Uma provisão deve ser uma obrigação existente no presente, como resultado de um evento passado, que provavelmente exigirá uma saída de recursos no futuro, com possível estimação do seu valor de saída.
Considere que uma empresa tenha descontado R$ 100 em duplicatas no banco em que mantém conta e que, no ato do desconto, devido às tarifas e aos juros cobrados, ela tenha recebido o valor líquido de R$ 96 em sua conta corrente. Nessa situação, o valor dos juros e das tarifas cobrados será imediatamente reconhecido como despesa do período.
Se uma empresa tiver apurado, sobre a folha de pagamento, INSS no valor de R$ 8.360, salário-maternidade no valor de R$ 6.000 e salário-família no valor de R$ 1.000 e se esses forem os únicos eventos relevantes a considerar, então a empresa deverá registrar um valor total a recolher de R$ 15.360
Suponha que uma empresa tenha realizado vendas em moeda estrangeira no valor de US$ 100.000, com cotação do dólar norte-americano na data da venda de R$ 2,35/US$ 1,00 e que, ao final do exercício, antes da liquidação da operação, o real tenha sofrido uma desvalorização de 2% em relação ao dólar. Nessa situação, a empresa deverá registrar uma receita de variação cambial no valor de R$ 4.700.
Na baixa de um crédito a receber considerado incobrável, ocorre um lançamento a débito na conta de provisão para créditos de liquidação duvidosa.
Se uma empresa possuir R$ 4 milhões em ativos, ela possuirá, necessariamente, o mesmo montante em obrigações totais.
O balanço patrimonial de uma empresa representa graficamente a sua situação patrimonial.
A situação líquida de uma organização, que resulta da diferença entre seus ativos e seus passivos, é afetada negativamente pelas despesas da organização e positivamente pelo reconhecimento de receitas e investimentos feitos por seus acionistas.
Um ativo intangível, ou seja, que não tem necessariamente substância física, será reconhecido mesmo quando o seu custo ou o seu valor justo não puderem ser definidos com segurança.
Ao penhorar ativos financeiros para garantir seus passivos, incluindo-se os passivos contingentes, uma empresa deve divulgar o valor contábil dos ativos financeiros penhorados como garantia e os termos e condições relativos a esse penhor.
Empresa caracterizada como média empresa que elabore seu balanço patrimonial distinguindo o grupo circulante do grupo não circulante deve classificar qualquer passivo fiscal diferido como circulante.
Ao se mensurar um ativo por valor justo, parte-se da premissa de que o ativo foi trocado em uma transação forçada entre participantes do mercado.
Em algumas situações, para mensurar o valor recuperável de um ativo intangível, não é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda e o valor em uso desse ativo. Isso acontece quando um desses valores excede o valor contábil do intangível, de acordo com o CPC 01 (R1) – Redução ao Valor Recuperável.