Questões de Concurso Sobre educação artística

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Q3689350 Educação Artística
A Música Popular Brasileira (MPB) é um gênero musical extremamente diversificado e influente, resultado da rica mistura de diferentes estilos, ritmos e culturas presentes no Brasil. Sobre a MPB, identifique e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3689349 Educação Artística
A linguagem musical é composta por diversos elementos que formam a estrutura básica de uma composição. Sobre esse tema, relacione as colunas abaixo:

Coluna I:
1. Melodia.

2. Harmonia.

3. Ritmo.

4. Expressão.

Coluna II:
(__) Indica a interpretação e o sentimento transmitido por meio da música. Inclui elementos como fraseado, acentuação e interpretação pessoal do músico.       

(__) Refere-se à combinação de sons simultâneos, geralmente formando acordes. Fornece uma base tonal para uma música e cria a sonoridade em conjunto com a melodia.

(__) É uma sucessão de notas musicais que formam uma linha musical. É a parte mais reconhecível de uma música e é geralmente o elemento principal que permanece na mente do ouvinte.

(__) É uma organização do tempo na música, uma sucessão de notas ou pausas que criam padrões rítmicos. Inclui elementos como o pulso (batida), a métrica e a divisão do tempo.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Alternativas
Q3689348 Educação Artística
A  história da música ocidental é vasta e abrange um desenvolvimento rico ao longo de milênios. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta sobre o Período Clássico da história da música ocidental:
Alternativas
Q3689347 Educação Artística
O método Suzuki é um sistema de ensino de música desenvolvido pelo violinista japonês Shinichi Suzuki na década de 1940. Aplicado inicialmente ao violino, expandiu-se para outros instrumentos, como piano, violoncelo, flauta, entre outros. O método é baseado na ideia de que qualquer criança pode aprender música da mesma forma que aprende sua língua nativa, por meio de um ambiente de educação, estímulo precoce e prática consistente. Sobre esse método, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3689134 Educação Artística

Relacione as posições básicas de braços e pés no ballet clássico (método Francês - método da Escola de Ballet da Ópera de Paris), descritas na Coluna A, com suas respectivas descrições técnicas na Coluna B. Cada posição de braço e pé deve ser emparelhada com a descrição que melhor corresponde à sua execução correta.


Coluna A (Posições):

1.Primeira Posição dos Pés.

2.Segunda Posição dos Pés.

3.Quinta Posição dos Pés.

4.Primeira Posição dos Braços.

5.Terceira Posição dos Braços.


Coluna B (Descrições):

(__)Os pés estão voltados para fora, calcanhares juntos, formando uma linha reta.

(__)Os braços estão arredondados na frente do corpo, com as mãos à altura do umbigo e os cotovelos ligeiramente elevados.

(__)Um pé é colocado na frente do outro, com o calcanhar do pé dianteiro tocando a ponta do pé traseiro, formando uma linha cruzada.

(__)Os braços estão arredondados acima da cabeça, com uma leve abertura entre as mãos, formando um oval.

(__)Os pés estão afastados lateralmente, com distância aproximada da largura dos ombros e voltados para fora.


 A sequência correta é:
Alternativas
Q3686822 Educação Artística
Considerando o Currículo Base da Educação Infantil e do Ensino Fundamental do Território Catarinense, analise as afirmações a seguir:

I- O documento prima por uma avaliação democrática, pois entende-se que o professor de Arte poderá ser um agente mobilizador de ação, de reflexão, de afetos e de diálogos com a vida.
II- A avaliação em Artes deve envolver questões teóricas e metodológicas, enfatizando a experiência estética, as relações de poder, a poética política e a produção de conhecimento individual.
III- No desenvolvimento metodológico do componente Arte, sugere-se o trabalho por projetos, a partir de linhas permeáveis que se conectam entre as linguagens e as Artes Integradas, dando ênfase às culturas locais, regionais e do Estado.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3686821 Educação Artística
No que concerne às fontes sonoras convencionais e não convencionais, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3686820 Educação Artística
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no Ensino Fundamental − Anos Finais, é preciso assegurar aos alunos a ampliação de suas interações com manifestações artísticas e culturais nacionais e internacionais, de diferentes épocas e contextos. Nesse sentido, "experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, performance etc.)" seria um/uma: 
Alternativas
Q3680185 Educação Artística
Associe corretamente as dimensões do conhecimento em Arte às suas descrições correspondentes:

1 - Dimensão que refere-se ao fazer artístico, quando os sujeitos criam, produzem e constroem.
2 - Dimensão que refere-se às impressões que impulsionam os sujeitos em direção a novas compreensões do espaço em que vivem, com base no estabelecimento de relações, por meio do estudo e da pesquisa, entre as diversas experiências e manifestações artísticas e culturais vividas e conhecidas.
3 - Dimensão que refere-se à experiência sensível dos sujeitos em relação ao espaço, ao tempo, ao som, à ação, às imagens, ao próprio corpo e aos diferentes materiais.
4 - Dimensão que refere-se às possibilidades de exteriorizar e manifestar as criações subjetivas por meio de procedimentos artísticos, tanto em âmbito individual quanto coletivo.
5 - Dimensão que refere-se ao deleite, ao prazer, ao estranhamento e à abertura para se sensibilizar durante a participação em práticas artísticas e culturais.
6 - Dimensão que refere-se ao processo de construir argumentos e ponderações sobre as fruições, as experiências e os processos criativos, artísticos e culturais.

( ) Crítica:
( ) Criação:
( ) Fruição:
( ) Estesia:
( ) Expressão:
( ) Reflexão:

A associação correta é, respectivamente:  
Alternativas
Q3679704 Educação Artística
“Baseado na palavra italiana para “rabisco” graffiti são palavras, desenhos, expressões ou garatujas rabiscadas em muros e paredes. Encontrado até nas tumbas do Egito, o graffiti foi levado aos estúdios pelos pintores Cy Twombly, Jean Dubuffet e Antoni Teipes. A verdadeira arte do graffite é a arte das ruas. Armados com pincel atômico e latas de spray, milhares de grafiteiros marcaram a cena urbana nas décadas de setenta e oitenta, cobrindo vagões inteiros do metrô de Nova York com palavras e imagens derivadas de quadrinhos e desenhos animados. (...)”.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

“(...) Arte Rupestre è o nome que se dá ao tipo de arte mais antigo da história, baseado principalmente nas pinturas, desenhos ou representações artísticas gravadas nas paredes e tetos das cavernas. Esse tipo de arte teve seu início no período Paleolítico Superior. (...)
Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto de ruas ou monumentos, usando tinta em spray aerosol, dificilmente removível, estêncil ou mesmo rolo de tinta. No geral, são escritas frases de protesto ou insulto, assinaturas pessoais ou mesmo declarações de amor, embora a pichação seja também utilizada como forma de demarcação de territórios entre grupos - às vezes Ganges rival. Já na antiguidade é possível encontrar elementos de pichação. A erupção do vulcão Vesúvio preservou inscrita nos muros da cidade de Pompéia, que continham desde xingamentos até propaganda política e poesias. Na Idade Média, padres pichavam os muros de conventos rivais no intuito de expor sua ideologia, criticar doutrinas contrárias às suas ou mesmo difamar governantes. Com a popularização do aerosol, após a Segunda Guerra Mundial, a pichação ganhou mais agilidade e mobilidade. Na revolta estudantil de 1968, em Paris, o spray foi usado como forma de protesto contra as instituições universitárias e manifestação pela liberdade de expressão. Construído no início da década de 1960, o muro de Berlim ostentou por vários anos um lado oriental limpo e de pintura intacta, controlado pelo regime socialista da União Soviética, enquanto seu lado ocidental, encabeçado pela democracia capitalista dos Estados Unidos, foi tomado por pichações e de protesto contra o muro. (...)”.
ENDO, Tatiana Sechler. A pintura rupestre da pré-história e o grafite dos novos tempos. CELACC / ECA / USP 2009.

A partir da leitura dos textos e da perspectiva das autoras, analise as afirmações a seguir:
( ) Pichação e graffiti são expressões artísticas de menor valor, uma vez que produzidas sem intenção artística propriamente dita, e sim como modo de protesto, violação à propriedade privada e depredação de patrimônio público.
( ) Tanto a arte rupestre quanto as pichações são artes codificadas próprias de cada tribo e evidencia sua época, uma manifestação visual distinta, porém, desenvolvidas com significados simbólicos e culturais para aqueles que faziam ou fazem parte de sua estética e linguagem.
( ) A principal característica das duas manifestações - arte rupestre e pichação - não é a contemplação estética, e sim o fato de que demonstram processos que transmitem mensagens e códigos cifrados para os que fazem parte do mesmo grupo social.

A alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:  ( ) O grafite e a pichação têm características bem definidas. No grafite o desenho é mais elaborado, enquanto que na pichação os desenhos são visualmente mais agressivos, assim também ocorre com o interesse estético onde a estética na pichação tem valor secundário enquanto no grafite há mais interesse estético e por sua vez se torna mais socialmente aceito em contraponto a degradação da paisagem urbana que ocorre com as pichações transgressivas e predatórias. 
Alternativas
Q3679703 Educação Artística
“(...) Com o passar do tempo a arte moderna sofreu um desgaste. Por um lado, ela tornou-se tão experimental que acabou por afastar-se do público, que passou a achar suas manifestações cada vez mais estranhas e de difícil compreensão. Isso aconteceu particularmente a partir dos anos 60 e 70, em Nova York, para onde se transferiu a vanguarda artística dos centros europeus depois da Segunda Guerra, e onde várias noções modernas foram radicalizadas. No movimento minimalista, criado ali, o lema era “Menos è Mais”; a arte não deveria ter autoria, nem passado ou futuro, apenas a ação do momento presente. “O que se vê è o que se tem”, diziam os minimalistas. “Não há nada por trás das formas.” Em meio a isso, as pessoas sentiam falta de histórias e da possibilidade de serem arrebatadas de emoção pelas obras de arte. Por outro lado, a noção do novo, fundamental para a vanguarda, também se tornou algo improvável, sobretudo num mundo repleto de informações e estímulos. Com a mudança global que se delineia a partir dos anos 80, torna-se mais gritante ainda a necessidade de uma modificação no conceito de arte. Mais do que isso: torna-se necessário que a arte se modifique para sobreviver. E è aí que sai de cena a arte moderna e sobe ao palco a contemporãnea. (...)”.
VIEIRA, Francisco Ponciano. CARVALHO, Carla. Arte Brasileira. UNIASSELVI 2012.
GARCEZ, Lucília e OLIVEIRA, Jô. Explicando a Arte Brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro. 2003

A respeito da arte contemporânea, analise as afirmações a seguir:
I - Para começar, a organização prévia do mundo entre capitalismo e socialismo entra em colapso com o fim do regime socialista soviético e a queda do muro de Berlim (1989).
II - As novas realidades políticas provocam um fluxo geográfico internacional, fazendo com que os deslocamentos humanos instaurem uma nova noção de identidade e de nacionalidade.
III - A virtualização produz uma profunda modificação na maneira como as pessoas se relacionam. A relação tempo e espaço, que antes obedecia a uma proporcionalidade, agora é instável. Se os estímulos de informação proliferam sem limites temporais ou espaciais, tornando-se muitas vezes excessivos, a memória torna-se um bem maior.
IV - . A importãncia dada â moda, âs aparências e â “atitude”, aliada a uma tecnologia sofisticada de cirurgias, implantes, aparelhos de ginástica e substâncias químicas, além das possibilidades genéticas que se abrem com os sequenciamentos cromossômicos, fazem do corpo um campo de experimentações futurísticas.

Na perspectiva dos autores, estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q3679702 Educação Artística
“(...) Os pós-modernistas propõem a busca do novo na pesquisa de formas percorrendo outros caminhos de produções e utilizando materiais mais ecléticos para elaborar suas composições, conforme obras de Nelson Leiner (1947-1952) e Abraham Palatink (1928), apresentadas nas Figuras 149 e 150. Há uma mudança de conceito tanto social quanto filosófica, despertando, no interlocutor, uma proposta de reflexão, inserido no nosso tempo e espaço temporal. Tem como característica a busca pela “multiplicidade, a fragmentação, a desreferencialização e a entropia – que, com a aceitação de todos os estilos e estéticas, pretende a inclusão de todas as culturas como mercados consumidores. Nas artes plásticas deste período, podemos citar como forte influência o Neo-Expressionismo, que resgata os meios tradicionais de expressão, como a pintura em que há uma tendência figurativa, embora também seja forte a presença do abstracionismo e da arte conceitual. Ao mesmo tempo em que crescem as manifestações a favor da arte conceitual, surge uma profusão de outros meios que, juntamente com as novas tecnologias, são usados pelos artistas para expressarem suas ideias. Exemplo disto é a fotografia (que se eleva à categoria de arte) a minimal art, a art cinética, o grafite, as instalações, a arte postal, a arte ambiental, a performance, entre outras estéticas. Grafite (pintura por meio de spray em lugares públicos), instalações (disposição de elementos no espaço com a intenção de estabelecer uma relação com o espectador), arte postal (que se utiliza do meio postal para a criação e a divulgação), arte ambiental (que modifica e se relaciona com elementos da paisagem natural, principalmente por meio da escultura e da instalação) e performance (execução momentânea de uma ação espontânea ou teatral que pode envolver a participação do público).
(GARCEZ; OLIVEIRA, 2006, p. 141). (...)”

VIEIRA, Francisco Ponciano. CARVALHO, Carla. Arte Brasileira. UNIASSELVI 2012.
GARCEZ, Lucília e OLIVEIRA, Jô. Explicando a Arte Brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro. 2003.

A partir da análise do texto base, atente-se ao trecho a seguir:
O termo _______________ encontra-se ligado à significação de ___________ até por que não faria sentido ser “pós” alguma coisa que não se sabe o que è. O _________ representa alguma espècie de reação ou afastamento do___________. Contudo, não basta apenas a análise do conceito de _________ pois o próprio prefixo “pós” articula problemáticas situadas em diversas áreas. Krishan Kumar chama â atenção que o prefixo “pós” è ambíguo: pode significar um novo estado de coisas, no sentido do que vem depois; ou pode ser usado como o post de post-mortem, sugerindo fim, término.

As palavras que preenchem adequadamente as lacunas é:
Alternativas
Q3679700 Educação Artística
“Antes mesmo de saber escrever, o homem expressou e interpretou o mundo em que vivia pela linguagem da arte. A caverna, com sua umidade rochosa, foi o ateliê do homem pré-histórico. Diante dos mistérios do que lhe era conhecido, o artista retirava-se para ficar a sós na caverna. Por dias e dias nela habitava, desvendando, pelo fazer de suas mão e pela força imaginante, o que não compreendia, mas sonhava compreender. Na caverna, enveredando por seus corredores, os primeiros artistas fizeram grafite usando como suporte as formas estruturais das rochas. Dissolvendo pigmentos na boca e soprando-os em jatos como se fossem spray, eles pintaram e traço a traço desenharam a expressão dos movimentos de mamutes, bisões e outros animais. Somos seres simbólicos, seres de linguagem. Mais do que a mera reprodução dos animais selvagens reais, os desenhos e pinturas da arte rupestre nos falam da sensibilidade visual e da capacidade de abstração do homem pré-histórico. No dizer de Bachelard, a imaginação não é a faculdade de formar imagens da realidade; é a faculdade de formar imagens que ultrapassam a realidade. As imagens retidas nas paredes da caverna revelam um conhecimento que o homem construiu daquele mundo. No ato criador, para além da realidade imediata, apropriou-se simbolicamente daquele mundo. …)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

De acordo com as autoras, a respeito da arte a pré-histórica, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) As obras dos artistas pré-históricos manifestam a vocação inventiva do homem e de sua mente criadora para interpretar a realidade. O desejo de compreender e apropriar-se dela leva o homem a tentativas de interpretação através da capacidade mental de simbolizar.
( ) A construção desse conhecimento, que é estético, mesmo nos parecendo hoje tão natural, só foi possível após o surgimento da palavra.
( ) As imagens pintadas se referiam somente ao que era visível naquele mundo, não ao invisível, como instrumento de magia.
( ) Desde as pinturas nas cavernas e as palavras do homem primitivo, até as fórmulas e equações que levaram o homem moderno a visitar a lua e hoje navegar na internet, há um percurso de invenções que o ser humano fez e faz por meio de signos, sistemas simbólicos que se articulam em linguagens.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3679699 Educação Artística
Como seres da cultura, atribuímos sentido a tudo o que vemos. Compreender este fenômeno é trilhar um campo minado por muitos conceitos vinculados a teorias, modos de pensar que se articulam e se modificam ao longo dos tempos. Para o filósofo grego Platão, cabia aos homens apenas a produção de mimesis, simulacros, meras aparências, pois a criação perfeita seria possível apenas para o Demiurgo, o Deus que cria o universo. Para Aristóteles, discípulo de Platão, o conceito de mimese estava ligado á ideia da reprodução seletiva. É como se o artista, com sua techné, buscasse o mais característico de uma pessoa ou coisa, criando um realismo sublimado. É nisso que se fundamentava Zêuxis quando, para pintar a mais bela Helena, combinou o melhor dos cinco modelos. Ele queria o mais puro realismo e, assim, tornou sublime a representação de Helena, pois a queria a mais perfeita possível. A mímica, por exemplo, é uma espressão cujo nome nasce na mesma raíz da palavra mimese. O mímico, apenas utilizando o gestual, dando ênfase aos olhos e à boca no rosto maquiado, realiza gestos pautados em suas observação atenta e sensível, buscando o que é mais característico em cada movimento. E o leitor, mesmo a criança, lê a cena com facilidade, pois o mímico seleciona seus gestos, buscando a clareza e a simplicidade.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

Com base no texto, analise as afirmações a seguir:
I - O mímico imita os gestos, evidenciando signos que chegam à nossa imaginação, sentimentos e pensamentos carregados de significados.
II - O caráter da mimese, é analogia e não duplicação de objetos. O ritmo das canções guerreiras, por exemplo, não reproduz diretamente o som das ações bélicas, mas lembra o caráter - o ethos - , a atitude psicológica e moral dos soldados em luta que se fazem presentes pela techné e pela poiesis de um artista.
III - A mimese é uma operação idêntica para todos os povos, em todas as épocas, para todas as idades do homem. O signo criado é o mesmo apesar da ênfase e a exclusão que cada criador seleciona em sua ação de interpretar, expressar, comunicar.
IV - O conceito de reprodução, perigosamente, pode nos levar a reduzir a produção artística a uma relação direta com algo da realidade, como uma tradução do mundo real.
V - A arte não imita objetos, ideias ou conceitos. Ela cria algo novo, porque não é cópia ou pura reprodução, mas cria signos presentificados em uma nova realidade, sob um outro ponto de vista.

Na perspectiva das autoras, estão corretas as afirmações: 
Alternativas
Q3679698 Educação Artística
“A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394), aprovada em 20 de dezembro de 1996, estabelece em seu artigo 26, parágrafo 2º: “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”. Segundo os Parãmetros Curriculares Nacionais de Arte: “São características desse novo marco curricular as reivindicações de identificar a área por arte (e não mais por educação artística) e de incluí-la na estrutura curricular como área com conteúdos próprios ligados à cultura artística, e não apenas como atividade” Assim, a arte è importante na escola, principalmente porque è importante fora dela. Por ser um conhecimento construído pelo homem através dos tempos, a arte é um patrimônio cultural da humanidade, todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber. (...)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Segundo as autoras, tratar a arte como conhecimento é o ponto fundamental e indispensável para o enfoque no ensino de arte, que vem sendo trabalhado há anos por muitos arte-educadores.

Analise o trecho a seguir:
“Ensinar arte significa articular três campos conceituais: a _______________, a ___________ e o conhecimento da produção artístico-estética da humanidade, compreendendo-a histórica e culturalmente. Esses três campos conceituais estão presentes nos PCN-Arte e, respectivamente denominados ________, _____________ e reflexão.

A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:  
Alternativas
Q3679697 Educação Artística
“(... A manifestação artística tem em comum com outras áreas de conhecimento um caráter de busca de sentido, criação e inovação. Essencialmente, por seu ato criador, em qualquer das formas de conhecimento humano, ou em suas conexões, o homem estrutura e organiza o mundo, respondendo aos desafios que dele emanam, em um constante processo de transformação de si e da realidade circundante. O ser humano tem procurado distinguir e verificar os fenômenos da natureza, o ciclo das estações, os astros no céu, as diferentes plantas e animais, as relações sociais, políticas e econômicas, para compreender seu lugar no universo, buscando a significação da vida. (...) é papel da escola estabelecer os vínculos entre os conhecimentos escolares sobre a arte e os modos de produção e aplicação desses conhecimentos na sociedade. Por isso, um ensino e aprendizagem de arte que se processe criadoramente poderá contribuir para que conhecer seja também maravilhar-se, divertir-se, brincar com o desconhecido, arriscar hipóteses ousadas, trabalhar muito, esforçar-se e alegrar-se com descobertas. Porque o aluno desfruta na sua própria vida as aprendizagens que realiza. (...)”.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997 http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/arte.pdf

De acordo com as definições estabelecidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) Tanto a ciência como a arte respondem à necessidade de busca por significações na construção de objetos de conhecimento que, juntamente com as relações sociais, políticas e econômicas, sistemas filosóficos, éticos e estéticos, formam o conjunto de manifestações simbólicas das culturas.
( ) A ideia da ciência e da arte como disciplinas autônomas é própria das sociedades primitivas, em que as formas artísticas existem como atividades autônomas dissociadas da vida e alheias às atividades da comunidade. É produto recente da cultura ocidental, o pensamento e a prática em que não há separação entre vida, arte e ciência, tudo é vida e manifestação de vida.
( ) Ciência e arte são produtos que expressam as experiências e representações imaginárias das distintas culturas, que se renovam através dos tempos, construindo o percurso da história humana.
( ) Após o Renascimento arte e ciência foram consideradas no Ocidente como áreas de conhecimento totalmente diferentes, gerando concepções que admitiam que a ciência era produto do pensamento racional e a arte da sensibilidade. O pensamento de hoje, quando se entende que razão e sensibilidade compõem igualmente as duas áreas de conhecimento humano, reafirma essa visão dicotomizada entre arte e ciência.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3679695 Educação Artística
“(... A arte na escola já foi considerada matèria, disciplina, atividade, mas sempre mantida â margem das áreas curriculares tidas como mais “nobres”. Esse lugar menos privilegiado corresponde ao desconhecimento, em termos pedagógicos, de como se trabalhar o poder da imagem, do som, do movimento e da percepção estética como fontes de conhecimento. Até aproximadamente fins da década de 60 existiam pouquíssimos cursos de formação de professores nesse campo, e professores de quaisquer matérias, artistas e pessoas vindas de cursos de belas artes, escolas de artes dramáticas, de conservatórios etc. poderiam assumir as disciplinas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas, Música e Arte Dramática. Em 1971, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte é incluída no currículo escolar com o título de Educação Artística, mas è considerada “atividade educativa” e não disciplina, tratando de maneira indefinida o conhecimento. (...)”.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997 http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/arte.pdf

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a introdução da Educação Artística no currículo escolar:  
Alternativas
Q3679694 Educação Artística
“(...) Consciente do poder do movimento e da dança na formação do caráter, da personalidade e da cidadania, Laban propõe, já no primeiro prefácio de Dança educativa moderna, em 1948, que a dança, para alcançar seus objetivos de libertação e desenvolvimento humanos, deveria ser uma “dança livre”, ou ainda uma “tècnica de dança livre”. Buscava com isso diferenciar suas propostas das danças existentes na època, ou seja, do balè clássico e das danças de salão (...)”.
MARQUES, Isabel A. Revisitando a dança educativa moderna de Rudolf Laban.

A respeito das propostas de dança e ensino de Rudolf Laban, na perspectiva da autora, é correto afirmar que:
I – Dispensam recontextualização e, se seguidas à risca, continuam fazendo sentido na formação do artista-docente-cidadão do século XXI.
II - Suas contribuições para a decodificação da linguagem da dança, na arte da performance ou na escola, permitem olhar e viver a dança sob diversos ângulos, de forma relacional, consciente e profunda.
III - o conhecimento das propostas de Laban nos permite vivenciar, via dança, uma cidadania aberta, crítica, múltipla e transformadora.
IV - Não mais faremos ingenuamente uma aula de balé, ou de nova dança, ou de flamenco, mas teremos a possibilidade de ter uma maior consciência de como essas técnicas estão construindo nossos corpos e nos sugerindo que tipo de cidadania.

Estão corretas as afirmações:
Alternativas
Q3679693 Educação Artística
“(...) Desde a època em que habitava as cavernas, o ser humano vem manipulando cores, formas, gestos, espaços, sons, silêncios, superfícies, movimentos, luzes etc, com a intenção de dar sentido a algo, de comunicar-se com o outro. A comunicação entre as pessoas e a leituras de mundo não se dá apenas por meio da palavra (...)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

Segundo as autoras, para nos apropriarmos de uma linguagem, entendermos, interpretarmos e darmos sentido a ela é preciso:
I - Que aprendamos a operar seus códigos, devendo haver na escola cuidado com a alfabetização nas linguagens da arte, do mesmo modo que existe um espaço destinado à alfabetização na linguagem das palavras e dos textos orais e escritos.
II - Que seja resgatada a compreensão modernista do ensino da arte, que afirma a expressividade pessoal e a espontaneidade como ponto fundamental para o desenvolvimento artístico e estético dos estudantes.
III - É por meio das linguagens da arte que podemos compreender o mundo das culturas e o nosso eu particular. Assim, mais fronteiras poderão ser ultrapassadas pela compreensão e interpretação de formas sensíveis e subjetivas que compõem a humanidade e sua multiculturalidade.

Estão corretas as afirmações: 
Alternativas
Q3679692 Educação Artística
“(...) Ensinar arte é articular três campos conceituais: a ___________, a ___________ e o conhecimento da produção artístico-estética da humanidade, compreendendo-a histórica e culturalmente. Esses três campos estão presentes no PCN-Arte e, respectivamente, denominados ________, __________ e __________ (...)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

A alternativa que preenche as lacunas corretamente é: 
Alternativas
Respostas
4921: C
4922: E
4923: E
4924: E
4925: E
4926: A
4927: D
4928: D
4929: B
4930: B
4931: E
4932: A
4933: A
4934: C
4935: A
4936: C
4937: E
4938: B
4939: B
4940: A